Comi minha empregada casada – parte 2

Quem não leu a primeira parte, recomendo que leia para entender todo o contexto.

        Como havia contado na primeira parte, a minha empregada, Adriana, e eu começamos a ficar mais próximos, a ponto da gente se pegar e dela chupar o meu pau até eu gozar praticamente todo dia (de segunda à sexta). A gente começou a zerar os cômodos da casa em que a gente aprontava, ela me chupou no meu quarto, no quarto dos meus pais, no escritório, em todos os banheiros, na cozinha, na garagem e até na área da piscina, que havia um certo perigo de sermos pegos pelos vizinhos, mas a gente não estava nem aí.

        Foi assim durante umas 3 semanas, até que, em uma quinta feira, cuja última aula da escola era educação física, ela pediu para eu não ir tomar banho. Na escola não tinha vestiário com chuveiro então eu voltava todo suado da escola. Pelo que entendi, ela queria me chupar comigo todo sujo. Na hora estranhei, mas embarquei na brincadeira. Fomos para o meu quarto e ela começou me beijando gostoso de língua e depois de uns minutos abaixou minha calça e minha cueca e iniciou lambendo o meu pau de baixo para cima e de cima para baixo, como se fosse um picolé saboroso. Ela fez uma coisa que não havia feito até então, começou a lamber meu saco e sugar minhas bolas, enquanto ela fazia isso eu dava uns tapas com o meu pau na cara dela, ela achou engraçado e começou a chupar com ainda mais vontade que o de costume. Estava tão bom que em questão de 2 minutos já estava quase chegando. Quando agarrei a cabeça dela ela parou e com a cara séria, falou:

        - Eu não aguento mais, já volto.

        Fiquei confuso com o que ela tinha falado, achei que eu tinha feito algo errado. Quando a Adriana entrou novamente no quarto, notei que ela estava com um pacote de camisinha na mão. Ela chegou perto de mim e disse:

        - Preciso dar para você agora, tô com muito tesão. Você quer perder a virgindade comigo?

        Na minha cabeça eu estava tipo “quem disse que eu sou virgem, inocente”. Mas resolvi manter a ilusão dela e respondi que queria muito, só não tinha pedido pois estava com vergonha.

        Ela pegou a camisinha, colocou no meu pau com certa facilidade, o que demonstrava experiencia da parte dela. Ela tirou o shorts dela e pôs a calcinha para o lado e ficou de quatro. Percebi que ela estava depilada então cheguei à conclusão que ela já estava decidida a me dar naquele dia.

        Me aproximei atrás dela, peguei meu pau e fiquei pincelando na porta da bucetinha dela. Ela estava encharcada, então posicionei o meu pau e fui colocando aos poucos o meu pau dentro dela. Como ela estava bem molhada, foi entrando com facilidade. Enquanto eu colocava meu pau, ela ficava se masturbando e gemendo, ela estava explodindo de tesão.

        Quando finalmente coloquei tudo dentro dela, agarrei o quadril dela e comecei a bombar. No começo, o ritmo foi bem lento, pois estava apreciando o momento e estava simulando inexperiência, mas aos poucos fui aumentando a velocidade e em pouco tempo estava metendo como um profissional. O barulho de carne batendo e gemidos tomaram conta do ambiente. A visão da raba dela era sensacional, uma raba carnuda, branquinha, levemente flácida e sem estria.

        Senti que estava chegando, tirei o pau e pedi para ela me cavalgar para me finalizar. Ela subiu em cima de mim, mirou meu pau na buceta e desceu com tudo, fazendo ele desparecer dentro dela. Enquanto ela me cavalgava eu não resisti e segurei na bunda dela para aumentar o ritmo, pois estava muito gostoso. Ficamos alguns minutos transando assim e anunciei que iria gozar. Ela falou que queria que eu gozasse na cara dela, então ela saiu de cima de mim, tirei a camisinha do pau, mirei na cara dela e finalizei no rostinho dela. A cara dela ficou cheia de esperma, foi uma cena linda, infelizmente, na época eu não tinha celular, senão teria colocado de fundo de tela.

        Depois da nossa foda, ela voltou a fazer as tarefas de casa e eu enfim, fui tomar o meu tão esperado banho. A partir deste dia a gente transava praticamente todo dia, às vezes, até mais de uma vez por dia.

        Um dia na escola, eu e meus amigos estávamos conversando sobre as gostosas da escola, e não lembro como a conversa tomou esse rumo, mas um amigo meu, o Lucas, começou a contar vantagem das vadias que ele tinha comido e começou a mostrar os nudes das garotas. Felizmente, nenhuma era a mina que eu estava a fim. Todos ficaram empolgados com isso, e começaram a enaltecer esse amigo. Ele era o único dos meus amigos que não era virgem, pois ele tinha um certo porte, era alto para idade dele e tinha aquele cabelo de Justin Bieber que as meninas adoravam. Eu, vendo a oportunidade de me exibir, contei que transava com a minha empregada todo dia e mostrei no celular desse meu amigo a foto dela no Facebook. Todos elogiaram os peitões dela e o fato deu comer uma mulher mais velha.

        Depois da aula, esse meu amigo Lucas veio me perguntar se era verdade que eu comia minha empregada. Eu confirmei e perguntei o porquê daquela pergunta. Ele falou que estava a fim de pegar uma mulher mais velha, e se tinha alguma chance deu convidar ele para ir em casa. Ele já havia ido em casa antes, mas fiquei receoso com aquela ideia. Falei que pensaria no assunto.

        No caminho para casa fiquei pensando naquela solicitação do Lucas. Se iria convidar ele ou não. Se contaria isso para Adriana ou não. Fiquei com certos ciúmes de pensar em outra pessoa com ela. Acho que estava me apegando. Acabei não conversando sobre isso com o Lucas nos dias seguintes, apenas fingi demência.

        Uns dias depois, quando cheguei em casa depois da escola, a Adriana me mostrou o celular dela e me perguntou se eu conhecia aquela pessoa. Quando vi não acreditei, o Lucas tinha adicionado ela no Facebook. Falei que conhecia sim, que era um amigo meu da escola. Ela perguntou porque ele tinha adicionado ela e eu falei que não sabia e disse que ele devia ter achado ela bonita e adicionou e comentei que ele era meio galinha. Eu desconversei e começamos a nos namorar e depois transamos bem gostosinho do lado da piscina.

        No dia seguinte, na escola, o Lucas me abordou e me mostrou que estava conversando com a Adriana. Fiquei pasmo com a ousadia do filho da mãe, mas fiquei curioso, ele não me deixou ver a conversa toda e disse que só me deixaria ver se eu prometesse convidar ele para vir na minha casa. Eu o mandei ir à merda e falei que só por isso não iria chamar. Confesso que fiquei puto e com ciúmes.

        Naquele mesmo dia em casa, esperei a Adriana ir lavar o banheiro e peguei o celular dela, já tinha visto o padrão da senha dela e consegui desbloqueá-lo. Fui no Messenger e procurei a conversa dos dois. Fui lendo e vi que não tinha nada demais. Ele disse que achou que era outra pessoa e tals, mas aí, a conversa foi tomando outros rumos. Ele falou que achou ela bonita e ela agradeceu, sem demonstrar resistência, e nem mencionou que ela era casada, ele até começou a flertar e ela só respondendo com emoticons da carinha envergonhada. Depois ela perguntou se ele me conhecia, e ele disse que sim, aí ela falou que trabalhava na minha casa e disse que se ele fosse visitar a gente, ela iria adorar conhecê-lo, daí ele respondeu que adoraria, porém, que eu era difícil quando era para chamar as pessoas para irem na minha casa e a conversa acabou por ali.

        Achei ela bem atirada para cima dele, devia estar com tesão de dar para outro novinho. Fiquei um pouco nervoso com o Lucas e decepcionado com a Adriana. Mas ao mesmo tempo, fiquei pensando na gente comendo ela em dois. Talvez fosse a oportunidade para eu comer o cuzinho dela. E então decidi que iria chamar ele para vir em casa.

        Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Comi minha empregada casada – parte 2


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico solteiroboy99

Nome do conto:
Comi minha empregada casada – parte 2

Codigo do conto:
256139

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/03/2026

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