Durante a tarde meu avô chegou levou a gente para
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Leia meus outros contos.
Minha história real.
Começou a seresta.
Música, comida e bebida. Tinha umas trinta pessoas.
Meu tio começou a beber, foi ficando bem embriagado. Eu tinha tomado duas pingas e o Lucas umas quatro. Perto de uma hora da manhã, meu tio já estava muito bêbado.
Entramos com ele e deixamos ele na cama do quarto dos meus tios. Voltamos e ficamos até todo mundo ir embora.
Ajudei dona Ana, com Lucas e Max, a limpar tudo. Max, já muito cansado, foi tomar um banho e deitar. Disse que nós já iríamos também, que só íamos olhar meu tio, já perto de 4 da manhã.
Entramos no quarto dos meus tios. Meu tio lá dormindo.
Falei com Lucas que iria chupar ele.
Lucas falou: “Você é doido”.
Abri a bermuda, tirei aquele mastro mole pra fora e peguei. Aquilo ganhou volume. É realmente muito grande. Meu tio vivia falando que tinha 24 centímetros, um cogumelo cabeçudo que mal cabia na minha boca e o saco imenso.
A cabeça era bem maior que a largura do pau, igualzinho do Lucas, que hoje tem 25 e naquela época 16 centímetros.
E meu pai falava sempre que o dele tinha 21, que é o mesmo tamanho do meu hoje, 21 centímetros. Naquela época tinha quase 14 centímetros.
Coloquei a cabeça na boca com cuidado e comecei a mamar, e Lucas olhando acabou não resistindo e foi lá pro meu lado, e ficamos revezando: eu no meio das pernas dele de joelhos e Lucas na lateral.
Comecei a punhetar ele enquanto eu chupava. Senti o primeiro jato e segurei tudo na boca e engoli.
Comecei a guardar o pau dele e meu tio disse: “Que pode deixar, vamos tomar um banho”. Eu quase morri do coração, eu não sabia o que dizer.
Ele falou: “Se acalmem, meninos”.
Lucas tava mais branco que já era.
Eu comecei a chorar: “Meu tio, fica calmo, cara”.
“Vamos para o banheiro”, e fomos, e ele já com pau duro de novo.
Perguntei: “Senhor, vai contar pro meu pai?”. Ele sorriu e falou: “Seu pai já sabe. Ele me contou que você chupou ele o dia que ele estava bêbado, duas vezes”.
Isso me tranquilizou. Ele colocou nós dois de joelhos e mandou mamar ele, e nós obedecemos.
Mamamos por um tempo. “Ele: Tomem banho agora e tô esperando vocês na cama”.
Saímos e fomos pra cama. Ele estava deitado pelado e disse: “Quem vai ser o primeiro?”. Lucas falou: “Vai você”.
Eu fui e ele me deitou, passou a mão pelo meu corpo. Meu coração estava disparado.
Ele falou: “Você quer?”. Eu disse que sim! Ele levantou minhas pernas e começou a chupar minha bunda.
Caralho, que bom que era aquilo! Meu pau tava com as veias saltadas de tão bom que estava. Ele parou e chamou o Lucas, fez a mesma coisa, chupava a bundinha que era minha.
Lucas gozou nessa chupada, que até ficou mole.
Meu tio sorriu e falou: “Vou comer você primeiro”. Me colocou no sofá com as pernas pra cima. Corri na mochila, peguei o gel, dei pra ele e ele passou no cu, depois no pau todo.
Eu tava com pouco de medo, aquela cabeçona até brilhava, mas nada ia me fazer desistir.
Ele colocou dois dedos dentro de mim, brincou um pouquinho, depois colocou três dedos. Senti desconforto. Ele ficou uns minutos ali, tirou os dedos e encostou a cabeça na entrada do meu cuzinho. Eu estava tremendo de tesão. Foi forçando de pouco em pouco, a cabeça foi entrando. Como doía aquilo!
Meu pau amoleceu e eu sentia a cabeça rasgando o resto das pregas. A cabeça passou e ele falou: “Se acalma, tio vai bem tranquilo agora”. Foi colocando aquilo, era imenso, foi até o final. Aguentei todo aquele pau.
Meu tio ficou parado dentro de mim e disse: “Quando eu puder ir, me avisa”.
Eu pedi pra virar que queria sentir as bolas dele encostando nas minhas.
E ele, sem tirar o pau, todo me colocou de joelhos no sofá e ficou de pé, empurrou tudo até o final e as bolas colaram nas minhas. Falei pra ele ir.
Ele foi devagarinho e foi aumentando o ritmo. Meu pau babava muito. Ele me fodeu por uns 5 minutos.
Falou: “Não aguento mais” e gozou, deixou o pau dentro. Eu sentia ele amolecendo. Eu encostei no meu pau e gozei. O pau dele saiu, a porra dele escorreu pelas minhas pernas.
Ele falou: “Vai tomar um banho”. Eu levantei e fui, as pernas estavam muito moles. Entrei na ducha, ele lavou o pau e falou: “Agora é a vez do Lucas”.
Saiu do banheiro e eu terminei, saí enrolado na toalha, sentei enrolado na toalha pra olhar.
Ele fez a mesma coisa: dois dedos dentro do Lucas e o pau dele já muito duro.
Depois colocou o terceiro dedo enquanto passava gel no pau. Eu fui pra bem pertinho pra ver. Ele colocou a cabeça e foi bem devagar, demorou menos que comigo pra entrar.
Foi lindo ver sala cabeçona se esmagando pra entrar. A cabeça passou e meu tio empurrou até onde ele aguentou, não entrou tudo. Meu tio: “Quando eu puder, você me avisa”.
Lucas pediu pra ele ir devagar e ele foi bem devagar.
Lucas comentou que dava pra sentir a cabeça dentro e dava mesmo. Quando se movia, era maravilhoso. Lucas gozou sem se tocar. Meu tio tirou o pau de dentro, meteu na minha boca e gozou, saiu só um pouco.
Meu tio e ele foram tomar banho.
Já era 8 da manhã e eu e o Lucas não tínhamos dormido.
Saímos do quarto, eu sentia meu cuzinho inchado enquanto andava.
Sentamos pra tomar café e eu e Lucas não estávamos aguentando ficar sentados, levantamos e ficamos na janela.
Sorríamos toda vez que nos olhamos.
Meu tio foi acordar o Max, que desceu pra tomar café, e meu pai chegou e trouxe minha avó.
Falou com a gente, depois saiu com meu tio. Eu fiquei olhando eles conversando, meu pai não parava de pegar no pau.
Meu pai chamou nós três e falou com Max primeiro, que o pai dele tinha pedido pra ele voltar antes.
E meu pai disse: “Eu ia lá na quarta ficar com vocês até domingo e trazer”.
“Não vai dar, nós vamos para o Rio na terça e voltamos domingo”.
Eu respondi: “Tá bom”.
Max foi pegar as coisas dele. Meu pai disse: “Tá com dor?”. Eu disse que sim. Ele deu duas cartelas de um remédio pra tomar e disse: “Em dois dias vocês já aguentam de novo, mas descansa”.
“Domingo, vocês chegam, arrumem as coisas da escola que segunda eu pego vocês de tarde”. Lucas disse: “Aí seu sonho se realizando”.
Meu pai: “Seu sonho é?”. Falei que tenho vontade. Ele: “Tá bom, segunda eu realizo seu sonho”.
Minha vó perguntou se queríamos ir naquele dia ou esperar o outro de manhã.
Queríamos ir naquele dia.
Ela disse: “Depois do almoço nós saímos, então”.
Falei que ia me despedir do Max e dormir.
Despedi do meu tio e pai.
Chamei o Max e deitamos. Acordamos com minha avó chamando pra almoçar, já era 14h.
Nós almoçamos e saímos pra ir pra chácara dela.
Chegamos lá às 19 horas.
Jantamos e tomamos banho e deitamos depois de uns beijinhos, claro.
Outro dia, acordamos e descemos para o café. Minha avó avisou que meu avô chegaria durante a tarde. Meu cu ainda doía bastante e ainda não conseguia sentar e estava andando com dificuldade. Tomei o remédio e melhorou muito.
E de pensar no meu pai na segunda-feira, meu pau ficava duro.
Jogamos bola ali com os outros da chácara.
Depois fomos pra piscina.
Na chácara dos meus avós tinha uma mulher que limpava a casa. Ela era muito legal.
Tinha cuidado de mim e do Lucas quando éramos pequenos. Ela tinha um filho que se chamava Frederico, ele tinha um ano a menos que eu.
Ele é muito parecido com Lucas.
Loiro e cabelo bem liso, só que tinha olhos azuis; do Lucas são verdes.
Éramos bem amigos, mas nós víamos pouco. Eu ia nos meus avós duas vezes ao ano. Quando estávamos lá, ele sempre dormia no quarto com a gente.
Saímos com minha vó e levamos o Frederico para pegar um filme. Depois tomamos sorvete e voltamos para casa.
Era mais de 23h. Minha vó foi deitar e fui fazer uma pipoca enquanto os dois colocavam o pijama e preparavam o filme.
Terminei, coloquei a pipoca na sala e fui ao banheiro e coloquei a bermuda do pijama que eu sempre tirava para dormir.
Voltei e deitei no tapete escorado na almofada. Filme começou, os dois no sofá acima de mim e rindo baixinho.
Eu perguntei o que era, eles nada, e o sorriso continuava.
O Lucas falou: “O pinto tá duro”. Eu tirei. Do Frederico, que grande e grosso ele já tinha visto várias vezes. O Lucas tirou o dele. Frederico: “Me solta, caralho, que gigante! O meu é pequeno”. E tirou o dele, que tinha um belo saco com nenhum pelinho e um pau de uns 8 centímetros.
Batemos uma punheta ali e largamos o filme e fomos dormir. Outro dia, acordei de manhã, eles dormindo. Saí pra correr. Quando clareou, corri um pouco na estrada de terra e voltei, estava só de bermuda.
Parei na cozinha e falei com minha avó e peguei um café e disse que tomaria banho. Ela respondeu: “Não demora, vou sair, vocês tomam café e venho pro almoço”.
Eu: “Tá bom”. Subi, abri a porta do quarto. Frederico chupando o Lucas ainda deitado. Eu sorri e falei: “Também quero depois do banho”.
Lucas chamou Frederico e entramos no banheiro. Passei a mão no cuzinho do Frederico e ele não disse nada.
Falei: “Vou comer você” e ele: “Tá bom”.
Ajudei ele com a higiene daquele bumbum e voltamos para o quarto.
Coloquei ele na cama, imitando meu tio, chupei aquele cu e ele gemia. Eu lambia as bolas, chupava seu pau, voltei pro cuzinho.
Falei pro Lucas tentar. Ele fez. Meu pau pingava de tesão e meu cu já estava sem dores.
Peguei o gel, coloquei na mão e fiquei brincando ali com os dedos: um dedo, dois dedos e no terceiro ele reclamou. Falei: “Vai, Lucas”. Ele foi pra trás e colocou o pau na entrada. Aquela cabeça foi se espremendo e passou, arrancando um grito, mas foi até o final e ficou lá paradinho.
Frederico: “Se o dele foi, imagina o seu”. Lucas começou bombando e logo já estava fodendo ele. Ele gemia e Lucas em uns 10 minutos gozou. Tirou, foi a minha vez e coloquei na entrada e o pau escorregou para dentro, ele nem sentiu dor.
Comecei a foder ele e demorei. Falei: “Gozar na sua boca”.
Falei: “Fica aqui de joelhos”. Bati uma pertinho daquela carinha linda, falei: “Abre a boca”, coloquei meu pau dentro e gozei. Ele fez cara de nojo e foi cuspir.
Voltou minha vez de chupar ele e comecei chupando e lambendo as bolas. Ele soltou o leite em mim, mamei tudo. Nos limpamos no chuveiro e rindo fomos para o café.
Comemos e fui pegar umas canas para fazer caldo e tomamos ali piscina até minha vó chegar.
Ajudei ela com almoço, comemos, era quase 15h.
Eu deitei na rede e acordei, já estava escuro. Fomos levar o filme e ficamos na cidade com minha avó, comemos cachorro-quente, sorvete e voltamos para sede.
Tomamos banho. Frederico foi em casa e Lucas e eu aproveitamos pra se pegar. Ele veio uns 30 minutos depois, já foi arrancando o pijama e foi pra cama. Foi ele primeiro e a vez do Lucas.
Depois de gozar, dessa vez pediu pra me comer e eu deixei. Ele meteu um por segundos e gozou, ele goza na minha boca outra vez.
Eu fiz e ele fez igual a mim, engolindo. Deitamos para dormir.
Continua no próximo pra não alongar muito.