O encontro foi delicioso, mas ela tinha que decepcionar

Os fatos aconteceram no sábado. Como escrevi anteriormente. A gente se viu e simplesmente bateu o santo. Acabou rolando na sexta, um sexo gostoso, muito envolvente e gostoso. Combinamos de nos encontrar de novo no sábado em um parque da cidade, a ideia era fazer uma caminhada e conversar mais.


Eu tinha trepado com a Tauane e não sabia de quase nada a seu respeito, só que ela tinha uma bucetinha tão cheirosa que ficava tão meladinha. O seu mel então.... Huuummmm. Não tirava ela, sua bucetinha, seu cheiro e seu olhar da mente. Só conseguia pensar em todo tipo de putaria.

De manhã fui com um short legging de corrida, um top com blusinha folgada, um boné e meu tênis favorito além de relógio e tudo mais pra uma boa caminhada. Ao chegar, Tauane já estava lá, falou que não tinha muito tempo e mal cheguei e fomos pra área mais discreta do parque, um trecho em que só quem corre vai. Claramente demonstrou que, diferente de mim, não era adepta da caminhada e notando meu cio perguntou se não estaria afim de repetir a noite com mais tranquilidade. Eu topei na hora.

Saímos do parque após uns 15 minutos apenas e fomos pro motel. Ela me levou dirigindo seu carro. Pegou um quarto bem interessante e entrando nele foi ligando o som, demonstrando uma intimidade com o lugar que me fez perguntar quantas ela tinha levado ali, ela ficou envergonhada, quis dizer que não eram tantas e eu simplesmente falei pra ignorar pois não tava nem aí com o que tinha rolado antes, na verdade. Pela primeira vez tomei a atitude de ir agarrando aquela morena, ela estremeceu, tentou desvencilhar, mas fui mais rápida e beijei seus lábios.

Gemendo, ela pareceu dificultar um pouco o jogo, parecia não querer aceitar que eu conduzisse a transa. Cheguei em seu ouvido e falei - calma minha morena, amansa que quero te deixar louca por mim depois de ontem. Parecia que eu seduzia uma égua, uma potranca selvagem, mas gostosa.

Aos poucos ela foi se entregando me permitindo tirar sua roupa, peça por peça até que coloquei minha boca para trabalhar. Queria beber litros de seu melhor. Estava disposta a secar sua buceta com minha chupada. Me acomodei e, sem preocupação com o tempo, chupei. Seu cheiro, seu gemido, seu chamego, sua pegada em minha cabeça afagando e pressionando minha boca contra sua buceta. Gozou fazendo carinha de choro, gemeu alto, mais do que em casa e eu quase gozei sem me tocar. Estava dando prazer para minha pretendente, mostrando todas as cartas que tinha na manga. Ela amansou.

Totalmente nua, Tauane ficou deitada com as pernas dobradas, com as mãos acariciando ora minha cabeça e rosto, ora seus próprios seios, lambia seus bicos, olhava pra mim com cara de pidona ou de choro e sentia cada toque da ponta da minha língua e toda a extensão. Sua pele arrepiava, se entregou ao momento. Às vezes chupava sugando, tirando seu sumo, fazendo ela gritar e mandar parar gozando sem controle. E então lhe dava um tempo para recuperar, novamente com o toque leve de minha língua.

Fiquei nesse jogo sem parar. Ela não conseguia falar o que queria. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou, a cama já estava inundada, meu rosto lavado. Estava viciada em seu mel.

Então comecei a subir, beijando sua barriga, os seios, sempre encarando seus olhos. Ela estava suada, cansada. E eu nem tinha tirado minha roupa. Estava pegando fogo. Ela só dizia que assim eu a mataria. Quando beijei sua boca com seu gosto, foi como ter atiçado um jacaré aguardando a presa. Tauane, entregue e indefesa, se tornou em predadora.

Ela me puxou com firmeza, sem machucar e confortavelmente e subiu sobre meu corpo. Tirou meu short e calcinha, nada além. E veio se esfregando, ajustando seu corpo para que sua buceta beijasse a minha. Já tinha feito antes, mas ela saidinha, corpo liso, buceta lambuzada e disposta a tudo tornou o ato em algo muito mais prazeroso. Cruzou as pernas e então se esfregou com jeito e firmeza, era uma mulher alfa, que sabe bem o que faz e que tinha me deixado de quatro por ela, passou pela cabeça dizer que a amava, mesmo sem saber tanto sobre aquela piranha gostosa.

Em meio a tudo rolou alguns detalhes que prefiro não compartilhar, mas que nos fez gozar muito, especialmente eu que fui surpreendida por seus atos e atitude.

Agora estávamos as duas nuas, exaustas, agarradinhas como namoradas de anos, românticas. Queria que o tempo parasse, guardei aquele momento em minha mente e em meu coração. Depois de tanto tempo, tudo ter ocorrido de uma forma tão legal, tão singela. Parecia até um filme.

Mas assim que me senti protegida por ela, por seus braços. Quando meu corpo sinalizou que aquilo não seria só uma foda qualquer, senti seu corpo retrair, estranhei, mas não comentei nada. Agora pensava se ela realmente estaria disposta a enfrentar o mundo para assumir um namoro lésbico. Será que ela não pode ou não tem como? Não quis forçar a barra.

Um pouco mais descansadas, fomos tomar banho. Eu me levantei e a chamei, queria esfregar seu corpo, sempre gostei de fazer isso com minha ficantes, que foram bem poucas. É o momento que rola um love tão gostoso, um amasso que fica pra sempre na mente, nem é sexo. Queria beijar muito aquela boca, lentamente, ensaboadas, água quentinha no corpo... Huuummm.

Mas Tauane veio comigo e não demonstrou tanto entusiasmo. Ficou muito robótica, sua personalidade se transformou. Agora parecia que ela tinha nojo do que fez comigo. Não era possível. E antes que eu pudesse me chatear definitivamente ou tirasse uma conclusão errada, perguntei, totalmente indefesa e preocupada - Tata, aconteceu algo? Eu fiz algo que não devia? Está arrependida?

Ela não falou nem que sim, nem que não. Invés disso ela deixou uma lágrima rolar. Fiquei mais fragilizada e preocupada, mas esperei ela reagir ou dizer algo. Então, buscando uma força incompreensível para mim ela diz - eu devia ter te falado na sua casa Ma, eu sou casada, tenho filho e não posso lhe dar o que espera que eu possa dar.

Na hora, meu mundo ruiu. Então, meu lado mental mais lúcido, que sempre apita quando nota algo errado e parecia estar de férias desde o momento que estava na mesa da hamburgueria me fez lembrar todos os pontos de risco. O primeiro, porque ela teria ficado sem graça quando eu fiquei admirando ela? Depois, porque o encontro, o primeiro, foi em minha casa e não em um lugar público? E, o mais agravante, porque ela parecia confortável quando eu falei que não ia lhe dar tanta atenção durante o dia? Fora que eu não tinha sido a primeira e nem seria a ultima naquele quarto. Me senti fraca, enojada por ter deixado me levar sem prestar atenção. E se ela fosse perigosa?

Saí do banheiro e finalmente vi Tauane voltar a se preocupar um pouco mais, pedindo desculpas e dizendo que tudo tinha sido rapido, buscando argumentos que, sendo sincera, era melhor nem inventar. Disse - Tauane, eu confiei em você de uma forma que nunca fiz em minha vida, me apaixonei por você, porque foi tão desonesta comigo? Me fez acreditar que era um porto seguro?

Ela então disse que nunca imaginaria que algo tão sincero e inocente poderia acontecer e que ela tava afim apenas de putaria, nada sério. Disse que o esposo era um dos gerentes da hamburgueria - deve que por isso ficou sem graça quando a notei - e que durante o dia cuida da casa e filho e que ele é muito ciumento - talvez por isso achou ótimo que não a procurasse. Contou que era bi e traia ele às vezes. E foi contando coisas e eu passei a ficar irritada, não com ela, mas comigo. Porque eu tinha sido tão fácil, não tomei cuidado. E nem foi por falta de aviso, até meu corninho virtual do site tinha alertado. Olha, me senti uma ameba.

Claro que após isso não teve como rolar nada. Mandei ela me levar ao parque de volta. Nos vestimos, ela tentando argumentar e tentando amenizar e eu notando que ela estava mais preocupada em ninguém ver que eu estava em seu carro. Tava explicado porque nem caminhamos direito. Eu só ficava calada, já nem a culpava mais por minha falta de cuidados. Tinha que ser com uma puta de uma gostosa? Que tinha me feito viciar nela?

Chegando no parque, ela fez algo que me chateou. Disse, já notando que o caldo tinha entornado, que contava com minha discrição, pra não contar pra ninguém e evitar que seu CORNO soubesse. Ali ela perdeu qualquer chance comigo, porque no fundo eu estava a cogitar aceitar ser sua amante, propor isso, mas depois disso eu vi que ela me esqueceria mais rápido que virar a esquina, que no fundo eu tinha sido só um momento, gostoso é verdade, mas poxa.

Ela parou o carro e eu então falei que não ia destruir seu casamento não, que até tinha cogitado pensar em ter algo com ela, mas que o melhor era deixar como estava. Vi em seus olhos um brilho de quem parecia querer também ter um esquema ilegal comigo, mas ignorei. Falei calmamente, olhando pra ela, me colocando no pedestal, mostrando que quem perdeu foi ela. Pra ir então cuidar de sua família, pois pode ser que um dia encontre uma louca que vá querer dar dor de cabeça. Ela não tinha o que dizer, a desarmei, coloquei em seu lugar. Então abri a porta, foi esquisito, queria um beijo de despedida antes de saber de tudo, agora nem saber mais o que queria eu sabia.

Desci do carro, olhei pro interior, ela no volante, agora com a tristeza de quem perdeu algo grande e então um mix de raiva, nervosismo e sensação de ser tratada feito tola tomou conta de mim e bati sua porta com toda minha força pra sair de lá o mais rápido possível. A porta se fechou totalmente.

Fui pra casa me sentindo um lixo, chorando, sem acreditar em tudo. Tauane foi um sonho na terra, um momento que vou levar comigo por ter me feito muito bem, num momento de fragilidade que estava, nunca pressão que vinha sentindo por outros fatores. Ela me foi útil por um lado. Gozei muito gostoso com aquela casada safada, mas eu queria ter sido sua namorada. Tinha tudo pra isso.

Tomei um banho longo, chorei feito criança, aos soluços, me senti fútil, suja. E, depois de uma tarde triste, minha lucidez tomou conta de mim. Ela deve ter sofrido um pouco, mas tem seu esposo e filho, deve estar bem, então não merece minhas lágrimas e eu não mereço me culpar pelo erro dos outros (Obrigada, Lu, meu namoradinho virtual tão necessário, obrigada por suas mensagens certeiras).

De noite me vesti com a melhor roupa, da forma mais produzida possível e dei uma volta pelas praças, me diverti, sozinha, comigo mesma. Precisava disso, de ver que sou especial para mim mesma. Curiosamente, naquele mesmo dia vi Tauane, estava chegando na praça com seu filho e esposo. Deu vontade de provocar, de ficar olhando, de especular, de ameaça-la com minha presença. Mas eu não sou tão medíocre assim, ali senti que a tinha superado. Fui para minha motinha e desapareci. Obrigada pelos momentos, Tata, mas boa sorte, espero nunca mais cruzar minha história na sua.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O encontro foi delicioso, mas ela tinha que decepcionar

Codigo do conto:
254496

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
12/02/2026

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