TRANSANDO COM O NAMORADO DA MINHA FILHA - Capítulo 3: O Encontro na Piscina

Quando a campainha tocou. Alisei o cabelo e abri a porta.

- "Oi Neto, que bom te ver!” - eu disse, fingindo um pouco surpresa.

- "Ah, oi, Sandra. Carla está aí?" - ele perguntou.

- "Não, ela foi para o shopping com os primos”

- "Achei que ela estava, por que ela me mandou mensagem” - ele disse.

- "Às vezes ela é tão distraída” - eu disse - "Ela esqueceu que ia encontrar os primos, e depois não conseguiu achar o celular. Mas entre e deixe eu te dar algo gelado para beber”

- "Ta tudo bem, é melhor eu ir”

“Ops! Não foi como eu planejei!” – pensei.
Mas eu não podia deixar de aproveitar aquela chance.

- "Entre um minuto, eu insisto. Está quente laí fora! Você veio de bicicleta até aqui?"

- "Ah, sim, senhora, mas não está tão quente”

- "Está sim, e não aceito um não como resposta. Só por um minuto. Além disso, tenho um pequeno favor para te pedir”

- "Ah. Hum, claro” - ele disse, e entrou.

- "Vou fazer uma limonada, ou você quer uma refrigerante? O favor é: você pode tirar a cobertura da nossa unidade de ar condicionado? Às vezes há um cheiro terrível, e eu só quero ter certeza de que nada morreu lá dentro” – (Tenho orgulho de ter pensado nessa desculpa na hora).

- "Claro” - ele disse - "Você tem uma chave de fenda?"

Fiz a limonada e levei para ele justamente quando ele estava colocando a tampa do ar condicionado de volta. Estava quente lá fora, e ele tinha suado por cima da camiseta.

- "Não tem nada ali, Sandra” - disse ele - "Eu não sei o que estava causando esse cheiro”

- "Só de vez em quando que sinto” - disse, entregando um grande copo de limonada - "Talvez eu tenha que chamar alguém. Agora, que tal um mergulho rápido?"

- "Eu não tenho calção” - ele disse.

- "Sabe, acho que tem um calção antigo aqui que o pai da Carla deixou, deve servir em você. Queria ir nadar, mas odeio nadar quando não tem mais ninguém em casa. Muito perigoso. Vamos nadar um pouco por uns 15 minutos, e depois eu te solto. Tá bom?"

- "Claro” - ele disse.

Fui buscar o calção.

- "Encontrei um velho biquíni meu com ele!” - eu disse - "Não uso isso há anos. Espero que ainda sirva!"

Dei a ele o calção e fomos trocar de roupa. Me troquei no meu quarto. Foi difícil encaixar no top, mas valeu a pena. Meus seios ficaram completamente salientes por cima (Na verdade eu parecia uma completa vadia). Olhei minha virilha no espelho, abrindo e fechando as pernas. Sem o forro, dava para ver o contorno da minha rachadura, mas esperava que ficasse mais claro quando o biquíni estivesse molhado.
Desci até a piscina, e os olhos de Neto se arregalaram quando me viu.

"Peguei ele” - pensei comigo mesma.
Em voz alta eu disse:
- "Esse traje é pequeno demais. Eu realmente engordei desde que usava isso”

- "Ah não, Sandra! Você não é gorda de jeito nenhum!” - disse Neto.

- "Que bom da sua parte dizer isso! Vamos, eu vou nadar três voltas com você!"

Pulamos na piscina e demos algumas voltas. Saímos rindo.

- "Você é uma boa nadadora!" - Neto me disse.

- "Para uma senhora idosa?" - brinquei.

- "Ah não, você não é uma velhinha!” - ele disse - "Você é uma mulher muito bonita!"

- "Obrigada, Neto” – ri - "Claro, esses me atrasaram um pouco na natação!" – falei enquanto juntava meus seios, fazendo-os sobressair mais do que nunca.

Eu tinha certeza de que ele não estaria olhando nos meus olhos, então me senti à vontade para olhar a virilha dele. O calção molhado sem forro delineava perfeitamente seu pênis, que estava ficando rígido. Juro que ele se mexia quando eu apertava meus seios (Carla não estava mentindo! Aquilo era um monstro!).

- "Neto, seja um bom cavalheiro e traga duas umas toalhas para nós, vai?"

"Belo bumbum!” - pensei, enquanto ele se afastava.

Deitei em uma espreguiçadeira e puxei a parte de baixo do biquíni para cima para que ficasse uma dobra na fenda (aquele famoso CamelToe). Fechei os olhos e me deitei de pernas abertas e braços acima da cabeça para fazer meus seios ficarem para fora. Neto veio e ficou ao meu lado, olhando, por um momento, e então pigarreou. Abri os olhos e ele estava segurando uma toalha e a outra na frente da virilha (Que fofo!).

- "Obrigada, Neto” - eu disse.

Peguei a toalha, coloquei debaixo do bumbum e estendi a mão para pegar a outra.

- "Uhhh” - ele disse, estranhando ser as duas para mim.

- "Essa é para os meus cabelos” - eu disse.

Ele me entregou a toalha, e eu tive uma boa visão. Ele estava com uma ereção de verdade, e ela estava realmente saindo da frente do calção.

- "Por que Neto!" - eu disse, fingindo estar chocada - "É por minha causa?"

- "Ah não” - ele disse, corando.

Então ele tentou esconder com a mão.
- "Desculpe, Sandra, eu só...”

- "Você realmente deveria ter vergonha!" - eu disse.

Ele começou a sair do local.

- "Neto!" – gritei chamando ele, e ele parou - "Venha aqui”

Ele voltou, com aquele pau grande balançando à sua frente.

- "Me diga a verdade” - eu disse - "Se eu não fosse a mãe da Carla, você gostaria de transar comigo?"

- "Sandra?"

Suspirei.
- "Vocês são todos iguais. Qualquer coisa com uma mulherzinha é alvo permitido, não é?"

- "Ah não, Sandra, eu não acho isso!"

Foi fácil, com o pau duro dele fazendo tanta tensão no calção, colocar minha mão naquela perna e passar uma unha pelo comprimento do monstro enorme dele.

- "Você não acha, mas esse negócio aí parece pensar que sim. Bem, acho que um cara grande assim merece pelo menos uma chupada”

- "Sandra, acho que Carla não aprovaria”

- "Bem, que gentil da sua parte dizer isso, Neto, mas eu não vou contar para ela, você vai?"

- "Não, senhora, mas... Ela não quer que eu nem beije outra garota, muito menos que eu fique com a mãe dela!"

Olhei para ele e disse:
- "Você já foi engolido por uma garganta profunda antes? Eu acho que não. Agora, vou colocar isso na minha boca, e se quiser que eu pare, é só me dizer”

Puxei o calção dele para baixo. Que pau lindo ele tinha. Provavelmente tinha cerca de 22 ou 23 centímetros de comprimento, grossa, veias saltadas, com uma cabeça grossa e linda. Coloquei na boca, e foi divinal. Antigamente, eu teria passado isso direto pela garganta abaixo, mas estava fora de prática. Sem engasgos, mas tive que trabalhar um pouco até meu rosto pressionar contra a barriga lisa do Neto.
Eu puxei o pau dele, chupando e usando a língua enquanto me afastava, para que ele saísse da minha boca com um estalo. Eu estava prestes a perguntar se ele ainda queria que eu parasse, mas um olhar para o rosto dele me disse pra não perguntar. Ele estava completamente fora dali, em um mundo diferente. Então coloquei minha boca de volta no pau dele. Dessa vez, quando eu estava começando a engolir tudo, ele começou a jorrar, e jorrar, e jorrar.

"Grande conquistador” - pensei (o que sempre achei sexy).

Eu meio que queria que ele estivesse gozando na minha boca para poder sentir o gosto, mas estava indo direto pela minha garganta.
Eu tirei o pau dele com outro estalo.

- "Não foi tão ruim assim, foi?" - eu disse.

Quando ele saiu do transe, eu sabia que ele provavelmente começaria a se sentir culpado, especialmente se a excitação tivesse sumido, então perguntei:

- "Neto, você pode me ajudar a tirar esse biquíni?"

Achei que ele estaria disposto a ficar para ver meus seios, e acho que estava certa.
Ele ajudou a tirar as partes de cima e de baixo. Minha buceta estava completamente encharcada, ele provavelmente podia sentir o cheiro. Levantei meus seios para ele e disse:

- "Por favor, lambe meus peitos”

Ele imediatamente começou a lamber e chupar meus mamilos. Eu gostei, mas foi mais para ele do que para mim. Eu queria mantê-lo comigo até ele ficar duro de novo. Não precisava me preocupar. Quando eu estendi a mão para pegar o pau dele, estava duro como uma pedra (Benditos sejam todos os jovens de dezoito anos). Deitei na espreguiçadeira e abri as pernas.

- "Certo, Neto, coloca isso em mim!" - exigi.

Ele se inclinou sobre mim, tão parecido com minha fantasia, e eu peguei o pau dele para guiá-lo dentro de mim. Nesse momento, hesitou.

- "Ah, Sandra?"

- "Sim, Neto?"

O pau enorme dele, duro e pulsante, estava na minha mão, a poucos centímetros da minha vagina encharcada.

- "Devemos buscar proteção?"

Deus o abençoe! Eles treinam bem no ensino médio hoje em dia.

- "Eu não tenho doença, e se você foi fiel à Carla, também não deveria. Eu não vou engravidar, se é isso que você está preocupado. Agora coloque em mim, mas devagar! Faz tempo que não tenho um pau tão grande quanto o seu”

Ele deslizou para dentro (e foi divino). Exatamente o que eu estava sentindo falta, há anos, na verdade. Adoro a sensação de estar sendo esticada. Quando estava mais ou menos na metade, ele foi rápido demais. Fiz uma careta.

- "Calma, vai devagar” - eu disse, mas então percebi que ele estava gozando de novo.

Um pouco decepcionante, mas eu ainda não tinha terminado com ele.

- "Foi sua primeira vez, Neto?" - Eu vi pelo rosto dele que era, antes mesmo dele assentir com a cabeça, e sorri maliciosamente continuei - "Então... eu tirei sua virgindade! Agora você realmente não pode contar para a Carla!"

- "Não vou, senhora” - ele disse.

Neto saiu de mim. Apesar de ter gozado minutos antes, parecia que ele havia disparado uma carga bem grande. Seu pau ainda estava meio duro, coberto de líquidos e lindo. Ele se levantou, eu me sentei e comecei a lamber o monstro até ficar limpo. Foi lindo finalmente provar o esperma dele. Levantei e peguei a mão dele. Senti que já tínhamos passado tempo suficiente ao sol.

- "Venha comigo” - ordenei, e o levei para dentro.

Ao atravessarmos a cozinha, senti uma gota de esperma escorrer da minha buceta e descer pela minha perna. Eu tinha certeza de que havia mais de onde veio. Lembro de pensar como eu era sortuda por não ter pingado na sala, onde temos tapete peludo.
No meu quarto, sentei na beirada da cama e comecei a chupar o pau do Neto de verdade. Eu simplesmente adorei aquele grande. Ele ainda estava semiereto e deslizou pela minha garganta com facilidade. Puxei com um som de estalo, coloquei de volta na boca e balançava a cabeça para frente e para trás, ao mesmo tempo lambia a parte de baixo e girava as mãos na base.

- "Uhh, ah, Sandra, você chupa pau tão bem” - ele gemeu.

Tenho certeza de que fui melhor do que qualquer uma das jovens que já tinham chupado esse monstro antes.
Quando ele ficou duro de novo, fiquei de joelhos na beirada da cama. Estendi a mão para trás e abri meus lábios vaginais para ele.

- "Enfia isso, Neto!" - eu ordenei.

Tenho certeza de que ele teve uma ótima visão da boceta da mãe da namorada, rosada, inchada e pingando com seu esperma cremoso. Eu me sentia a maior vadia do mundo, mas estava disposta a ser uma vadia para um pau assim.
Ele enfiou, e dessa vez entrou completamente. Caramba, foi bom! Neto começou a me foder como um profissional, dessa vez ele durou, foi muito bom! Eu resmungava e choramingava a cada movimento. Eu poderia estar dizendo 'sim!' e talvez estivesse dizendo 'foda-se!' Eu realmente não consigo lembrar. Era isso que eu estava perdendo! Tive um orgasmo grande e gritante, pouco antes do Neto descarregar sua terceira carga em mim.

- "Sandra, você está bem?” - ele disse, depois que parou de ofegar.

Percebi que ele não estava tão preocupado comigo até depois de gozar, mas tudo o que eu disse foi

- "Estou bem, Neto. Mais do que bem. Eu realmente gostei da transa”

- "Ah, eu também, Sandra” - disse ele.

- "Sim, eu sei. E agora é melhor você trocar de roupa e ir para casa, para que a Carla não nos pegue”

Na porta, parei ele.

- "Neto?"

Ele estava vestido, e eu só de roupão. Beijei ele profundamente, esfregando minha mão no pau dele. Mesmo macio, era grande, e juro que ele se mexia.

- "Se você quiser me foder de novo, deveria saber que eu também quero. Só nunca, nunca conte para a Carla”

- "Não vou, senhora” - disse ele, e saiu.

Foto 1 do Conto erotico: TRANSANDO COM O NAMORADO DA MINHA FILHA - Capítulo 3: O Encontro na Piscina

Foto 2 do Conto erotico: TRANSANDO COM O NAMORADO DA MINHA FILHA - Capítulo 3: O Encontro na Piscina

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Nome do conto:
TRANSANDO COM O NAMORADO DA MINHA FILHA - Capítulo 3: O Encontro na Piscina

Codigo do conto:
255758

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
28/02/2026

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