Ele disse isso enquanto me pegava firme e ia arrancando minha roupa, como eu e estava molhada da chuva, a roupa da academia meio que ficou grudada no meu corpo, dificultando a retirada. Erik nao quis saber, rasgou meu shorts ali mesmo, minha calcinha, tirou meu top me deixando nuazinha, a água gelada da chuva me deixou com frio, e o contato do ar condicionado com minha pele me fazia arrepiar, e ainda misturado com o tezão. Erik me pegou no colo, trancei as pernas em volta da sua cintura e enquanto a gente se beijava, ele me segurava pela banda e com os dedos procurava meus buraquinhos...
Ele me colocou no tapete, sob a grana e me mandou ficar de quatro, com a cara no chão, obedeci, afinal eu seria a vagabunda que ele ia comer sob a grana.
Mau encostei o rosto no chão, e ele caiu de boca no meu cuzinho, chupo gostoso, enfiava a língua quente no meu rabo, enquanto enfiava os dedos na minha buceta que ja estava melada, e revezava, esfregando meu grelo que logo ficou inchado, nao demorou eu gozei gostoso, quanto mais eu gemia, mais ele enfiava a cara na minha bunda. Ele ficou ali por uns 30 minutos, e eu gozei umas 2 vezes, ja estava implorando por rola, mas ele quis me fazer de vagabunda e eu quis aceitar.
Ele levantou e me mandou continuar de 4, ele foi ate o bar serviu uma dose de whisk pegou um charuto, passou por mim, deu um tapa na minha bunda, pegou um bolo de notas e se sentou na poltrona. Enquanto mexia no celular ele disse:
- Vou colocar uma música pra você dançar pra mim em cima da mesa. Essa grana que tá aqui vai ser sua se eu gostar.
Me levantei, ajeitei o cabelo, e finalmente encorporei minha alma de vagabunda. Passei perto dele, rebolei a bunda no colo dele, e enquanto subia na mesa, empinei meu rabo, deixando meu cuzinho bem na visão dele, que nao resistiu e deu um tapão na minha bunda. Como uma boa vagabunda que estava me sentindo, de quatro sobre a mesa, virei pro lado dele, peguei ele pela gravata e dei um tapão bem dado na cara dele e falei:
- Pra tocar tem que pagar!
Ele arregalou o olho e ficou na dele bebendo o whisky e fumando o charuto.
Como eu ja tinha gozado 2 vezes, minha buceta tava toda melada, escorrendo pela perna. Então peguei a gravata dele e sequei o que estava escorrido, e coloquei em volta do pescoço dele, que nao perdeu tempo e botou no nariz pra sentir meu cheiro. Fiquei ali uns 10 minutos dançando pra ele, rebolei, me toquei, fui ficando cada vez mais excitada, quando percebi eu estava com tanto tezão que tinha pegado a garrafa de whisky e estava dançando em cima dela, eu agachava ate a boca dela, deixava encostar na minha buceta e no meu cuzinho e subia, ate que eu nao aguentei e sentei um pouquinho com o cuzinho na garrafa, deixei entrar uns 3 dedos do pescoço da garrafa e fiquei ali fazendo um sobe e desce gostoso bem lentinho. Erik é fã dessas coisas, de colocar qualquer coisa no meu rabo, então ali percebi que ele ficou super excitado, quase avançou em mim, ele me devorava com os olhos. Tirei o cu da garrafa, peguei ela e passei a língua toda nela, simulando um boquete bem gostoso enquanto olhava no olho dele, me levantei, dei um gole no whisky e desci da mesa e direção a ele. Peguei a gravata do pescoço dele, coloquei nos olhos e amarrei bem firme, nao deixando ele ver nada dali pra frente. Tirei seu paletó, sua camisa, a calça e cueca. O pau dele estava duro, ja todo babado de tanto tezão, mas agora era minha vez de judiar dele. Grudei nas bolas dele com uma das mãos, fazendo tipo um laço, segurei firme e comecei a lamber muito de vagarzinho do pé do pau ate chegar na cabeça que pulsava, quando chegava na cabeça, colocava so a pontinha dentro da minha boca e com a língua fazia movimentos bem de vagar em volta dela. Ele se contorcia cada vez que fazia isso, depois de umas 5 vezes que fiz isso, ele tentou me segurar e fuder a minha boca, dei outro tapa na cara dele e repeti que pra tocar tinha que pagar. Ele disse que ia pagar.
Eu respondi:
- Ainda não coloquei preço, cala sua boca e deita na mesa, agora quem obedece é você, deixa eu fazer o meu trabalho.
Ele obedeceu e deitou de costas na mesa, peladão, vendado, com a rola durona pra cima. No escritório tem uns enfeites que tem várias cordas soltas, então peguei 2 ali e amarrei os braços dele no pé da mesa. Eu nao queria que ele me tocasse, a partir dali eu controlava tudo.
Subi em cima da mesa também (sorte que a mesa é de mármore, aguentou bem o peso nosso), agachei em cima do rosto dele e esfreguei a buceta/cu na boca e nariz dele, que ficou doido tentando enfiar a língua. A venda ja tinha saido, e ele via tudo. O pau dele latejava, estava a ponto de explodir, ele deitado, encaixei um 69 e cai de boca naquele pau, enquanto ele feito um cachorro devorava minha buceta com a língua. Quando eu estava prestes a gozar de novo, sentei firme no rosto dele, e fiquei rlesfregando meu grelinho bem de vagar, fazendo ele se afogar na minha buceta, enquanto enfiava o pau todinho na minha boca, ate engasgar. Quando tirei a buceta gozada da cara dele, ele disse que ia gozar também, então peguei firme no saco dele, apertando bem o pau dele e falei que ainda nao era pra gozar. Segurei por 1 minuto mais ou menos bem firme e ele nao gozou. Falei que ia pegar uma bebida e era pra ele se controlar.
Peguei no bar uma taça de vinho e alguns gelos, entre um gole e outro no vinho, usei o gelo pra "acalmar" os animos de Erik, comecei a esfregar o gelo pelo saco dele, subia pelo pinto depois colocava na boca e dava umas lambidas na cabeça daquele pau, não teve jeito, Erik nao demorou e encheu minha boca de leite, era tanto tezão que o gozo foi como uma explosão na minha boca, cheguei a engasgar, voou pra todo lado, nos meus peitos, na minha cara, na mesa, como uma boa menina, nao desperdicei nada, lambi cada gota que escapou, enquanto olhada no olho dele, dava pra sentir o tezão e a vontade de me demorar que ele estava.
Depois do gozo, o pau dele ficou meia bomba mas como eu nao queria desperdiçar o momento, desamarrei as mãos dele e voltei pro 69, enquanto eu chupava o pau dele, pra reanimar, ele me chupava também, mas agora conseguia usar as mãos e principalmente os dedos, que agora entrav no meu cuzinho, na minha buceta ficamos ali uns bons minutos ate ele ficar duro novamente, e nao perdemos tempo, desci da mesa, fiquei de 4 no chão e pedi pra ele me fuder gostoso. Ele montou em cima de mim, encaixou o pau na minha bucetinha que tava melada e fudeu ate o talo, sem dó, o barulho do saco batendo no meu grelo me arrepiava toda, quanto mais ele metia, mais eu empinava minha bunda e ele com as mãos arregaçava, hora metia os dedos no meu cuzinho, hora metia os dedos na buceta junto com o pau. Não demorei a gozar, e enquanto gozava, meu cu piscava, ele nao perdeu tempo e tirou da buceta, encaixou no meu cu e meteu de uma vez só, como ja estava bem preparado, nao doeu, foi uma delícia, minhas pregas abrindo de uma vez, o saco dele batendo na minha bunda. Ele nao diminuiu as estocadas, dessa vez no meu rabo, eu ja estava ficando sem forças, e na última gozada, minhas pernas tremian, meu corpo todo tremia, nao tive mais forças pra continuar de quatro e cai deitada, com a bunda pra cima, Erik ainda encaixado no meu cu, continuou bombando, nessa posição parecia que ia sair o pinto na minha garganta, mas fui firme, aguentei ate ele gozar de novo. Quanto ele estava prestes a gozar, pegou minhas duas mãos e colocou na minha bunda, e me pediu pra abrir bem o meu rabo, que ele ia encher meu cu de leite e queria ver ele arrombado depois. Obedeci e abri o máximo que consegui, por pouco as bolas nao entravam no meu cu também, estava um pouco desconfortável, mas o tezão falava mais alto. Erik urrando, encheu meu cu de leite, eu senti bem no fundo do meu reto os jatos quentes de porra enquanto o ponto pulsava. Erik tirou o pau do meu rabo e exausto também, sentou na poltrona e me disse pra arreganhar o meu cu, que ele queria ver o estrago.
Eu abri meu cuzinho, e tive a sensação de estar do tamanho de uma lagoa, me senti arrombada, a porra escorreu pelas minhas pernas.
Com o resto das minhas forças que me restava, me levantei fui ate Erik, sentei no seu colo de frente pra ele e fiquei sarrando no pau dele e a gente todo gozado, e perguntei do meu pagamento.
Erik pegou 4 bolos de dinheiro e me entregou 2, disse que o restante eu ia receber se fosse embora sem roupa e se eu desse o cu pra ele de novo em casa.
Tomei logo o dinheiro dele e falei:
- meu cu ta todo arrombado, no máximo eu dou minha bucetinha.
E sim, fui embora pelada dirigindo (carro tem insulfilme muito escuro e tava chovendo muito) então foi de boa essa parte. E sim, dei minha buceta em casa, ate tentei dar o cu, mas tava todo inchado já. Erik me fudeu na sala mesmo, antes de tomar um banho, e gozou dessa vez na minha cara.
No final das contas, recebi 14 mil reais pelo serviço, além do cu estourado e vários orgasmos.
Acho que vale a pena fazer uns bico de vez em quando nao é mesmo? Algum se habilita?

erikalmeida