- “Oi, Sandra” - ele disse, entrando sem cerimônia - “Carla não está?”
- “Você sabe que não” - respondi, fechando a porta e trancando - “Veio me ver né?”
Ele não respondeu com palavras. Apenas me puxou para um beijo profundo, e eu senti suas mãos percorrerem minhas costas, apertando minha bunda por cima do short. Eu já estava molhada, como sempre ficava perto dele.
- “Vamos para o quarto” - sussurrei, puxando-o pela mão.
No quarto, ele me despiu rapidamente. Eu o ajudei a tirar sua camiseta, admirando aquele peito liso e musculoso, e depois desabotoei seu jeans. Seu pau já estava duro, enorme, pulsando contra a barriga. Eu me ajoelhei e o levei à boca, saboreando cada centímetro. Ele gemeu, afundando os dedos no meu cabelo.
- “Você é tão boa nisso, Sandra” - ele murmurou.
Eu chupei com vontade, sentindo-o engrossar ainda mais na minha boca. Quando ele estava prestes a gozar, parei e me levantei, deitando na cama de pernas abertas.
- “Vem, Neto. Me fode com força hoje” - pedi.
Ele se posicionou entre minhas pernas e enfiou de uma vez. Eu gritei de prazer. Ele começou a bombear com força, exatamente como eu gostava. Segurei suas nádegas, puxando-o para mais fundo a cada estocada.
- “Assim, gostoso! Mais forte!” - eu gritava, sem me importar com vizinhos.
Ele obedeceu. Por longos minutos, ele me comeu com uma intensidade que me fez ter orgasmos atrás de orgasmos. Quando finalmente gozou, derramando esperma dentro de mim, eu estava exausta e satisfeita.
Ficamos deitados, ofegantes, por alguns minutos. Eu acariciei seu peito, sentindo seu coração acelerado. Foi então que ele quebrou o silêncio.
- “Sandra, preciso te falar uma coisa” - ele disse, a voz hesitante.
- “Fala” - respondi, ainda de olhos fechados.
- “É sobre a Carla... Nós conversamos ontem. Ela quer que a gente... que a gente transe. Disse para eu comprar camisinha”
Meus olhos se abriram na hora. Sentei na cama e olhei para ele.
- “E o que você vai fazer?”
- “Eu vou, Sandra. Ela é minha namorada. Eu... eu gosto dela. E acho que é hora... Vou comer ela”
Senti um misto de ciúmes e excitação. A ideia de que ele iria usar aquele pau enorme na minha filha mexia comigo de uma forma estranha.
- “Então compra a camisinha” - falei, tentando soar indiferente - “Só não quero ser avó tão cedo, hein? USE a camisinha” - eu enfatizei par ele usar o preservativo.
Ele riu, sem graça.
- “O problema é que é difícil achar do meu tamanho. As comuns não servem”
- “Do seu tamanho?” - brinquei, apertando seu pau ainda mole - “Pra você tem que ser GG, né?”
Ele corou, mas sorriu.
- “Pois é. E eu não sei onde encontrar”
- “Deixa comigo” - ofereci, sem pensar - “Eu compro e entrego pra você”
Ele me olhou, surpreso.
- “Sério? Você faria isso?”
- “Claro. Mas tem uma condição”
- “Qual?”
- “Que vocês façam aqui em casa”
Ele franziu a testa.
- “Na sua casa? Mas... e você?”
- “Eu não vou estar. Carla sabe que Sexta-feira à tarde eu não estou. Vou dar um jeito de sumir por umas horas”
Ele ficou em silêncio, pensativo.
- “Não sei, Sandra... Fazer aqui, na sua cama... Parece estranho”
- “Ou é aqui ou não faz” - declarei, firme - “Se vocês forem para um motel, algum amigo pode ver. E se ela quiser ir para a sua casa, seus pais podem chegar.
Aqui é seguro. Ela se sente segura. E você vai estar com ela na cama dela”
Ele ponderou por um momento.
- “Carla disse que queria que fosse Sexta” - ele admitiu - “Falou que a mãe não estaria em casa”
- “Viu só? Ela já pensou nisso. É o lugar ideal”
- “Tá bom” - ele concordou, finalmente - “Vai ser aqui. Na Sexta”
- “Ótimo. Agora vai, antes que Carla volte”
Ele se vestiu, e eu o acompanhei até a porta. Antes de sair, ele me deu um beijo rápido.
- “Obrigado, Sandra. Por tudo”
- “De nada, Neto. E não esquece: isso é só entre a gente”
Ele assentiu e saiu. Fechei a porta e encostei nela, processando tudo. Meu corpo ainda vibrava com o sexo, mas minha mente já estava a mil. Na Sexta, ele iria transar com a Carla. Na minha casa. Na cama dela.
Senti uma pontada de ciúmes, mas também uma excitação perversa. Eu queria ver. Precisava ver. Saber como ele seria com ela, se seria tão intenso quanto comigo. E, de repente, uma ideia surgiu na minha cabeça.
No dia seguinte, fui a uma sex shop discreta e comprei uma caixa de camisinhas tamanho G.
- “Para cavalos” - brinquei com a atendente, que riu.
Também comprei algo mais: uma pequena câmera espiã, dessas que parecem um chaveiro. Coloquei na estante do quarto de Carla, apontada para a cama, e testei o ângulo. Perfeito.
Na Sexta-feira, saí de casa por volta das duas da tarde. Disse a Carla que iria visitar uma amiga e só voltaria à noite. Ela mal disfarçou a alegria.
- “Tudo bem, mãe. Divirta-se”
Beijei sua testa e saí. Mas não fui longe. Estacionei o carro duas ruas abaixo e voltei a pé, entrando pelo quintal dos fundos. Subi silenciosamente para o sótão, onde havia uma claraboia que dava vista para o corredor. Deitei no chão empoeirado e esperei.
Pouco depois das três, ouvi a campainha. O coração disparou. Pelas frestas, ouvi Neto entrar. Ele estava nervoso, isso dava para perceber. Carla o levou para o quarto. E então, começou.
Ela o beijou, tímida no início, depois com mais paixão. Liguei o receptor e olhei a tela. Ele a abraçou, e eu vi suas mãos percorrendo as costas dela. Ela o ajudou a tirar a camisa, e ele fez o mesmo com ela. Quando os seios dela ficaram à mostra, senti um aperto no peito. Ela era linda, perfeita. E ele a admirava com um brilho nos olhos que eu conhecia bem. Ela deitou na cama, e ele se inclinou sobre ela, beijando seus seios, descendo pela barriga. Ela ria, excitada. Eu ouvia seus suspiros através das paredes finas. Quando ele tirou a calça e mostrou aquele pau enorme, Carla arregalou os olhos.
- “Nossa, Neto... É enorme mesmo, Parece maior do que aquela vez que vi” - ela sussurrou.
- “Você vai gostar” - ele garantiu, a voz rouca.
Ele pegou a camisinha que eu tinha deixado enfiado no colchão dela (sim, eu coloquei lá de manhã) e vestiu. Então, lentamente, ele a penetrou só um pouquinho. Ela gemeu alto, gritou agarrando os lençóis. Ele foi mais devagar, com cuidado, até estar completamente dentro dela. E então ele começou a se mover. E eu assisti, do sótão, com a mão dentro da calcinha me tocando, enquanto via minha filha ser comida pelo namorado que também era meu amante. Era errado, nojento, pervertido. Mas eu não conseguia parar.
Eu via o prazer no rosto dela, via como ela se entregava, via como ele a fodia com a mesma intensidade que me fodeu horas antes. E isso me excitava mais do que qualquer coisa.
Quando ambos gozaram, eu também gozei, silenciosamente, mordendo o lábio para não gritar.
Deitada no chão do sótão, ofegante, ouvindo os suspiros deles lá embaixo. Eu não ia transar mais com ele, tinha dito pra ele. Mas isso não significava que não poderia observar. E, enquanto a excitação passava, pensei:
"Posso não transar mais com ele, mas precisarei de espiar eles mais vezes"
