Comi minha empregada casada – parte 1

         Me chamo Gabriel, o relato que vou fazer neste conto aconteceu há mais de 12 anos atrás, mas farei o meu melhor para contar com detalhes para que possam entender o contexto todo. Espero que gostem!

         Meus pais contratavam empregadas para realizar a faxina de casa desde 2001. Em 2013, a empregada que estava na época foi mandada embora pois ela estava quebrando muitos objetos em casa. Em questão de dias, meus pais contrataram uma nova empregada, o nome dela era Adriana. A Adriana tinha uns 35 anos na época e não tinha um rosto muito bonito, usava óculos e aparelho nos dentes, mas o corpo dela chamava atenção, tem pele branca, peitos grandes e era relativamente magra, com cabelos castanhos e andava sempre com eles presos com rabo de cavalo, e a bunda dela era carnuda e redondinha, e outro detalhe, ela era casada. Como eu era bem mais novo que ela, eu não via ela com maldade, mas depois de certos eventos, isso foi mudando.

         A Adriana era responsável por fazer a faxina da casa, lavar e passar as roupas, lavar a louça e “ficar de olho em mim”. Mas como eu já era grandinho, ficava trancado no quarto a maior parte do tempo enquanto ela realizava as tarefas de casa, sem necessidade dela cuida de mim. A minha rotina era basicamente ir à escola, chegava em casa por volta das 13h30, tomava banho, almoçava, e ficava o resto da tarde no quarto, realizando as tarefas da escola, dormindo, vendo tv e/ou acessando a internet e realizando sessões de autoamor, se é que vocês me entendem.

         Um certo dia, depois de chegar da escola, fui tomar banho. Meu banheiro fica no meu quarto, ou seja, é uma suíte e no cômodo ao lado fica o quarto dos meus pais, mas tem um detalhe, a janela do meu banheiro fica de frente para sacada que dá acesso ao quarto dos meus pais. E quando estava tomando banho, percebo que a Adriana estava aspirando o quarto do cômodo ao lado. Eu estava torcendo para ela não ir à sacada senão veria eu tomando banho, apesar que a janela ficava alta e só daria para ver eu do pescoço para cima, mesmo assim, eu ficaria desconfortável se tivesse alguém me olhando enquanto tomava banho. Eu estava de olhos fechados lavando meu cabelo quando percebo que o som do aspirador tinha parado. Quando abri os olhos, vi a Adriana com metade do corpo para fora da sacada me olhando. Tomei um susto na hora, e perguntei se estava tudo bem. Ela respondeu que estava esperando eu acabar para ela poder lavar a sacada, então terminei meu banho e fui almoçar. Fiquei pensando se ela estava ali me olhando por algum outro motivo e me senti vigiado depois disso.
         No dia seguinte, de tarde, desci as escadas descalço, ou seja, sem fazer muito barulho e entrei na cozinha para pegar algo para comer. Avistei, de longe, que a Adriana estava na lavanderia de joelhos e estava segurando algo, decidi ficar em silencio e observei o que ela estava fazendo. Quando olhei melhor, notei que ela estava cheirando minha cueca, mas estava cheirando com vontade. Fiquei com aquela sensação de que estava vendo algo que não devia e saí de fininho da cozinha e fui para o quarto. Fiquei pensando no que tinha acabado de ver e percebi algo. Quando eu me masturbava, eu tinha mania de fazer isso ainda usando a cueca, e de vez em quando gozava na cueca mesmo. Será que era isso que ela estava cheirando? Após refletir um pouco, nunca mais fiz isso.

         Algumas semanas depois, quando estava no meu quarto em uma das minhas sessões de autoamor, escuto a Adriana bater na porta. Disfarcei a voz como se estivesse dormindo coloquei um shorts e abri a porta. Ela estava com as minhas roupas lavadas nas mãos e perguntou se ela poderia guardar as roupas no meu armário, respondi que sim e deixei ela guardar. Porém, eu ainda estava com o pau duro, e eu estava tentando disfarçar, mas acho que ela percebeu que estava duro, e vi que ela estava sorrindo de canto do rosto. Quando ela terminou de guardar as roupas ela disse que iria fazer café da tarde para mim, então descemos juntos. Enquanto ela cozinhava, a gente começou a conversar sobre a escola, como estavam as coisas. Depois ela perguntou se eu estava namorando, disse que eu era um jovem bonito e devia estar cheio de meninas no meu pé. Eu respondi que não, que era tímido e que eu gostava de uma menina em particular, mas ela provavelmente nem me daria bola. A Adriana então disse que era para eu investir, começar a falar com ela e ser cara de pau. Nós rimos do rumo que a conversa tinha tomado e fomos comer.

         Depois desse dia, comecei a ver a Adriana com outros olhos, comecei a sentir tesão nela. Eu notava cada vez mais que a Adriana era gostosa, as vezes ela ia de calça legging que ficava torando naquela bunda gostosa dela, a regata que ela usava realçava os seus peitos grandes. Comecei a me masturbar muito pensando nela.

         Até que um dia, ela me chamou novamente para tomar café. Ficamos conversando e puxei o assunto sobre a menina que eu estava a fim. Disse que tinha ido falar com ela e ficamos mais próximos, mas que tinha receio de que, se fosse beijar ela, não teria experiência, o que era mentira, pois já havia beijado antes (já tinha beijado e comido uma prima minha e também uma menina no interior de Minas Gerais, mas essas histórias ficam para outro conto). Perguntei para Adriana, como que fazia para beijar, ou como fazia para praticar. Ela respondeu que para beijar bem, só na prática, para ir melhorando aos poucos. Eu respondi:
         - Ixi. É que eu queria causar uma boa primeira impressão, não tenho com quem praticar.
         Ela me olhou, sem responder por uns segundos, e depois pediu para eu a acompanhar até a sala. Sentamos no sofá e perguntei.
         - O que aconteceu? Tá tudo bem?
         Ela respondeu:
         - Se você quiser, a gente pode praticar o beijo juntos, mas você tem que prometer não contar para ninguém.
         Eu olhei para ela, meio catatônico, e, meio sem reação, perguntei:
         - Tem certeza, você não tem problema com isso? Você não é casada?
         Ela respondeu:
         - Sou, por isso que isso tem que ficar em segredo, está bem?
         Eu concordei e a gente começou a se pegar ali mesmo no sofá. A gente começou com uns selinhos e logo fomos para o beijo de língua. Depois de uns minutos de pegação ela elogia meu beijo e disse que a menina que eu gostava não precisava se preocupar. Nós rimos e ela foi embora, pois já estava no fim do expediente dela.

         Depois desse dia, a gente se pegava toda vez que eu chegava da escola. Foi assim por uma semana. Em uma das nossas pegações ela chegou para mim e disse que queria fazer uma coisa, mas só se eu deixasse. Eu perguntei o que era e ela apenas olhou para baixo, em direção ao meu pau. Eu apenas concordei e levei ela para o meu quarto. Ela pediu para eu deitar e assim eu fiz. Ela tirou meu shorts e abaixou minha cueca. Começou a lubrificar meu pau com as cuspidas e iniciou a chupada. Quando percebo, ela está lá, no meu pau, chupando até a base, subindo e descendo com bastante velocidade, fazendo aquele barulho de puta chupando quase se engasgando na rola. A sensação era incrível, era como se eu estivesse metendo em uma buceta de tão gostoso que estava. Quando senti que estava prestes a gozar eu segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei e liberar os jatos dentro da boquinha dela. Depois desse dia, a gente se beijava e ela me chupava todos os dias, de segunda a sexta, foi uma época boa!

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Comi minha empregada casada – parte 1


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico solteiroboy99

Nome do conto:
Comi minha empregada casada – parte 1

Codigo do conto:
255565

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/02/2026

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