Foi bom esse dia.


Leia meus outros contos. É uma continuação da minha história.

Acordei bem cedinho para correr. Íamos fazer compras esse dia. Depois de fazer meus abdominais, tomamos café. Minha mãe me colocou no carro e fomos fazer compras. Como sempre, minha tia e o Lucas foram juntos, mas no carro deles.

Fizemos compras e depois minha mãe me levou na farmácia, comprou um monte de preservativos pra mim. Pedi um gel que eu mesmo tinha pegado na prateleira. Ela pagou e fomos para casa. Descemos as coisas do carro, depois fui na casa do Lucas e namoramos um pouco. Depois fomos lá pra minha casa. Ele falou que queria namorar também.

Eu sabia da menina que ele gostava, Danny. Ela morava no condomínio do lado do nosso e tinha um irmão gêmeo chamado Tommy, que treinava jiu-jítsu no mesmo lugar que eu. Ele era um cara muito engraçado. A mãe dele é japonesa e o pai africano. Eles tinham olhos bem puxados, pele muito branca e cabelos pretos bem lisos.

De noite, chamei o Tommy para jogar lá na quadra do condomínio e ele veio. Trouxe a irmã, que ficou conversando com o Lucas. Jogamos um pouco e o Tommy pediu pra ir ao banheiro lá de casa. Eu fui levar ele lá e ele fez o que precisava. Pediu pra tomar banho, falei que podia. Ele tomou. Eu levei uma toalha pra ele e reparei como ele era gostoso, um saco muito grande pra idade e um pinto grande.

Ele saiu. Falei pra chamar o Lucas e a irmã dele. Nós ficamos na piscina. Tá bom, fui buscar os dois e ficamos ali. Tomamos um refrigerante. Lucas enfim beijou a menina e ficou ali pertinho dela. Chamei eles pra tomar banho de piscina. Tommy topou e foi de cueca. Subi pra colocar uma sunga com o Lucas.

Lucas saiu e ficou com a menina. O pau duro dentro da sunga chamou a atenção do Tommy, que ficou de pau duro também. Tommy disse: não tem ninguém que você se alivia? Eu falei como assim? Quando tá com vontade fica de pau duro. Falei: tem! Ele chama pra cá. Eu liguei pro Davi e ele veio muito rápido.

Subimos pro meu quarto e o Lucas continuou lá na piscina com a irmã dele. Falei: dá uma chupada nele. Ele topou na hora. Tommy colocou o pau pra fora ainda sentado e Davi chupou ele. Era um pau do mesmo tamanho que o meu, só que bem mais fino. Davi tirou a bermuda, ficou de quatro e falou: me come. Eu meti nele um bom tempo enquanto ele mamava o Tommy. Tommy pediu pra comer e trocamos de lugar. Ele me mamava e Tommy fodia ele.

Gozei e ele engoliu tudo. Pediu pro Tommy gozar na boca dele e ele deu uma gozada grande no rosto e na boca do Davi. Falei pro Davi: goza na mão e lambe. Ele fez. Sentamos ali. Davi foi embora e ele comentou que gostoso aquele bumbum. Comentou que comia o vizinho dele quando ele queria, mas nunca tinha gozado na boca dele. Era a primeira vez que fazia assim.

Descemos. Ele pôs a roupa e eles foram pra casa. O Lucas colocou o pau na minha boca. Tava muito melado e gozou. Falei: e aí? Ele: estamos namorando, mas ela não deixou eu nem colocar a mão nela. Meu pai chegou e Lucas contou pra ele que estava namorando. Meu pai perguntou quem era. Ele falou e meu pai disse: cuidado com essas meninas.

No outro dia de manhã, treinei como sempre e fiquei ali em casa. Outro dia de manhã era sábado e iríamos pra chácara. De tarde, Davi foi com o cara que ele estava namorando lá pra casa. Foi pra conhecermos e eu e Lucas comemos os dois. O namorado se chamava Antônio. Era bem alto, magro, bailarino e tinha a mesma idade que eu. Um bumbum bem durinho. Metemos muito nós dois.

Quando o Max chegou, que ele ia dormir lá em casa porque sairíamos muito cedo, comeu o Antônio e o Davi também. Os dois foram embora. Descemos e chamamos o Tommy. A irmã dele queria ver o Lucas e ele tinha que ir junto. Chegou lá. O Lucas ficou na churrasqueira com a namorada. Tommy subiu pro quarto e o Max ficou meio sem graça.

Apresentei os dois e o Tommy falou que ia ligar pro vizinho dele ir lá. Falei: liga e pede pra vir. Ele desceu e ligou. O vizinho veio. Bem magrelo e só conhecia o pau do Tommy. Gustavo era o nome. Chegou meio sem graça. Tommy fez igual a mim, mandou ele me mamar, foi pra trás dele e começou a meter. O Max ainda de fora. Max veio, sentou do meu lado e ele trocou pro pau dele. Eu levantei e falei: deixa eu comer. O Gustavo: vai devagar que seu pau é grosso. O cuzinho dele em dois minutos engoliu meu pau. Comecei a bombar um tempão.

Max meteu nele também. Mandei ele ficar de joelhos. Foi aí que vi o pau dele. Era bem pequeno. Eu gozei primeiro na cara dele. Depois veio o Tommy e depois o Max mandou abrir a boca e ele gozou na cara e na boca dele. O Tommy agora goza na mão e lambe, e ele fez. O Gustavo foi embora depois de se limpar. Tomamos um banho e descemos.

Max foi para a quadra e eu fiquei com Tommy. Ele na janela olhando a irmã e Lucas. Eu cheguei pertinho dele. Falei: que dia vou comer você? Ele sorriu e falou: o dia que estivermos sozinhos, só nós dois e tivermos tempo, mas ninguém pode saber. Ok, eu respondi. Ele chamou a irmã e foi embora.

Lucas entrou, meteu o pau melado na minha boca e gozou. Falou: cara, que tesão que eu fico, mas ela não cede. Falei: relaxa que uma hora acontece. Fomos para a quadra. Eu estava exausto. Fiquei com a Fernanda lá um pouco e voltamos para jantar.

Dormi assim que entrei no meu quarto e acordei às 4 com meu pai chamando para ir. Saímos. Era 4:30 e chegamos lá às 6. Ainda ajudei o Seu Sebastião a terminar de tirar leite e os meninos ficaram na sede. Subi pra sede e comi pão de queijo com leite que tinha acabado de tirar. Meu pai já tinha voltado para casa.

Dona Ana falou pra eu ajudar no almoço. Eu gosto de cozinhar e ajudei. Lucas e Max desceram para o açude. Na hora do almoço, eles já estavam de volta. Almoçamos uma costela com mandioca que eu tinha ajudado a fazer. Eu comi bastante e fui deitar. Lucas e Maximus também.

Lucas me fez chupar ele enquanto eu estava deitado. Meteu o pau na minha boca e ficou fodendo minha garganta. O pau passava da garganta. Hoje sei que o nome é garganta profunda. Max fez a mesma coisa, só que colocou rapidinho e gozou. Dormi até depois de três horas. Lanchamos e descemos pro açude.

Tirei toda a roupa e entrei na água. Era bem grande lá e tinha uma casa do lado de lá que separava as chácaras. Morava um casal com vários filhos. Eles sempre iam para a seresta. Seu Sebastião fazia fogueira lá e chamava sempre as pessoas de perto para tocar e beber. Todo sábado era assim.

Subimos depois das 18. Tomamos uma ducha em um cano que saía da caixa de água. Eu fazia isso desde pequeno. Nós estávamos nus. Entramos, tomamos um banho e teve outro sexo entre nós três. Descemos, ajudamos na preparação e as pessoas começaram a chegar. Começaram a chegar as pessoas e meu tio chegou. Perguntei o que ele tinha ido fazer lá. Ele: o pai do Max precisa dele e disse que no outro dia levaria ele de manhã e meu pai buscaria a gente na segunda direto pra chácara dos nossos avós.

Continuo no próximo.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Foi bom esse dia.

Codigo do conto:
258871

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
07/04/2026

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