Bêbada no chalé arrombada por dois

Na última semana uns dias após o Carnaval, Erik e eu fomos la em Serra Negra-SP por conta de um trabalho, aproveitamos para pegar uma diária numa pousada em que ja havíamos ficado. Fomos na sexta de manhã e voltaríamos no sábado após o almoço. Como é uma pousada bem romântica, aproveitei pra preparar uma noite mais quente, separei uma lingerie nova, alguns produtos de sex shop e uns brinquedos, nem falei nada pro Erik.
Chegamos na pousada por volta das 11 horas da manhã, Erik só tinha compromisso às 13, descarregamos as coisas, almoçamos no restaurante da pousada e logo voltamos pro chalé. Como tínhamos pouco tempo antes dele sair, resolvi dar um provocada pra mexer com a cabeça dele já, subi no mesanino tirei a roupa, me enrolei numa toalha deixando a polpa da bunda de fora, e desci as escadas com o bumbum quase todo pra fora, fui direto pra hidro, levei meu vibrador e um livro de contos, disse pea ele que enquanto ele ia trabalhar, eu ia relaxar. Só de ver ele ja ficou de pau duro, antes de sair botou ele pea fora e colocou pra mim dar uma mamada, como uma garota malvada que sou, dei uma lambida só na cabeça daquele pau e falei pra ele ir logo pra poder voltar rápido...
Sem querer ele saiu, pegou as coisas dele e foi pro compromisso. Mas minha vontade era cair de boca naquela rola mesmo.
Na verdade eu nao ia ler nada, eu queria mesmo era dar uma cochilada, coloquei as coisas de lado, botei uma toalha tampando o rosto e comecei a cochilar. Depois de uns 20 minutos antes de pegar firme no sono, bateu na porta do chalé, acordei num pulo. Como a frente do chalé era toda de vidro e dava de frente para uma mata, nao tinha levado roupa pra arra da hidro, entao eu tinha so uma toalha pra me vestir, e foi o que eu fiz, me enrolei na toalha, e fui ber o que era, era o "serviço de quarto", um moço que trabalha no restaurante da pousada, Erik havia pedido pra ele levar 2 garrafas de vinho. Meio assustada, tentando não me expor, peguei rapidinho e fui despachando ele, que ficou me olhando dos pés a cabeça. Peguei os vinhos, e fui ver o celular. Erik tinha mandado mensagem:

- um vinho é pra você relaxar sozinha e o outro é pra quando eu chegar.

Isso me deu um certo fogo, enquanto caminhava de volta pra dentro do chalé, com uma garrafa em cada mão, a toalha acabou caindo. Eu torci tanto pra o rapaz dos vinhos estar me espiando, foi uma mistura de adrenalina e tezao. Daquele momento em diante nao vesti mais nada, continuei toda nua pelo chalé, a única chance de algum me ver era indo ate lá.
Peguei o vinho, uma taça, meu vibrador e subi pro mesanino, onde fica a cama do chalé. Ja que era pra relaxar, eu ia relaxar com prazer. Comecei a ler alguns contos, enquanto tomava o vinho e brincava com meu vibrador, nisso eu gozei umas duas vezes e sequei uma garrafa, parece que quanto mais eu bebia, e me masturbava, mais eu queria. Resolvi buscar a outra garrafa de vinho, eu nao via a hora de Erik chegar e a gente tranzar feito dos cachorros. No que levantei da cama, o efeito do vinho subiu pra cabeça e deitei se novo, juntou o cansaço que eu estava, o desgaste das siriricas e o álcool,eu fiquei bêbada fácil, mal conseguia me levantar. O cérebro ate funcionava, mas as pernas nao respondiam. Lembro de estar um dia muito quente, e lembro de mandar um áudio quase que impossível de entender pro Erik, que dizia:

- aqui esta muito quente, estou morrendo de calor, esse ar nao esta dando conta de controlar meu fogo.

Não sei se Erik foi inocente ou ele aproveitou a oportunidade...
Enquanto eu ainda estava deitada na cama, sentindo tudo rodar ouvi algumas batidas na porta, e depois alguns gritos dizendo que havia ido concertar o ar condicionado. Lembro de gritar falando que podia entrar. Tinha um ar embaixo e um no mesanino, o rapaz que foi, disse que o de baixo estava funcionando normal, e que precisava olhar o de cima. Não tive nem o trabalho de responder, ele ja estava lá na escada, me vendo deitada toda nua, bêbada, com a bucetinha encharcada de tanto siriricar. Eu estava deitada de costas, com o rosto pra cima, com os olhos entre abertos eu via mais ou menos alguma coisa, notei ele me olhando toda, lambendo os beiços. Me chamou umas duas vezes pelo nome, então mesmo bêbada comecei a raciocinar que erik tinha aprontado... ele me chamou mais uma vez pelo meu nome, apensa dei um gemido baixinho, ele passou a mão no meu pé, puxou pra ver se eu respondia, continuei imóvel, cada tentativa dele, eu respondia so com um gemido. Demorou mas consegui identificar o rosto do homem, era ao rapaz que tinha levado os vinhos. Ainda ali, ele aprecia meio nervoso, sem saber o que fazer, dava pra perceber que ele respirava ofegante, ele começou a passar a mão no meu pé, subiu minha canela, parou nas coxas, ficou nisso um tempo, ate tomar coragem de chegar na minha bucetinha. Eu ja estava quase ficando sóbria e atacando ele ali mesmo, eu estava com tezao de mais. Quando ele finalmente tocou minha bucetinha, eu gemi mais forte, e meu corpo tremeu todo, ele assustou e recuou rápido a mão. Voltei a ficar imóvel, e ele voltou a me tocar, dessa vez ouvi o barulho do zíper se abrindo e ele começou a se masturbar enquanto alisava minha buceta. Eu estava prestes a gozar mas eu precisava de rola urgente, nisso dei mais um gemido mais forte enquanto me virei de bruços, deixei uma perna esticada e elevei a outra, deixando meu bumbum empinado e deixando a buceta exposta. E acho que ele entendeu o recado, começou a alisar a minha bunda, enfiou 1 dedo, depois 2 dedos na minha bucetinha, e mais eu gemia. Quando ele percebeu que estava com o caminho livre, ele tirou a roupa e veio por cima de mim, deu algumas pinceladas na minha bucetinha que tava toda molhada já, e começou a forçar na entradinha dela, sobe encaixar a cabeça ja percebi que era uma rola fora do padrão. Pela minha sorte eu estava me masturbando antes e tinha usado librificante, e o pote estava do lado. Como tava meio apertada, ele mesmo se prontificou a lubrificar aquela rola antes de me penetrar, aproveitou pra abrir minha bunda e despejar mais lubrificante no meu rego, que escorreu ate na buceta. Entao ele voltou por cima, encaixou a cabeca da rola na minha buceta e meteu, dessa vez entrou gostoso, senti as bolas na minha bunda, ele ficou ali imóvel, ofegante e tremendo por uns 2 minutos, sentia seu pau pulsando dentro de mim, e era um pau grosso, eu me senti bem preenchida.
Dei uma contraída na buceta pra ver se ele entendia o sinal verde pra me fuder, porra aproveita a bêbada e fode ela gostoso.
Aos poucos ele começou a bomba bem de vagar, hora ou outra eu soltava um gemido baixinho, e mantive a pose de dorminhoco bêbada, mas ja estava observando tudo bem, mas aproveitei a oportunidade. Ele ficou ali uns 5 minutos bombeando bem de vagar ate que encheu minha buceta de leite, e encheu mesmo, senti uns 6 jatos de porra quente inundando o meu útero. Rapidinho depois de gozar, ele se levantou se vestiu e saiu rápido. Eu ainda fingindo de bebada não mudei a pose. Esperei ele sair e ai sim me levantei, ainda meio bebada mas conseguia me levantar já, desci pela escada deixando um rastro de porra por todo lado, me limpei, voltei e limpei o chão também, me recompus e tive uma ideia, liguei na recepção e reclamei do ar condicionado, perguntei se nao tinha algum que poderia ir arrumar... A moça disse que ia mandar alguém. Entao corri e preparei pra receber o rapaz de novo, so que dessa vez eu estaria acordada. Subi correndo pra cama pra esperar. Deu 5 minutos ele chegou, bateu na porta, perguntei la de cima quem era, ele respondeu que era o Pedro, que ia olhar o ar condicionado. Reconheci a voz dele, era ele que tinha me comido agora mesmo.
Fiquei de 4 na cama, com a bunda bem no rumo da escada, esperando ele subir, la de baixo ele disse que o ar de la estava ok (como se ele ja nao tivesse falado da outra vez) e que tinha que olhar o de cima, eu disse que ele podia subir.
Eu queria ver a cara dele quando subisse e me visse de 4 toda arreganhada pra ele. Cada degrau que ele subia, eu sentia meu corpo tremer de tezao, eram poucos degraus, mas pareceu uma eternidade aquela subida. De repente ouvi a seguinte frase:

- caralho Pedro, bem que você disse que ela era gostosa e vagabunda.

PQP ele nao voltou sozinho, e agora? Que nem um gato dei um pulo tentando me recompor mas era tarde, ele ja estava com sangue nos olhos de tezao.
Nisso ele ja estava com o pau duro pra fora, e que pauzao, esse rapaz era moreno alto e forte, com uns 20cm de rola, quando vi aquilo nao resisti, me entreguei, estava na chuva ja... era pra se molhar mesmo. Com cara de cachorra e um tezao danado, olhei pra ele enquanto ele segurava aquele pauzao e disse:

- trouxe reforço Pedro? Você ta querendo acabar comigo.
Enquanto falava, Pedro tambem ja tinha sumido e estava com o pau pra fora, eu olhava aquelas duas rolas grossas na minha frente.
Pedro disse:

- foi o seu marido que mandou a gente dona Carla, ele disse que com uma garrafa de vinho voce fica soltinha, ele disse que ia demorar e era pra eu cuidar de você.

Respondi:

- ah é? Aquele corno mandou você? E voce trouxe reforço? É um bônus? Fui premiada?

Nesse momento eu ja estava punhetando os dois, enquanto falava, nem prestei atenção mais no que eles falaram, enquanto punhetava um, eu mamava o outro, eles apertavam meus peitos, me botaram de 4, bateram o pau na minha cara, encheram minha bunda de tapas. Eu estava um pouco bebada ainda, mas firme dessa vez.
O nome do outro rapaz era Julio, deitei de costas na cama e pedi pra ele chupar minha buceta, ele nao perdeu tempo e caiu de boca, chupou com gosto, metia os dedos a língua, chupava o grelo, o cu. Enquanto eu mamava Pedro. Nao demorou eu gozei na boca dele, e aos berros eu disse:

- isso seu safado, chupa essa buceta que o Pedro encheu de porra agora mesmo.

Nisso ele deu um pulo e saiu limpando a boca e cuspindo, me chingando e chingando ele.

- sua puta, arrombada, fez eu lamber a porra dele, agora voce vai ver.

Nisso ele me pegou pelo cabelo, me botou ajoelhada e deu uns 3 tapas na minha cara, antes de meter a rola na minha boca como se fosse uma buceta, e nao parava de me chingar.
Em alguns momentos eu comecei a ficar brava mas logo vinha o tezao de novo.
Pedro era meio devagar e nao tinha muita ação, entao Júlio gritou com ele, enquanto fodia minha boca:

- vai ficar olhando seu viado? Come o cu dessa vagabunda logo, abre caminho nesse rabo.

Pedro acho que nunca tinha comido um cu, Julio me botou de 4, Pedro veio por trás e forçou o pau no meu cu, que nao entrou direto né, tem que ir com jeito. O ambiente nao tava muito claro, mas tambem nao tava escuro. Entao Pedro tentou mais uma vez, so que acabou metendo na minha buceta.
E ele começou a meter com força, e Julio tambem começou a meter com força na minha boca. Eu tava literalmente sendo fudida por frente e por trás. Nao demorou eu tive um orgasmo, cheguei a me tremer toda.
Julio ainda com raiva de ter lambido a porra do Pedro disse:

- ta vendo como essa puta gosta de darr o rabo? Ta ate gozando com o pau no cu, agora é minha vez.

Nao tive nem chance de falar que Pedro tinha fudido minha buceta, que meu cu tava intacto ainda. Do jeito que ele encostou a cabeca do pau no meu cu, ele meteu fundo, sem dó, eu senti cada prega do meu cuzinho sendo arrebentada, nisso eu dei um grito de dor, e veio o choro. Tudo isso em questão de segundos, Júlio meteu minha cabeça no travesseiro e bombava forte no meu rabo, ele era muito forte, nao tive forças pra sair, e depois de uma eternidade, e daquela tora me rasgando toda, aos poucos a dor foi virando prazer. Mesmo com desconforto, foi ficando gostozo, mas mesmo assim sentia meu cu rasgado.
Julio bombou por uns 15 minutos, sem parar, sem tirar o pau de dentro, metendo cada centímetro dentro de mim. Mais uma vez ele chamou atenção de pedro:

- vai Pedro, coloca essa vagabunda pra mamar.

Pedro veio com o pau em minha direção e me colocou pra mamar, nao demorou muito ele me encheu a boca de leite, engoli tudo.
Julio tambem nao demorou mais tempo e me encheu de leite, e mesmo depois de gozar ainda continuou metendo ate gozar de novo, mas dessa vez antes de gozar ele meteu na minha buceta. O filha da puta além de me arrombar o cu, gozou no meu cu e na minha buceta. Eu estava completamente exausta, fodida, os dois ainda me fizeram de boneca, me abrindo roda pra ver o estrago que fizeram, tiraram foto, mandaram pro Erik pra avisar que o serviço estava feito.
Julio nao amolecida aquele pau por nada, enquanto Pedro arrumou o ar, Júlio ainda ficou esfregando o pau em mim, e nao tinha forças pra mais nada, escorria porra por todo lado. Logo eles terminaram, se vestiram e foram embora. Do jeito que me deixaram eu continuei, de bruços, suada, exausta, cheia de porra e arrombada. Depois de uns 40 minutos ou mais, Erik chegou, subiu as escadas e deu de cara comigo naquela situação, e perguntou:

- o vinho que eu te mandei te derrubou mesmo hein, pelo jeito voce aproveitou bastante.

Nem respondi, mas acenei com a cabeça positivamente, sim eu estava completamente satisfeita. Nisso Erik tirou a roupa, e veio por cima de mim, ele aproveitou e me fudeu também, por cima da porra das outros rapazes, sem frescuras, tirava da buceta e botava no cu, tirava do cu e botava na buceta, foi assim ate encher meu cu mais uma vez. A minha sorte é que o pau dele é menor que o dos rapazes, mas mesmo assim nao deixa de ser um pau grosso. Meu cu tava todo ardido, mas mesmo assim ainda aproveitei pra gozar no meu dele. Depois de gozar, dormimos por algumas boas horas ali, em meio aos resquícios dos sexos, em meio ao suor e ao monte de semen.
Acordamos, não banhamos, e fomos jantar, eu nao toquei no assunto dos rapazes, ele tambem nao, muito menos o Pedro que ficava no restaurante. Ali aprecia que nada tinha acontecido.
E por incrível que pareça, ganhamos mais uma estadia e uma garrafa de vinho...
No dia seguinte fudemos só erik e eu, mas sem anal, acordei com o cu todo estourado, estou a quase 10 dias tentando recuperar do estrago.
Erik quando quer surpreender, ele surpreende mesmo.

Foto 1 do Conto erotico: Bêbada no chalé arrombada por dois


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico erikalmeida

Nome do conto:
Bêbada no chalé arrombada por dois

Codigo do conto:
256171

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/03/2026

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