Era uma vez um papo que começou tão sem graça quanto café de posto na BR - história real.

Era uma vez um papo que começou tão sem graça quanto café de posto na BR.

Eu, Shark, 40 anos, preto, corpo médio mas malhado na medida certa — aquele shape de quem levanta ferro mas não vive de academia 24h. Ela, Nini, pele morena clara, cabelo curtinho cacheado bem cortado, seios médios turbinados com 300 ml de silicone cada, daqueles que ficam firmes pra caralho, formato gota perfeito, apontando levemente pra cima mesmo sem sutiã. A gente se trombou num grupo qualquer de memes, trocou um “kkkkk” aqui, um “verdade” ali, e de repente já tinha privado rolando.

Primeiros dias era só papo de adulto chato:
“Trabalha com o quê?”
“Gosta de série X ou Y?”
“Qual tua comida favorita?”

Eu jogava uns elogios discretos:
“Cara, teu jeito de escrever é gostoso, parece que tá rindo enquanto digita.”
Ela devolvia:
“Você parece ser daqueles que fala pouco mas quando abre a boca… fode tudo né?”

Aí começou a esquentar devagar, como fogo de lenha boa.

Uns 4 dias depois, ela mandou foto de um livro que estava lendo. Era um livro daqueles bem eróticos, perversos e explicitos. Daí, foi a deixa para perguntar: “e tu, curte o quê na cama?” disfarçado de curiosidade inocente.
Eu abri primeiro, porque paciência nunca foi meu forte:
“Gosto de pegar forte, de ouvir gemido alto, de deixar marca na pele. Gosto de ver a mina se entregar toda, sem frescura. E tu, Nini? Qual é a tua depravação que ninguém imagina?”

Ela demorou umas 2 horas pra responder. Quando veio, veio pesado:

“Eu gosto de ser olhada enquanto me toco. Gosto de mandar áudio gemendo o nome do cara. Gosto de dar o cu devagar, sentindo cada centímetro entrando, e depois pedir pra meter forte até não aguentar mais. E… confesso que fico louca pensando em pau preto grande me arrombando enquanto eu chupo outro.”

Pronto. O freio de mão foi pro caralho.

Daí pra frente virou confessionário sem censura.

Eu contei que fantasiava em foder uma mina na frente do espelho, segurando o cabelo dela, fazendo ela ver como fica safada quando leva vara.
Ela respondeu que fazia sempre isso, pq como ela trabalha com espelhos, tem ótimos na casa dela. E dpois contou que sonhava em ser algemada, vendada, e levada pra gozar várias vezes sem saber quem tava chupando ela — podia ser língua, dedo, pau, vibrador, qualquer coisa.

Teve dia que ela mandou:
“Hoje tô sem calcinha no trabalho. Tô molhada só de lembrar da tua voz mandando eu me tocar.”
Eu mandei áudio rouco: “Então abre as pernas aí no banheiro e me manda o barulhinho da buceta molhada batendo no dedo.”

Ela mandou. O áudio dela era puro pecado: respiração pesada, dedinhos melando, gemidinho abafado pra ninguém ouvir. "To no banheiro da casa do cliente" ela disse.

Aí veio o ponto sem volta.

Depois de uma noite inteira de safadeza no texto, ela soltou:

“Tô com vergonha… mas quero te mostrar uma coisa. Só que é de visualização única, Shark. Se tu salvar eu te mato.”

Eu: “Pode mandar. Prometo que vejo com atenção e deleto na hora. Você sabe que sou casado, não posso guardar esses premios. Mas vou descrever tudinho o que eu vi depois.”

Primeira foto: ela deitada de lado, de sutiã. Os peitos de silicone empinados, biquinho escuro, a gota perfeita desenhada na luz do abajur.

Segunda: mesma posição, mas agora sem sutiã. Peitos nus, firmes pra porra, mamilos duros, a pele brilhando de óleo corporal. A legenda: “esses são os que tu disse que queria mamar até deixar roxo”.

Terceira: de quatro na cama, calcinha preta de lado, mostrando a bunda redonda, a buceta inchada e molhada aparecendo entre as coxas, o cuzinho apertadinho logo acima. Legenda: “tava me tocando pensando em tu metendo aqui… os dois buracos”.

Eu respondi com voz quase quebrada no áudio:
“Caralho, Nini… esses peitos são uma obra de arte. Essa buceta tá pedindo língua e pau ao mesmo tempo. E esse cuzinho… puta que pariu, eu ia entrar devagar só pra te ouvir implorar pra ir mais fundo.”

Ela visualizou. Não respondeu em texto. Mandou outro áudio:
gemendo meu nome enquanto se fodia com os dedos, falando baixinho “Shark… me arromba… me faz tua putinha preta… goza dentro de mim…”

As fotos sumiram. Mas a putaria ficou.

E a gente continuou. Porque quando o papo começa inocente e termina com foto de buceta melada de visualização única, não tem mais como voltar atrás.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sgtshark

Nome do conto:
Era uma vez um papo que começou tão sem graça quanto café de posto na BR - história real.

Codigo do conto:
253966

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
05/02/2026

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