Chegamos lá no dia 6 e ficamos até o dia 31. O dia 25 era meu aniversário e o dia 27, o aniversário do Lucas.
Era bem cedo, eu saí para correr, corri 7 quilômetros e voltei para nosso chalé, onde tomava café com meus pais e Lucas. Lucas e eu somos muito amigos desde pequenos. Lucas é um cara magro, de olhos verdes, bem loiro; eu, moreno, de cabelo bem liso, forte, que era lutador e treinava todos os dias.
Cheguei da corrida, tomei uma ducha e voltei enrolado na toalha. Comemos, e meu pai avisou que ele e meus tios iam sair, e nós ficaríamos no resort; eles voltariam perto das 19:00. Eles foram, e saímos Lucas e eu para a praia.
Descendo, fomos conversando, já admirando as mulheres. Deixei minhas coisas e corremos para a água; ficamos ali um tempo, voltamos para perto das coisas, pedimos um suco. Depois, subimos para almoçar.
Nós almoçamos, tomei um banho com Lucas, deitamos no quarto e dormimos até umas 16:00. Acordamos e fomos para a piscina; ficamos sentados na parte rasa, conversando.
Ele comentou:
— Seu pau tá ficando duro o tempo todo. Quando você estava dormindo e agora também.
Eu falei:
— Sim, tá duro agora também.
Ele pôs a mão e falou:
— Tá mesmo.
Eu ri. Ele:
— Põe a mão aqui pra você ver.
E puxou minha mão até o dele; tava duro também.
Aí saímos da piscina e fomos de volta pro chalé, direto pra banheira, onde íamos ficar até nossos pais chegarem. Sentamos lá. Sentei na borda da banheira, meu pau estava duro. Ele se aproximou e falou:
— Nossa, como é grosso!
Pegou no meu pau e começou a me punhetar.
O pinto do Lucas era maior que o meu: o dele tinha 13 cm, o meu 11. Só que o meu é muito grosso, e o dele fino, com a cabeça grande. Ele estava na puberdade já, e; meu pau só saía líquido transparente.
Até aquele dia, a única coisa que sabia sobre sexo era quando via minha mãe e pai fazendo amor. Eles faziam quase todos os dias. De noite, eu saía para a varanda do meu quarto e ficava olhando os dois. Meu pai tinha o pau muito grosso; sempre terminavam gozando na cara e na boca da minha mãe. Quando via eles fazendo anal, meu corpo chegava a ficar quente. Ela chupava ele, minha boca enchia d'água.
Voltando ao conto: ele bateu pra mim, e só pensava na minha vez. Eu enfim joguei minha aguinha na mão dele e falei:
— Senta aí.
Levantei, ele sentou no degrau; eu comecei a bater uma pra ele. Que delícia era pegar em outro pau! Bati um pouco e coloquei na boca, fiz igual minha mãe fazia: engolia tudo, lambia a cabeça, chupava o saco. Ele, de olhos arregalados, encheu minha boca de porra. Ele falou:
— Nossa, que bom isso!
Levantamos, esvaziamos a banheira e tomamos banho; meus pais chegaram. Eles ficaram no chalé, e nós fomos pra piscina. Fiquei com uma menina lá, e Lucas conversando com o irmão dela; voltamos pra piscina. Fomos chamados no som: “Atenção, Mateus e Lucas, seus pais aguardam vocês no chalé”.
Voltamos; era pra sair pra jantar. Saímos e fomos para o restaurante; voltamos para casa muito tarde, e meu pai e tio estavam muito bêbados. Minha mãe e tia ficaram com raiva deles. Chegamos no chalé.
Meu pai deitou no sofá, e minha mãe chamou nós dois pra dormir com ela na cama. Ficamos lá, dormimos. Acordei cedo no outro dia para correr; voltei, já eram quase 8:00.
Tomando café, minha mãe disse:
— Vamos para ilha, querem ir?
O Barco sempre me deixava nauseado. Fiquei, e Lucas comigo. Eles saíram.
Lucas me olhou e falou:
— Vamos pro banheiro.
Só levantei e fui. Ele abaixou minha sunga e, de joelhos, tentou imitar o que eu tinha feito nele; foi muito bom, e minha aguinha na boca dele. Eu de novo chupei ele, e ele gozou na minha cara. Tomamos banho e saímos para a piscina.
Depois jogamos futebol e conhecemos um cara chamado Marcelo; ficamos amigos. Marcelo estava com os pais e irmãos; era um cara ruivo como o pai, cheio de sardas no rosto, olhos bem azuis e um saco muito avantajado dentro de uma sunga branca. Chamamos ele pra almoçar com a gente. Ele pediu aos pais, e fomos almoçar no restaurante; fomos pra piscina. Voltamos para o chalé, e Marcelo foi para os pais.
Chegamos no chalé; Lucas falou:
— Tira aí essa sunga.
Pensei que ele ia me chupar, e ele veio por trás e falou:
— Vamos pro banheiro.
Me encostou na pia e colocou seu pau cabeçudo na minha bunda. Eu falei:
— Vai devagarinho.
Ele cuspiu na pica, abriu minha bunda e colocou na entrada; empurrou devagar. Cara, que dor horrível senti! Mas ele não parou, foi até o final, mas eu queria muito; começou a bombar. Em pouco tempo, gozou. Perguntou:
— Doeu muito?
Falei:
— Doeu pouco.
Ele:
— Vai você agora.
Ele ficou encostado na parede do box; eu coloquei na entrada e fui devagar até entrar tudo. Ele até chorou, mas não pediu para parar. Eu demorei bastante para terminar, mais de 10 minutos, e ele já não sentia mais dor. Tomamos um banho e ficamos sentados na cama, conversando. Depois saímos pra piscina; outra vez, em 10 minutos ele chamou pra voltar pra fazer outra vez. Aí já foi mais tranquilo: me fodeu por um bom tempo e já gozou na minha boca. Eu já mandei ele sentar. Como não tinha internet nessa época, o que valia era o que imaginávamos.
Começamos a passar o dia assim: sexo toda hora. Eu, quando comia ele, ele gozava sem se tocar.
Isso perto do dia 20; encontramos outra vez o Marcelo. Almoçamos outra vez. A mãe do Marcelo veio até nós e nos chamou para irmos em uma ilha. Eu respondi que não podia, que minha mãe tinha saído e não tinha como pedir; Marcelo perguntou se podia ficar, a mãe dele falou: tudo bem, mas só voltamos de noite. Falei: ele pode ficar lá com a gente, e a senhora busca ele quando chegar. Ela: sua mãe não importa? Falei que não, ela é legal.
Ele ficou; logo fomos pro chalé, o sol estava muito forte. Chegamos lá; perguntei se queria comer. Ele pediu pra tomar um banho; eu falei: pode ir. E ele tirou a roupa ali mesmo. Que delícia que ele era! E se foi pro banheiro.
— Lucas, vou comer ele.
Eu sorri, e ele foi lá pro banheiro. Eu pedi um sorvete, e quando chegou, fui pro banheiro: tá Lucas de joelhos mamando o Marcelo.
Eu olhei aquilo: Marcelo tinha bolas muito grandes e um pau de uns 10 centímetros, cheio de veias, com uma cabeça rosa, e o saco bem rosinha. Eu sorri e entrei pro box; eles trocaram, foi a vez do Marcelo mamar o Lucas. Eu fiquei atrás do Lucas, e ele falou:
— Vai, me come enquanto ele me chupa.
Eu meti nele. Marcelo:
— Também quero.
Falei: tá bom. Eu comi um pouco; depois foi a vez do cabacinho do Marcelo. Que bom que foi aquilo! Lucas comeu ele também; depois fiquei chupando ele, e ele deu uma gozada gigante na minha boca e cara.
Terminamos ali, tomamos banho e fomos tomar sorvete. Eu deitei um pouco depois disso. Acordei com minha mãe chegando. Minha mãe falou com Marcelo e elogiou como ele era bonito. Realmente, ele era muito bonito, e eu tinha comido. A mãe dele buscou ele perto das 18:00, e saímos pra jantar depois disso.
No outro dia, Marcelo estava lá nos chamando às 09:00. Eu chamei ele pra entrar; ele viu que meus pais estavam e falou com minha mãe se eu podia ir para o chalé deles. Ela respondeu: sim, depois do café. Nisso chega Lucas, e fomos nós dois. Ele estava sozinho, que os pais tinham saído com os irmãos. Descobri ali que eram dois irmãos gêmeos, mais velhos que ele, quatro anos mais velhos que nós.
Passamos o dia transando nós três.
Continuo no próximo conto.