— Ela se chamava Clara. Loira, cabelo longo e liso até a cintura, olhos verdes que brilhavam sob as luzes da balada. Peitos grandes, cintura fina, bunda empinada que marcava o vestido justo prateado. A gente se olhou na pista, dançou colado por uns minutos. Ela rebolava devagar contra mim, sentindo eu endurecer inteiro. Depois de um beijo lento, língua invadindo a boca dela, ela sussurrou no meu ouvido: “Quero te sentir agora. Meu carro tá no estacionamento.”
Fomos pro estacionamento subterrâneo. O carro dela era um SUV preto, vidros escuros. Ela abriu a porta de trás, me puxou pra dentro. Mal fechou a porta, já estava no meu colo, beijando com fome. Mãos dela abrindo os botões da minha camisa, unhas arranhando levemente meu peito. Eu levantei o vestido dela até a cintura — ela não usava calcinha. Só uma tira fina de fio dental que já estava encharcada.
— “Você tá molhada pra caralho”, eu disse, deslizando os dedos entre as pernas dela. Dois dedos entraram fácil, ela gemeu alto, quadril rebolando contra minha mão.
Ela desceu do meu colo, ajoelhou no banco, abriu minha calça com pressa. Meu pau já estava duro, pulsando. Ela olhou pra mim com um sorriso safado, lambeu os lábios e levou à boca devagar. Primeiro só a cabeça, língua girando em círculos lentos, saboreando o pré-gozo. Depois desceu mais, engolindo quase inteiro, garganta apertando em volta de mim. Eu gemi baixo, mão no cabelo dela, guiando o ritmo sem forçar. Ela chupava com vontade, saliva escorrendo, mão na base acompanhando o movimento. Subia e descia, língua pressionando a veia por baixo, chupando forte na cabeça a cada vez que subia.
Depois de uns minutos, ela parou, olhou pra cima com os olhos vidrados.
— “Quero sentar em você. Agora.”
Eu coloquei a camisinha rápido. Ela subiu no meu colo de frente, pernas abertas dos dois lados, segurou meu pau na base e desceu devagar. Senti ela se abrindo, quente, molhada, me engolindo centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, ela parou, respirando fundo, yoni apertando em volta de mim em pulsos suaves. Depois começou a rebolar devagar, quadril girando em círculos, subindo e descendo ritmado.
Eu segurei os seios dela por cima do vestido, apertando os mamilos duros entre os dedos. Ela gemeu alto, jogou a cabeça pra trás, cabelo loiro caindo como uma cortina. Acelerou o ritmo, quicando com força, bunda batendo nas minhas coxas. O carro balançava levemente, vidros embaçando. Eu subi as mãos pelas costas dela, puxei o zíper do vestido pra baixo, expus os seios grandes, mamilos rosados e duros. Chupei um deles, mordendo de leve, enquanto a outra mão descia pro clitóris dela, fazendo círculos rápidos e firmes.
— “Assim… não para… tô quase gozando”, ela sussurrou, voz entrecortada.
Eu mantive o ritmo no clitóris, empurrando pra cima com o quadril, batendo fundo a cada descida dela. Ela começou a tremer, yoni apertando forte em espasmos, gemendo alto no meu ouvido. Gozou forte, corpo convulsionando, molhada escorrendo pelas minhas coxas. O aperto dela me levou junto: eu gozei dentro da camisinha, pulsando fundo, gemendo rouco contra o pescoço dela.
Ficamos ali uns segundos, ofegantes, suados. Ela beijou minha boca devagar, depois desceu do meu colo, ajeitou o vestido com um sorriso satisfeito.
— “Foi incrível. Boa noite, casado gostoso.”
Saiu do carro rebolando, me deixou ali com o pau ainda latejando e um sorriso no rosto.
Marcos terminou de contar exatamente quando estacionamos na garagem de casa. Eu estava encharcada de novo, calcinha molhada só de ouvir. Abri a porta do carro, puxei ele pra dentro de casa sem nem acender a luz. No sofá mesmo, rasguei a camisa dele, sentei no colo dele ainda vestido, tirei a calcinha de lado e sentei devagar no pau dele, sentindo ele me encher inteiro.
— Me conta de novo enquanto me fode… quero sentir você me contando tudo.
Ele começou a estocar devagar, fundo, enquanto repetia cada detalhe: como ela chupou, como rebolou, como gozou apertando ele. Eu rebolava junto, gemendo alto, gozando de novo só de imaginar e sentir ele dentro de mim ao mesmo tempo. Gozamos juntos, abraçados, suados, rindo de puro prazer.
Aquela noite selou nossa nova regra: o desejo não tem limite quando é compartilhado. E a gente mal podia esperar pela próxima balada.
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