Eu estava viciada em sexo, por mim eu transaria todos os dias, era uma quinta e eu mandei mensagem pra minha amiga pra desabafar que fui muito bem fodida por um coroa.
— Amiga, tenho uma coisa pra te contar.
— Apareceu né sua safada, me conta. Também tenho uma fofoca.
— Você não sabe, sai da faculdade esses dias e caiu um temporal, acabei me molhando e me escondendo em um barzinho. Amiga, você acredita que eu dei pro coroa? Ele me arrombou toda, esfolou minha buceta.
— Não acredito Bárbara. AHAHAH
VOCÊ E A PIOR MANO. Kkkk
— Sério jeni, o coroa me comeu gostoso. Qual é a fofoca?
— Vinicius me chamou para sair com ele, achei que era só uma transa simples. Amiga, ele me levou pra casa dele, e advinha? Tinha mais cinco amigos dele lá. Dei pra três, os outros eu só chupei.
Amiga, minha buceta tá toda inchada, levei tanta gozada. E quase comeram meu cu.
— Olha como você é uma puta, nem me chama. Até o cu? Pra mim já é muito kkkkk
— Eu não sabia, pensei que era só nois dois e tinha mais gente lá. É amiga quase que ele come meu cu.
— HAHA Ia ficar sem andar por dias. Da próxima vez me chama.
Passei a sexta feira inteira com a buceta em chamas, no sábado eu fui fazer marquinha de fita, pra ficar bem ousada e sexy, quando de repente chega uma mensagem do Vinicius.
— E aí, Bárbara. Vai fazer algo hoje?
— Oi, não. Eu vou ficar de boa hoje.
— Quer sair para jantar comigo hoje?
— Bora, que horas?
— Eu passo pra te buscar às 19hrs, pode Ser?
— Pode sim.
Caramba, meu coração acelerou. Eu sabia que não era o jantar, eu tinha certeza que eu seria a janta.
Cheguei em casa e fui tomar um banho e me depilar, tive a ideia de fazer um moicaninho no cabelo da buceta, ficou sexy.
Sai do banho e comecei a me maquiar, batom vermelho, delineado, sombra, fiquei linda. A roupa era uma dúvida cruel, vesti uma tomara que caia preto bem curto, a saia de couro tão curta que deixava minha poupa da bunda a mostra e a calcinha minúscula, não tapava nada, mas deixava claro que eu era uma safada.
Me olhei no espelho e estava completamente apaixonada por mim mesma, eu disse em voz baixa:
— Eu sou uma puta gostosa.
O Vinicius avisou que estava chegando e eu desci no elevador. Entrei no carro. A gente se acariciava com uma pressa de quem não ia aguentar dez minutos de trânsito. Eu não me contive, abri o shorts dele com uma mão só e puxei aquele pau para fora. Comecei a masturbar ele com força, sentindo ele pulsar na minha palma.
Ele deu uma olhada rápida para mim, com a respiração já descompassada, e perguntou:
— Já quer me chupar?
Eu não disse nada, apenas acenei com a cabeça. Me ajeitei como pude naquele espaço apertado, fiquei de joelhos no banco do carro e mergulhei a boca nele.
Eu engolia o pau dele com vontade, sentindo o gosto dele no fundo da garganta enquanto ele gemia, me chamando de puta e apertando meu cabelo. Entre um suspiro e outro, ele me olhou, com os olhos vidrados:
— Quer ir jantar agora ou quer ir direto para o meu apartamento?
Eu não tive dúvida. A fome que eu sentia não era de comida.
— Vamos para o apartamento — respondi, com a voz rouca.
Continuei chupando ele durante o trajeto, parando apenas quando ele precisava de mais atenção nas manobras, até chegarmos ao prédio.
Ele foi até a cozinha e voltou com uma taça de vinho. Me entregou, acendeu um cigarro e começamos a fumar ali na sala mesmo, deixando o clima assentar. Ele deu duas tragadas longas e me passou o cigarro. Eu estava lá, sentada, equilibrando a taça em uma mão e o cigarro na outra, me sentindo a dona da situação.
Sem dizer uma palavra, o Vinícius se ajoelhou entre as minhas pernas. Ele afastou a minha calcinha minúscula para o lado — aquela fita que não escondia nada — e mergulhou a boca em mim. A língua dele, quente e muito molhada, começou a trabalhar direto no meu grelo.
— Isso, safado... chupa minha buceta — eu murmurarei.
Ele parou por um segundo, admirando o que estava vendo ali embaixo.
— Hmm, fez um moicano?
— Gostou? Fiz pra você — respondi, abrindo mais as pernas para ele ter visão total do desenho e da marquinha de fita que eu tinha cuidado o dia todo para exibir.
Ele voltou a sugar meu grelo com força, e eu já não conseguia mais manter a pose. Gemia alto.
Ele começou a chupar com força e eu gritava de prazer.
— TA ME FAZENDO GOZAR PORRA.
Não para, tô ficando.. AHHH
Eu dei uma gozada tão gostosa que minhas pernas ficaram tremendo e bambas, ele não parou de chupar e eu tive um orgasmo longo.
Ele começou a fumar, eu fiquei de pé e tirei o top, tirei o a saia e fiquei só de calcinha.
Entrei no meio das pernas dele, abaixei o shorts dele e segurei o pau dele e abocanhei o pau dele.
Enquanto eu engolia o pau dele, a porta se abriu. E os amigos dele chegaram, eu abri um sorriso.
— eai parceiro. Podemos participar também?
Eu com o pau na boca olhei pro Vinicius, esperando ele responder. — Claro. Pra mim não tem problema — o Vinícius respondeu, com aquele ar de quem sabia que o show estava só começando.
— Pra mim também não — eu disse, abrindo um sorriso largo, sentindo o sangue pulsar em cada centímetro do meu corpo.
Eles se aproximaram de mim, formando um semicírculo. Eu não me levantei. Continuei ali, pequena no chão, e andei de joelhos até eles. Fiquei esperando, os olhos vidrados, enquanto cada um tirava a roupa e ficava pelado na minha frente. Eram quatro paus ali, latejando, cada um com um jeito, todos prontos.
— Quanta pica só pra mim — eu murmurei, passando a língua nos lábios, sentindo a brisa do baseado deixar tudo mais intenso.
— Vai aguentar? — um deles perguntou, a voz rouca de tesão.
— Ah, eu aguento sim — respondi, sem hesitar.
Eu comecei a chupar um por um. Era um banquete. Eu sentia as quatro picas endurecendo na minha boca, uma por uma, cada sabor e cada textura diferente. Eu não tinha pressa, mas a fome era grande. Eu amo quando eles perdem a paciência, seguram meu cabelo com força e fazem eu engolir tudo, me forçando a engasgar. Aquele desconforto no fundo da garganta, o cheiro de homem e o som deles gemendo em volta de mim me deixavam completamente fora de órbita.
Eu estava ali, ajoelhada, com o batom borrado e a calcinha minúscula já ensopada, sendo usada por todos eles ao mesmo tempo. Agora é que ia começar a brincadeira de verdade. Me pegaram com força, me tiraram do chão e me jogaram no quarto, me deixando de quatro na cama. Eu nem tive tempo de respirar. Enquanto eu me concentrava em chupar dois paus ao mesmo tempo, sentindo o vácuo e o gosto deles, o Tiago se posicionou atrás de mim.
Ele não teve delicadeza nenhuma. Com aquela brutalidade dele, ele agarrou as laterais da minha calcinha e rasgou na força bruta, jogando os trapos no chão. Senti o ar frio bater na minha bunda por um segundo, mas logo o calor veio com tudo quando ele me deu um tapa estalado, me deixando vermelha e com a pele ardendo.
— Puta... — ele rosnou.
Ele começou a esfregar o pau dele, quente e duro, direto na minha buceta que já estava encharcada. Eu sentia a pressão ali atrás enquanto continuava ocupada com os outros dois na frente. Sem aviso, ele empurrou fundo de uma vez, entrando com tudo.
Eu soltei um gemido alto, mas ele saiu abafado, preso no fundo da minha garganta por causa das picas que preenchiam minha boca. Meus olhos chegaram a lacrimejar com a pressão dele lá dentro, me preenchendo inteira, enquanto o Vinícius assistia a tudo, comandando o O Vinícius não aguentou só olhar. Ele queria sentir o que o Tiago estava sentindo, mas do jeito dele, muito mais possessivo.
O Vinícius se aproximou, a respiração vindo pesada no meu ouvido, e deu a ordem:
— Sai, Tiago. Deixa que eu assumo agora.
O Tiago saiu de dentro de mim resfolegando, quase no limite. O Vinícius nem esperou eu me recuperar; ele se encaixou e começou a me arrombar com uma força que eu ainda não tinha sentido naquela noite. A cada estocada profunda, ele espancava minha bunda com tapas violentos, deixando tudo ardendo e mais vermelho ainda.
Eu estava entregue, com a cabeça enterrada no travesseiro enquanto sentia ele me preencher até o fundo.
— Vou gozar, Bárbara... — ele rosnou, o corpo todo tenso.
— Me dá leite, safado! — eu gritei, virando o rosto para olhar para ele, com o desejo transbordando.
Ele não gozou dentro. Ele tirou o pau da minha buceta num puxão e já apontou direto para a minha boca. Eu abocanhei com tudo, querendo cada gota. Os primeiros jatos saíram com força, sujando meu queixo e escorrendo, mas eu não deixei nada se perder. Abocanhei de novo e engoli o restante da porra quente, sentindo o gosto forte que eu tanto queria.
— Caralho, que puta safada — um dos amigos comentou, olhando a cena de camarote.
Eu me afastei devagar, olhando para eles. Meu queixo estava todo lambuzado de porra, o suor fazia meu corpo brilhar e a maquiagem — aquele delineado e o batom vermelho que eu levei horas fazendo — estava completamente borrada. Eu estava um caos, mas nunca me senti tão poderosa.
— Que delícia, eu quero pica! — eu gritei, sentindo a adrenalina lá no alto.
O Rodrigo se deitou na cama, me puxou pra cima dele com um solavanco e começou a me foder com uma força bruta. Eu cavalgava com ódio, e as estocadas dele eram tão fundas que meu corpo inteiro estremecia a cada impacto. Eu sentia que ele queria chegar no meu útero.
Enquanto eu subia e descia, o Tiago se posicionou atrás de mim. Senti o pau dele, quente e pulsante, começando a esfregar no meu cuzinho. Por puro instinto de provocação, eu comecei a piscar o cu de propósito, sentindo a cabeça do pau dele roçar ali, só pra deixar ele maluco de vez.
Eu estava em um transe: chupando o pau do Vinícius que estava na minha frente, rebolando com tudo na pica do Rodrigo e sentindo o Tiago sedento lá atrás. Ele cuspiu no dedo e começou a melar meu cu, forçando a entrada.
— Nem pensar, no cu não! — eu avisei, parando um segundo, a voz saindo cortada.
— Só a cabeça, Bárbara... — ele rosnou, tentando empurrar.
— Não... nem pensar!
Eu achei que ele ia recuar, mas o Tiago estava possuído. De repente, ele desistiu do cu e forçou a entrada na minha buceta, que já estava completamente preenchida pelo pau do Rodrigo. Ele empurrou com tudo, dividindo o mesmo espaço, entrando o segundo pau onde mal cabia um.
— CARALHO... Tá maluco?! — eu berrei, sentindo minha carne esticar até o limite, uma sensação de preenchimento que eu nunca imaginei que existisse.
— Aguenta, putinha! — o Tiago respondeu, segurando minha cintura com força e começando a socar junto com o outro.
— Olha que vadia... dois paus na buceta! — o Vinícius exclamou, assistindo de cima, vendo minha buceta ser arrombada. Eu tentava gritar, mas o prazer era tão agudo, tão cortante, que o som ficava preso. Era uma dor gostosa, um arrombamento real que fazia meu grelo latejar sem ninguém nem encostar nele. A sensação de ter dois paus dividindo o mesmo espaço era demais, uma pressão que parecia que ia me partir.
— Para, para! Tira um, não vai dar! — eu gritei, já sem fôlego.
Eles atenderam, mas não pararam. O ritmo virou um rodízio frenético. Era um saindo e o outro entrando, sem me dar tempo de respirar. Eu era jogada de um lado para o outro na cama; ora de quatro, ora deitada, recebendo estocada atrás de estocada. O Tiago, o Rodrigo e o Marcos se revezavam na minha buceta com uma fome que parecia não ter fim, enquanto o Vinícius comandava o show.
Eles me colocaram de joelhos no chão e disseram para eu chupar. A cena era maravilhosa, os paus duro apontando pra mim. Eu abri a boca e chupei um por um, engolia com vontade. Eu não me levantei mais do chão. Fiquei ali, ajoelhada no tapete, sentindo os quatro em volta de mim como se eu fosse um altar. Comecei a chupar um por um, sem pressa, sentindo cada pica endurecer na minha boca. Eu queria que eles sentissem que eu era deles, totalmente entregue.
Aí começou a chuva. Eu não tive nem tempo de fechar os olhos direito. O primeiro jato veio com força, quente, atingindo minha testa e escorrendo pelo meu nariz. Logo em seguida, os outros vieram juntos. Era porra voando para todo lado, acertando meu cabelo, grudando nos meus cílios a ponto de eu quase não conseguir piscar.
Eu abri a boca, com a língua para fora, tentando pegar cada gota. Senti o gosto forte e o calor do gozo sujando meu queixo, borrando todo o batom vermelho que eu tinha passado. Minha maquiagem virou uma lama preta e branca; o delineado escorreu com o suor e a porra, me deixando com um visual de destruição total.
Eu estava encharcada, com o cabelo grudado no rosto e o cheiro deles em mim. Olhei para cima, com os cílios pesados de tanto leite, e dei um sorriso todo lambuzado. Eu estava ridícula e maravilhosa ao mesmo tempo.
Eles me usaram de todas as formas possíveis, me arrombando com força em um rodízio que parecia não ter fim. Eu sentia meu corpo ser moldado pelas mãos e pelas picas deles até o sol começar a entrar pela fresta da cortina.
Quando eu finalmente saí de lá, o dia já tinha amanhecido. Cada passo que eu dava até o carro era um sacrifício. Eu sentia minha buceta latejar, completamente inchada e sensível. O preço veio nos dias seguintes. Fiquei três dias sem conseguir andar direito, caminhando como se tivesse sido desmontada. A dor era constante, um lembrete físico de cada minuto daquela noite. Transar de novo? Nem pensar. Minha buceta precisava de tempo para voltar ao normal.
Mas nada me impede de fazer um belo boquete por aí.