Tenho 62 anos e já vivi muita coisa. Meu nome é Valkíria, e boa parte da minha vida foi moldada às margens do rio, na praia do Contagalo, no Amazonas. Cresci em uma comunidade ribeirinha — um lugar de encanto e sobrevivência, onde a natureza abraça e, ao mesmo tempo, testa a gente com sua força selvagem. Havia beleza no nascer do sol refletindo nas águas barrentas, tingindo tudo de ouro e laranja; no cheiro de peixe fresco grelhado sobre fogueiras improvisadas; no som ritmado dos remos cortando o rio como sussurros de amantes. Mas havia também armadilhas cruéis: pouca escola, que me deixou analfabeta por anos; poucas escolhas além de casar cedo ou trabalhar até os ossos doerem; quase nenhum futuro desenhado, só o ciclo interminável de enchentes e secas.
Com as oportunidades escassas como peixes na estiagem, fui trabalhar num bar simples, ponto de encontro de pescadores suados e cheios de histórias. Era ali que o mundo passava diante de mim, em narrativas entre redes balançando, copos de cachaça tilintando e silêncios pesados como o ar úmido. Foi nesse tempo que engravidei de Íris, minha filha única. O pai dela, um homem de passagem com olhos famintos e promessas vazias, desapareceu no mundo como tantos outros das bandas ribeirinhas — sem despedida, sem explicação, sem um centavo ou um retorno. Deixou-me sozinha com uma barriga crescendo e um coração partido, mas eu ergui a cabeça.
Criei minha filha com sofrimento cru e uma dignidade forjada no fogo da necessidade. Trabalhei dobrado, lavando roupas no rio até as mãos racharem, vendendo frutas no mercado até as pernas incharem, calei dores que me consumiam por dentro, engoli medos que me sufocavam à noite. Fiz questão de que Íris tivesse educação, algo que me foi negado como um direito básico. Cada caderno comprado era uma vitória suada; cada ano escolar concluído, um milagre contra as correntezas da vida.
Quando Íris tinha 26 anos, passou em um concurso público e começou a trabalhar como assistente administrativa em um escritório em Manaus. Lembro como se fosse hoje do brilho nos olhos dela — o mesmo brilho que eu tinha quando via o rio cheio depois da seca, transbordando de vida e promessas.
Foi nesse trabalho que ela conheceu um prefeito de Goiás, vinte anos mais velho, um homem de poder com mãos calejadas de política e um olhar que devorava. Ele se apaixonou por ela com uma intensidade voraz, como um jaguar caçando na mata. Em poucos meses, nossas vidas viraram do avesso: mudamos para São Paulo, para um apartamento luxuoso com vista para arranha-céus que pareciam tocar o céu, e ele largou a família — esposa e filhos — para ficar com minha filha, sem remorsos aparentes.
Íris se tornou uma empresária de sucesso, uma força da natureza em saltos altos e terninhos elegantes. Passou a gerir uma rede de supermercados junto com os filhos do marido, decidindo estoques, negociações e expansões com a firmeza de quem veio do rio. Era respeitada, com uma presença que preenchia salas de reunião; firme como as raízes de uma samaúma; elegante como uma orquídea selvagem. Eu observava tudo com orgulho e espanto — aquela menina ribeirinha, de pés descalços na lama, agora decidia cifras milionárias, contratos intrincados e destinos de dezenas de empregados.
Mas como nada na vida é inteiro, o marido dela faleceu de repente, um infarto traiçoeiro que o levou em uma noite chuvosa. O luto veio pesado como uma enchente, inundando nossa casa com silêncio e lágrimas. Meses viraram anos de vazio, a casa antes cheia de vozes e risadas agora ecoando como um rio seco. Então, quando ainda cicatrizávamos a perda, chegou a pandemia, isolando-nos em um mundo de máscaras e medos.
Minha filha tinha 39 anos nessa época. Continuava uma morena bonita, curvilínea como as curvas do Amazonas, com seios fartos, quadris largos e uma pele de ébano que brilhava sob a luz. Cheia de vigor e presença, ela exalava uma sensualidade natural, mesmo no luto. Foi nesse período que passamos a conviver mais intensamente com os vizinhos do condomínio fechado em São Paulo, um lugar de piscinas reluzentes e jardins impecáveis.
Havia ali uma senhora que nos detestava abertamente. Nunca disfarçou o veneno no olhar. Éramos negras, vindas do Norte, e para ela nossa presença parecia um insulto ao seu mundo branco e privilegiado. Dava para sentir no ar, como um cheiro podre: talvez fosse racismo puro, cru e ancestral; talvez ciúmes do marido dela, que nos olhava com olhos gulosos; talvez ela conhecesse a ex-mulher do viúvo de Íris e guardasse rancor. Nunca soube ao certo — só senti o peso disso tudo na pele.
Durante a pandemia, o filho dela, um rapaz de 23 anos chamado Lucas, veio morar no apartamento. Jovem, bonito como um deus grego esculpido em bronze, com músculos definidos de academia, olhos verdes penetrantes e um sorriso que derretia resistências. Educado, com maneiras suaves que contrastavam com sua aparência viril. No confinamento do condomínio, percebi que ele e Íris trocavam olhares carregados de eletricidade, conversas rápidas pelos cantos das áreas comuns, silêncios cheios de sentido e promessas não ditas.
Não demorou para ele começar a frequentar nossa casa, trazendo pretextos como "ajudar com o computador" ou "dividir uma receita". Até que um dia minha filha me contou, com a voz baixa e o rosto corado como uma adolescente, que eles passaram a se encontrar escondidos na garagem do prédio, dentro do carro dela, trancados, suados e ofegantes como amantes proibidos. "Mãe, ele me faz sentir viva de novo", sussurrou ela, os olhos brilhando de desejo.
Pouco tempo depois, a menstruação atrasou. Não deu outra: grávida do rapaz, um embuxo inesperado que mudou tudo.
No começo, Íris estava com medo, o corpo tremendo ao me contar. A idade dela, a diferença de 16 anos entre eles, o julgamento alheio que viria como uma tempestade — tudo pesava como chumbo. Achei que ele fosse imaturo, que recuasse como um covarde. Mas me enganei redondamente.
Ele brigou com a família, enfrentando a mãe racista com palavras duras, assumiu a responsabilidade com uma maturidade que me surpreendeu e veio morar conosco. Tinha uma loja de conserto de celulares, um negócio modesto mas honesto. Não era mais rico que minha filha, com sua rede de supermercados, mas também não dependia dela financeiramente. Era um bom rapaz, esforçado, determinado a ser suficiente para ela, provando dia após dia com ações, não só palavras.
Acompanhou toda a gravidez com devoção: esteve presente em cada consulta médica, segurando a mão dela; em cada enjoo matinal, preparando chás calmantes; em cada noite mal dormida, massageando as costas inchadas. Sempre em casa, sempre disponível, como um parceiro ideal.
Ainda assim, com o avanço da gravidez, comecei a sentir algo estranho entre os dois. Íris foi ficando mais fria, mais distante, ocupada com o trabalho remoto e depois com a amamentação do bebê, os seios doloridos e o corpo exausto. O amor parecia existir, mas de um jeito cansado, silencioso, como um rio em seca baixa.
Quando o filho deles, o pequeno Kauê, estava prestes a completar dois anos, minha filha marcou uma viagem para o Amazonas. Queria mostrar nossas origens a Lucas, nossas raízes ribeirinhas, o rio que nos moldou. Um tempo só dos dois, para reacender a chama. Eu ficaria com a criança — que já estava quase saindo da desmama, mamando menos e explorando o mundo com passinhos incertos.
Tudo foi planejado com minúcia: passagens compradas, Airbnb alugado em uma cabana charmosa à beira do rio, cronograma feito com cuidado, incluindo passeios de barco e visitas a comunidades.
Mas, na última hora, surgiu um imprevisto grave, um vendaval na calmaria.
O filho do ex-marido de Íris, um rapaz problemático de 30 anos, foi pego em flagrante com uma funcionária de confiança da empresa — uma mulher casada, em um caso tórrido no escritório. O marido dela apareceu furioso, armado com raiva cega, quebrou tudo na empresa: mesas viradas, computadores estilhaçados, gritando ameaças de morte enquanto tentava alcançar o rapaz. Um escândalo que vazou para a imprensa local, ameaçando a reputação da rede de supermercados.
Soube de tudo porque ela me chamou no quarto, o rosto pálido e exausto, os olhos vermelhos de lágrimas contidas, e me confessou tudo em um sussurro desesperado.
Implorou para que eu fosse com Lucas na viagem. Cancelar tudo pegaria muito mal, especialmente com as reservas não reembolsáveis. Ela tentaria ir depois, quando as coisas se acalmassem, depois de apagar o fogo com advogados e negociações.
— Mãe, eu tenho medo — ela disse, a voz tremendo como folhas ao vento. — Você sabe como são as ribeirinhas do Amazonas. Aquelas mulheres não podem ver homem de fora, bonitão como ele. São fogosas, sedutoras, com corpos moldados pelo rio. Tenho medo dele se envolver com alguém, de perder ele pra uma delas.
Pediu, insistiu, quase chorou, as mãos apertando as minhas com força.
Acabei aceitando, o coração apertado, mas vendo a necessidade nos olhos dela.
Quando cheguei ao Amazonas, senti o cheiro da minha terra antes mesmo de descer do barco: mistura de rio caudaloso, mato molhado após a chuva, e um calor úmido que grudava na pele como um amante possessivo. Uma maresia diferente, doce e salgada, um clima que penetrava os poros e despertava memórias adormecidas. Para falar a verdade, mesmo com a vida luxuosa que minha filha me proporcionou — apartamentos caros, roupas finas —, senti uma saudade profunda daquele lugar. Ali era onde eu pertencia, onde meu corpo se sentia vivo, pulsante.
Chegamos ao chalé, uma cabana de madeira elevada sobre palafitas, com vista para o rio preguiçoso, redes balançando na varanda e um quarto amplo com uma cama king size coberta por lençóis brancos imaculados.
E foi ali que surgiu o primeiro impasse, uma tensão elétrica no ar úmido.
Lucas se prontificou a dormir na sala, pegando um colchão improvisado no sofá, murmurando algo sobre "respeito". Mas após uma leve discussão — eu argumentando que era bobagem, que a cama era gigante e estávamos cansados da viagem —, nos acertamos em dormir os dois na cama. "Só não ronca", brinquei, e ele riu, os olhos demorando um segundo a mais no meu corpo.
Naquela noite, cansados da jornada, dormimos — ou tentamos. Eu sentia o calor dele ao lado, o cheiro masculino misturado ao suor do dia, e um formigamento proibido entre as pernas.
Pela manhã, tínhamos ingressos para um parque de diversões aquático, um lugar de tobogãs sinuosos e piscinas refrescantes. Passamos na padaria local antes de ir, o ar cheio do aroma de pão fresco assando em fornos a lenha, café forte borbulhando.
Enquanto esperávamos na fila, Lucas sorriu para mim, tentando quebrar o gelo restante, o corpo dele perto do meu, roçando de leve.
— Dona Valkíria, que cheiro bom aqui, né? Me lembra da infância, quando minha avó fazia pão em casa, quentinho, derretendo manteiga...
Eu ri, ajustando a bolsa no ombro, sentindo um calor subir pelo pescoço com o jeito que ele me olhava, devorando minhas curvas com os olhos.
— Ah, menino, isso aqui é o básico do Amazonas. Pão quentinho com manteiga derretendo, escorrendo pelos dedos... Mas me chama só de Valkíria, tá? Nada de "dona". Faz eu me sentir mais velha do que já sou, e olha que eu ainda tenho fogo no corpo.
Ele piscou, pegando os pães da atendente, os dedos roçando nos meus ao passar o saquinho, um toque elétrico.
— Tá bom, Valkíria. Mas você não parece ter 62 anos. Parece... sei lá, uma deusa de ébano saída do rio, com essas curvas que hipnotizam, essa pele macia que dá vontade de tocar.
Corei um pouco, mas disfarcei com uma risada rouca, sentindo um pulsar entre as pernas.
— Vai devagar com os elogios, Lucas. Senão eu vou achar que você tá flertando com a sogra. Vamos comer isso logo e ir pro parque, antes que o sol derreta a gente... ou que eu derreta por outro motivo.
Ele mordeu o lábio, os olhos escurecendo de desejo, mas assentiu, e saímos dali com o ar carregado de tensão.
Chegamos ao parque por volta das 10h, o sol já escaldante refletindo na água turquesa das piscinas. Apesar dos meus 62 anos, eu vestia um biquíni bem chamativo — vermelho sangue, fio dental que mal cobria meu rabo empinado e redondo, realçando minhas curvas maduras, seios pesados transbordando do top, e a pele de ébano brilhando como chocolate derretido. Muitos homens me olhavam nas filas dos tobogãs e das piscinas, olhos gulosos devorando meu corpo, sussurrando elogios baixos. Percebi uma certa inquietação no meu genro. Ele ficava me encoxando na fila, o corpo forte pressionando contra o meu, o pau semi-duro roçando na minha bunda, como se quisesse marcar território, afastar os olhares alheios.
— Lucas, o que é isso? Tá me encoxando como se eu fosse sua? — sussurrei, virando o rosto, sentindo o calor dele.
— Desculpa, Valkíria... Mas com você assim, nesse biquíni minúsculo, esses homens olhando... Me dá ciúme. Seu corpo é... irresistível.
Almoçamos em um bufê, carnes grelhadas suculentas, saladas frescas, e após algumas caipirinhas fortes, já meio altinhos, o álcool aquecendo o sangue, fomos pegar sol na espreguiçadeira à beira da piscina, com mais alguns drinks coloridos em mãos.
Estendi-me de bruços na espreguiçadeira, o sol beijando minha pele, o biquíni fio dental deixando meu rabo exposto, redondo e firme apesar da idade.
— Lucas, faz um favor? Passa bronzeador nas minhas costas? Não quero queimar essa pele de ébano... E vai devagar, hein? Quero sentir suas mãos fortes.
Ele hesitou um segundo, os olhos fixos no meu corpo, mas pegou o frasco, as mãos tremendo levemente. Começou a espalhar o óleo, devagar, massageando as costas, descendo para a cintura, os dedos quentes deslizando como seda.
De repente, ele parou, respirando fundo, a voz rouca de desejo.
— Porra, Valkíria... Desse jeito tá foda. Tô há 6 meses sem ter relação com sua filha, sem sentir um corpo quente, e seu rabo... Meu Deus, é muito gostoso, redondo, macio, dá vontade de morder, de apertar. Vou ficar de pau duro aqui no meio do parque, latejando por você.
Eu virei o rosto, olhando para ele por cima do ombro, sentindo um calor úmido entre as pernas, a buceta inchando de excitação.
— Calma, menino... Relaxa e aproveita o momento. Minha filha não precisa saber de tudo que acontece na viagem. Continua passando... Tá bom assim, suas mãos são mágicas. Me faz sentir desejada de novo, como uma deusa.
Ele continuou, as mãos descendo mais ousadas, roçando o óleo no meu rabo gostoso, apertando as nádegas, os dedos escorregando por baixo do fio dental, dando umas dedilhadas leves na buceta molhada e no cu apertado, circulando o clitóris inchado, arrancando gemidos baixos e roucos meus. Meu corpo tremeu de prazer inesperado, os mamilos endurecendo contra o tecido.
— Ai, Lucas... Isso, aí... Dedilha mais fundo, sente como tô molhada por você... Mas acho que estamos chamando atenção demais. Olha os olhares... Melhor pararmos, rsrsrs, antes que eu goze aqui mesmo.
Rimos nervosos, mas o ar entre nós mudou para sempre, carregado de luxúria proibida. Ele se ajustou na calça, o pau visivelmente duro, e eu me virei, os seios balançando, sentindo o cheiro de excitação no ar.
De volta ao chalé já umas 11h da noite, o rio sussurrando lá fora, dormimos — ou tentamos, com a tensão palpável, corpos se roçando na cama king size, respirações aceleradas.
Na manhã seguinte, tomamos café na varanda, ovos mexidos cremosos, frutas tropicais suculentas, enquanto conversamos com minha filha por chamada de vídeo, o sol nascendo sobre o rio.
— Mãe, como tá aí? Lucas tá se comportando? Não deixa ele olhar pras ribeirinhas, hein? — perguntou Íris, a voz cansada, mas com um tom de ciúme.
— Tudo ótimo, filha. Estamos aproveitando o sol, o rio... Ele é um bom companheiro de viagem, me trata como rainha.
Lucas sorriu ao meu lado, a mão dele disfarçadamente roçando minha coxa por baixo da mesa, enviando arrepios.
Desligamos, e fomos à praia fluvial, areias brancas beijando o rio, chegamos por volta das 11h. Pedimos porções de peixe frito crocante, camarões suculentos e bebidas geladas — mais caipirinhas para aquecer o sangue.
Deitei-me na toalha, o corpo exposto ao sol, e pedi mais uma vez pra ele passar óleo em mim, mas dessa vez foi bem mais erótico, uma dança de sedução. Com uma conversa sedutora entre nós, bêbados o suficiente para soltar as inibições, as mãos dele explorando, apertando, sussurrando perto do meu ouvido.
— Valkíria, você é uma deusa de ébano... Essa pele macia, esses seios fartos que eu quero chupar, esse rabo que me deixa louco. Deixa eu passar óleo em todo lugar, sentir você tremendo.
— Shhh, Lucas... Continua... Me faz sentir viva de novo, suas mãos grossas deslizando, dedilhando minha buceta molhada, circulando meu cu... Ai, isso, mais fundo... Me diz o que você quer fazer comigo.
— Quero te foder, Valkíria, te comer inteira, lamber sua buceta suculenta até você gozar na minha boca, enfiar no seu cu apertado...
Os gemidos escapavam, o óleo escorrendo, dedos penetrando levemente, o prazer construindo como uma onda.
Saímos dali, corpos quentes, e fomos parar num forró local, música pulsante, corpos colados dançando suados, quadris rebolando em ritmo sensual. Após dançar horas, peles grudando, respirações ofegantes, acabamos nos beijando ali na pista, línguas dançando famintas, mãos explorando por baixo das roupas.
— Me beija mais, Lucas... Sua boca é viciante, me faz molhar toda.
— Valkíria, você é fogo puro... Quero te levar pra cama, te devorar.
Trocamos confidências a noite toda, sussurrando segredos eróticos: "Eu sempre te achei gostosa, sogra... Sonho com seu corpo há meses." "E eu sinto ciúme da minha filha, querendo você pra mim."
Era umas 2h da madrugada quando voltávamos a pé, o ar noturno úmido, paramos numa praça escura, sob a luz fraca de um poste, e começamos a nos beijar intensamente, mãos famintas arrancando roupas.
Ali mesmo, no banco da praça, fizemos amor selvagem. Tirei o pau dele pra fora — grosso, veinoso, latejando como um animal selvagem —, e fiz sexo oral, chupando devagar no começo, lambendo a cabeça salgada, engolindo fundo até a garganta, sentindo o gosto pré-gozo, as mãos dele na minha cabeça guiando o ritmo.
— Porra, Valkíria... Chupa assim, engole tudo, sua boca quente é um paraíso... Vou gozar se continuar.
Gemia ele, os quadris empurrando. Depois, ele me virou, abaixou meu short, e penetrou minha buceta molhada primeiro, bombando forte, os tapas no rabo ecoando na noite. "Que buceta apertada, deusa... Tão molhada pra mim." Então, lubrificado com saliva e óleo, enfiou no meu cu, devagar no início, esticando, depois acelerando, o prazer doloroso virando êxtase.
— Ai, Lucas... Fode meu cu, vai, mais forte... Me enche de porra!
Mas fomos interrompidos pela polícia que passava em ronda, lanternas iluminando, vozes gritando "Ei, o que tá acontecendo aí?". Corremos rindo, semi-nus, terminando o ato no Airbnb: transamos a noite toda, ele me chupando a buceta até eu gozar gritando, lambendo meu clitóris inchado, dedos no cu; eu cavalgando nele, seios balançando, depois anal de quatro, gozando juntos em um clímax explosivo.
Na manhã seguinte, a filha ligou. Atendi, tentando soar normal, mas logo fui surpreendida pela língua do rapaz invadindo minha buceta, lambendo voraz, chupando o clitóris enquanto eu falava.
— Mãe, tudo bem aí? O que vocês fizeram ontem?
— Tudo... ai... ótimo, filha... Passeamos... hmm... pela cidade.
Gemi baixo, o prazer subindo, desliguei o celular na cara dela, jogando-o de lado, e gozei na boca dele, jorrando sucos.
Passamos o dia todo transando, explorando cada centímetro: sexo oral mútuo em 69, anal profundo com ele gozando dentro, posições variadas na cama, no chuveiro, na varanda. "Você é minha deusa, Valkíria... Tal mãe, tal filha, mas você é mais fogosa." Depois, liguei pra filha e falei que passamos o dia todo na praia, sem bateria no celular, a voz ainda rouca de prazer.
No outro dia, voltamos à praia. Agora mais íntimos, parecíamos um casal apaixonado, mãos dadas, beijos roubados. Tratamos na água morna, vendo o pôr do sol tingir o rio de fogo, com meu biquíni de ladinho enquanto ele me penetrava por trás, bombando devagar, uma mão no clitóris, outra apertando o seio.
— Goza pra mim, deusa... Sente meu pau te enchendo, latejando dentro de você.
Gozei tremendo, ondas de prazer, ele gozando quente dentro de mim, gemendo no meu ouvido.
De repente, vi minha filha na margem da praia. Íris havia chegado de surpresa, os olhos arregalados ao nos ver.
Valkíria volta pra SP com uma história e um segredo: o fogo compartilhado, o prazer proibido. Tal mãe, tal filha — as deusas de ébano que dividem raízes... e amantes.





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