MINHA REINICIAÇÃO SEXUAL – ATIVO E PASSIVO – PARTE III
Em 2015 me mudei para região de Campinas, e trabalhava à noite. Era desgastante e não tinha disposição, nem tempo para aventuras com trans, que se tornaram minha fantasia erótica predileta (até hoje, mas entenda quando digo trans, todo o universo que compreende também, crossdresser, femboy, femme male, trap, etc). Mas a saudade de me relacionar homoafetivamente bateu forte, e num dia que o expediente estava fraco e antes da meia-noite todo o trabalho já estava feito, liberamos o pessoal e fui para a região central de Jundiaí. Quem conhece sabe que ali antes, não sei agora, era ponto de programas com trans e mulheres do job. Dei duas voltas com o carro para conhecer as ruas, e parei numa travessa das avenidas principais, onde estavam três trans. Uma delas veio conversar comigo, e quando chegou perto reparei que era linda. Pequena, 1,55 no máximo, feições completamente femininas, falava suave, foi paixão à primeira vista. Nem argumentei, só pedi para entrar no carro e me direcionar para um lugar onde poderíamos ficar a sós. Chegamos num “hotel” perto do centro mesmo, nos identificamos na portaria, escolhemos um quarto e entramos. Eu estava encantado com aquela menina pequena, de pernas roliças, cabelo natural no ombro, feições muito delicadas. Fechamos a porta e nos sentamos na cama, ela me perguntou como eu gosto. Eu não conseguia parar de olhar para seu rosto, e disse o que mais queria: beijar sua boca. Trocamos vários beijos, carícias, carinhos, toques, mãos, gemidos, as vezes eu por cima, mas na maioria das vezes ela, até porque eu deveria pesar o dobro. Nós dois relaxamos e o fui muito natural tudo que rolou. Fomos tirando a roupa um do outro devagar, ainda nos tocando e beijando, até que eu fiquei só com minha boxer e ela de calcinha. Eu admirava seus pequenos seios, e beijando mais uma vez sua boca, fui descendo para sentir seu gosto. Eles eram durinhos, gostosos de lamber. Procurava me concentrar para não passar os dentes e machucá-la, só usando meus lábios, mas as vezes sugando com pressão os bicos que estavam durinhos e pontudos. Tudo nela era feminino, e no momento em que ela começou a retribuir meus carinhos, foi descendo para minha boxer, eu deitei e deixei que se posicionasse de lado. Tirou meu pau duro pra fora, e chupava delicadamente, as vezes lambia. Comecei a acariciar sua bundinha, e toquei em seu pau sem querer, ele estava durinho e fiquei mais excitado ainda. Tenho muita lubrificação, e acho que já comentei isto em histórias anteriores (é com h mesmo, pois são todas verídicas até agora), e meu pinto babava, escorrendo por sua boquinha. De vez em quando eu levantava e beijava sua boca, puxando para minha, meu próprio gosto que escorria pela sua boquinha. Quando percebemos que nosso grau de excitação já estava sob pressão máxima, acabamos de tirar as roupas e me deparei com o pau mais lindo que já vi na vida. Ele tinha uns 13 ou 14cm, espessura mediana e acabava numa ponta mais fina e triangular. Parecia de desenho. Tinha a cabecinha lisa e a cabecinha toda aparente, clarinho, delicado como parte de um conjunto perfeito. Eu salivava dentro da boca, com vontade de mergulhar e babar naquele pau lindo todinho, mas consegui me conter. Ela sugeriu que eu a penetrasse, e estava no ponto então topei. Perguntei qual posição era mais prazerosa para ela, e me pediu para pegá-la de frente, onde colocamos travesseiros por baixo para levantar sua cintura. Coloquei o preservativo, passei lubrificante, ela passou na entrada e coloquei a ponta do meu pau naquela entradinha. Achei que ia ser muito apertada, mas não foi tanto, ele foi entrando, devagar, fazendo pressão, mas deslizou para dentro sem precisar fazer outras tentativas. Ela gemeu, parei com medo de estar machucando, e ela pediu para continuar. Comecei o vai e vem segurando na sua cintura, devagar, não tinha a mínima pressa, porque queria aproveitar aquele momento, olhando para seu rosto lindo, seus seios e seu pinto. Mas a excitação estava a mil, e precisei várias vezes parar para não gozar. Para que não percebesse eu deitava e a beijava sem tirar de dentro. Mas todo o controle tem um limite, e meu gozo se aproximou duma forma que não tinha mais volta. Só deu tempo de falar que ia gozar, e já estava jorrando dentro dela. Deitei-me de costas, e ela se deitou no meu braço. Sabia que para um programa, o cliente gozou – trabalho feito. Mas não queria parar aquilo ali. Pedi se eu podia tocar no pau dela, e com um sorriso maroto e lindo, ela disse – claro. Ele ainda estava durinho, mas não tanto quanto antes. Me agachei de frente para aquele triangulo em forma de pinto, e comecei a chupá-lo – que delícia. Com mais cuidado ainda para não encostar os dentes, eu lambia, chupava, enfiava tudo na boca e via os olhinhos dela se revirarem. Quando estava bem durinho de novo, perguntei se queria me comer, ela me fitou os olhos, e disse que poderia ser. Eu sei, se ela não tivesse um orgasmo, seria melhor para ela, para estender a noite com outros clientes, mas eu precisava provar aquele falo dentro de mim. Fiquei de quatro, ela tentou enfiar, mas era alto demais, e fui abaixando, até conseguir sentir a cabecinha na portinha do meu cuzinho. Relaxei, abrindo as pregas, e senti ela pressionar para entrar, relaxei mais e a cabeça pulou para dentro. Aos poucos ela foi enfiando o resto, até sentir as bolas dela tocando as minhas. Ela estava excitadíssima, senti isto no quanto seu pau estava duro, e me puxava para junto no movimento de vai e vem. Gemia e perguntava se estava gostoso, eu falava para não parar e enfiar tudo. Senti que estava mais forte seu aperto, sinal de que seu gozo estava perto, abaixei quase todo o meu corpo, e comecei a rebolar no pau dela. Ela parou de se movimentar, segurou minha cintura, e só ficou sentindo-me empurrar a bunda, rebolar e voltar. Comecei a fazer isto mais rápido, e senti um grunhido e um aviso veio – eu vou gozar, eu vou gozar...apertei mais meu cuzinho segurando seu pau, e rebolando mais forte e fundo, ela gemeu me apertou e gozou gostoso dentro de mim. Terminamos deitados, eu de barriga para baixo, e ela nas minhas costas, ainda dura no meu cuzinho. Aos poucos foi amolecendo e saiu, aí me virei, ela se deitou no travesseiro e dei mais um beijo de agradecimento por aquela incrível trepada. Nos encontramos mais algumas vezes, sempre parecido, muito tesão entre nós. Até que passei uns 4 meses sem ir vê-la por falta de oportunidade, e quando fui não estava mais lá. Voltei mais duas vezes, mas nunca mais a encontrei. Não podia guardar seu celular, porque minha mulher podia ver, mas me arrependi de não ter encontrado um jeito de marcar seu contato. Na última vez que fui procurá-la, acabei fazendo um programa que vai entrar no próximo conto: quando fiquei com duas ao mesmo tempo – uma mulher e uma trans.
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