Maximus, lucas e Edgar (Verídico)


Domingo à tarde, eu estava pronto esperando o Edgar chegar. Ele chegou às 16h e perguntou se estava doendo; eu falei que estava um pouco. Pedi para ver, fiquei de quatro e ele falou: "Está inchado. Quer tentar? Se doer, paramos". Falei que sim.
Ele pegou outro gel na bolsa, dessa vez um Ice, colocou no dedo e, pacientemente, passou; brincou um pouco com o dedo e passava lá dentro. Ele me colocou para chupá-lo. Enquanto eu chupava as bolas e o pau, ele colocou a mão na minha cabeça e eu o olhei nos olhos. Ele disse: "Para! Assim eu gozo antes de comer".
Me colocou de quatro, empurrando bem devagar. Quando doeu, ele parou, e eu empurrei para trás; entrou tudo. Meu pau estava pingando muito. Ele falou "deita na cama", deitou por cima de mim e me comeu. Como era bom aquilo! Me colocou de joelhos, encheu minha cara de porra outra vez, colocou o pau na minha boca e eu tirei as últimas gotinhas. Bati uma punheta ali, gozei na mão e coloquei na boca.
Ele sorriu: "Você é muito putinha". Eu levantei, fui tomar um banho, ele se vestiu e ficou ali. Eu saí e ficamos conversando; ele falava dos meninos que comia e já tinha comido. Mas eu tinha sido o único com quem ele não teve que insistir. Aí ele falou do irmão, que tinha muita vontade de comê-lo. Eu falei: "Eu também tenho". Ele é um cara lindo e era um garoto muito legal. Edgar falou: "Todo garoto da idade de vocês dá, e ele é dotado igual a você, só que acho que é um pouco maior". Falei que já tinha visto na escola.
Depois das aulas de natação, ele o chamaria para cá um dia. Falei que ia chamar na quarta, que o Lucas tinha voltado. Ele perguntou: "Quem é Lucas?". Falei: "Meu primo, nós transamos sempre". Ele disse: "Quero comer o Lucas". Falei: "Ele chega terça-feira de manhã, eu falo com ele. E dá um jeito do seu irmão vir passar a tarde aqui, que o Lucas é melhor de conversa que eu". Ele respondeu: "Amanhã e quarta venho para cá; na terça ele vem". Fiquei feliz. Transamos outra vez e ele foi embora. Falou: "Amanhã eu venho de tarde".
Ele se foi e eu fui para a quadra. Cheguei lá, fiquei com uma menina linda do condomínio e voltei para casa. Chamei o Davi e ele foi lá em casa. Falei: "Faz um boquete". Gozei naquele rostinho lindo dele. Depois ele se foi, mas antes perguntei: "Tem coragem de dar para o meu amigo?". Ele: "Depende, ele é grande?". Falei que sim. Ele: "Você dá junto comigo?". Falei que sim. Ele: "Vem amanhã depois do almoço? Depois vamos treinar juntos e ele volta comigo". Ele topou.
Ele foi embora. Tomei um banho no banheiro dos meus pais e depois deitei. Acordei cedo e corri. Depois peguei um sol. Meu pai veio e pedi: "Passa bronzeador nas minhas costas". Tinha um tesão pelo meu pai que o pau endureceu na hora. Ele estava trabalhando de tarde e de noite para pagar as horas das férias. Saiu e fez nosso almoço. Eu tomei banho ali fora mesmo. Meu pai disse: "Tira esses pelinhos aí, hein, campeão?". Falei: "Tiro hoje de noite".
Esperei eles saírem, liguei para o Edgar e para o Davi. Davi chegou em 3 minutos; fizemos a higiene que o Edgar tinha ensinado e sentamos lá no quarto conversando. Gostava de conversar com ele; ele era inteligente, enquanto os outros meninos falavam só de videogame e futebol. A gente era sempre de esportes e treinos.
Enfim, chegou o Edgar. Ele olhou e falou: "Ele é a cara do Maximus". Falei: "É irmão dele". Edgar me colocou para chupá-lo e falou: "Vem aqui, Davi". Parou, pegou o gel na bolsa e passou no cuzinho dele, igual fez com o meu, e o colocou para chupar também. Davi de joelhos, chupando. Edgar falou para mim: "Come ele". Eu o coloquei de quatro no sofá; enquanto ele chupava o Edgar, eu o comia.
Edgar falou: "Agora sou eu", e fez igual a mim. Sentou o Davi no pau e foi até a metade. Falou, ainda sentado: "Faz força como se quisesse fazer cocô". Ele fez e o pau foi todo para dentro. Ele: "Está doendo". Edgar: "Fica calmo, já já passa". E ele ficou lá. Depois de um pouco, ele começou a levantar e sentar. Que tesão me deu aquilo! Edgar falou: "Vem aqui, Mateus", pediu para ele sair e fiz igual ao Davi. Edgar olhou e falou: "Você tem o maior pau dos garotos que comi, e o mais grosso também".
Ele parou, me colocou na mesa com as pernas para cima e me comeu muito rápido. Falou com o Davi: "Quer?". Ele respondeu: "Quero, mas meu cu está doendo". Ele o colocou onde eu estava e começou a foder. Perguntou: "Você gosta disso?". Ele mal conseguia responder, mas disse: "Sim, muito". Parou e falou: "De joelhos ali os dois". Juntou nossos rostos e bateu punheta até gozar nas nossas caras.
Falou: "Davi, quero que goze na boca do Mateus". Ele fez, eu engoli. "Mateus, agora você". Eu fiz. Ele deu um tapão na minha bunda. Falei: "Não faz isso, minha mãe vê a marca". Ele: "Está bom". Ele disse: "Vamos tomar um banho", e fomos. Colocou a gente para chupar outra vez, às vezes os dois juntos. Ele meteu no Davi, eu comecei a foder, ele fechou a água. O Davi chegava a engasgar na pica dele; o Davi gozou sem se tocar. Ele me inclinou para frente, meteu em mim e falou: "Primeiro quero seu cuzinho", me apertando. Ele soltou o pau bem fundo; eu gozei que cheguei a ficar fraco. Ele gozou e senti os jatos.
"Faz força para cagar, quero ver a porra saindo". Eu fiz, saiu um pouco e eu sentei no chão. Ele terminou e saiu já arrumado. "Vou ligar para o meu pai, depois vou embora". Falou: "Davi, quarta, quinta e sexta quero comer vocês". Ele: "Está bom". Eu traduzia as coisas para o Davi. "E o nosso combinado amanhã, está bom?". Falei: "Pode deixar".
Eu e Davi dormimos um pouco. Acordamos e fiquei conversando com ele. "Você aprendeu a gozar na cara?". Falei que sim. Ele disse que queria ser igual a mim: gostar de meninos e meninas e não parecer gay. Falei: "A sua mãe não liga?". "Ela pergunta se gosto de meninas; eu falo que gosto, mas não gosto". Descemos, lanchamos e minha mãe ligou perguntando se estava tudo bem. Falei: "Mãe, o Davi está com dor nas costas. Qual remédio posso dar?". Ela disse dipirona, e eu dei.
Ele ficou sentado e falou: "Posso fazer um oral antes de ir?". Falei que podia. Ele: "Sem gozar na minha cara, só na boca, não quero tomar outro banho". Ele fez, eu gozei na boca dele. Falei: "Olha seu cu no espelho". Ele olhou, estava bem inchado. Ele sorriu e falou: "Parece que está arrebentado". Sorrimos e ele foi embora.
Saí, fui para a quadra jogar bola e peguei a mesma menina outra vez, Fernanda era o nome. Ela é muito linda. Foi ficando tarde, estávamos sentados lá se beijando, quando vem meu pai de viatura: "Tudo bem aí, moça?". Ela disse que sim. "Esse rapaz está sendo respeitoso com você?". Ela: "Sim, senhor". Aí os amigos do meu pai desceram e disseram: "Mãos para cima!". Eu fiz. O policial Ricardo fingiu que estava me revistando e falou para o meu pai: "Ele está armado!". Meu pai riu, todo mundo riu.
Meu pai disse: "Liguei em casa e você não atendeu. Sabia que você estava aqui. Vim ver se estava bem". Falei que estava bem. Ele: "Então vou embora. Às 23h na cama". Falei: "Está bom". Eles se foram e eu sentei do lado dela outra vez. Ela: "Você está armado?". Falei: "É brincadeira deles", mas disse sem pensar que meu pinto estava duro.
Ela sorriu e falou: "Deixa eu ver". Eu puxei a bermuda e ela olhou; já estava mole. Falei: "Põe a mão". Ela colocou e o bicho ganhou vida; ela ficou segurando. Eu coloquei a mão no peito dela. Ela falou: "Vamos parar, alguém vai ver a gente".
Aí o irmão dela a gritou do portão. Ela falou: "Amanhã vou para a minha tia, segunda eu volto". Falei "está bom" e ela disse: "Quero ver melhor". Respondi: "Tá bom". Ela entrou. (No próximo conto, falo como comi ela e o irmão). Fui para casa, sentei, bati uma punheta, coloquei meu pijama e deitei. Fiquei pensando na Fernanda e no Lucas.
Peguei no sono, acordei às 5h para correr e fiz uns abdominais. Saí, tomei meu banho lá fora como sempre e fui para dentro. Vesti o roupão e fiquei lá conversando com meus pais, comendo. Então chegou o Lucas com o pai dele, que tinha acabado de pegá-lo no aeroporto. Abracei-o, eu estava com saudades. Ele tomou café e subimos. Ele: "Cara, que saudades de você!". Eu também estava.
Ficamos falando, ele abaixou e começou a me chupar. Ficou de quatro na cama e meti nele. Falei: "Fica de joelhos aqui, quero te mostrar uma coisa". Bati uma punheta e, quando fui gozar, coloquei na boca dele. Ele riu, mas engoliu tudo. Aí meu pai bateu na porta. Nós nos vestimos, ele foi para o banheiro e eu abri. Meu pai disse: "Nas férias do meio do ano, vamos para a Amazônia". Falei: "Está bom". Ele: "De carro" (na época, alguns lugares eram muito difíceis de avião).
Aí ele falou: "Vamos dormir agora". Falei: "Pai, o Maximus vem passar a tarde aqui". Ele: "Tudo bem. E a Fernanda?". Falei: "Depois temos que conversar. Ela viaja hoje, chega segunda. Quer falar agora?". Falei: "Não, vamos dormir um pouco". Acordei, desci, eram 11h. Fiquei lá na piscina. Meu pai veio e falou: "Fala aí o que quer dizer sobre a Fernanda". Falei: "Acho que vamos fazer sexo". Ele sorriu e perguntou: "Como sabe?". "Ela pegou no meu pau e falou que queria mais". Ele disse: "Eu compro uns preservativos para você".
"E como tenho que fazer?". Naquela época, sem internet, era tudo muito mais difícil. Ele: "Tem que ir com calma. Se for a primeira vez dela, vai doer e pode até sangrar. E seu pênis é muito grande e grosso para sua idade. Que tamanho tem?". Falei: "A última vez que medi, tinha 9". Ele respondeu: "É muito maior. Vamos lá na garagem medir". Me deu uma fita, eu medi: tinha 13 centímetros. Ele viu como era grande e fiquei rindo.
Saímos e entramos. Minha mãe estava fazendo almoço. Minha tia chegou com meu tio; os dois sempre me abraçavam e beijavam. Meu tio falou: "Chama o Lucas lá". Eu subi e o chamei. Tomamos um banho e coloquei uma roupa. Ele me beijou outra vez daquele jeito. Eu adoro esse cara.
Almoçamos, nossos pais saíram, liguei para o Maximus e ele veio. Ficamos ali na piscina; ele queria tomar sol. Ele mora em apartamento. Primeiro ficou de costas. Que delícia estava aquele bumbum dentro daquela sunga! Ele pediu para eu passar o bronzeador e eu passei nas costas, pescoço e pernas; depois passei no Lucas. Ficaram ali um tempo os dois. Depois virou para cima.
Lucas tirou a sunga: "Passa o bronzeador aqui". Eu fui e passei no Lucas: peito, pernas e pau. O pau do Lucas endureceu; passei bronzeador no pau dele e nas bolas. Maximus estava de olhos fechados. Eu disse: "Quer que passe em você?". Ele: "Sim". Aí o Lucas tirou a sunga dele. Maximus olhou o Lucas lá pelado e, ainda de sunga, falou: "Você vai tirar?". Falei: "Tiro, mas não vou tomar sol". Ele tirou. Muitos pelos e um pau branquinho cheio de veias, com a cabeça rosada e um saco grande. Comecei a passar o bronzeador no peito dele. Ele disse: "Tira a sunga".
Eu tirei e o pau estava muito duro. Enquanto eu passava, ele olhava meu pinto e o pau dele começou a ficar duro. Realmente, como disse o Edgar, era maior que o meu, igual ao do Lucas, tanto no tamanho quanto na cabeça mais larga. Ficamos ali mais um pouco. Falei para entrarmos. Comemos e subimos. Peguei o aparador de pelos e tirei a roupa toda. Sentei no vaso e comecei a passar no saco, e o Maximus olhando. "Me empresta aí?".
Eu dei para ele e ele começou a tirar os pelos; passou naquelas bolonas. Aí falou: "Me ajuda aqui". Eu fui e comecei a passar nele. O pau dele endureceu. Terminei, olhei conferindo. Ele: "Faz um boquete para mim!". Eu comecei. Lucas logo veio e começou a meter em mim. Maximus falou: "Quero comer também". Ele trocou de lugar com o Lucas. Minha boca ficou cheia de pelos do pinto dele. Falei: "Para aí, vamos tomar banho". Entramos, nos lavamos. Falei: "Vamos lavar esse bumbum que vou comer você também". Ensinei e o ajudei.
Fomos para a cama; ele já estava bem soltinho. Aí eu fiquei de quatro e ele colocou. Ele gritava de felicidade. Parou, o Lucas começou a chupá-lo e eu fui atrás dele e comecei a tentar a penetração. O pau escapava e ele estava sentindo dor, mas queria. Falei: "Fica deitado na cama com as pernas para cima". Ele foi. Eu empurrei bem devagar até entrar. Ele: "Está doendo". Eu: "Fica quieto que vai passar".
O pau dele amoleceu, comecei a bombar devagar e ele foi relaxando. Foi ali um pouco, o Lucas pediu para ir e eu deixei. Lucas o fodendo e eu comecei a chupar. Ele encheu minha boca com sua porra. Lucas tirou o pau já gozando e pôs na minha boca. Mandei os dois ficarem de joelhos, juntei as cabeças deles e gozei nas caras deles. Cheguei a amolecer. Tomei um banho e deitei.
Continuo no próximo
Como comi a Fernanda E o irmão dela
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Maximus, lucas e Edgar (Verídico)

Codigo do conto:
257115

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/03/2026

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