Aconteceu, e foi uma delícia

Fazia tempo que não me sentia tão desejada. Fazia tempo que sequer imaginava que algo assim poderia acontecer. Fazia tempo que não gozava gostoso com outra pessoa.


Ontem, quando me organizava pra montar relatórios, Tauane me liga. Seria seu horário de serviço, estranhei e atendi preocupada. Ela disse que era uma surpresa, pois estaria de folga aquela noite e queria sair comigo naquele momento. Ela me deixou desorientada e enquanto eu pensava no que fazer, onde ir, o que vestir, Tauane sugeriu um "posso ir aí, se quiser" seguido de um "credo, que feio, a gente nem se conhece direito" que me fez rir e dizer que podia colocar ela em cativeiro, ela também riu e eu então falei que poderia ser e passei meu endereço.

Foi desligar e eu me descabelei, como assim? E nem tinha visto se tinha algo em casa ou tudo arrumado. Corri pra dar uma disfarçada ao menos agradecendo por ser uma casinha minúscula. O interfone toca e vou atender.

Tauane estava com uma calça jeans, uma camiseta e seu cabelo bem ondulado solto com uma maquiagem leve e olhos tão brilhantes que não sei porque, mas minha reação foi de beija-la. Eu nunca tinha feito algo assim e não calculei os riscos. Ela se surpreendeu, mas retribuiu num beijo lento, tão gostoso. O mundo simplesmente parou e quando dei por mim, notei que o portãozinho ainda estava aberto e qualquer um poderia ter nos visto, me assustei e então a convidei pra entrar.

Tauane não só entrou como voltamos a nos beijar. Seus lábios pareciam mel, suas mãos pareciam me conduzir aos céus. Não conseguia pensar em mais nada. Então senti sua mão invadir minha bermudinha, procurando sentir mais do meu corpo. Eu simplesmente me permiti e abri espaço. Tudo estava sendo rápido demais, ela queria me pegar e eu queria ser pega. Os medos, as inseguranças, os receios e até a ideia de parecer ser uma mulher tão fácil poder gerar alguma situação simplesmente sumiram.

Enquanto nossos lábios seguiam firmes, nossa respiração parecia ser uma única, os gemidos se tornavam um cântico de erotismo e sedução. Como em um passe de mágica, Tauane estava atrás de mim sentada comigo em seu colo, me beijando a minha boca posicionada na altura do meu ombro. Uma de suas mãos explorava meus seios quase inexistentes, pegando em meus mamilos e a outra sabia muito bem encontrar minha bucetinha. Ali imaginei que Tauane devia pegar várias putinhas lésbicas pela cidade e isso me excitou e me deixou levemente enciumada. Nada que estragasse o momento.

Ela passou a meter seus dedos em minha bucetinha, de uma forma mais abrupta, me surpreendeu, saiu da siririca pra meteção. Um, dois dedos, eu estava inundada de prazer, mas sentia que metia muito mais que só as pontas do dedo. Isso me fez gelar e querer sair do seu beijo, respirava fundo, o beijo dela era mais profundo, me tirava o fôlego. Um terceiro dedo entrou, me sentia ficar mais larga, a outra mão agora apertava meus pequenos mamilos. Sentia vontade de sair dali, as coisas logo fugiram do meu controle naquele colo maluco, mas não conseguia ter energia nem pra fechar as pernas arreganhadas, nem mesmo de parar de ser invadida pela boca por Tauane.

Nesse breve momento de "desespero", senti que ela estava sentindo o que eu descrevi porque ela simplesmente deixou de me beijar para acelerar as metidas de seus dedos em mim. Estava pra gozar, até ela sabia, mais do que eu. Não durei um minuto e gozei me contorcendo e tentando fechar as pernas, mas ela não deixava entrelaçando as suas nas minhas. Também não reduzia a velocidade. Tinha gozado, mas era como se não tivesse. Ela continuou e eu gemia alto, pedia pra esperar um pouco e ela então solta em meu ouvido um "você vai gozar quantas vezes eu quiser, minha putinha". Sem saber como, gozei na mesma hora de novo. Agora com mais intensidade, mais profundidade, gritando, grunhindo, pedindo pra parar.

Ela então para, não porque pedi, mas porque fiquei exausta. Tira sua mão de dentro da minha bermudinha, estava sitiante com meu mel. Ela traz os dedos para sua boca e lambe um pouquinho "huuum, tá uma delícia, quer provar?". Nem respondi, só abri a boca procurando seu dedo e então dividimos meu mel lambendo sua mão. Subi sobre ela me virando contra seu corpo e enquanto sentia meu gostinho ia beijando aquela morena, e quando estava para assumir o controle ela simplesmente para tudo e se ergue facilmente - mostrando ser bem mais forte que eu - e diz "prazer, Tauane, agora quero comer, estou com fome".

Rimos disso e eu falei que ia pedir algo. Enquanto aguardavamos o lanche ficamos nos olhando, beijando, nos tarando e rolou mais coisas. Mas isso eu deixo guardada pra mim. O que posso dizer é que mesmo insistindo pra ela dormir comigo, ela precisou ir pra casa dela de madrugada.

Acordei sentindo seu gosto hoje, seu cheiro ainda está dentro do meu quarto. Foi uma noite maravilhosa e curti cada instante, cada segundo. A gente vai se ver daqui a pouco, mas agora um encontro mais formal, num parque público. Desejem me sorte.


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Ficha do conto

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maribaixinha

Nome do conto:
Aconteceu, e foi uma delícia

Codigo do conto:
254075

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
07/02/2026

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