Fui pescar, e claro, acabei levando vara!

Era uma noite quente de verão em Ubatuba, numa festa na casa de um amigo em Itamambuca. Eu estava encostado na varanda, cerveja na mão, meio avoado, quando ouvi dois caras conversando do outro lado da grade. Um deles, visivelmente bêbado, falava alto demais:

“...cara, eu juro, o pau do Gil é surreal. Tipo, eu nunca vi um negócio daquele tamanho na vida real. Ele me pegou no barco dele, o Estrelado, e eu saí andando torto dois dias. Pescador bruto, mas fode gostoso pra caralho.”

O outro riu e perguntou se era verdade que o cara tinha uns 24 cm. O primeiro só balançou a cabeça, com um sorriso bobo:

“Pelo menos. E grosso. O nome do barco é Estrelado mesmo, fica ancorado lá em Ubaturimirim.”

Eu fingi que não estava prestando atenção, mas gravei cada palavra. Gil. Estrelado. Ubaturimirim. Aquilo ficou martelando na minha cabeça a semana inteira.
Duas semanas depois eu estava exatamente naquela praia. Era um dia de sol forte, quase sem vento, mar de espelho.

Caminhei pela areia até o canto onde costumam ficar os barcos de pesca. Não demorei muito pra achar: um barco azul e branco, nome “Estrelado” escrito em letras meio desbotadas na popa. Meu coração acelerou na hora.

Perguntei pro pescador mais velho que estava arrumando rede ali perto:

“Oi, o Gil tá por aí?”

Ele apontou com o queixo pra uma casinha simples de tijolo aparente, uns 50 metros praia adentro.

“Ali na casa amarela. Mas ele só sai cedo, se quiser falar com ele é agora.”

Fui. Bati na porta. Quem abriu foi um cara moreno, pele queimada de sol, barba rala de uns três dias, uns 38–40 anos, corpo forte de quem trabalha no mar a vida inteira. Camiseta regata surrada, short de tactel azul-marinho. Olhou pra mim de cima a baixo, sem pressa.

“Bom dia. Você é o Gil?”
“Sou. Quem quer saber?”
“Meu nome é Alan, tô querndo sair pra pescar amanhã cedo, um amigo meu idicou você...

Ele me mediu de novo, demorou uns segundos a mais do que o normal. Sorriu de lado.

“Dá sim. Amanhã saio 6h. Cem reais o dia, levo isca, vara, tudo. Bebida e comida você traz.”
“Fechado.”

Na manhã seguinte eu cheguei antes das seis, mochila com água, cerveja gelada, protetor solar e um lubrificante discretamente guardado no fundo. Ele já estava no barco, motor ligado, cheiro de diesel misturado com maresia.

Saímos. O mar estava calmo, depois de uns 40 minutos navegando, ele ancorou num lugar bonito, longe da costa, só nós dois e o horizonte. Começamos a pescar. O sol subiu rápido e o calor ficou insuportável.

“Caralho, tá quente demais”, reclamei, tirando a camisa.

Ele riu, olhando de canto.

“Se tá com calor assim, pula no mar. "

Não hesitei. Tirei o short, a sunga, tudo. Fiquei completamente pelado na popa do barco, sentindo o sol na bunda e o vento batendo no pau meio duro de expectativa. Pulei.

A água estava perfeita. Quando subi de novo na escadinha, ele estava me olhando fixo, sem disfarçar.

“Tu é bem descolado, hein? Não tem vergonha nenhuma.”
“Vergonha de quê? Eu adoro me exibir”, respondi, passando a mão no peito molhado, descendo devagar até segurar o pau semi-ereto.

“E tu? não vai mergulhar?”

Ele não respondeu com palavras. Tirou a regata, o short, a cueca boxer cinza. Quando o pau dele caiu pra fora, eu quase engasguei. Era exatamente como o cara da festa tinha descrito: grosso, pesado, comprido mesmo mole. A cabeça rosada já aparecendo da pele. Ele pulou na água atrás de mim.

Nadamos um pouco, mas não demorou pra ele chegar por trás, peito colado nas minhas costas, o pau já duro roçando entre minhas nádegas. Senti a grossura dele escorregando devagar, encaixando na dobra da bunda. Ele segurou meu quadril e murmurou no meu ouvido, voz rouca de mar e cigarro:

“Tu veio aqui pra pescar mesmo… ou pra outra coisa?”

Virei o rosto e respondi mordendo o lábio:

“Pra outra coisa.”

Subimos no barco pingando água. Ele me puxou pra cabine pequena e apertada. Mal cabia de pé. Sentei no beliche estreito e puxei ele pela cintura. O pau dele estava na altura perfeita. Abocanhei sem cerimônia.

Era salgado, quente, pesado na língua. Tinha um cheiro forte de homem, de suor limpo misturado com mar. Chupei devagar no começo, sentindo cada veia, depois mais rápido, engolindo até onde dava. Ele segurou minha nuca, não forçando, só guiando. Gemeu baixo, um som grave que reverberava no peito dele.

“Porra… assim… engole tudo…”

Não aguentou muito. Uns cinco minutos depois ele apertou minha cabeça, grunhiu e gozou forte na minha boca. Jatos grossos, quentes, muito volume. Engoli quase tudo, deixei um pouco escorrer no queixo só pra ele ver.

Ele respirou fundo, me olhou com cara de quem ainda não terminou.

Saímos pra proa. O barco balançava suave. Ele me colocou de quatro, joelhos no convés, bunda empinada pro mar aberto. Passou lubrificante (eu trouxe, ele nem precisou pedir), esfregou a cabeça grossa na entrada e foi entrando devagar.

Ele segurou meus quadris com força e começou a meter ritmado, fundo. Cada estocada fazia meu pau balançar duro, pingando pré-gozo no convés. O som da pele batendo misturado com as ondas era a única coisa que existia.

“Olha pra frente… deixa todo mundo imaginar quem tá levando rola aqui”, ele falou, voz entrecortada.

Não tinha ninguém pra ver mesmo — só mar, céu e nós dois. Mas a ideia de estar exposto, de quatro na proa de um barco, sendo comido por um pescador desconhecido com um pau monstruoso… aquilo me levou à loucura.

Ele acelerou. Segurou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás. Senti ele inchar dentro de mim, pulsar. Gozou de novo, fundo, gemendo alto, enchendo tudo. Ficou parado uns segundos, ofegante, o pau ainda duro dentro de mim.

Depois me virou de barriga pra cima, deitou por cima e me beijou devagar, língua quente, enquanto ainda estava meio dentro. Ficamos assim um tempo, suados, grudados, o sol queimando nossas costas.

No fim da tarde, quando voltamos pra praia, ele me deixou na areia com um tapa na bunda e um sorriso torto.

“Se quiser pescar de novo… já sabe onde me achar.”

Eu só sorri de volta, sentindo ele escorrer devagar pelas minhas coxas enquanto caminhava pela praia.

Nunca mais vi o Estrelado ancorado lá. Mas toda vez que passo por Ubaturimirim, olho pro mar e lembro daquele dia. E fico duro só de pensar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui pescar, e claro, acabei levando vara!

Codigo do conto:
257321

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/03/2026

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