Tatiana era uma mulher jovem, por volta dos 21 anos. De altura média, com um corpo esbelto e uma bunda belíssima que roubava atenção por onde passava. Sua pele bronzeada e os cabelos com luzes chamavam atenção pelo belo contraste que formavam. É uma garota ousada, que sabe o que quer e se arrisca por isso.
Conheci-a na faculdade, trocamos contato e começamos a conversar. O primeiro encontro foi ótimo: conversamos bastante, nos pegamos com vontade e marcamos um próximo encontro na minha casa. O relato de hoje é sobre como foi esse segundo encontro.
Eu já havia preparado tudo no apartamento: luzes indiretas, playlist selecionada, uma janta bem elaborada e o vinho para dar o tom especial da noite. Quando Tatiana chegou, fui logo dando um abraço apertado, colando meu corpo ao dela e direcionando o clima provocante da nossa noite.
— Oi, Tatiana, que ótimo te ver. Já estava ansioso por esse segundo encontro.
— É verdade, Heitor — ela respondeu. — Já estava passando da hora!
Servi uma taça de vinho para cada um, mostrei o apartamento e começamos a conversar.
— Nossa, tu sempre me impressiona com a tua beleza… — afirmei, tomando um pequeno gole do líquido rubro.
— Ah, Heitor, tu sempre provocante com esses olhos de sem-vergonha, né?
Demos risada e continuamos falando sobre as baboseiras da vida. Após poucos minutos, seu corpo já estava colado ao meu. No clima frio, as pessoas se aproximam fisicamente com mais facilidade, como se o calor do corpo do outro fosse a única fonte de vida em quilômetros de distância.
Aproveitei o momento e olhei para seus belos lábios. Eram volumosos, insinuantes e, como eu já os havia provado, sabia que eram extremamente saborosos. Coloquei minha mão em sua nuca e a puxei para mim, parando levemente a uma distância em que nossos lábios quase se encostavam. A provocação é sempre parte importante do flerte, e naquele caso não seria diferente.
Ela encurtou a distância, colando a boca na minha e procurando minha língua com ferocidade. Tatiana era, realmente, uma mulher que sabia o que queria. Ficamos nos pegando por alguns minutos, explorando com as mãos o corpo um do outro.
Após olhar nos olhos dela, interrompi sua aproximação e falei:
— Tatiana, nós nem jantamos ainda… A noite é longa…
Ela riu e respondeu:
— Ahh, tu quer cuidar de mim agora?
— Só um pouquinho. Preciso garantir que tu tenha forças pra hoje… Que tipo de homem eu seria se não cuidasse direitinho da minha convidada especial?
Demos mais risadas e continuamos conversando enquanto jantávamos e bebíamos o vinho. A essa altura, a playlist tocava ao fundo e meia garrafa já havia sido consumida, tornando toda a dinâmica e o clima extremamente naturais.
— Vem aqui — falei em tom confidente, mas firme, chamando-a para sentar novamente.
Mal esperei que ela se acomodasse e já a puxei para cima de mim. O desejo por seus lábios era intenso. Fiz questão de me demorar neles, alternando beijos, leves mordidas e carícias pelo rosto, pescoço e nuca. Descia com as mãos pelas costas até a cintura, percorrendo a curvatura que anunciava o início da bunda. Sua respiração ofegante denunciava o quanto estava envolvida.
Coloquei a mão em seu pescoço, segurando-o levemente, mas com firmeza. Olhei em seus olhos e disse:
— Que bom que tu veio hoje. Vamos para o meu quarto.
Ela assentiu com a cabeça, sem dizer uma palavra. Seus olhos me encaravam com intensidade. Peguei-a no colo e a levei até a cama. Tirei a camisa e, quando ela me viu sem roupa pela primeira vez, afirmou:
— Meu Deus, que corpo! Se eu soubesse que tu era tão gostoso assim, eu tinha dado pra ti há muito tempo!
Rimos. Aproximei-me mais, beijando-a enquanto removia a blusa preta que ela vestia.
— Deixa eu te ver agora…
Seus seios pequenos penderam para fora, perfeitamente desenhados, com os mamilos levemente rosados. Desci com beijos pelo seu corpo, explorando cada reação, cada suspiro. Ela gemia enquanto sua respiração se tornava cada vez mais intensa.
Subi novamente até seu pescoço e sussurrei em seu ouvido:
— Tu é uma delícia… Vou aproveitar cada minuto contigo.
— Isso, Heitor…
Continuei percorrendo seu corpo com beijos e carícias, removendo as últimas peças de roupa.
— Nossa, Tatiana… que delícia que tu é…
O envolvimento aumentava a cada toque. A intensidade crescia naturalmente, sem pressa. Quando finalmente nos unimos, fiz questão de manter o ritmo lento no início, sentindo cada reação dela.
— Respira fundo… — pedi.
Ela obedeceu. No momento em que soltou o ar, aprofundei o movimento de forma constante. O som dos nossos corpos e seus gemidos preenchiam o quarto. Alternei posições, conduzindo o ritmo conforme a energia entre nós pedia.
— Isso, Heitor, não para…
Continuei no mesmo compasso, atento às reações dela. Quando anunciou que estava prestes a gozar, mantive exatamente o mesmo ritmo, sem mudar intensidade ou cadência. Seu corpo se contraiu em um orgasmo intenso, tremendo sob minhas mãos.
A visão me levou ao limite. Pouco depois, também cheguei ao clímax.
Deitei ao seu lado, ofegante, com o coração acelerado.
— Tatiana… temos que repetir isso.
— Temos… — ela respondeu, sorrindo.
Levantei e ofereci um chá. Apesar de toda a movimentação, ainda era um dia bastante frio na região Sul. Tatiana riu:
— Contigo o serviço é completo mesmo, hein? Vinho, janta, sobremesa, massagem, orgasmo e agora chá?
— Claro. Agora tu pode contar pras tuas amigas que recebeu dois chás meus na mesma noite.
Ela riu:
— Coisa boa assim a gente não compartilha…
Continuamos com as provocações ao longo da noite, aproveitamos o chá, trocamos mais alguns beijos e nos despedimos com a promessa de novos encontros.


