DARk room

Durante a virada do ano de 2025 pra 2026, Erik e eu fizemos um combinado. Uma vez por mês a gente vai ser livre pra realizar nossas fantasias, fetichista e mais loucas safadezas.
E a primeira vou contar aqui, no último dia de janeiro, sábado. Acordei por volta das 8 horas e Erik ja nao estava mais na cama, tinha saído pra trabalhar. No celular várias mensagens dele, e uma delas dizia:

"Bom dia meu amor, te mandei um pix pra você ter um dia que princesa. Mas a noite eu quero uma putinha. Te encontro no local X (uma boate) as 21:00"
Respondi a mensagem mas ele nem visualizou, então fui correr atras do meu dia de princesa, pq pelo jeito a noite prometia. Primeira coisa foi depilar, buceta e cuzinho lisinhos. Depois fiz cabelo, massagem, unhas, passei numa boitique sensual, comprei alguns produtos e uma lingerie nova. O dia todo eu passei tentando imaginar o que esperava pra essa noite, e quando mais eu pensava, com mais tezão eu ficava. Cheguei em casa e fui dar mais uma relaxada na banheira ate dar a hora, e nao resisti, toquei uma siririca deliciosa, com ajuda de um vibrador. Gozei gostoso. Eu tava agoniada do Erik nao me responder o dia inteiro, confesso que fiquei com um pouco de ódio, mas so de imaginar o que poderia rolar a noite me consolava.
Bastante ansiosa, 20 horas eu ja estava pronta, meus dedos inquietos percorriam a todo momento minha bucetinha, que ja tinha encharcado a minha calcinha, meu grelo pulsava, meus mamilos estava em evidência no vestido que eu usava, sem soutien. O tempo passava, e a siririca rolava. Por volta de umas 20:30 Erik enviou uma mensagem:

- Seu uber chega em 5 minutos, coloque o plug de coração (G) e esteja pronta. Estou te esperando no local.

Corri pra pegar o uber, lambuzei de gel e botei no meu cuzinho, como ja estava bem excitada nao tive trabalho. Plug colocado, o uber chegou. Corri pro portão, o motorista perguntou se eu era a Carla, confirmei, e embarquei. Percebi que ele nao tirava o olho de mim, enquanto me devorava com os olhos, eu estava gostando, afinal eu estava bem gostosa naquele vestido, e quanto mais o tempo passava, mais excitada eu ficava. Erik mandou outra mensagem:

- Esfregue a sua buceta por cima da calcinha, deixe ela bem molhada e a tire, e deixe no banco do carro, de presente pro motorista, me espere la dentro.

Disfarçadamente, tirei a calcinha que era um fio dental minúsculo, embolei ela e coloquei todinha dentro da minha bucetinha pra sugar todo meu mel, e fiquei com ela ate o final da viagem. Chegamos, enquanto ele finalizava a corrida e confirmava o pagamento, tirei a calcinha de dentro da minha buceta e ainda toda embolada, coloquei em cima do descanso de braço entre os bancos do motorista e passageiro.
Desci do carro, percebi ele me comendo com os olhos enquanto eu caminhava sentido a porta e rebolava meu rabo. Erik manda outra mensagem:

- Estou em casa me arrumando, entre e me espere. Se hidrate e fique a vontade.

Nessa hora eu gelei, deu um frio na barriga, eu ia ficar ali sozinha quanto tempo? O que Erik queria?
Entrei, um pouco nervosa, tinha bastante gente, estava rolando um show, as luzes estavam meio apagadas, sentei no balcão e pedi um drink para a moça. Antes mesmo do meu drink ficar pronto ja recebi cantada, alguns rapazes mexeram comigo, claro nao dei muita moral, só mostrei minha aliança. Confesso que estar ali sozinha, soltinha me deu um pouco de medo, mas conforme fui bebendo, fui me soltando, eu tava muito excitada, estava subindo pelas paredes, Erik estava demorando. Nesse meio tempo uns 10 homens mexeram comigo, me pagaram bebidas, passavam encostando em mim, falando besteiras no meu oivido, ate 2 mulheres tentaram me chavecar, mantive a postura, as vezes dava um sorrisinho pra dar uma falsa esperança, cruzava e descruzava as pernas, deixava meu vestido subir um pouquinho, comecei a jogar o jogo, aquilo me excitava de mais.
Foi esse jogo uns 40 minutos, derrapante sinto uma presença por trás de mim, sinto sua mão na minha cintura, um cheiro no cangote, enquanto roçava de leve o pau duro no meu bumbum.

- Eita que puta gostosa essa a minha.

Era Erik. Que chegou chegando, mostrando quem era o alfa ali e quem era meu dono. Me virou pra frente, me deu um beijo enquanto alisava minhas pernas que estavam ali arrepiadas, me pegou pela mão e me chamou pra subir pra área vip. Ele pegou mais um drink e subimos. Eu subia as escadas na frente, e conforme subia degrau por degrau, meu vestido também subia, a boate estava escura, nao sei se algum viu alguma coisa, mas se viu, deu sorte. Chegamos na área vip e tinha algumas mesas com várias pessoas, e mais no fundo tinha uma dark room, Erik continuou andando na direção dessa DR, a cada passo, meu coração acelerava, meu tezao aumentava. Quando entramos na sala, que tinha quase zero iluminação, só alguns flashs que aconteciam de tempo em tempo, mas era muito rápido, percebi que tinha alguém gemendo, mesmo com a música da boate, dava pra ouvir os gemidos. Antes de entrar mais a fundo na sala, Erik começou a me beijar com vontade, um beijo quente, com a língua invadindo minha boca, logo seus dedos começaram a me invadir tambem, Erik subiu meu vestido, começou a apalpar a minha bunda, brincou com o plug no meu cuzinho. Ainda me beijando, ele começou a tirar o meu vestido, me deixou peladinha, a única coisa que eu ainda usava eram meus sapatos, meus brincos e o plug. Conforme iam aparecendo os flashs, fomos percebendo onde tinha e quantas eram as pessoas que estavam la, aparentemente tinha uns 4 casais transando, cada um num canto meio afastado. Aos poucos Erik encontro uma poltrona e se sentou, me puxou me colocando se tava no seu colo, com o pau pra fora, ja encaixou a pica na minha bucetinha que estava encharcada, deslizou gostoso, devagarzinho comecei a cavalgar, enquanto nos beijavamos. A música da boate, os flashs, os gemidos, as pessoas na sala, as muitas pessoas que poderia entrar ali. Isso tudo me excitava, eu me sentia tão vulnerável, e tão poderosa. Cavalguei ali por uns 10 minutos, bem lencinho, sentindo cada cm do pinto dele enquanto me penetrava todinha. Durante a minha primeira gozada, acabei deixando o plug escapar enquanto meu cu piscava. Como estava bem escuro, seria impossível de achar.
Erik me pediu pra ajoelhar no chão e mamar, ele tirou seus sapatos e colocou pra eu me ajoelhar em cima, eu obedeci, ajoelhada, pelada, com o rabo pra cima comecei a mamar ele, a cada lambida que eu dava, eu sentia minha buceta escorrer. Depois de uns minutos mamando Erik gozou, encheu minha boca de leite quente, como eu ainda estava cheia de tezao, continuei mamando pra nao deixar aquele pau ficar mole, segurei as bolas e mamei com vontade e foi sucesso, continuou duro que nem pedra. Foi ai que pedi pra ele me fuder de quatro, Erik levantou, eu subi e me apoiei na poltrona e ele meteu a pica na minha bucetinha, aos poucos ele foi aumentando as estocadas e eu aumentava meus gemidos, Erik botava o dedo no meu cu, dava tapa na minha bunda, puchava meu cabelo, e durante um ou 2 segundos que a música diminuiu foi o time em que eu gritava pra ele "fode essa puta" enquanto o som do saco dele batendo ecoava. A música voltou a soar alto, Erik metia sem dó e eu gozava mais um vez. Com muita delicadeza, uma mão invadiu o nosso espaço, alisou o meu cabelo, passou pelo meu rosto, percorreu as minhas costas e apalpou os meus peitos. Como não houve uma negativa da minha parte, o dono dessa mão deve ter se sentido permitido a avançar. Ele pegou a minha mão e colocou no seu pau, duro e grosso, nao sei se Erik tinha percebido que tinha algum ali, mas nao perdi tempo, punhetei esse pauzao. Aos poucos ele foi avançando, ele enrolou meu cabelo na sua mão, tirando da frente do meu rosto, segurou firme, com a outra mão, pegou o pau da minha mão e começou a procurar minha boca, com muito cuidado, passou a cabeça da rola por todo meu rosto, esfregou nos meus lábios, e deu algumas batidas na minha bochecha e colocou na minha boca, aquela cabeça quase nao cabia. Entao lambi ela todinha, babei gostoso no pau todo. Erik encheu minha buceta de leite, depois de gozar ele percebeu que enquanto ele me fodia por trás, alguém se divertia pela frente, ele disse:
- Se quiser comer a buceta dessa puta pode, ela é toda sua, só nao ta permitido o cuzinho, ele é so meu.
O homem que fodia minha boca nao perdeu tempo, tirou da minha boca, veio por trás, encaixou a cabeça na minha buceta e meteu, a porra que escorria servia de lubrificante, aquela pica grossa entrou rasgando, era pequena porém grossa, ele começou as estocadas, enquanto me segurava firme pela cintura, era um homem muito forte, chegava a me levantar com a força que metia. Nao deu 5 minutos e ele também gozou, me encheu de leite também, e sem tirar de dentro continuou metendo, eu sentia minha buceta pegar fogo, meu corpo tremia, por mais que eu tivesse gozado, eu queria mais pica. Mais uma vez o pica grossa me encheu de leite, e dessa vez nao continuou metendo, quando tirou o pau pra fora, escorreu uma quantidade imensa de porra, afinal foram 3 gozadas dentro.
Como ando sempre prevenida, peguei uns lenços na bolsa e me limpei, deu pra sentir como minha bucetinha tava inchada, chegava a estar quente. Mas eu estava pronta pra mais sexo. Ficamos ali uns 30 minutos tomando um fôlego e continuar. A sala fedia a sexo, nao percebemos mas ela estava bastante cheia agora, várias pessoas, perto, conversando, gemendo, e tudo escuro. Erik chegou no meu ouvido e disse:

- Fica de joelhos e me mama, enche seu cuzinho de lubrificante e deixa o rabo bem empinado, vamos ver se alguém vai ter a sorte de encontrar esse rabo nesse escuro. Se em 10 minutos ninguém achar, eu vou te comer seu rabo.

Peguei o lubrificante na bolsa, lambrequei meu cuzinho, botei quase meio tubo, afinal nao sabia se vinha pica fina ou pica grossa. Ajoelhei, botei o pau na boca, empinei o rabo e fiquei ali esperando um sortudo. Levei uns pisoes, uma dedada, umas passadas de mão, ate que alguém resolveu meter a pica, mas meteu na buceta só, cheguei a abrir meu cu com as duas maos, mas so meteu gostoso na buceta e gozou em no máximo 3 minutos, nem mexeu no cuzinho. Erik avisou que tinha a acabado o tempo, que agora era a vez dele comer meu cu. Ele levantou, veio por trás, encaixou na porta do meu cuzinho e aos poucos foi penetrando, ate estar 100% no meu rabo, comecei a rebolar, ele começou a meter, nao demorou a sincronizar os movimentos, minha buceta ainda escorria porra misturada com meu mel, o tezao estava no limite, quase que ao mesmo tempo gozamos, dessa vez erik inundava meu reto com leite, enquanto um tive um orgasmo com direito a squirt, cai na poltrona com meu corpo todo tremendo, meu cu piscando e expulsando porra. Eu estava no ápice do prazer, numa sala escura, cheia de desconhecidos, com vários que perderam a chance de me fuder, e ninguém sabia que eu estava ali, completamente em transe sexual.
Passado o momento, sentamos, nos vestimos, nem nos limpamos, respiramos e fomos embora, desci as escadas escorando no corrimão, as pernas nao tinham forças, pelas minhas pernas as marcas do prazer, porra escorrendo pelos meus buracos e de 2 desconhecidos. Poderia ter sido melhor, nao tive a sorte de ser fudida por vários desconhecidos numa sala escura, nao fui descoberta, 2 tiveram 2 sortudos que me encontraram. Mas teve bom, gozei gostoso.
Essa foi a primeira das nossas 12 noites sem limites.
Se gostarem, e tiverem alguma ideia. Compartilhe conosco, quem sabe a gente nao se inspira.


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Comentários


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edumanso Comentou em 06/02/2026

Tesao de conto ! Como eu adoro ver minha esposa feliz assim tbm ! Fodida, gozada, satisfeita e querendo mais !




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico erikalmeida

Nome do conto:
DARk room

Codigo do conto:
254028

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
05/02/2026

Quant.de Votos:
3

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