O médico e os auxiliares andavam entre nós, medindo, olhando, apalpando. Eu tentava manter o olhar fixo à frente, mas era impossível não notar. Estávamos todos ali, pelados, sem nenhuma privacidade. Olhei de lado, devagar, fingindo que só estava desconfortável como todo mundo.
Vi paus de todos os tipos: alguns pequenos e encolhidos de frio, outros grossos mesmo moles, uns bem peludos, outros lisos, uns circuncidados, outros com o prepúcio cobrindo a cabeça.
Um cara ao meu lado tinha um pau bem grande, pesado, pendurado entre as pernas grossas, balançando levemente quando ele se mexia. Outro, mais magro, tinha um pau fino e comprido que parecia nunca encolher direito. Fiquei observando cada um, sentindo um calor subindo pelo corpo.
Meu próprio pau começou a reagir um pouco, e eu precisei respirar fundo para não ficar de pau duro na frente de todo mundo.
Consegui disfarçar, mas aquela imagem ficou gravada na minha cabeça durante os primeiros dias.
Na primeira semana de caserna, eu dividia o beliche de cima com o Lopes, um cara, moreno, corpo definido de quem já malhava antes de entrar. Ele era tranquilo, falava pouco, mas tinha um sorriso safado quando zoava com a gente. Dormíamos só de cueca por causa do calor.
Uma noite, depois de um dia pesado de treinamento, estávamos os dois deitados. A luz já tinha apagado há um tempo e o quartel estava em silêncio, só se ouvindo alguns roncos distantes. Eu não conseguia dormir. Ficava relembrando a cena do exame médico, aqueles paus todos expostos, e especialmente o volume que eu via na cueca do Lucas todo dia.
De repente, escutei ele se mexendo no beliche de baixo. Ele virou de lado e sua mão encostou sem querer na minha perna que pendia da cama de cima.
— Tá acordado? — ele sussurrou.
— Tô — respondi baixinho.
Ficamos em silêncio por uns segundos. Depois ele falou, quase sem voz:
— Cara… tá calor pra caralho hoje.
Eu desci do beliche devagar, sentando na beirada da cama dele. A luz fraca que entrava pela janela iluminava só o suficiente pra eu ver o volume marcando na cueca dele. Ele não disse nada, só abriu um pouco as pernas.
Meu coração estava disparado. Sem pensar muito, coloquei a mão por cima da cueca e senti ele já meio duro. Lopes soltou um suspiro baixo. Eu puxei o elástico pra baixo e o pau dele saltou pra fora, grosso, quente, com uma cabeça rosada e bem definida. Era ainda melhor do que eu imaginava olhando de longe no exame.
Me ajoelhei entre as pernas dele e, sem dizer uma palavra, abri a boca e coloquei a cabeça do pau dele dentro. O gosto era levemente salgado, pele macia.
Lopes colocou a mão na minha nuca, não forçando, só acompanhando. Eu desci mais, sentindo ele crescer na minha boca, ficando bem duro.
Chupei devagar no começo, depois mais fundo, usando a língua na parte de baixo. Ele gemia baixinho, mordendo o braço pra não fazer barulho. O pau dele pulsava na minha boca, grosso e quente. Eu sentia minhas próprias bolas apertadas de tesão.
Depois de uns minutos, Lopes sussurrou rouco:
— Porra… vou gozar…
Não tirei a boca. Ele segurou minha cabeça com mais força e gozou forte, jatos quentes enchendo minha garganta. Engoli tudo, sentindo o gosto dele.
Quando terminei, ele ficou ofegante, olhando pra mim com um sorriso cansado e satisfeito.
— Caralho, você é bom nisso.
Eu só sorri de volta, ainda com o pau dele semi-duro na mão, sabendo que aquela primeira semana no Exército tinha acabado de ficar muito mais interessante.
QUer me ver pelado é só entrar em Hamster gay eprocurar por Alan Long.