Umas 200 pessoas, peões de chapéu, estudantes de agronomia, uns primos meus, amigos dos amigos. Cerveja gelada, cachaça de barril, música sertaneja alta e uma piscina enorme iluminada com luzes coloridas.
Eu, Alan, 22 anos na época, tava lá só de short de banho preto, sem camisa, sentindo o corpo suado e o pau já meio interessado só de olhar pra tanta rola disfarçada dentro daqueles shorts molhados.
Eu sempre fui muito safado, e todo mundo sabia que eu chupava gostoso, mas ninguém falava abertamente. Até que a noite avançou, o álcool subiu e a putaria começou a rolar solta.
Eu tava no vestiário do fundo da piscina — um barracão de madeira com chuveiros coletivos, bancos de madeira e um banheiro com três cabines sem porta, só cortina. Tinha ido mijar e, quando saí da cabine, dei de cara com o Rodrigo, um peão de 24 anos, moreno, corpo de quem carrega fardo de feno o dia inteiro: peito largo, braço tatuado, short de banho colado mostrando o volume grosso. Ele tava com o pau meio duro, a cabeça marcando o tecido.
— E aí, Alan? — ele falou baixo, com aquele sotaque mineiro arrastado. — Tá olhando o quê, viado?
Eu sorri, já sentindo a boca salivar.
— Tá marcando tanto que não dá pra não olhar, Rodrigo. Tá duro por quê?
Ele deu uma risada safada, olhou pros lados pra ver se ninguém tava vindo e puxou o short pra baixo. A rola dele pulou pra fora: grossa, uns 18cm, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de suor e pré-gozo.
— Tô com tesão pra caralho desde que vi você de short molhado. Quer chupar?
Não pensei duas vezes. Me ajoelhei ali mesmo, no chão de cimento frio do vestiário, e enfiei aquela rola na boca até o fundo. Rodrigo gemeu alto, segurou minha cabeça com as duas mãos:
— Porra, Alan… que boca gulosa… engole tudo, vai… isso, assim… chupa gostoso, caralho.
Eu chupava com vontade: lambia as bolas peludas, descia a língua até o cu dele, voltava chupando forte, babando tudo. Em menos de cinco minutos ele tava gemendo feito louco:
— Vou gozar, porra… toma na boca, toma!
E gozou. Jato quente, grosso, salgado. Eu engoli tudo, limpando a rola com a língua enquanto ele tremia.
Quando levantei, vi que tinha mais três caras na porta do vestiário: o Lucas, o Matheus e o Biel. Todos de pau duro dentro do short, olhando.
— Caralho… — o Lucas sussurrou. — Vocês tão mesmo fazendo isso?
Rodrigo ainda com a rola mole pingando, sorriu:
— O Alan chupa melhor que qualquer vadia. Quem quiser, faz fila. Mas respeita a ordem.
E foi assim que começou a fila.
O Lucas entrou primeiro. 20 anos, loiro, corpo definido de academia. Puxou o short e me mostrou uma rola branca, comprida, 19cm, cabeça rosada. Eu sentei no banco do vestiário e ele ficou em pé na minha frente.
— Chupa devagar primeiro, Alan… quero sentir cada centímetro.
Eu obedeci. Lambi da base até a cabeça, engoli devagar, fazendo barulho de sucção. Ele segurava meu cabelo e fodia minha boca devagarinho, gemendo:
— Que boca quente… porra… tá babando tudo… assim, engole mais fundo… isso, viadinho guloso.
Enquanto eu chupava o Lucas, o Matheus e o Biel tavam ali do lado, pau pra fora, batendo punheta devagar. O Matheus, um moreno de 23 anos com rola grossa e curta, já tava impaciente:
— Anda logo, Lucas. Minha rola tá latejando.
Lucas gozou na minha boca com um gemido rouco, segurando minha cabeça pra eu engolir até a última gota. Mal ele saiu, o Matheus já tava na minha frente. Rola grossa, pesada, cheirando a suor de homem. Eu adorei.
— Chupa com força, Alan. Quero sentir essas bochechas afundando.
Eu chupei com tudo: garganta funda, mão massageando as bolas, dedo roçando o cu dele. Matheus segurava minhas orelhas e metia forte, batendo o saco no meu queixo:
— Isso, porra! Engole esse pau mineiro! Vai, viado… chupa que nem puta!
Ele gozou rápido, enchendo minha boca de porra quente. Eu engoli, lambi os beiços e já chamei o Biel.
Biel era o mais novo, 19 anos, mas tinha uma rola enorme, 20cm fininha e curvada pra cima. Ele tava nervoso, mas excitado.
— Nunca fiz isso… — murmurou.
— Relaxa, Biel. Só relaxa e goza na minha boca.
Eu chupei ele com carinho primeiro, depois com fome. Biel gemia alto, segurando minha cabeça:
— Caralho… que delícia… Alan, sua boca é quente demais… vou gozar… vou gozar!
E gozou. Muito. Porra escorrendo pelos cantos da minha boca.
A notícia correu rápido. Logo tinha uma fila de uns oito caras do lado de fora do vestiário, esperando a vez. A música da festa tava alta, ninguém ouvia os gemidos.
O próximo foi o Pedro, primo do meu tio, 25 anos, peão raiz. Rola preta, grossa, cheia de veias. Ele entrou e já mandou:
— De quatro no banco, Alan. Quero foder sua boca como se fosse cu.
Eu me posicionei de quatro no banco de madeira. Pedro segurou minha cabeça e meteu até o saco. Batia forte, fundo, fazendo eu engasgar e babar:
— Isso, viado! Engole o pau do peão! Toma, toma tudo! Sua boca é só buceta agora!
Ele gozou gritando baixinho, enchendo minha garganta.
Depois veio o João, depois o Caio, depois o Rafael… eu perdi a conta. Cada um tinha um gosto, um tamanho, um jeito:
Um loiro de rola fina que gostava de eu lamber o cu antes de chupar.
Um moreno que me chamava de “putinha do interior” enquanto gozava na minha língua.
Um cara de 27 anos que segurou meu nariz e meteu até eu ficar com lágrimas nos olhos e porra escorrendo pelo queixo.
Em determinado momento, a fila tava com uns 12 caras. Eu tava ajoelhado no chão do banheiro, boca inchada, queixo babado de porra e saliva, peito todo melado. O cheiro de sexo tava forte: suor, porra, pau de macho.
O último da fila foi o Guilherme, o mais gostoso de todos. 24 anos, corpo de deus grego, rola perfeita: 21cm, grossa na base, cabeça grande. Ele entrou, viu o estado em que eu tava e sorriu:
— Caralho, Alan… você tá destruído… mas ainda quer mais, né?
— Quero — respondi rouco. — Me dá a última.
Ele me pegou com carinho e brutalidade ao mesmo tempo. Sentou no banco, me colocou de joelhos entre as pernas dele e segurou meu cabelo.
— Chupa devagar, bem gostoso… quero sentir cada lambida.
Eu chupei com tudo que restava de força. Língua girando na cabeça, garganta engolindo fundo, mão masturbando o que não cabia na boca. Guilherme gemia baixo, falando sacanagem no meu ouvido:
— Você é a puta mais gostosa dessa fazenda… engoliu quantos paus hoje? Dez? Doze? E ainda quer mais… que safado… chupa, vai… mama essa rola até eu encher sua boca de leitinho.
Ele gozou devagar, jatos longos e grossos. Eu engoli tudo, limpando a rola com a língua até ficar brilhando.
Quando ele saiu, a fila acabou. Eu fiquei ali no chão do vestiário, boca latejando, queixo e peito cobertos de porra de tantos machos, pau duro dentro do short sem ter gozado uma vez sequer. Meu corpo tremia de tesão e cansaço.
A festa ainda tava rolando lá fora. Eu levantei devagar, lavei o rosto na pia, mas deixei a porra no peito por baixo da camisa que peguei emprestada. Saí do vestiário sorrindo, sentindo o gosto de todos aqueles paus na boca.
Mais tarde, na piscina, vários daqueles caras me olharam com cumplicidade. Rodrigo piscou pra mim. Guilherme passou a mão na minha bunda disfarçadamente e sussurrou:
— Amanhã tem mais, Alan. A fila vai ser maior.
Eu só sorri. Porque eu sabia que sim.
E a noite terminou assim: eu, Alan, a vadia oficial do vestiário da fazenda, com a boca cheia de porra mineira e o cu latejando de vontade de mais.
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