Parte 4 - Um dia no canil

        Ao sair de casa, dei bom dia para as duas, com uma foto delas dormindo desnudas na cama, cheguei no trabalho de Motoristas por aplicativo em 45 minutos, eu pegava de 9hrs, 10hrs o grupo começou a operar, N acordou, deu bom dia, mandou uma foto, sorrindo com os olhinhos fechados, muito fofa, ela trabalhava por home-office, então, só levou o computador, e trabalhou na mesa de jantar mesmo, por volta das 11hrs, a mensagem era de C, acordou tarde, mas não esperava mais de uma senhora da "high society", brincamos sobre isso no grupo, ela caiu na brincadeira dizendo que eles poderiam continuar trabalhando, enquanto seu marido ganhava dinheiro para ela, ela lavou os pratos do jantar, arrumou a bagunça na sala, no intervalo do trabalho para o almoço, peguei o celular, o grupo estava calado, perguntei o que estava acontecendo, elas explicaram que estavam conversando no AP mesmo, esqueceram do grupo, senti ciúme, mas nada mortal, almocei e voltei ao batente, no intervalo para o café, por volta das 16hrs, peguei o celular e tinha uma foto no grupo, abri, eram N e C abraçadas no sofá, N tirava a foto, a legenda era especialmente sacana: “Estamos com saudade do dono!”, continuar a trabalhar depois daquilo foi difícil, só consegui fazer o que era mecânico, minha cabeça totalmente ocupada, demorou muito até chegar 18hrs, mas finalmente chegou, peguei um Motorista por aplicativo ainda no escritório, normalmente esperava chegar no saguão, mas nesse dia eu estava com pressa, mais 45 minutos até o apartamento na parte alta, cheguei no saguão, dei meu nome, o porteiro era outro, o protocolo foi o mesmo, reparei nele pegando o celular ao invés do interfone, provavelmente ligou para o Sr. D, logo após, reparei nele interfonando, e me liberou, eu quase corri ao elevador, tão cedo quanto a porta abriu, o barulho de risadas preencheu meus ouvidos, as duas estavam no sofá, conversando, a TV estava ligada, estava passando uma novela, mas nenhuma das duas parecia se importar.

- Boa noite, meninas! - Falei animado me aproximando do sofá.
- Oi, meu amor!! - Respondeu N, pulando do sofá e vindo me abraçar.
- Oi R, como foi no trabalho? - Respondeu C, olhando para mim com alegria.
- Um porre, mas é por isso que eu recebo salário, né? - Dei um Selinho na minha namorada e sentei com ela ao lado de C, dando um selinho nela.

        Conversamos animadamente no sofá um pouco, N nos meus braços, e C ao lado, fazendo carinho no meu ombro, por cima da camisa, até a fome surgir, pedimos uma pizza com o cartão da C, do Sr. D, e ficamos conversando animadamente, a TV ficou de fundo, dessa vez a sala perfeitamente acesa, quando a pizza chegou, o interfone tocou, C foi atender e ficamos eu e N na sala:

- Como foi a tarde com a namorada nova, meu amor? - Perguntei apertando a cinturinha dela.
- Complicado, eu tinha que terminar uma arte, mas a gente acabava sempre conversando, quase não fiz nada hoje!
- Oh, que problemão! - Falei cheio de ironia fazendo cócegas nela.
- Mas sabe o que eu reparei, quando eu tava trabalhando, ela ficava olhando hora no celular, preocupada, você acha que é com o marido dela?
- É sim, acho que ela sente falta dele, ela fez isso ontem, a gente tem que lembrar por quê tá aqui! Temos que distrair ela, você consegue me ajudar?
- Não sei… Tentei dar uns beijinhos nela hoje, mas ela não reagiu, acho que ela não gosta tanto de mim…
- Absurdo! Ela adora você! Eu só acho que é novo para ela, lembre-se que ela nunca transou com mulher, você tirou a virgindade lésbica dela, se é que isso existe kkkkkkk.
- Existe sim! É uma vida antes e uma depois de uma bucetinha! Piroca é tudo igual - falou ela passando a mão por cima da minha calça - Fora essa aqui…
- Parou a saliência! - Falei tirando a mão dela na minha calça - Essa aqui é toda da nova cadelinha, você vai assistir muita coisa hoje, aliás, acho que tive uma idéia, você não perde por esperar, aliás, trouxe o que da brinquedoteca?
- Ah, eu trouxe as fitas, 2 ou 3 plugs, um vibrador, lubrificante… acho que só, não deu tempo de buscar a coleira, desculpa!
- Tudo bem, dá pra trabalhar bem, dos plugs você trouxe o pequeno?
- Trouxe sim, mas você não acha que tá muito cedo para comer o rabo dela não?
- Tu tá achando coisa demais! - Puxei ela para perto e beijei ela brevemente, parei e sussurrei no seu ouvido - Você não perde por esperar!

        Nesse tempo C voltou, avisou que a pizza estava subindo, pediu para buscar, e foi arrumar a mesa, pra variar, não estava acostumado ao mundo rico, pensei que “a pizza estava subindo” era forma de falar, fui pro elevador e apertei o botão, pensando em buscar na portaria, quando a porta abriu, a pizza estava em um banquinho de plástico, aparentemente, na high society, a pizza realmente “sobe”, sozinha, peguei a pizza e levei a mesa, comemos, e a diferença entre nós começou a ficar clara, não tinha papel toalha na mesa, C colocou talheres, fatiadora, pratos, eu fiquei confuso, até ver ela praticamente realizar um ato de elegância, abriu a caixa, fatiou, tirou uma fatia com outro talher, e colocou no prato na frente de N, minha namorada, pasma, confusa, olhou para mim buscando respostas, tivemos uma breve conversa, a vida anterior dela no interior foi humilde, na época ela não comeu pizza, foi comer com o Sr. D, e ele, não sei se por costume, ensinou só a comer com talher, estranho para a gente, pedimos por papel toalha, ela falou que tinha na cozinha, N não contou conversa, foi rápido até lá, buscou um rolo quase intocado, tirou 2 folhas, tirou a fatia de seu prato olhando nos olhos da nova amiga, e mordeu. Eu fiz o mesmo, sem cerimônia. C estava paralisada, não sabia como reagir, tentou repetir, pegou papel toalha, sem jeito, tentou pegar a fatia, deixou cair um bocado de recheio na caixa, e mordeu:

- Mas… e se a gente se sujar? Minha mão tá toda cheia de farinha… - falou com certo nojo, como se alguém reprovasse algo que ela aprendeu na escola.

        N mais uma vez não se conteve, imediatamente colocou os dedos que N usou de exemplo na boca e chupou.

- Viu, a gente se limpa, não é problema! Você nunca comeu pizza com a mão não? - N questionou voltando à sua pizza.
- Nunca precisei! - Falou debochando em tom bem humorado.
- Poxa, pobre mulher rica! - Falei, mais uma vez recheado de ironia - Senta aí e relaxa, não é a primeira coisa que aprende com a gente, nem vai ser a última!

        Jantamos animadamente, C estava desajeitada, ela era inteligente, aprendia rápido, estava se divertindo muito, apreciar aquilo era maravilhoso, quando todos já estávamos empanturrados, e eu cortei o assunto e a conversa animada:

- Então, meu amor, tem sobremesa?
- Claro! Tem sorvete na geladeira! - Falou levantando da mesa, pegou o pote no congelador e voltou, com potinhos e colheres - Não vão dizer que comem sorvete com a mão também, né?
- Não! kkkkkkkkkk - Peguei um pouco de sorvete, desforme demais para chamar de bola, coloquei na boca de C, e a beijei - A gente come sorvete com a língua, como todo mundo! - Coloquei sorvete na boca de N - Quer provar um pouco não?

        C tirou a timidez do ambiente e beijou a N, que respondeu abraçando ela, eu coloquei sorvete na boca e N “provou” também, coloquei uma quantidade boa no potinho e o levei para o sofá, e ficamos experimentando o sorvete uns nos outros por algum tempo, até eu interromper a brincadeira, tirando a roupa, e derrubando um pouco no meu pau, elas entenderam o recado, e vieram me chupar, era uma delícia, mas a diferença era chocante, a inexperiência de N era perceptível, ela não sabia chupar direito a minha pica, parecia imitar N, e N não se fazia de rogada, decidi então me aproveitar da situação:

- Ei, C, você não tem muita experiência chupando, tem? - Falei fazendo carinho no cabelo dela
- Claro que tenho, eu sou CA-SA-DA! - E tentou lamber minha pica sem jeito pela lateral.
- É, mas ele nunca te ensinou como chupar um pau direito, N, faria o favor de dar aula para a nova colega de canil? - Falei olhando para C, que engolia o meu pau com maestria, me olhando, e o tirou da boca só para responder.
- Claro, meu dono! - Falava meio sem fôlego, mas cheia de animação.

        Dali eu me sentei no sofá, N veio por cima, e ao invés de só chupar, ela primeiro pegou meu pau, explicou quais as partes mais sensíveis, claro, lambendo elas me olhando, e pediu para C repetir se entendeu, ela repetiu, segurando meu pau ainda sem muita firmeza, ato que foi corrigido devidamente, N a ensinou como segurar, como apertar, sempre pedindo para ela repetir, eu não sabia que N era uma professora tão boa, me surpreendeu positivamente, após isso, ela ensinou como chupar pau, os movimentos, como era importante revezar os movimentos, não muito, que ficava difícil de sentir, e não esquecer de variar, que ajudava a excitar, ao fim, ela chupou minha pica com maestria por uns 5 minutos, arrancando gemidos longos de mim, de fato, ela era a melhor boqueteira que conheci na vida, principalmente pois de vez em quando ela fazia uma garganta profunda, eu adorava aquilo, ela ia até o fundo, e voltava completamente babada, chupando com mais energia, ao fim, segurou meu pau, e batendo na cara, falou que era a vez de C, eu não tinha visto, mas ela já estava nua, tirou a roupa fora da minha atenção, e caiu de boca na minha pica, ela não olhava para mim, diferente da minha namorada, estava completamente focada na minha rola, mas era perceptível como ela estava tentando replicar tudo que tinha aprendido com a nova amiga (em um momento futuro, ela disse que gostava de ser chamada de namorada, mas queria ser “amiga com benefícios” da N, segundo ela, mulher dá tesão e é gostoso, mas não consegue criar um laço, C aprovou o regime novo, para ela era até melhor, ela revelou que sentia menos ciúme e dava mais tesão sentir que éramos objetos para mim, e ajudava a não sentir ciúme), diferente de minha namorada, que me olhava nos olhos sempre que podia, C era focada no meu pau, mas o melhor estava por vir.
        Em um momento, ela me olhou fundo nos olhos, eu só reparei pois o movimento parou e eu tive que parar para olhar o que estava acontecendo, então, sem pensar duas vezes, fechou com força os olhos, e fez uma garganta profunda, sem jeito, N não tinha ensinado sobre como enfiar tão fundo, mas a noite passada tinha ensinado a técnica de respiração na prática, ela voltou e deu uma pausa, esperando uma reação, a única reação que tive foi um gemido alto e longo, empurrando a cabeça dela de volta para meu pau, vi um sorriso no rosto dela, N se juntou, e as duas me chuparam, ora as duas ao mesmo tempo, ora revezando, era incrível como ela aprendia rápido, até o momento onde anunciei que iria gozar, já estava no limite, N tomou a frente, explicou que quando chega nesse momento, o foco era em repetir até o fim, botou o pau na boca, e chupou com força, passou o pau a amiga, que fez o mesmo, até o momento onde pressionei a cabeça dela contra o pau, ela engoliu, e soltei leite em sua boca, ela conseguiu beber cada gota, mas não engoliu, a surpresa do dia veio agora, ela voltou chupando meu pau, puxou N pelo pescoço e a beijou, as duas dividiram o leite em um beijo gostoso, eu não acreditava no que estava vendo, C estava criativa, ninguém tinha ensinado isso a ela, depois ela explicou que tinha pensado nisso na hora do sorvete, uma ideia genial, que me jogou no sofá, sem forças, mas eu não podia descansar, agora tinha 2 mulheres morrendo de tesão, e eu tinha que cuidar delas.
C veio por cima de mim, e me deu um beijo apaixonado, minha mão foi automaticamente na bunda dela, e no meu pescoço veio N, todos os meus problemas de cansaço aos poucos iam sumindo, conforme N largava do meu pescoço, eu larguei da boca da minha nova cadelinha, puxei N pela cintura, e comecei a chupar seu peito, minha nova cadelinha entendeu a ideia, e foi chupar o outro peito, N montou em cima de mim, e ambos nos deleitamos em seus peitões, ela adorava aquilo, quase gozou, mas antes que ela tivesse a oportunidade, meu pau ficou duro, e eu empurrei ela em sua direção, ela montou, e começou a me cavalgar com energia, puxei C para cima, e ela estava confusa em saber o que eu queria, dei um tapa na cara dela, segurei sua cabeça, e falei devagar: “Senta na minha cara, cadela!”, ela balançou a cabeça, engoliu a seco, e sentou mesmo sem entender, eu puxei sua buceta para minha boca, no momento que sua buceta começou a ser chupada, ela entendeu o que eu queria, a sala se preencheu com 2 gemidos, altos, em ritmos e vozes diferentes, até que não mais, meus ouvidos já atrapalhados pelas coxas de C que apertavam minhas orelhas, se cessaram, eu entendi o que estava acontecendo quando passei as mãos pelas pernas de ambas, elas estavam se beijando, aquele quadro não durou muito, eu tinha um trabalho e pretendia concluir, mirei minha língua no grelinho duro de C e em alguns minutos ela gozou fartamente na minha boca, uma gozada forte, seguida de um grito, e dela desabando para o lado, levantei, puxei N pela cintura, e passamos a meter abraçados, entre beijos e apertos em seus peitos, olhei no fundo dos seus olhos, puxei seu cabelo, com a outra mão que estava na cintura, segurei o seu peito e torci, ela gritou e gozou, apertou meu pau e jogou o corpo para trás, tive que largar seu peito e voltar a segurá-la, ou ela iria ao chão, a abracei, e caímos no sofá, ela voltou a me beijar, eu fui por cima, e enfiei os dedos na sua buceta, falando pertinho dela o quanto ela é safada, que ela não valia nada, eu sabia um segredo fundamental, o ponto G da mulher é tão importante quando saber o que falar em seu ouvido, estimulei bem os dois pontos, e ela gozou gritando alto, quase esmagando meus dedos, antes de apagar.
        Eu agora estava de pau duro, e não ia acabar aquilo sem gozar de novo, aquelas eram minhas cadelinhas, sussurrei no ouvido de N:

- Pega a brinquedoteca e leva pro quarto - Dei um beijo no pescoço e parti para cima de C.
- Ei, tá pensando que vai descan-

        Eu não pude terminar a frase, C interrompeu com um beijo, puxei ela pela cintura, encaixei em meu pau, e a levantei, ela gemeu na minha boca, fiquei metendo nela ali por algum tempo, enquanto N se recuperava, vi ela indo até a mochila na cadeira na sala, buscar algo, sentar na cadeira, e ficar olhar a gente, sabia que chegou a hora, dei um tapa na cara de C e a empurrei ao sofá, ela se recuperou rápido e veio engatinhando, como se quisesse chupar meu pau, levantei sua cabeça pegando pelo cabelo, e segui apertando seu pescoço, levantei ela alto suficiente para que N pudesse ver:

- Vamos pro seu quarto, quero comer você onde você dorme com o corno do teu marido! - Falei apertando seu pescoço e enfiando o dedo polegar na sua boca, alto o suficiente para que nossa audiência pudesse ouvir.
- Au au! - Ela falou, colocando a língua para fora e chupando meu dedo, agora fazendo contato visual.

        Dei um tapa na cara, e pedi a patinha, ela deu, fomos de mãos dadas até o quarto N já estava na numa poltrona, e encima da cama estava a necessaire que era a forma de viagem da brinquedoteca, empurrei C na cama como se fosse um objeto, e ela me olhou com olhar de desejo, mas eu estava tendo outra ideia, olhei para N, que já estava se tocando, e com a mão a chamei para perto, ela obedeceu minha ordem, a beijei e a coloquei sobre sua nova amiga, que não se fez de rogada, entendeu pela noite anterior o que eu iria fazer, as duas ficaram se pegando enquanto eu passava na brinquedoteca e pegava o plug anal pequeno e lubrificante, C era enorme e não era inteiramente coberta por N, o que sobrava eu aproveitei, chupei seu grelinho e estimulei seu rabinho, estava relaxado do jeitinho que eu gosto, parei, passei lubrificante nos dedos, e passei a chupar e tentar introduzir em seu cuzinho incrivelmente apertado, coloquei 2 dedos até o fundo, ela começou a gritar e pedir para eu parar, enfiando as unhas nas costas de N, que gritava junto, tirei os dedos só para enfiar de uma vez só o plug, chupei mais um pouco sua buceta, levantei, e passei a meter na sua buceta, puxei N para perto, enquanto metia na buceta de C, o plug no cu fazia pressão em sua buceta, ela sentia minha pica e o plug no cu, no andar de cima, judiava da minha namorada, masturbava ela com a mão e falava em seu ouvido para ela olhar, que aquela cadelinha estava gemendo no pau do dono dela, em um instante derradeiro, reparei na respiração e espasmos de C, ela estava quase gozando, eu senti que estava vindo um orgasmo e parei de meter, coloquei N deitada encima da amiga que morrendo de tesão voltou a arranhar suas costas, passei lubrificante nos dedos e comecei a enfiar no cuzinho de N, para sofrimento da minha nova cadelinha, não tirei meu pau dela, estacionei ele sem mover, ela viu C viu seus olhos de N arregalaram, mas não viu seu cuzinho treinado abrir espaço para meus dedos até o final, quando terminei, girei de leve os dedos, sentindo a reação, antes de tirar, segurei seu cabelo, deixando bem no alcance de visão de sua amiga, tirei meu pau da buceta quente onde estava, e enfiei o meu pau em um cu apertadinho, como sempre, N vira um animal dando o cu, ela gemia, urrava, gritava, eu provocava pedindo pra ela agradecer a C, pela pica, ela agradecia, chupava seus peitos, e antes de gozar, eu reparei em N segurando seu rosto com carinho, falando algo que não consegui entender, reparei nela apertando os peitos da minha cadelinha e torcendo, vendo aquela cena, eu não aguentei e gozei no cu dela, que também já devia estar no limite e gozou forte.
        Joguei ela de lado, montei em cima de C, e enfiei os dedos na sua buceta, provoquei ela perguntando se ela já tinha enfiado algo no cuzinho, ela disse que não, nem pensou nisso, eu provoquei mais, dizendo que uma vagabunda como ela nunca faria isso com o marido, ela gemeu alto, estava confirmado, não era só o marido que queria ser corno, ela queria ser amante, chamei ela de puta, que ela logo estaria dando o cu pra outro homem, e mandei ela parar de falar e latir até gozar, ela fez isso, conseguia ver seus olhos rolando para trás antes de um orgasmo, melou minha mão toda, enfiei 3 dedos na sua boca, ela olhava nos meus olhos e percorria a língua entre os dedos, tirei a mão, a palma ainda estava melada, dei um tapa na sua cara, que deixou cabelo grudado. N me buscou, nos abraçou, ficamos os 3 namorando, beijando, conversando, rindo e eventualmente dormimos, abraçados e apaixonados.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario lozo

lozo Comentou em 10/02/2026

Conto bom demais, muito excitante, picante, na dose certa de erotismo instigante e sensual. Que delicia, agora que a esposa provou o sabor delicioso de uma buceta, fica muito mais gostoso poder também atender as vontades, os desejos e o tesão dela, que maravilha. votado e aprovado




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254246 - Parte 3 - Processo de adestramento - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
254128 - Parte 2 - Tesão acumulado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
254029 - Parte 1 - Um desejo - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil ocanil
ocanil

Nome do conto:
Parte 4 - Um dia no canil

Codigo do conto:
254321

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0