Na sauna o clima esquentou!

Até aquela tarde na sauna eu achava que era só mais um dia de relaxamento. Entrei no lugar discreto do centro da cidade por volta das quatro da tarde, o vapor quente já me envolvendo assim que passei pela porta de vidro fosco. Tirei a roupa no vestiário, enrolei a toalha branca na cintura e fui para a sala principal.

O calor era gostoso, opressivo. Sentei num banco de madeira no canto, deixando o suor escorrer pelo peito. Havia uns três ou quatro caras espalhados. Dois deles me chamaram atenção: um moreno alto, barba bem aparada, uns 35 anos, corpo definido e uma toalha que mal escondia o volume. O outro era mais novo, talvez 25, loiro, pele clara, magro mas com braços fortes e um olhar curioso.

Começou devagar. O moreno (vou chamá-lo de Marcos) sentou dois bancos à minha frente e abriu um pouco as pernas, a toalha escorregando o suficiente pra eu ver a base grossa do pau dele. Nossos olhares se cruzaram. Ele sorriu de canto e passou a mão devagar pela coxa, como quem não quer nada. Meu coração acelerou. Fazia tempo que eu não ia numa sauna com intenção, mas o corpo dele me deixou inquieto.

O loiro (Rafael) estava mais perto. Ele se aproximou casualmente, sentando no banco ao lado do meu.

“Calor do caralho hoje, né?”, disse baixo. Respondi com um sorriso e um “é… mas é bom”.

Conversamos bobagem por uns minutos enquanto o suor descia. Senti a perna dele roçar na minha. Não tirei. Ele percebeu e deixou a toalha abrir um pouco, mostrando que já estava meio duro.

Marcos se levantou e veio sentar do meu outro lado. Agora eu estava no meio dos dois. O vapor deixava tudo mais lento, mais denso. Marcos colocou a mão na minha coxa sem cerimônia.

“Você é novo por aqui?”, perguntou, a voz rouca. Assenti. A mão dele subiu devagar por baixo da toalha. Quando os dedos roçaram na cabeça do meu pau, eu já estava duro como pedra.

Rafael não quis ficar de fora. Ele inclinou o corpo e beijou meu pescoço enquanto a mão de Marcos envolvia meu pau e começava a me masturbar devagar. Eu soltei um gemido baixo. Olhei em volta — a sala estava vazia agora, só nós três no canto mais escuro.

“Quer chupar?”, Marcos perguntou direto, abrindo a toalha dele. O pau era grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando de suor. Eu não respondi com palavras. Desci do banco, me ajoelhei no chão quente de madeira e segurei aquele pau com as duas mãos. Cheirava a homem, suor limpo e tesão. Passei a língua na glande devagar, sentindo o gosto salgado, e depois abri a boca e engoli o máximo que consegui.

Enquanto eu chupava Marcos com vontade, sentindo ele segurar minha cabeça e foder minha boca com estocadas curtas, Rafael se levantou atrás de mim. Ele abriu minha toalha e começou a esfregar o pau dele (mais comprido, mas menos grosso) na minha bunda, sem penetrar, só roçando. Depois ele se ajoelhou ao meu lado.

Agora eu tinha dois paus na frente do rosto. Passei a chupar um, depois o outro, alternando. Lambia as bolas de Marcos enquanto masturbava Rafael, depois engolia o loiro até sentir ele tocar minha garganta. Os dois gemiam baixo, me elogiando:

“Caralho, que boca gostosa…”, “Chupa mais fundo…”

Eu estava louco de tesão. Meu próprio pau latejava sem ninguém tocar. Rafael segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com mais força. Marcos batia o pau grosso na minha bochecha enquanto esperava a vez. Troquei de novo. Chupei Marcos com tudo, babando bastante, sentindo as veias pulsarem na minha língua.

“Vou gozar…”, Marcos avisou, a voz rouca. Eu não tirei a boca. Ele segurou minha cabeça e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo minha boca. Engoli o máximo, o resto escorreu pelo meu queixo.

Rafael estava no limite. Ele me puxou de volta pro pau dele e meteu fundo algumas vezes. “Toma… porra…” Gozou logo depois, o segundo jato forte acertando minha língua, depois mais porra na minha cara e no peito.

Eu estava ajoelhado, suado, com o gosto dos dois na boca, o rosto e o peito melados. Meu pau doía de tão duro. Rafael se abaixou, me deu um beijo rápido com língua e depois desceu a boca até meu pau. Não demorou nem um minuto. Chupei os dois, senti os dois gozarem, e gozei eu mesmo como nunca, jorrando no chão da sauna enquanto Rafael engolia tudo.

Ficamos ali uns minutos, recuperando o fôlego, o vapor ainda quente ao nosso redor.

Marcos sorriu e disse: “Volta sempre, Alan.”

Saí da sauna com as pernas fracas, o corpo marcado e a certeza de que voltaria.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Na sauna o clima esquentou!

Codigo do conto:
261441

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/05/2026

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