Ela saiu da empresa um tempo depois e nunca mais nos falamos, até que certo dia ela se mudou para o meu prédio. Sempre a mesma conversa morna no elevador. O marido dela, o R, era só o "bom dia". Eu nem lembrava mais do nude que eu tinha visto, até o dia que vi ele na área comum do prédio, saiu da piscina de calção molhado e a pica toda ficou em evidência. Não era um pau, era um tijolo. A esposa dele, a C, do meu lado, rindo: "Imagina acordar com esse perigo todo dia, né?". Eu ri, mas meu cu já estava pulando. Passei semanas só masturbando pra aquela imagem, querendo ser arrombado por ele.
Criei um plano. A academia do prédio, cedo da manhã. Comecei a ir nos mesmos horários dele. Até que deu certo. Ele terminou o treino, suado, e foi pro vestiário. Esperei um pouco e entrei atrás. Lugar vazio. Ele estava de sunga em frente ao espelho. Fui pro chuveiro do canto, de costas, mas de olho no reflexo. Ele tirou a sunga. A pica, ao vivo era pior. Uma piroca enorme, pesada, mesmo mole. Ele se virou e me pegou olhando. Não se escondeu. Pelo contrário. Parou e segurou a porra com a mão, balançando.
- Gostou do que viu, garoto?
- Engoli em seco. Desculpa, é que... é difícil não notar.
Ele riu baixo.
- Notar o quê? - E veio caminhando, nu, na minha direção. Parou na minha frente.
- Se quer tanto ver, pode vir mais perto.
Ajoelhei na hora, com a água do chuveiro batendo nas costas. Puxei a pele pra trás e a cabeça gigante apareceu. Coloquei na boca. O peso, o gosto, ele começou a crescer e a engrossar até doer meu maxilar. Ele pegou meu cabelo e empurrou a cabeça, enfiando até o fundo da minha garganta.
- É isso, garoto. chupa essa piroca inteira. Mostra pra mim o quanto tu queria.
Eu engasguei, chorando, mas não parei. Ele começou a foder minha boca com força.
- Ah, seu cuzinho deve estar pedindo isso, né? Um homem macho pra te arrombar?
Ele me puxou pelos cabelos, me levantou e me empurrou contra a parede do box.
- Vira de quatro, putinha. Vamos ver se aguenta o que o seu cuzinho queria.
Eu virei, encostei as mãos na parede e empinei. Ele agachou, passou a língua no meu cu e depois cuspiu. Relaxa que vai doer, mas vai gostar da dor.
E doeu. Quando a cabeça entrou, eu gritei. Parecia um corte. Ele não esperou, enfiou mais uns centímetros. Eu gemi alto, dor e prazer junto.
- Não grita puta burra alguem pode escutar. Quero ouvir só o barulho do cuzinho novo sendo arrombado.
Ele começou a me foder devagar, cada golpe mais fundo, até sentir que estava enterrado até o talo. Sentia todo esticado, era aquela porra toda dentro.
Ele pegou meu pescoço e me forçou a olhar pra trás.
-Agora que tu me provocou, tu é meu. Vou usar teu cuzinho quando eu quiser.
E aí ele começou a foder com vontade. Golpes profundos, fortes, as bolas batendo na minha bunda. O som da pele batia no vestiário vazio. Eu só gemia e pedia mais.
- arrebenta esse cuzinho, R, mete com força, por favor.
Ele obedeceu. A foda ficou selvagem. Me dobrou, me colocou no chão molhado e me comeu como um animal. Me senti usado, dominado, era exatamente o que eu queria. Depois de uma eternidade, ele gemeu, enfiou a porra até o fim e gozou dentro de mim. Senti o jato quente enchendo tudo, e meu corpo tremeu num orgasmo forte, sem nem tocar em meu pau.
Ele ficou um minuto dentro, ofegante. Tirou a piroca devagar. A sensação de vazio foi imediata. Fiquei de quatro, com o cu pulsando, escorrendo o leite dele. Ele me olhou, sorrindo. Agora limpa aqui. Me colocou de joelhos de novo. Eu lavei a porra dele com água, beijando e lambendo, ainda dura.
Ele se vestiu em silêncio e saiu. Fiquei no chuveiro, sentindo o cu arrombado e o cheiro dele em mim. Ele pegou meu contato e até hj fica me mandando algumas fotos, já repetimos a dose algumas vezes, mas a primeira vez com ele foi muito marcante.
Foto do meu rabão e uma da rola dele kkkk

