Então eu tive uma ideia que mudou tudo.
Comecei a colocar o uniforme, as chuteiras e as caneleiras na mochila e ia pra quadras de society em horários aleatórios, em bairros onde ninguém me conhecia.
Chegava no vestiário, me trocava como se fosse jogar, passava na cantina, tomava um Gatorade bem devagar e ficava de olho. Quando via uma turma saindo da quadra suada, indo pro banho, eu entrava junto, fingindo que tinha acabado de sair de outra quadra. Ninguém me conhecia. Ali eu podia dar pinta à vontade.
Foi numa dessas noites de sexta que eu conheci o Ricardo.
A quadra estava cheia de caras na faixa dos 30 e poucos anos. Eu entrei no vestiário junto com um grupo de uns oito. Tirei a roupa devagar, de propósito, e fui pro chuveiro coletivo. Fiquei debaixo da água quente, passando sabonete no corpo, deixando o olhar correr pelos corpos molhados ao meu redor. A maioria era hétero na cara dura: coxas grossas, paus moles balançando enquanto se lavavam.
Mas um deles chamou minha atenção pra caralho.
Ricardo era alto, uns 1,85m, moreno, cabelo curto, barba bem feita. Tinha um corpo sólido, ombros largos, peito peludo e uma bunda dura de quem joga bola de verdade. O que mais me deixou louco foi o pau dele. Mesmo mole, já era grosso pra porra, pesado, com uma cabeça rosada grande. Quando ele se virou pra pegar o sabonete, o pau balançou entre as pernas como um pêndulo. Meu cu piscou só de olhar.
Eu comecei a dar uma leve bandeira: passei o sabonete devagar na bunda, abri um pouco as pernas, me curvei mais do que o necessário pra lavar as canelas. Olhei pra ele duas ou três vezes. Na terceira, ele sustentou o olhar por uns segundos a mais. Sorri de leve. Ele não desviou.
Quando o chuveiro começou a esvaziar, eu fiquei por último. Ele também.
Entrei numa cabine individual pra me secar (a maioria dos caras usava o espaço coletivo, mas tinha umas cabines com porta). Deixei a porta entreaberta de propósito. Ricardo passou na frente, já com a toalha na cintura, e parou. Olhou pra dentro.
— Tá sobrando espaço aí? — perguntou, voz rouca de quem tinha acabado de jogar.
— Tem sim — respondi, abrindo mais a porta.
Ele entrou. A cabine era apertada, nossos corpos quase se encostando. O cheiro dele era uma mistura de suor, sabonete e homem. Meu pau já estava meio duro só de tesão.
Não falei nada. Só me ajoelhei na frente dele, puxei a toalha devagar. O pau dele pulou pra fora, semi-duro, pesado. Era ainda maior do que eu imaginava: grosso, veias aparentes, uns bons 20cm quando ficou totalmente duro.
Ricardo soltou um gemido baixo quando eu enfiei a cabeça na boca. Chupei gostoso, devagar no começo, sentindo ele crescer na minha língua. Ele segurou minha cabeça com uma mão e começou a foder minha boca com calma, mas firme.
— Caralho… que boca gulosa — murmurou.
Eu chupei com vontade, babando, fazendo barulho molhado. Ele ficou duro pra caralho, latejando. Depois de uns minutos ele me puxou pra cima, virou-me de costas e enfiou dois dedos molhados de saliva no meu cu, abrindo devagar.
— Quer levar? — perguntou no meu ouvido.
— Quero pra caralho.
A gente se vestiu rápido, saiu do vestiário sem olhar pra ninguém e fomos direto pra casa dele, que ficava a uns dez minutos de carro.
Assim que a porta fechou, Ricardo me jogou no sofá, tirou minha roupa com pressa e me comeu ali mesmo. Primeiro de quatro, enfiando aquele pau grosso bem fundo.
Ele metia forte, gemendo, batendo a pelve na minha bunda com força. Depois me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e me fodeu olhando nos meus olhos, suado, falando safadeza no meu ouvido:
— Tá gostando dessa rola grossa, viado? Toma… toda pra você.
Ele me comeu por horas. No sofá, na cama, contra a parede. Gozou na minha boca uma vez, depois dentro do cu outra. Me virou do jeito que quis, me segurando pelos quadris, me chamando de puto, de safado. Eu gozei duas vezes só de sentir ele me arrombando gostoso.
Quando finalmente paramos, já era madrugada. Eu estava destruído, o cu latejando, cheio da porra dele, mas completamente satisfeito.
Ricardo acendeu um cigarro, olhou pra mim e sorriu:
— Volta na próxima sexta?
Eu só ri e respondi:
— Pode contar.
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