INICIADO PELO MEU PAI

        Se não leu, leia o relato anterior: Incesto a 3: O filho, o primo e o pai, para entender melhor este relato!

        Depois que meu pai me beijou e saiu do quarto, fechei a porta e me masturbei: ainda com o gosto de seu esperma na boca, eu lembrava do que tinha acontecido e imaginava outras coisas. Não saía da minha cabeça seu corpo forte e peludo, seu membro grosso cheio de veias e o prazer que ele estava sentindo. Gozei muito pensando no que podia estar acontecendo no quarto dele! E toquei outra. Não queria que aquilo acabasse nunca!

        Como eu não tinha percebido que meu pai e meu primo estavam tendo um caso e fodendo no quarto ao lado do meu?! Claro, era inimaginável! Meu pai era o tipo mulherengo, safado, como ia se envolver com outro cara mesmo sendo afeminado como Enzo? Rolei muito na cama até dormir.

        No dia seguinte, levantei com se tivesse tido um sonho. Tomei banho e fui para a cozinha. Enzo estava na piscina e meu pai tomando café, vendo jornais no notebook. Dei bom dia.

- Senta aí, tem aquele pão que você gosta, e queijo minas, também. - falou meu pai e continuou seu café.

- Pai, precisamos conversar, o que aconteceu ontem…

- Foi um tesão, gozamos para caralho, também acho. Você deve ter tocado punheta depois. Realmente foi muito bom, filho, bom demais até. Para resumir: estou tendo um lance com seu primo e ninguém sabe e nem vai saber. E foi ótimo você ter visto, porque agora sabe e ainda gozamos juntos. Pena que você é muito machinho… mas é gostoso demais, bunda gostosa…

- Pai!

- Você chupou meu pau com vontade, Alan! Sempre soube que você curtia macho. Acabou o assunto, não quero que o Enzo fique constrangido. Estou gostando da minha relação, ele é a mulher que eu sempre quis na cama: delicado, sensual, pele gostosa, bunda gostosa e um cu guloso, que aguenta sem frescura. Já falei, vamos conversar depois. Final de semana que vem ele vai ver os pais, vamos ter tempo de conversar. Agora toma seu café e segue o baile. E não quero você bisbilhotando minha foda com minha putinha. Como eu falei, realizamos uma fantasia e pronto.

- Fui usado? É isso, pai?

- Alan, eu nem sabia que você estava em casa, você tinha ido viajar, porra. Chega, não estraga o que tivemos!

        Passei pela piscina. Enzo falou comigo como se nada tivesse acontecido. Entrei no meu carro e saí, ficar em casa seria enlouquecedor, principalmente pelo tesão que estava sentindo no meu pai. E ciúme.

        A semana passou lenta. Enzo e meu pai mantiveram a discrição, mas se permitiam dormir juntos abertamente. Minha ansiedade diminuiu, mas começou a aumentar na sexta, quando meu primo ia viajar. De noite, cheguei do trabalho e meu pai estava na sala. Falou para eu tomar banho e que ia pedir uma pizza.
Comemos a pizza e abrimos uma garrafa de vinho. Meu pai falou como foi o início dele com Enzo e tal. Disse que gostava de comer cu e que o rapaz tinha bunda bonita, era virgem e queria ser dele. Daí para frente, eles começaram uma relação já tinha alguns meses e conversaram sobre a fantasia, que seria rolar oral com mais um. Meu pai disse que quando me viu na porta, se assustou, e não sabia como explicar a cena, mas logo lembrou da conversa e me chamou para participar, afinal, seria mais fácil explicar depois. Meu pai também falou que sabia que eu curtia homens, pois nunca tinha levado garotas em casa. Expliquei que sim, mas nunca tinha rolado nada demais. Pronto, ele ficou agitado.

- Você é virgem? Eu notei que seu cuzinho é delicioso e bem fechado, mas achei que… nunca comeu nem deu? Nem com mulher?

- Pai, já transei com mulheres e tive só uns amassos com caras e doiss me mamaram, nada além disso… eu tenho desejo em ser ativo, mas sempre fui grilado, inseguro, medo de você e da mamãe…

- Porra, Alan! Você é um macho bonito, boa pinta e… pirocudo! Só não quero que se aproxime do Enzo, por isso não deixei que fizessem mais do que rolou… ele disse que me curte, tem tesão em mim, coroa… mas… fica longe.

- Pai, gosto de caras maduros também, nunca rolaria com ele… Meu tipo de homem… é o seu, acho o senhor um tesão… mas… enfim. E somos ativos, nunca daria certo. - falei totalmente sem graça, já era o vinho subindo, estávamos terminando a segunda garrafa.

- É filho, você é gostoso, bunda gostosa, cu virgem… mas me comer não rola, e tem o Enzo… você chupa muito gostoso… - ele falou e encheu nossas taças. O seu olhar me estremeceu de novo, comecei a ficar de pau duro. Viramos a taça juntos, bebemos de uma vez. Não aguentei e agarrei ele.

        Meu pai me deu outro beijo daquele bem forte. O gosto do vinho dava um toque especial. Tiramos a roupa um do outro. Agarrado nele, curtia seu peito peludo e sua barba. Segurei seu pau, que já estava melado, como o meu, a acariciei da cabeças até as bolas pesadas.

- Filho gostoso que eu tenho, e é macho… tem uma bunda… e uma boca… o Enzo não pode imaginar isso, ok?

- E por que o senhor está fazendo?

- Porque fantasia, a gente realiza somente uma vez. Vamos falar menos e curtir mais… - voltou a me beijar e apertar minha bunda, passando o dedo no meu rego e chegando ao meu cu.

        Fomos para o meu quarto. Deitou em cima de mim e meteu o pau entre minhas pernas. Senti seu peso e seu suor. Roçamos um tempo, entre beijos e lambidas, até que mudamos de posição e ele colocou o pau na minha boca. Chupei o cacete do meu pai querendo sentir de novo seu gosto. Eu sabia que não passaria disso, ele era ativo convicto e nem iria me chupar, dar então, seria impossível, assim como eu não seria passivo também. Deixamos rolar.
Fizemos um meia nove. Senti sua língua e era gostoso, mas somente isso. Mudei de posição e somente eu chupava agora. Olhei para ele, que me admirava e elogiava. O pau duro, os pentelhos negros… lambia tudo, sentindo as veias na ponta da língua. Engoli o que pude e comecei a mamar, sugar a tora quente dele. Com as mãos na sua virilha, fui excitando cada vez mais com os movimentos e ele avisou que ia gozar. Eu me masturbava ao mesmo tempo até que senti o líquido grosso na minha garganta, e de novo e de novo e de novo. Meu pai urrava e se contorcia. Não consegui engolir tudo, e escorreu pelo pau, melando os pentelhos.

- Limpa. - ele falou. Aperte seu pau desde baixo, para sugar até a última gota e lambi tudo que tinha escorrido, sorvendo seu leite grosso. Ficamos descansando em silêncio por uns trinta minutos, eu deitado em seu peito. Meu pai se mexeu e me deu um beijo. Meio grosseiro, deitou em cima de mim, se esfregando. Nossos corpos ainda suados e melados, mas ele não quis saber. Me virou de bruços e lambeu meu cu, passava a língua com desejo forte. Começou a enfiar um dedo e depois outro.

- Para, pai, você sabe que eu não curto.

- É a nossa última vez. Em algum momento você vai dar o cu, então deixa eu tirar sua virgindade do jeito que você merece.

- Não, não vou dar. Você já deu para o Enzo?

- Enzo é quase uma menina e é por isso que gosto dele, sua geração é diferente da minha, você vai dar para um cara que não vai fazer direito.

- Se eu ceder, passar a ser passivo, você vai largar o Enzo e ficar comigo?

- Não. Você sabe disso. Gosto dele pela natureza dele, que é ser passivo, afeminado, delicado. Essa não é sua natureza. Mesmo se você fosse passivo, continuaria sendo másculo. - falou. E tinha razão, eu não conseguiria realizar o desejo dele. Ninguém muda a natureza do outro. Fiquei em silêncio, pensando, enquanto meu pai lambia meu corpo. Eu não podia negar o meu desejo nele, mesmo não querendo ser passivo, mas me entreguei, seria a maneira de tê-lo, mesmo que fosse naquele momento. Ele percebeu, empolgado. Seu pau pulsava e ele suava em cima de mim. Se levantou para pegar o gel e vi alguns pelos do seu peito grudados no suor do meu peito e senti um tesão desenfreado.

        Enquanto passava o gel, ele brincava com meu cu e enfiava levemente os dedos. Ele me colocou de quatro na cama e veio por trás. Vi suas pernas atrás das minhas e seu saco se aproximando. Senti a cabeça do pau e me preparei. Ele enfiou devagar e eu gemi de dor, mas não mandei parar, não queria decepcioná-lo. Senti seu pau rasgando tudo, mesmo enfiando devagar. Ele parou e perguntou se estava tudo bem. Com lágrimas nos olhos, falei que sim, e mandei meter tudo. Não sei como aguentei aquele tronco todo. Pedi para esperar um pouco. Parado, senti as veias pulsarem, o formato dele dentro de mim. Mexi a bunda como um sinal e ele entendeu. Começou a socar mais rápido. A dor era dilacerante, mas o prazer de ter meu pai ali, tirando minha virgindade, sendo meu primeiro e, talvez, meu único macho, me aliviava. Ele gemia alto, também e depois de um tempo, avisou que ia gozar.

- Vou gozar dentro de você, um macho fodendo outro macho, do mesmo sangue, da mesma família, pai e filho, você vai carregar meu esperma e essa lembrança para sempre, meu filho. - gemeu alto e gozou muito dentro de mim. Me masturbei e gozei junto com ele, apertando seu pau com as contrações do meu cu. Tivemos vários espasmos e banhados de suor, caímos na cama.

        Olhei para o pau dele e estava melado de porra e sangue.

- Tirei seu cabaço, moleque. Tesão de cu, se você curtisse… acho que largaria tudo para ficar com você…

- Acho que sentimos coisas diferentes, pai, mas isso não vem ao caso. Nós acabamos de realizar nossas fantasias, e isso acontece somente uma vez. - falei com um aperto no coração, mas satisfeito por ter acontecido com ele, mesmo com toda a dor que eu sentia, o prazer foi único.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
INICIADO PELO MEU PAI

Codigo do conto:
253577

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
31/01/2026

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