Meu marido vendeu meu corpo no camping

Essa é mais uma das minhas fantasias, só uma historinha que gosto de pensar quando to me masturbando, espero que vocês gozem tanto quanto eu.

Fomos acampar sem segundas intenções, mas como o destino sempre da um jeito de me transformar em uma puta, já tinha 3 rapazes acampando lá, os 3 gostosos e quando me viram parecia que não viam uma mulher a meses rsrs, todos os 3 me comendo com os olhos, e isso já me deixou excitada pra caralho.
Na primeira noite a gente fez amizade rápido. Foguinho, cerveja, conversa fiada. Mas eu percebia os olhares: o jeito que eles disfarçavam pra descer os olhos pros meus peitos marcados na blusinha fina, pras minhas coxas expostas no shortinho curto. Meu marido também percebia, e eu via o pau dele marcando na calça toda vez que um deles se aproximava demais. Aquela noite, quando entramos na barraca, eu fiz questão de gemer alto pra caralho. “Me fode forte, amor… mete esse pau gostoso em mim… ahhh, isso, me arromba!”. Pedia rola pra ele, mas era pros três lá fora ouvirem cada gemido, cada tapa na minha bunda ecoando na mata. Meu marido gozou rápido demais de tanto tesão de saber que eles tavam escutando a vadia dele ser comida.
Na segunda noite ele foi pra barraca mais cedo, deixou a portinha meio aberta, só uma frestinha. Eu fiquei lá fora com os caras, rindo, bebendo, deixando eles se aproximarem. Um sentou do meu lado, o braço roçando no meu, outro me ofereceu cerveja e ficou olhando pras minhas pernas. Ainda eram respeitosos, mas dava pra sentir o clima safado. Eu flertei de leve, cruzei as pernas deixando a saia subir um pouco, ri alto das piadinhas deles. Quando voltei pra barraca, meu marido tava de pau duro, olhos brilhando de ciúme e tesão. A gente transou devagar dessa vez, eu rebolando em cima dele enquanto sussurrava no ouvido dele: “Eles tavam loucos pra me comer, amor… dava pra ver o volume na calça deles… amanhã a gente pode ganhar uma graninha boa com minha bucetinha, o que acha?”. Ele gemeu alto, gozou dentro de mim imaginando os três pagando pra usar meu corpo.
A terceira noite foi o ponto sem volta. Meu marido foi pra barraca de novo cedo, assistindo tudo pela frestinha. Os caras já tavam sem filtro. Dois sentaram colados em mim, um de cada lado. Um confessou baixinho: “Mic, a gente se masturba toda noite pensando em você… imaginando você gemendo daquele jeito”. O outro completou: “Você é foda, cara… a gente não aguenta mais”. Eu ri, mordi o lábio, deixei a mão deles roçar na minha coxa. Não fui muito além, mas deixei eles loucos. Voltei pra barraca e fodi meu corno de novo, devagar, sussurrando o plano: amanhã ele ia cobrar 150 reais de cada um pra entrar na barraca e me comer como quisesse.
No dia seguinte, antes de desmontar tudo, meu marido chamou os três. Eu fiquei esperando dentro da barraca, de saia curtinha, sem calcinha, buceta já pingando de expectativa. Ele foi direto: “A Mic me contou tudo. Eu sei que vocês querem comer ela. Relaxem,não quero discutir… mas se quiserem, é 150 no pix cada um, um de cada vez, podem fazer o que quiserem com ela até gozar”. Eles ficaram pálidos no começo – meu marido é alto, forte, todo tatuado, parece que vai quebrar qualquer um. Mas quando viram que era sério, o primeiro já pegou o celular e mandou o pix.
O primeiro era o mais fofinho, o mais respeitoso. Entrou na barraca todo nervoso, olhos brilhando. Me beijou devagar, romântico, como se eu fosse namorada dele. Subiu em cima de mim, levantou minha saia, viu que eu tava sem nada por baixo e ficou louco de tesão. Enfiou devagar, mas tava tão louco de tesão que deu só três metidas fundas e gozou tudo dentro de mim. Eu lacei as pernas em volta da cintura dele, segurei ele beijando a boca, acariciando as costas, sussurrando “shhh, fica aí mais um pouquinho, amor… ninguém vai saber que você gozou rápido”. Ficamos uns 10 minutos assim, ele amolecendo dentro de mim, a gente se beijando, pra ele sair com dignidade. Ele agradeceu baixinho e saiu.
O segundo já entrou diferente. Sem beijo, sem romance. Me pegou pelo cabelo, puxou minha cabeça pra baixo e mandou: “Chupa, vadia”. Eu obedeci, de quatro, bunda empinada. Ele ficou louco com a visão, largou meu cabelo e caiu de boca no meu cu, chupando com vontade, enfiando a língua enquanto eu mamava o pau dele. Ficamos assim um tempo, 69 invertido, ele lambendo meu cu e eu engolindo ele inteiro. Aí ele pediu: “Quero teu cu”. Enfiou devagar no comecinho, mas não aguentou – gozou rápido também, enchendo meu cuzinho de porra quente. Saiu satisfeito.
O terceiro… ah, esse foi o que me destruiu de prazer. Entrou sem falar nada. Me virou de costas, segurou meu cabelo como rédea e meteu na buceta com força, sem aviso. Começou a falar putaria no meu ouvido: “Sua vadia… olha como você tá molhada, sua puta safada… só serve pra isso mesmo, pra satisfazer macho… vou te deixar arrombada pro teu corno”. Cada palavra me fazia apertar mais em volta dele. Ele metia sem dó, batendo a pelve na minha bunda, eu gozei me contorcendo toda, gritando baixo no travesseiro. Quando fiquei mole, pernas tremendo, ele puxou meu rosto, me deu um tapa, cuspiu na minha boca aberta, chamou de “vadia suja” e meteu no meu cu. Montou em mim de verdade, pau todo enterrado no meu cuzinho, enfiando minha cara no travesseiro enquanto socava fundo. Gozou falando “150 reais mais bem gastos da minha vida”, enchendo meu cu de porra quente, me deixando escorrendo.
Quando ele saiu, meu marido entrou. Eu tava largada na barraca, buceta e cu latejando, porra escorrendo pelas coxas, corpo suado e marcado. Ele me olhou com aquele olhar de corno feliz, bolso cheio, pau duro na calça. Me puxou pro colo, beijou minha boca que ainda tinha gosto de pau alheio, e sussurrou: “Você foi perfeita, minha puta… agora me deixa limpar você antes da gente ir embora”.
E assim acabou nosso fim de semana na floresta.

Foto 1 do Conto erotico: Meu marido vendeu meu corpo no camping


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Comentários


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hottnts Comentou em 24/02/2026

Montou em mim de verdade, pau todo enterrado no meu cuzinho, enfiando minha cara no travesseiro enquanto socava fundo. Gozou falando “150 reais mais bem gastos da minha vida”, enchendo meu cu de porra quente, me deixando escorrendo. que tesao que climax

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gaby-ruiva Comentou em 24/02/2026

Gozei gostoso com plug no cuzinho lendo isso. Se os seus orgasmo enquanto escrevia forem tão intensos quanto os meus agora vc é uma mulher feliz




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Ficha do conto

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micvagaba

Nome do conto:
Meu marido vendeu meu corpo no camping

Codigo do conto:
255417

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
24/02/2026

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4

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