Desde o dia em que chegamos o Dudu ficou com a gente, evitávamos falar sobre a Mercia respeitando o tempo dele, e pra mudar o foco passamos a ir a parques de diversões em vários lugares, até no Beto Carrero fomos os três, e as viagens eram muito legais, nem de longe parecia que o cara tinha um monte de problemas para resolver, mas a única coisa que se mantinha era que a noite ele enchia a cara e caia de bêbado. E la em SC, depois de um dia de algazarra no parque, chegamos no hotel e ele ficou no lobby para tomar uma, subimos para tomar um banho e na ducha comecei a chupar a Flavinha, e falei: voce viu quando molhou a sua camiseta, o cara do lado, que estava com aquela loira tetuda, ficou encantado com voce, deve estar fudendo com a cadela dele pensando nas tuas tetas! Foi a senha, ela já disse que a mulher do cara devia estar chupando o rolão dele e já se ajoelhou, e ficamos trepando gostoso por uma hora, só quando enchi seu cuzinho de porra com ela berrando de gozar junto comigo é que paramos, nos vestimos e descemos, não achamos o Dudu, fomos jantar e disse que tomara que ele tenha arrumado uma buceta pra meter, achava que era o que faltava pra ele! E como tínhamos esse timing, ela disse que pensou no mesmo, que sacava as mulheres olhando pra nós dois (e nesse papo, era inocente, estava mesmo falando disso) e como somos muito diferentes, eu moreno e forte e ele branco e magrelo, dava pra perceber que as novinhas olhavam pra mim e as mais maduras pra ele! Rimos e jantamos, cansados voltamos a suíte e apagamos, acordei de madrugada pra ir ao banheiro e ele não estava, quando deitei ela foi ao banheiro e na volta disse que estava preocupada, mas deitou de novo, de conchinha comigo, e com a mão por baixo dela, apalpei seu seio e disse: ele deve estar fudendo com a mulher de alguém agora! Ela se arrepiou, e fui beijando sua nuca e seu pescoço, e já colocando o shorts e a calcinha de lado fui metendo na sua bucetinha enquanto falava como o irmão devia estar comendo alguém naquele momento, ela respirava acelerado, e gozou gostoso, e como tínhamos que levantar cedo ela pediu: mete rápido e goza amor, quero dormir cheia de porra! Bombei rápido e gozei, e pra nossa surpresa em poucos instantes depois ele entrou e deitou na cama do outro lado do quarto e apagou, beijei minha mulher e disse: ta vendo, todo mundo vai dormir feliz hoje! Rimos e apagamos. De manhã, ganhei um boquete matinal delicioso, mas ela não quis trepar, estava menstruada, e fomos tomar café da manhã, quando fui acordar o Dudu ele tinha saído, achei estranho, mas mandou uma msg no celular dizendo que ia ver algo em algum lugar e que nos encontraria a noite! Passeamos pela cidade, não era dia de parque, e a noite ele nos encontrou no bar do hotel, estava bebasso, subimos com ele e o largamos no sofá, apagado como estava, ainda ganhei um boquetinho antes de dormir, e de manhã pegamos o carro pra voltar para SP. Diferente dos outros dias, ele não abriu a boca, ficou quieto a viagem toda, até tentamos zuar com ele perguntando quem foi que ele comeu, mas percebi que ele ficou irritado, e a Amanda me pediu pra parar, percebeu que ele estava triste com alguma coisa. Naquela semana tive que viajar a trabalho, e fiquei fora dois dias, e quando voltei minha mulher me recebeu na porta de casa de calcinha e sutiã, na sala ja tirando minha roupa me chupou com vontade, e já de quatro pediu: mete amor, mete forte e arromba a minha bucetinha! Nem pensei muito, já fui bombando e puxando o cabelo, bombava forte, sacolejando o corpinho delicioso dela, e pela pegada ela choramingando pedia mais, então decidi começar a narrar: a minha putinha quer ser castigada? Ela choramingando disse para minha surpresa: sim meu amor, mereço muito! Dei dois tapas fortes, um em cada lado da bunda, ela gemeu alto e chorando pedia para não parar, ela estava gozando, e fui bombando e perguntei quem foi que comeu aquela buceta? Ela ficou quieta, enfiou a cabeça nas almofadas e falava abafado, fui bombando e ela gemendo, repeti a pergunta, ela não respondeu, dei um tapa mais forte na bunda, ficou certinho a marca dos meus dedos, ela agora chorando disse: amor, o Dudu, ele entendeu tudo errado, mas sim, eu dei pra ele! Eu travei, fiquei parado, estava pronto pra gozar, ela percebeu mas não parou, continuou rebolando no meu pau apertando ele com a buceta, não estava entendendo mais nada e gozei, ela travou a buceta no fundo com meu pau e foi massageando até que não tinha mais nada pra tirar de mim. Caiu de lado, dava pra ver o estrago, suas nadegas vermelhas marcadas pelos tapas, nunca tinha feito isso com tanta intensidade, e sua bucetinha aberta, com porra escorrendo. Levantei e fui tomar uma agua, ela veio atras e me abraçou chorando, pedindo perdão, eu não estava concatenando nada, sentia que tinha que empurra-la, mas era o meu amor, aquelas informações não tinham entrado na mente, fiquei parado com o copo na mão, e ela implorando para que eu falasse algo. Como um robô subi para o quarto e entrei no chuveiro, tomei um banho com a mente em confusão total, tentava imaginar a cena, e só a nossa foda e a bunda marcada dela vinham na memória, ela entrou no box e me lavou, me ensaboou, e se ajoelhou e enfiou meu pau meia bomba na boca, chupava e apertava minhas bolas, mas não conseguia me concentrar, fiz para ela se levantar, me sequei e deitei na cama, ela veio molhada chorando, fiz ela parar e explicar o que tinha acontecido, e isso mudou o rumo da nossa historia!
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