PARTE 14: Um churrasco, com piscina, tem seu valor: e se o preço é tesão, melhor ainda!
É pra ser Primavera, quando o verão já desponta, e quando a sexualidade fica flor da pele, nas mulheres, o corpo a ser exibido, nos homens, o desejo de expor suas parceiras e de ver as exposições dos demais.
Assim, Ele a levou para um churrasco e um grupo de pessoas, desconhecidos dela, e pouco íntimos dele. Mas a oportunidade nunca pode ser desperdiçada. Ele sabia que a cerveja seria uma entrada, a piscina uma oportunidade e a esticada poderia ser ainda mais prazerosa. Poderíamos fazer um de tudo entre quatro paredes, mas o risco, o ser visto e ser observado, eles existem em todo reles mortal – porém: quem ousa vivenciar, é que “são elas”.
As horas passaram, meio da tarde, o espaço estava lotado, a música estava alta e tínhamos que nos aproximar para falar e ser ouvidos, e a casa estava pegando fogo, com o pátio lotado. Percebi que era um lugar em que a azaração rolava solta, via-se o roça-roça dos homens nas mulheres, e a cada momento seguinte fui ficando mais excitada. Chamei Meu Amante Meu Vício para dançar e fiquei me aproveitando dele; e Ele muito mais da oportunidade! Sussurando em meu ouvindo, e ele sabe que me arrepiar dos pes a cabeça, quando ele faz isso ... e deslizando os dedos nas minhas costas quase nuas, pela blusa entreaberta, por vezes segurando meu pescoço com força, outras vezes segurando meu quadril como quem mostra “quem manda”, seguimos nos testando: até onde se aguenta...
Numa das rodadas que damos na dança, percebi e narrei a Ele, que o pessoal de uma das mesa nos olhava, parecia que chamávamos a atenção deles.
E o Meu Vício fez questão de mostrar que Ali, era Boa sim, mas quem Mandava era Ele mesmo! Nos arretamos até não aguentarbmais, tanto quanto o pessoal da dita mesa que já saíram pra dar uma enrolada e outro casal sumiu!
Já de cacete muito duro, Ele me. Ordena : 'Agora quero meter um pouco na sua boceta"
- Aqui? - perguntei
Antes que ele respondesse eu olhei para o lado e vi uma pequena parede perto do portão de entrada..sugeri a ele que fôssemos lá e ele concordou. Fiquei de costas para a parede e de frente pra ele, erguendo e apoiando uma de minhas pernas em um degrau. Então levantei minha saia e afastei minha calcinha do biquíni para o lado. Ele veio com a pica já dura e cravou na minha boceta sem dó, quase me rasgando, me preenchendo toda.
Fui às alturas quando sua pica começou a entrar e sair da minha xoxota em uma velocidade acelerada, indo cada vez mais fundo. Procurei a boca dele e nos beijamos como loucos. Eu nunca tinha me sentido tão mulher até aquele instante. Ele só precisou dar mais umas quatro bombadas e me desmanchei de prazer. Gozei forte mesmo. Ele apenas sorria, sentindo minha boceta ficar encharcada e seu pênis deslizar suavemente, em um rítmo bem lento agora.
- Agora quero gozar no seu cuzinho, ordenou Ele tirando a pica da minha boceta e me virando de costas pra ele.
Ele não falou mais nada. SEMPRE aquele homem de poucas palavras quando o assunto é "dar ordens". Apenas me agarrou fortemente e me encostou, de costas pra ele, com o rosto contra a parede. Eu sabia que não tinha mesmo como escapar. Tudo que fiz foi abaixar minha calcinha novamente, subir minha saia, empinar minha bunda e torcer pra ele gozar logo.
- Meteee devagarrrr!!! - soltei um grito quando ele meteu a pica no meu cuzinho de uma só vez, me fazendo literalmente subir pela parede!!! Agora eu gemia alto, sem me importar com o resto do mundo. Eu sabia que tinha gente ouvindo, e isso me deixava mais excitada. Um calor intenso me invadia e minha cabeça rodava de tanto tesão e prazer. Ele me pressionava contra a parede, colocando tudinho dentro de mim, cada vez mais rápido e mais forte, me arrancando gemidos e gritos.
Eu não sentia nenhuma dor no meu cú. Sentia era um prazer intenso e queria aquela pica me tocando bem fundo mesmo.
- Vou gozarrrrrrr!!! Ohhhhhh! Que cuzinho gostosooooooo, Meu Amor - ele gemia no meu ouvido e agarrou meus cabelos bem forte. De imediato senti uns jatos potentes de pôrra bem quente bem no fundo do meu rabinho.
Que sensação única. Nessa hora não aguentei e gozei também, rebolando como uma putinha naquele pinto gostoso.
- Que trepada gostosa! - disse eu quando conseguimos respirar mais calmos - nunca imaginei que você fosse me proporcionar tanto prazer assim.
Eu sabia.
Não era sobre o que aconteceria ali, no meio de todos. Era o controle. Era o jogo.
Era sobre o que estava sendo construído — na tensão, no risco, na provocação. Éramos nós dois.