Aqui é a Carla, e vou contar do dia que me descobri puta e como eu gosto de sacanagem. Eu e Erik estamos juntos a mais de 15 anos, sempre fizemos bastante sexo, mas ate então sempre "básico", nenhuma aventura ou ousadia. Durante alguns anos, tive uma loja de roupas femininas, e aproveitei o público pra comecar a vender itens eróticos (sex shop). Então comecei a estudar sobre sexo, aprender coisas para dar dicas para as clientes, e também aprendi muita coisa com os relatos delas. Certo dia Erik e eu fomos viajar para a cidade dos pais dele, e fiquei de levar uma sacola de sex shop para minha prima dar uma olhada. Quando viajamos para lá, dormimos na casa dos meus sogros, no quarto deles sempre, as vezes eles dormem la tambem, e as vezes dormem na avó do Erik. Entao as vezes a gente ficava com a casa pra nós, e a aventura era tranzar na cama dos pais dele. Conforme combiando, levamos os produtos para minha prima ver, que morava num distrito proximo da cidade onde estavamos, e aproveitamos para fazer um churrasco e botar o papo em dia. Enquanto mostrava os produtos pra ela, Erik e o marido dela conversavam na churrasqueira, certo momento o marido dela trouxe vinho pra gente e ficou todo curioso pra saber o que estavamos vendo. Mas botamos ele pra correr de la. Na bolsa tinha lingeries, vobradores, geis, plug anal, pinto de borracha de varios modelos e tamanhos... Minha prima era muito vergonhosa e conforme fomos bebendo, ela foi se soltando, e eu explicando e dando algumas dicas pra ela, fui ficando excitada. Apesar de vender, eu nunca tinha usado um vibrador ou plug anal... Depois de bastando conversa, várias dicas, ela acabou comprando bastante coisa, e me disse que ia usar ainda aquela noite, entao entendi o recado e nao demorei muito pra chamar Erik pra irmos embora. Ficamos ali mais uns 45 minutos, Erik bebendo, eu tomei mais um pouco de vinho. Aquele dia eu estava diferente, comecei a sentir um tezao diferente, tava doida pra ir embora e dar uma namorada. Ja era tarde da noite, por volta da meia noite, então saímos pra ir embora. A "viagem" da casa da minha prima dura uns 25 minutos, mas como Erik tinha bebido um pouco, fomos bem de vagar pela rodovia, entre uma mudança de marcha ou outra ele botava a mao na minha coxa, aquilo foi me deixando mais exitada. Nao sei se ele percebeu, mas em certo momento, ele subiu um pouco mais a mao, eu abri mais as pernas, eu estava de vestido bem molinho, uma calcinha comportada ate, mas e botou a mao por cima da calcinha e sentiu que tava um pouco molhada. Na hora ele foi reduzindo a velocidade, encostou o carro numa entrada que tinha logo a frente, desligou o carro deixando um breu danada, nao via um palmo na minha frente. Ele meteu a mao no meio das minhas pernas, foi tirando minha calcinha enquanto me beijava, eu estava com tanto tezao que acabei soltando um gemido, Erik começou a colocar 1, 2, 3 dedos na minha bucetinha, que pegava fogo. Eu ja estava pronta pra sentar na rola dele, mas passou um carro na hora, assustei, fiquei com medo de verem a gente. Entao falei pra irmos embora, Erik ligou o carro e antes de sair, virou pra mim e disse pra eu tirar a roupa. Tentei retrucar, e antes de comecar a falar ele falou mais uma vez, mas desse vez bem firme. Aquilo arrepiou a minha alma, e incendiou a minha calcinha. Eu tirei o vestido, fiquei de soutien e calcinha, ele falou "TUDO, É PRA FICAR PELADA" Tirei o soutien e quando tava tirando a calcinha, ele mandou eu ficar de 4 no banco e virar a bunda pra ele que ele ia me ajudar, eu obedeci. Ele começou a tirar minha calcinha e enfiou a cara no meu rabo, senti a lingua quente entrando no meu cuzinho. Foi uma da primeiras vezes que recebi um beijo grego, ele jogou minhas roupas no banco de trás e continuamos nossa rota. O nosso carro nao tinha vidros escuros, entao poderia ser vista por qualquer pessoa, a sorte é que a cidade que os pais dele mora é bem pequena, nao tem nem 5 mil habitantes, então nao tem muito movimento. Cada km que se aproximava da cidade, meu coração acelerava, meu grelo pulsava, Erik passava a mao pelas minha pernas, pelos meus peitos, eu me arrepiava toda e tremia com uma mistura de medo e tezao. A casa dos pais dele fica bem próximo da entrada da cidade, entao chegamos na casa rápido, Erik abriu o portão, entramos na garagem e antes do portão se fechar, ele ja estava invadindo minha boca com sua língua e minha buceta molhada com seus dedos, ele ja com a rola dura pra fora, me pegou e me sentou no seu colo, minha buceta agasalhou perfeitamente aquele pau grosso e que tava duro que nem uma pedra. Acho que a bebida que tomamos estava batizada, a gente nunca tinha feito essas coisas, de repente Erik e eu estavamos transando pelas rodovias, andando pelada no carro. Eu estava amando! Minha bucetinha tava toda preenchida com aquela tora, Erik me pressionava contra ele, nao me deixando cavalgar, eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, e meu grelo respondia. Doida pra levar rola de jeito, chamei pra ir logo pra dentro, Erik conferiu se os pais dele ja estavam dormindo, pois ele disse que ate amanhã de manhã eu nao iria usar uma peça de roupa se quer, entao da garagem ate o quarto, eu fui peladinha, entrei em silêncio e bem rapidinho, entrei no quarto e fui logo pra cama, debaixo do ededron, Erik pediu um minuto e voltou pro carro, pegou a sacola de produtos que havia levado pra vender. Ele entrou, trancou a porta, jogou a sacola em cima da cama, deixou ela aberta, como eu tava doida pra levar uma rola na bucetinha, fui logo avançando nele e tirando a sua roupa, enquanto ele tirava sua camisa, eu abaixei sua calça e sua cueca e cai de boca, mamando com vontade, eu estava sedenta por sexo, quando eu percebi, ja tava batendo com a rola no meu rosto, Erik puxava meu cabelo enquanto fazia minha boca de buceta, ele estava em pé na beirada da cama, enquanto eu mamava ele de 4, ele começou a me apalpar a bunda, abria meu cuzinho, passou um pouco de lubrificante e começou a por o dedo, esfregava, colocava a pontinha do dedo, ficou ali preparando o terreno, logo ele ja tava com o dedo todo socado no meu cuzinho que era praticamente virgem. Ele percebeu que eu estava gostando e começou a pegar algumas coisas na bolsa, primeiro passou um gel para sexo anal no meu cuzinho, ficou brincando um pouquinho e logo começou a colocar um plug, mas ele tava muito.empolgado e pegou um tamanho G, que nao consegui colocar no meu cu, entao mandei pegar um menor e esperar um pouco, estávamos empolgados, Erik nao pegou um menor, pegou um vibrador, me entregou e mandou eu usar ate meu cuxinho relaxar pro plug entrar, e foi o que eu fiz, botei o vibrador no meu grelo e fiquei ali esfregando, enquanto Erik forçava o plug, aos poucos minhas pregas foram cedendo e aceitando aquele plug gigante, quando entrou doeu pra caralho, chegou a cair a pressão até, deita na cama, Erik assustado ficou sem saber o que fazer, ficou igual barata tonta de um lado pro outro, com a pica durona balançando, essa cena foi engraçada. Mas mandei ele relaxar, que doeu mas tava gostoso, logo ia acostumar, falei pra ele continuar. E realmente tava gostoso, so doeu quando entrou de uma vez. Deitei de barriga pra cima, abri bem as pernas e mandei ele meter na minha bucetinha que tava implorando ja por rola, por conta do plug grande, minha buceta ficou muito apertada. Erik teve ate um pouco de dificuldade de me penetrar, mas com jeito foi, e ele começou a me fuder gostoso, enquanto esfregava meu grelo, eu pedia pra ele me fuder com força, Erik entao pegou meus braços e travou contra a cama, enquanto olhava no meu olho, metia so a cabeça na minha buceta, bem lentinho, botava a cabeça de vagarinho e tirava, e ficou ali fazendo isso umas 10 vezes, eu tava ficando doida já, eu queria a rola.bayendo no meu útero, e ele judiando de mim assim, ele me mordia a boca, o pescoço, o peito... eu tava maluca de tezao, gozei umas duas vezes, meu cu piscou tanto que o plug chegou a cair. Não tava dando tempo nem de respirar, Erik me virou de 4, botou minha cabeça na cama, empinou minha bunda me entregou o vibrador denovo, entendi o recado, votei logo no meu grelo. Eu com o rabo pra cima, Erik começou a beijar o meu cuzinho de novo, enquanto apertava meus peitos, ele tava com fome de cu, me chutou ate eu gozar. Vendo que meu cuzinho ja estava pronto, Erik pegou na bolsa um ponto de boracha, lambuzou ele de gel e começou a meter no meu cuzinho, o tezao era tanto que pedi logo pra ele meter a rola dele logo, ele disse que tava sobrando buraco e faltando rola, entao ia preencher todos primeiro, ele pegou mais um consolo e meteu na minha bucetinha, como todo cuidado, mas com muito tezao Erik me fodia na buceta e no cu com dois consolos de borracha, eu tava adorando, e gozei mais uma vez. Erik tirou o consolo do meu cu e meteu a rola sem dó, ele segurava por baixo o consolo na minha buceta, enquanto metia a rola.bo meu cuzinho, foi a primeira vez que ele me fudeu assim, dupla penetraçao, eu estava em êxtase, Erik estava fora de si, ele tentou colocar o consolo junto com o pinto no meu cu, ate entrou a cabeca, mas nao passou disso, nao aguentei. Colocou 1 consolo e o pinto dele na minha buceta. Foi minha primeira dpv, me rasgou mas eu gozei gostoso, ate uma protese extra GG de borracha eu usei, na buceta e no cuzinho, fiquei bem ardida, usamos praticamente tudo que tínhamos ali pra vender. Erik fez o aue quis comigo, me fez de cadela, me deu tapa na cara, me enforcou, tirava o pau do meu cu e enfiava na minha boca, tirava da revezava no cu e na buceta, beliscou meus mamilos, bateu tanto o pau no meu grelo que ficou todo inchado. E na hora de gozar, encheu minha cara de leite. E caímos ali na cama, exaustos, cansados e satisfeitos. E daquele dia em diante, eu descobri que topo qualquer coisa, e gosto de ser dominada, tratada que nem puta. E então começamos as nossas aventuras sexuais. Ainda demorou uns 3 anos pra começarmos a nos exibir um pouco mais, e mais uns 6 pra envolver outras pessoas. Mas nesse tempo fizemos muitas doideiras, muita DP, DPV, treinamos muito ate fazer DPA, garganta profunda, a gente perdeu muito tempo só com o básico entao depois desse dia, toda vez que a gente transava a gente dava um jeito de fazer uma sacanagem.
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