Ela era uma morena de olhos grandes esverdeados, rosto de boneca. Estava com roupa de academia e sua legging deixou sua pepeca digamos, realçada. Ela entrou rápido e não prestei muito atenção em como chegou ali, quando dei por mim, ela estava de pé pouco a frente de mim. Usava fones e mexia no celular.
Eu não consegui me concentrar em mais nada. Ela exalava um cheiro de quem esteve se exercitando bastante e era.bem agradável. Como ficou de frente pra mim, não conseguia tirar os olhos de sua buceta. Tentava evitar ser flagrada, mas meus olhos me traíam tanto que desisti.
Me arrisquei e ela notou. Fiquei vermelha, senti o rosto quente. Me julguei e me puni mentalmente por aquilo. Ela se virou de costas pra mim, tinha uma bela raba e pernas lindas, bem definidas, na medida certa. Resolvi focar no meu celular. Ela de repente se virou de novo e agora ficou mais direcionada pra mim, fiquei desorientada sem saber se ela teria algum interesse em meu olhar.
Ainda com vergonha do meu ato falho anterior, resisti não vê -la de novo. Mas minha mente pervertida me atormentava dizendo para gravar aquela imagem para mais tarde, tentar sentir um pouco da fragrância daquela mulher para misturar meus desejos aquela visão.
Lutava internamente contra minha mente, mas perdi e resolvi apreciar mais um pouco. E então notei que ela estava mais próxima que antes e seu celular virado para mim com sua visão mais direcionada para meu lado indicava que ela poderia estar curtindo ser saboreada por uma estranha esquisitinha feito eu. Não me importei em secar sua buceta.
Saquei que ela curtia aquele exibicionismo e depois que ela até teria lugar pra sentar, mas em lugares que não a enxergaria. Aquilo tudo deve ter furado uns 20 minutos e observa-la debaixo dava uma sensação de submissão que só me matava de tesão.
A desconhecida ia se divertindo com meu desejo silencioso que faltava berrar por ela. Num dado momento, ao sair do corredor para dar espaço para uma senhora, ela quase colocou sua buceta em minha cara. Minha mente guardou seu cheirinho doce e minha bucetinha chegou a coçar de tesão. A safada ainda ficou ali pertinho por alguns segundos e juro que vi ela sorrir e se deliciar com minha fixação por sua pepeca.
Seu ponto logo chegou e ela saiu como chegou. Não deu indícios de que curtia mulher e cheguei ao ponto de achar que inventei tudo aquilo em meu momento pervertido. Mesmo sem ela no ônibus, seu cheiro, seu olhar e seu jeito desleixado ficaram bem vívidos em minha memória.
Cheguei onde devia chegar e corri para meu pequeno apartamento. Assim que entrei tirei toda a minha roupa, queria me tocar e assim o fiz. Peladinha sobre o sofá, fechando os olhos para sentir o cheiro daquela desconhecida. Qual seria seu sabor? Ela me dominaria ou seria apenas uma doce amante? Lambuzei meus dedos de prazer em segundos. Meu cheiro logo se misturou ao dela. Trepar com ela deveria ser divino. Ela curte mulher? Foda-se, a quero.
Gozei duas, três vezes seguidas. Apenas usando os dedos e com seu cheiro e imagem em minha mente. Estava suada. Faziam 30 minutos que estava ali assim, eu, nua, meus dedos e vários orgasmos. Resolvi tomar banho e inevitavelmente me toquei novamente, agora gemendo, pedindo para que ela me chupasse também.
Me sequei, fiquei um pouco cansada e então continuei minha rotina doméstica. Lanchei, pesquisei sobre meu trabalho, apurei informações e logo aquela diaba estava em minha mente. Tive que me masturbar de novo, melei minha calcinha, tive que me trocar. E enquanto isso sentia meu cheiro na calcinha, lambia meus dedos e me provava para depois gozar de novo.
Dormi me tocando sabe-se lá quantas vezes. Acordei sentindo-me exausta. Mas ainda não saciada. Corri para o serviço torcendo para achar minha desconhecida. Nada feito. Trabalhei pensando em ter ela de novo comigo, seria capaz de me tocar no ônibus tamanho desejo.
Retornei pra casa mas, dessa vez, como sempre, aquela mulher angelical e extremamente sexy não reapareceu. Azar o dela, porque não paro de siriricar por ela.
Fascinante o seu texto
Belo conto!!! Sei como é isso, ver uma bela mulher com roupa sexy, marcando o bumbum e a xoxota, a imagem fica por dias na mente e enquanto isso da-lhe punheta desejo a possuir¡!!
Mari, eu tive uma amante, a Thay (tenho alguns contos aqui c/ ela, sempre c/ fotos), e ela muito sapeca, um dia ela me disse "Betto, eu já fiquei mais c/ mulheres do que c/ homens". Eu achava isso maravilhoso. S2 Betto o admirador do que é belo S2
Sua gulosa e gostosa!