Mas aos poucos eu percebi o olhar diferente dele, os suspiros involuntários, e decidi ouvir seu desejo com curiosidade é mente aberta. Imaginava que viria algo novo e até perverso. Ele então se abriu totalmente, queria me ver com outro e poder ficar com as sobras. Refleti, sorri, um sorriso que misturava diversão e malícia, e aceitei explorar o que ele tanto desejava e, no fundo, me atraía.
Sou pequena, mas minha presença é enorme. Pareço frágil com 1,60m, 54kg, pele clara e cabelos castanhos que caem em ondas leves sobre os ombros e uma aura de calma. Olhos escuros, atentos, que passaram a enxergar cada nuance do desejo e da insegurança de Luis. Os seios pequenos, quase imperceptíveis e a delicadeza física que contrasta com a firmeza de minhas ações.
Tenho humor ácido e uma risada rara, mas contagiante. Gosto de roupas confortáveis, blusas de tecidos macios, calças ajustadas ou saias simples que revelavam mais atitude do que forma, às vezes um shortinho curto, muitas vezes um vestido que revela o ápice de minha feminilidade.
Convivo com todos de forma leve e brincalhona, mas sempre deixando claro que gosto de controlar a situação quando quero, especialmente se posso libertar os desejos mais perversos e maliciosos de minha mente. Algo que senti segurança ao estar na presença de Luís.
Quando a noite chegou, Luis sentiu a excitação misturada à ansiedade. Me ver acompanhada com outro homem chegando em casa o fez tremer, e por alguns segundos imaginou que o prazer viria também para ele — mas eu tinha planos diferentes. Não apenas dirigi o encontro; subvertei todas as expectativas dele. Com gestos sutis, palavras firmes e olhares calculados, fiz Luis perceber que não haveria espaço para sua satisfação.
Cada toque, cada comando silencioso, reforçava sua posição: ele não era apenas um observador, ele seria um submisso absoluto. Então surpreendi Luis ao impor limites claros. Nem após o ato com o amante ele poderia tocar, nem mesmo receber restos de prazer como minha boca com bafo de piroca de outro homem ou minha buceta cheia de leite, nem mesmo um beijinho estalado na bochecha. A sensação foi avassaladora: o que antes era fantasia se tornou submissão total, e ele teve que entender que seu papel era de entrega e espera, não de indulgência.
O seu desejo de me ver com outro, que sempre o excitara, agora vinha acompanhado da consciência de que sua posição não tinha privilégios, apenas regras. Luis olhava, respirava, absorvia cada gesto e cada comando. Eu, com humor irônico, firmeza e meu corpo delicado, conduzia tudo com naturalidade. Ele compreendeu, pela primeira vez, que o prazer que sentira em imaginar aquela situação era apenas a ponta do iceberg — e que a verdadeira excitação residia em obedecer, em se submeter completamente, sem reservas e sem recompensas próprias a mim.