Suruba com a vizinha nova - PARTE 3

        Quem não leu a parte 1 e 2 recomendo que leiam, pois é importante para entender o contexto e ter a experiencia completa.        
        Como havia contado na parte anterior, eu fui chamado para o encontro no “club vip” dos vizinhos que iria acontecer no sábado às 19h. Eu estava ansioso e empolgado com isso, pois estava louco para dar um trato na gostosa Luana.
        Quando chegou o dia, me vesti com uma roupa social para ficar elegante, uma camisa cinza escuro e uma calça jeans preta da Zara, coloquei perfume porque a mulherada adora um homem cheiroso, mas não exagerei, pois o cheiro natural também ajuda, coloquei as bebidas em uma sacola e por último, mas não menos importante, levei 3 camisinhas, só para garantir.
        Chegando perto do horário combinado, dei uma olhada na câmera para ver se algum carro havia chegado e nenhum tinha aparecido ainda. Fui mesmo assim, afinal, adoro começar uma festa. Toquei a campainha e quem me recepciona é o Vinicius, que estava mais bem vestido que o normal, com camisa social e calça jeans escura. Ele me cumprimentou, falou que eu fui o primeiro a chegar. Eu brinquei falando que se eu atrasasse seria sacanagem. Ambos rimos, depois entreguei as bebidas e entramos na casa. O Vinicius me mostrou o andar térreo da casa, mostrou a sala, cozinha e os dois banheiros. Era uma casa bem arrumada e bonita por dentro, só não tinham muitos móveis, até porque eles moravam lá a pouco tempo.
        Eu perguntei onde a Luana estava e ele me disse que ela estava terminando de se arrumar, sabe como mulher é. A gente bateu um papo e depois de uns 15 minutos toca a campainha. O Vinicius se levanta, pede licença e vai em direção a entrada da casa. Antes do Vinicius voltar a Luana desce as escadas e me pergunta:
        - E aÍ? Como eu estou?
        Ela estava usando um vestido slip de cetim cor de champanhe, salto alto dourado, estava uma verdadeira gostosa. Não consegui disfarçar o sorriso e disse:
        - Lindíssima, o Vini é um homem de sorte.
        Ela sorriu olhando para baixo, como se estivesse envergonhada e disse que ele era mesmo. Nisso o Vinicius entra na sala com os convidados, eram 3 caras, o casal não havia ido desta vez, ele me apresentou o pessoal e nos sentamos nos sofás e poltronas. Como não me recordo do nome dos 3, vou chamá-los de João, Rafael e Pedro. O Vinicius foi na cozinha trazer as taças para tomarmos o vinho e a Luana perguntou qual pizza a gente gostava e foi buscar uns salgadinhos para petiscar enquanto as pizzas não chegavam.
        Eu troquei uma ideia com os caras e aparentemente eram gente boa, gostavam de falar de filmes e séries e ficamos nisso por um tempo. Ficamos todos conversando e bebendo, tomei uma taça de vinho e já fui para o Whiskey. Já estava ficando meio tonto e todos nós começarmos a falar besteira e ríamos de qualquer coisa. Por um breve momento tinha até me esquecido do principal motivo de ter ido lá.
        Depois de um tempo percebo que a Luana e o João não estavam lá na sala, simplesmente sumiram sem eu perceber. E continuamos a conversar e beber. Passaram-se uns 20 minutos e a campainha toca, nessa hora o Vinicius diz:
        - Caramba, finalmente chegou essa pizza, que demora do caralho. Ô Gabriel, pode ir lá buscar? Preciso ir no banheiro, toma aqui o cartão é só aproximar.
        Eu peguei o cartão e fui buscar as pizzas, estava meio tonto, mas não deixei transparecer. Quando volto com as pizzas percebo que o João deu as caras e quem não estava mais lá era o Rafael. Achei estranho, porém relevei e começamos a comer. Passou mais 15 minutos e já estava pensando em perguntar pela Luana.
        Porém antes que pudesse perguntar, o Vinicius olha o celular, se levanta da poltrona e diz para eu o seguir. Eu perguntei o que tinha acontecido e ele disse que era para eu ajudar a procurar a Luana com ele.         
        Nós subimos até o segundo andar da casa, ele me apresenta o escritório e um quarto vazio que futuramente seria um quarto de hospedes, tinha outro banheiro, porém estava trancado, e pelo barulho tinha alguém tomando banho lá. Nisso faltava apenas um cômodo, nós entramos nele e era outro quarto com outra porta, ou seja, uma suíte. O Vinicius fecha a porta e falou para eu me sentar na cama. Estava achando aquilo estranho, mas resolvi me sentar. Ele se aproxima com uma cara séria e meio bêbado e fala:
        - Bom Gabriel, sabe que eu te considero um amigo e sabe o que os amigos fazem?
        Olhei com cara de confuso e disse:
        - Não sei, o que?
        No que ele responde:
        - Nos ajudamos um ao outro. Eu e a Luana achamos que você se encaixa no perfil dos nossos encontros. Mas como você deve saber, não são encontros quaisquer. Queria que você me fizesse um favor, mas relaxa que daqui a pouco você vai entender. Mas antes, quero que você prometa que tudo que acontecer nesse quarto e nesta casa fica em total segredo, tá bem?
        Concordei balançado a cabeça.
        - Bom, vou me retirar. Espere aqui.
        O Vinicius abre a porta, sai do quarto e fecha. Passaram-se alguns segundos em total silêncio, um suspense do caramba, quando de repente a porta do banheiro abre lentamente. Era a Luana vestida com apenas um sutiã preto e uma calcinha de renda preta. Ela olha para mim com uma cara de predadora e pergunta:
        - Olá Gabriel, como eu estou agora?
        Eu olho para ela hipnotizado e incrédulo de que aquilo estava mesmo acontecendo e respondo:
        - Você está do jeitinho que eu gosto, uma tremenda gostosa.
        Ela sorriu para mim e foi em direção a porta do quarto e tranca. Ela pediu para eu deitar na cama e assim eu fiz. Deitei com os pés no chão e ela veio em minha direção, começou a tirar meu cinto e abrir o zíper da calça. Nesse momento eu perguntei se eu poderia beijar ela, que responde:
        - Eu só beijo o Vinicius. Você está aqui para me satisfazer. Afinal de contas, você concordou em ajudar ele a apagar meu fogo.
        Quando ela falou isso eu entendi o lance, ela não queria afeto, ela queria mesmo é ser comida sem dó. Tendo isso em mente, falei:
        - Então vem chupar meu pau sua vadia. Sabe que eu estava esperando um bom tempo por isso, né?
        Ela sorriu para mim com cara de safada e continuou a abrir o zíper e começou a abaixar minhas calças. Ela reparou no volume e começou a alisar meu pau que estava por dentro da cueca. Quando eu bebo o meu pau fica igual uma pedra então eu já estava em ponto de bala. Ela começou a tirar minha cueca com as duas mãos e meu pau saiu para fora quase batendo na cara dela. Ela começou a admirar e elogiar meu pau, que apesar de não ser tão comprido, tendo entre 16 e 17 cm, ele é consideravelmente grosso então geralmente faz sucesso entre as mulheres.
        Ela começou lambendo a cabeça e foi descendo até a base, deixando meu pau molhado. Quando deixou ele bem lambuzado, ela agarrou a base com as duas mãos e começou a chupar a cabeça. Ela ia descendo cada vez mais até chegar na metade. Nisso, ela começou a aumentar o ritmo, uma mão na base do meu pau a outra agarrado no tronco subindo e descendo no ritmo da chupada. Eu fechava os olhos de tanto prazer, escutando aquele barulho que estava quase se engasgando. Ela sabia o que estava fazendo, diria até que poderia ser uma puta profissional.
Ficamos nisso por alguns minutos, quando sinto que estou perto de chegar coloquei as mãos na cabeça dela, apertando seus cabelos e ajudando ela a descer mais na chupada. Quando estava prestes a gozar disse que iria jorrar na boca dela. Ela, escutando isso, parou de chupar e diz:
        - Não vai gozar ainda. Agora é a sua vez de me satisfazer.
        Ela levanta, vai até armário, abre uma gaveta e tira uma camisinha de lá. Eu olho para ela e falo:
        - Não. Antes vou chupar a sua buceta.
        Nesse momento peguei ela pelos braços e joguei ela na cama de barriga para cima. Comecei a tirar a calcinha dela e iniciei a massagem no clitóris dela. Ela fechou os olhos e começou a morder os lábios. Eu então coloquei as pernas dela nos meus ombros e começo a lamber a buceta dela. Ela gemeu demais, cada vez com mais intensidade. Nesse momento eu me recordei da gemeção que eu ouvia lá da minha casa, e pensei em como era sortudo de estar chupando aquela buceta que havia desejado há meses e que logo estaria fodendo esta mesma buceta.
        Enquanto eu a chupava, ela se contorcia e apertava minha cabeça com as coxas dela, chegando ao ponto de puxar meu cabelo com as duas mãos. Nisso ela anuncia que ia gozar e de repente começou a tremer muito o corpo todo e quando tirei minha boca e ela começou a se masturbar rapidamente, provavelmente para se estimular enquanto gozava.
Depois de ver aquela cena maravilhosa, eu pego a camisinha do chão e começo a abrir. Ela, ao ver isso, levanta e tira a camisinha da minha mão e fala para eu deitar na cama. Ela termina de rasgar o pacote e tirou a caminha de dentro. Começou a posicionar a camisinha na base do meu pau e foi abaixando lentamente até encapar todo o garoto com as duas mãos. Depois ela subiu na cama, ficou de pé sobre mim e foi agachando de frente para mim, como se estivesse fazendo o agachamento na academia. Foi posicionando a porta da buceta no meu pau e encaixou a cabecinha. Senti meu pau engolindo aquela bucetinha centímetro por centímetro até ele sumir todo dentro daquela gostosa. Ela ficou parada uns segundos e de repente comecei a sentir a buceta apertando, como se tivesse uma mão apertando meu pau dentro dela. Depois eu descobri que ela estava praticando a arte milenar do pompoarismo. Ela ficou lá parada apertando meu pau por dentro e eu estava adorando cada segundo. Neste momento ela pergunta:
        - Gostou do meu talento? – falou isso mordendo a lábio inferior e com a maior cara de safada.
        Nesse momento eu não me aguentei e agarrei a bunda dela e comecei a bombar nela. Meu pau deslizava com certa dificuldade na bucetinha dela. Parecia que ela era virgem de tão apertadinha, acredito que ela estava apertando meu pau por dentro ainda, para provocar esse efeito. Enquanto ela me cavalgava eu perguntei se poderia tirar a camisinha, pois queria sentir ela de verdade. Ela negou e disse:
        - Quem sabe um dia, se você fizer um bom trabalho hoje, talvez eu deixe você me comer sem camisinha.
        Eu fiquei mais alguns poucos minutos bombando e quando senti que estava próximo de gozar eu tirei ela de cima de mim e pus ela na posição de quatro. Quando vi aquela raba grande e redondinha fiquei maluco. Encaixei meu pau na portinha da buceta, fiquei pincelando para recuperar meu fôlego e logo enfiei até o talo. Agarrei ela pela cintura e fui metendo nela com força. Achei que duraria mais naquela posição, mas senti que estava perdendo a luta rapidamente. Em poucos minutos senti que estava prestes a gozar, mas fui tirando o pau, segurava a base para me recuperar e colocava dentro de novo rapidamente. Fiz isso porque queria que durasse o máximo possível.
        Fiquei bombando nela uns 10 minutos e senti que estava de bom tamanho. Anunciei que iria gozar para ela, nisso retiro meu pau de dentro, removo a camisinha, viro ela para mim e miro meu pau na cara dela e começo a bater uma para finalizar. Ela botou a língua para fora e nesse momento despejo vários jatos na cara dela. Ela ficou cheio de gozo na cara, na boca e um pouco nos peitos, foi uma cena digna de filme pornô.
        Depois disso a gente se trocou, ela me da um beijo na bochecha, e disse que eu fiz um ótimo trabalho e que ela iria pensar naquilo que eu tinha pedido. Já fiquei animado por ter a possibilidade de comer ela sem camisinha no futuro e feliz por ter realizado o meu desejo de meses.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Suruba com a vizinha nova - PARTE 3

Foto 2 do Conto erotico: Suruba com a vizinha nova - PARTE 3


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casualsomente Comentou em 10/02/2026

A vizinha dos meus sonhos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Suruba com a vizinha nova - PARTE 3

Codigo do conto:
254349

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
10/02/2026

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