Era por volta das 10h, sol de fevereiro batendo forte na janela do meu quarto, o ventilador girando preguiçoso no teto. Eu tava no home office, de cueca e camiseta velha, tentando fingir que trabalhava enquanto o café esfriava na mesa. Ouvi o barulho da porta do corredor abrindo e fechando. Era ela — Shely. Mudou faz umas três semanas, eu já tinha reparado nos flashes: ela esticando o varal de calcinha e camiseta larga, o corpo pequeno mas cheio nos lugares certos. Saí pra jogar o lixo e trombei com ela no corredor, sacola do mercado na mão. "Bom dia, vizinho," ela disse com aquela voz rouquinha de quem acabou de acordar. Vestia um shortinho de algodão cinza folgado e uma regatinha preta fina, sem sutiã — dava pra ver os bicos dos peitos médios marcando o tecido, empinados como se desafiassem o calor. "Tô de folga hoje… e você?" Bati papo rápido. Ela perguntou do condomínio, reclamou do barulho da rua, contou que o marido tava viajando há uma semana e ia ficar mais duas. "Tô ficando louca sozinha aqui," soltou com um riso curto, olhos escuros fixos nos meus. O cheiro dela chegou: sabonete líquido de baunilha misturado com o calor natural do corpo, um musk leve que subia do decote. Meu pau deu um pulo discreto na cueca. Voltei pro apê, mas uns 20 minutos depois veio o chamado da janela dela: "Ei… pode vir aqui um segundo? Preciso de uma mãozinha." Achei que era pra ajudar a mover um móvel ou ver uma tomada. Bati na porta, ela abriu sorrindo de lado, já sem a regatinha por cima — só o shortinho e os seios livres, médios, firmes, mamilos já duros apontando pra mim como se soubessem o que ia rolar. "Fecha a porta," disse ela, voz baixa. O apartamento tava com cheiro de café fresco e algo mais doce, feminino. "Eu sei que tô correndo risco do caralho te chamar aqui… mas tô há dias louca de tesão. Sozinha, vibrador não resolve mais. Quero algo real." Ela se aproximou, mão pequena deslizando pelo meu peito. "Sem apego, sem drama. Eu sou casada, você também. Só alívio. Pode ser?" Meu sangue subiu na hora. Aceitei com um aceno, e ela me puxou pro sofá. As mãos dela foram direto na minha calça, abrindo o zíper enquanto eu agarrava aqueles peitos — quentes, macios mas firmes, cabiam perfeitamente na palma, mamilos grossos endurecendo na língua quando chupei um deles. Ela gemeu baixo, um som gutural que vibrava no meu peito. "Isso… chupa gostoso…" Desci o short dela devagar. Buceta lisinha, virilha clarinha contrastando com a pele escura, lábios medianos já inchados e molhados. Cheiro forte de excitação, doce e salgado ao mesmo tempo. Dedos escorregaram fácil, ela tava encharcada pra caralho. "Me fode com os dedos primeiro," pediu, abrindo as coxas grossas no sofá, uma perna no encosto. Entrei com dois dedos, sentindo ela apertar, as paredes quentes pulsando. Polegar no clitóris, circulando devagar, depois mais rápido. Ela gemia rouco, quadril subindo, tranças balançando. "Porra… assim… vai me fazer gozar rápido…" Gozou tremendo, apertando meus dedos, um jato quente escorrendo pela minha mão. Depois inverteu. Me empurrou pro chão, montou em cima, tirou minha cueca e desceu devagar na rola. Entrada apertada, quente, molhada — gemeu alto quando sentei até o fundo. Cavalgou devagar no começo, seios balançando na minha cara, eu chupando enquanto ela rebolava. Depois acelerou, tapa de pele contra pele ecoando na sala, suor escorrendo pelas costas dela, pingando no meu peito. "Me fode forte… mete fundo…" Segurei o bumbum redondo, apertando, ajudando nos movimentos. Gozei dentro dela com um grunhido, enchendo tudo, e ela continuou rebolando até gozar de novo, corpo convulsionando, unhas nas minhas costas. Ficamos ali uns minutos, ofegantes, o ventilador batendo no suor. Ela se levantou, limpou com uma toalhinha, vestiu a regatinha. "Foi foda… mas fica aqui. Volta quando quiser alívio também." Sorriu safada e me empurrou pra porta. Foi bom pra caralho, mas acredito que não vai se repetir.
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