A VIDA SEXUAL A TRÊS - Capítulo 1: O Encontro no Banheiro

A tarde de sábado se arrastava preguiçosa no apartamento de Nicole, no décimo segundo andar de um edifício no bairro da Água Verde, de Curitiba. O calor de dezembro convidava para a preguiça, mas dentro do amplo apartamento decorado com bom gosto, o clima era de uma tensão sexual latente que parecia impregnar cada móvel, cada objeto.
Beto, um homem de 58 anos bem conservado, cabelos pretos pra grisalhos, corpo ainda firme de quem começou a frequentar a academia três vezes por semana, estava deitado no sofá da sala, apenas de bermuda, folhando alguma revista qualquer. Sua namorada Nicole (42 anos, uma ruiva de olhos verdes e corpo escultural, com pelugem avermelhada e espessa na vagina que ela fazia questão de manter natural), chegara do salão de beleza havia poucos minutos e fora direto para o quarto trocar de roupa.
Juliana, a filha de Nicole (fruto de um relacionamento anterior que durou apenas dois anos quando Nicole tinha 23, 24 anos), estava em seu quarto, deitada de bruços na cama, mexendo no celular. Aos 18 anos, recém saída do ensino médio e prestes a iniciar a faculdade de Design de Moda, Juliana era uma versão mais jovem da mãe: mesmos cabelos ruivos, mas com um tom mais acobreado, olhos também verdes, sardas espalhadas pelo rosto e um corpo esguio e firme da juventude. Diferentemente da mãe, Juliana mantinha a vagina completamente depilada, uma preferência pessoal que Nicole sempre achava engraçado, já que ela própria jamais abriria mão de seus pêlos ruivos.
Nicole saiu do quarto usando uma camisola curta de seda vermelha que mal cobria as nádegas. Beto ergueu os olhos do livro e sentiu o pau endurecer instantaneamente ao ver a silhueta da namorada contra a luz da janela.

- “Você está tentando me matar do coração, mulher?” - disse Beto, fechando o livro e depositando-o no criado-mudo ao lado do sofá.

- “Matar? Não, meu amor. Estou tentando te manter vivo e bem interessado” - Nicole sorriu maliciosamente, aproximando-se e sentando-se no colo dele, as pernas abertas de modo que a camisola subiu, revelando a base de suas coxas e os pelos ruivos que escapavam pelas laterais da calcinha fina.

Beto passou a mão pela cintura dela, puxando-a para mais perto, sentindo o calor do corpo feminino contra o seu. O pau já estava completamente duro, pressionando a bermuda.

- “Juliana está no quarto dela?” - Beto perguntou em tom baixo, os lábios roçando a orelha de Nicole.

- “Está sim, de fone de ouvido, vendo essas bobagens de redes sociais” - Nicole respondeu, mordiscando o lóbulo da orelha dele - “A gente tem tempo”

Sem dizer mais nada, Beto levantou-se com Nicole no colo, as pernas dela enlaçando sua cintura. Ela riu baixinho, abafando o som contra o ombro dele. Atravessaram a sala em direção ao corredor que levava aos quartos e banheiros. O apartamento tinha uma suíte, mas o banheiro social, localizado ao lado do quarto de Juliana, era o mais espaçoso, com uma ampla bancada de mármore, um box de vidro com dois registros e um bidê (por ser um apartamento antigo reformado, mantiveram o bidê). Entraram no banheiro social. Beto fechou a porta, mas com a pressa não a trancou. Colocou Nicole no chão, de frente para a bancada de mármore, e puxou a camisola dela para cima, expondo suas nádegas redondas e a calcinha de renda preta que mal cobria a vulva peluda.

- “Você é tão linda, Nicole” - Beto murmurou, deslizando as mãos pelas costas dela, sentindo a textura da pele macia.

- “Me come, Beto. Tô precisando tanto” - ela arqueou o corpo, apoiando as mãos na borda da pia, empinando a bunda em sua direção.

Beto puxou a calcinha dela para baixo, revelando a vagina completamente coberta por pêlos ruivos, densos e macios. Ele passou os dedos por eles, sentindo a umidade que já começava a brotar. Inclinou-se e depositou um beijo suave na nuca dela, enquanto com a outra mão puxava o próprio pau para fora da bermuda (É um pau grande, com cerca de 20 centímetros, grosso, as veias saltadas pela excitação, a glande arroxeada). Posicionou a ponta na entrada da vagina de Nicole, sentindo os lábios vaginais molhados se abrirem para recebê-lo. Com um movimento lento e firme, penetrou-a por completo, enterrando-se até o talo nos pêlos ruivos que escondiam a entrada. Nicole soltou um gemido abafado, mordendo o lábio inferior.

- “Assiim... devagar primeiro” - ela pediu, os olhos fechados de prazer.

Beto começou a movimentar-se, as mãos segurando os quadris de Nicole, puxando-a contra si a cada estocada. O som da pele batendo na pele começou a ecoar no banheiro, misturado aos gemidos contidos de ambos. Nicole olhava para o próprio reflexo no espelho à frente, vendo Beto por trás dela, o corpo definido, o rosto contraído de prazer enquanto a penetrava.

- “Olha no espelho, amor” - Beto ordenou, a voz rouca - “Olha como você fica linda sendo fodida”

Nicole abriu os olhos e fitou o espelho. Viu seus seios balançando sob a camisola, viu o pau de Beto entrando e saindo de sua vagina peluda, viu os olhos dele fixos nela, cheios de desejo. O prazer aumentou, e ela começou a rebolar de volta, encontrando o ritmo das estocadas.
Foi nesse exato momento que a porta do banheiro se abriu bruscamente.
Juliana entrou como um furacão, as mãos apertando a barriga, o rosto vermelho de desespero.

- “MÃE! SOCORRO! O Coxinha da padaria não...” - ela paralisou.

A cena à sua frente era de um erotismo brutal: sua mãe, Nicole, debruçada sobre a pia, a camisola erguida, as nádegas expostas, e Beto, o namorado dela, completamente ereto, com o pau enorme enterrado na vagina peluda da mãe. Os olhos de Juliana se arregalaram. Ela sentiu o rosto queimar, mas algo mais queimou dentro dela também. Um calor estranho, localizado exatamente entre as pernas.

- “AI, MEU DEUS!” - Juliana gritou, mas não conseguiu desviar o olhar.

Sua mão ainda apertava a barriga, mas agora a urgência fecal dividia espaço com uma urgência muito diferente.

- "Gente... Desculpa... Eu... O cocô... Eu comi coxinha na rua e... tá saindo... Preciso fazer!"

Beto e Nicole congelaram por um segundo. Nicole sentiu o pau de Beto ainda duro dentro dela, mas a situação era surreal demais. Ela soltou um riso nervoso e empurrou Beto suavemente para trás, sentindo o membro deslizar para fora com um som molhado.

- “Juliana, pelo amor de Deus” - Nicole tentou puxar a camisola para baixo, mas já era tarde demais. A filha já tinha visto tudo.
Juliana estava visivelmente desesperada, pulando de um pé para o outro.

- “Mãe, juro, não dá pra segurar mais! Foi a Coxinha, aquele da padaria nova, tava meio estragada, eu acho...”

Nicole olhou para Beto, que estava ali, ao lado dela, o pau ainda completamente ereto, brilhante com a lubrificação dela. Depois olhou para a filha, que parecia prestes a explodir.

- “Pode fazer, Juliana” - Nicole disse, numa tentativa de normalizar o absurdo da situação - “A gente... a gente já vai sair”

Juliana não esperou confirmação duas vezes. Com um movimento rápido, virou-se, puxou o short de moletom e a calcinha para baixo, expondo as pernas longas e lisas, a vagina completamente depilada, os grandes lábios cor-de-rosa, ainda fechados, e sentou-se no vaso sanitário, que ficava ao lado do bidê.
Beto não conseguiu evitar. Seus olhos foram atraídos como ímãs para aquela visão.
Juliana estava ali, sentada, as coxas ligeiramente abertas, o olhar fixo nele, mas não nos olhos dele. O olhar dela estava fixo no pau dele. Diretamente no pau grande, grosso, ereto, ainda úmido da mãe dela. Juliana nem sequer disfarçou. Ela olhava abertamente, os olhos verdes percorrendo cada centímetro daquele membro, da base à glande, as veias, o tamanho. Seu rosto estava vermelho, mas não era só de vergonha. Seu corpo inteiro tremia, e não era apenas pela urgência intestinal.
Nicole percebeu o jogo de olhares. Percebeu como a filha devorava o pau de Beto com os olhos. Percebeu também que Beto não conseguia desviar o olhar da vagina depilada de Juliana. Uma ponta de ciúme a picou, mas foi imediatamente substituída por algo muito mais forte: excitação.

- “Bem” - Nicole pigarreou, pegando a mão de Beto - “Vamos para o quarto, amor. Deixa a Juliana fazer o... o dela em paz”

Ela tentou puxá-lo, mas Juliana falou. A voz saiu mais alta e firme do que ela esperava.

- “Podem continuar”

Nicole e Beto pararam. Nicole virou-se lentamente para olhar a filha. Juliana estava sentada no vaso, as fezes finalmente começando a sair, mas seu olhar continuava fixo no pau de Beto.

- “O quê?” - Nicole perguntou, incrédula.

- “Podem continuar” - Juliana repetiu, a voz um pouco mais baixa, mas ainda clara - “Ué, vocês estavam no meio. Eu atrapalhei. Mas... eu já estou aqui, fazendo o meu. Vocês podem continuar o de vocês”

Nicole soltou um riso curto, sem graça.
- “Juliana, isso é... estranho”

- “Estranho por quê?” - Juliana perguntou, e havia um tom de desafio em sua voz - “Vocês dois estavam transando. Eu vi. Agora já vi. Não tem como desver. E eu gostei do que vi”

Ela disse isso sem tirar os olhos do pau de Beto. As fezes continuavam saindo, mas ela parecia completamente alheia a isso, focada apenas naquela visão à sua frente.
Nicole olhou para Beto. Ele estava completamente imóvel, o pau ainda duro, os olhos fixos em Juliana. Ela sentiu a excitação aumentar novamente. A situação era absurda, bizarra, mas também incrivelmente erótica. Sua filha, sentada no vaso defecando (na verdade ela já havia defecado, mas ficou alisentada), olhando para o pau do namorado dela como se fosse a oitava maravilha do mundo.

- “Você gostou do que viu, Juliana?” - Nicole perguntou, a voz agora mais lenta, mais calculada.

Juliana finalmente desviou o olhar do pau de Beto para encarar a mãe. Os olhos verdes delas se encontraram. Juliana não se acanhou.

- “Gostei, sim, mãe. O Beto tem um pau muito... bonito”

Nicole sentiu um arrepio na espinha. A filha chamando o pau do namorado dela de bonito. Ela deveria estar brava, mas estava tudo, menos isso.

- “E você acha que pode ficar aí sentada, fazendo cocô, enquanto a gente transa na sua frente?” - Nicole perguntou, com um sorriso malicioso começando a se formar em seus lábios.

Juliana sorriu de volta, um sorriso jovem, mas com uma malícia que Nicole nunca tinha visto antes.

- “Posso, sim. Se vocês deixarem”

Nicole soltou a mão de Beto e deu um passo em direção à filha. Parou ao lado dela, olhando para baixo, vendo as fezes no vaso, as pernas abertas, a vagina depilada. Depois, olhou para Beto, que ainda estava imóvel, o pau latejando.

- “Beto, vem cá” - Nicole ordenou.

Beto obedeceu, aproximando-se. Agora os três estavam naquele espaço pequeno: Juliana sentada no vaso, Nicole em pé ao lado, Beto na frente de ambas. O cheiro das fezes de Juliana começava a se espalhar, mas parecia que ninguém se importava.
Nicole passou a mão no pau de Beto, sentindo a rigidez, o calor. Começou a masturbá-lo lentamente, os dedos deslizando pela pele macia, enquanto olhava para a filha.

- “Sabe, Juliana... é estranho transar com você, minha filha, olhando. Mesmo que você já tenha visto a gente. Mas com você aí, defecando... é muito mais estranho”

Juliana riu, um riso baixinho e cúmplice.
- “Estranho, mas você gostou, mãe. Olha só o pau do Beto. Continua duraço. Ele gostou de me ver aqui. Gostou de me ver pelada da cintura pra baixo”

Beto não disse nada, mas seu pau pulsou na mão de Nicole, confirmando as palavras de Juliana.

- “Fala, Beto” - Nicole provocou, acelerando a masturbação - “Você gostou de ver a buceta depilada da Juliana?"

Beto engoliu em seco. A visão das duas ruivas, mãe e filha, uma peluda e outra depilada, era a coisa mais erótica que ele já tinha presenciado.

- “Gostei” - ele admitiu, a voz rouca.

Juliana sorriu, triunfante. Como já tinha terminado de defecar, pegou um pedaço de papel higiênico.
- “Vou fazer rapidinho, mãe. Já estou terminando. Aí vocês podem continuar sem a minha companhia fedida” - ela disse brincando, limpando-se.

Nicole apertou o pau de Beto com mais força, fazendo-o gemer baixinho.
- “Não, Ju...” - Nicole disse, e a voz dela era firme - “Se você vai assistir, não vai ser assim, com você aí se limpando correndo. Se você quer ver, vai ver direito”

Juliana parou o movimento da mão com o papel, o olhar fixo na mãe.
- “Como assim, 'direito'?" – perguntou curiosa.

Nicole soltou o pau de Beto e se aproximou mais da filha. Inclinou-se, colocando as mãos nos joelhos de Juliana, de modo que seus rostos ficaram próximos.

- “Se você quer ver a gente transar, você vai estar limpa e completamente nua. Sem short, sem calcinha, sem nada. De corpo nu também”

O coração de Juliana disparou. Ela sentiu a vagina se contrair, umedecendo instantaneamente. A ideia de ficar nua na frente do padrasto, na frente da mãe, enquanto eles transavam, era a coisa mais excitante que ela podia imaginar.

- “Combinado” - Juliana respondeu sem hesitar.

Ela se levantou do vaso, dando descarga automaticamente. Virou-se de costas para eles, inclinando-se ligeiramente para alcançar mais papel e se certificar de que estava bem limpa. Essa posição, curvada, as nádegas empinadas, ofereceu a Beto uma visão privilegiada da bunda dela. Era uma bunda perfeita: redonda, firme, jovem, com a pele lisa e sardenta, mostrando o ânus pequeno e perfeito e a vagina depilada, aparecendo por entre as coxas, os pequenos lábios rosados entreabertos.
Beto sentiu a boca secar. A mão de Nicole retornou ao seu pau, masturbando-o lentamente enquanto ambos observavam Juliana se limpando.

- “Linda bunda, não é, Beto?” - Nicole murmurou no ouvido dele.

- “Delic... é perfeita” - ele respondeu, a voz um sussurro.

Juliana terminou de se limpar, jogou o papel no vaso e deu outra descarga. Virou-se para eles, ainda nua da cintura para baixo, o short e a calcinha amassados no chão. Seu rosto estava corado, mas seus olhos brilhavam com uma excitação que ela não tentava esconder.

- “Pronto. Limpinha” - ela anunciou.

Nicole aproximou-se de Juliana, passando a mão pelos cabelos ruivos da filha, num gesto quase maternal, mas carregado de uma nova conotação.

- “Agora você vai tomar um banho, Juliana. Um banho bem gostoso para ficar fresquinha”

Juliana olhou para a mãe, confusa.
- “Banho? Agora?"

Nicole sorriu, um sorriso que era pura malícia. Ela se virou para Beto e viu que ele observava as duas com um olhar faminto. Então, inclinou-se e sussurrou no ouvido dele:
- “Leva ela para o box. Dá banho nela”

Beto sentiu o pau pulsar com tanta força que chegou a doer. A ordem de Nicole era clara. Ele olhou para Juliana, que os observava, e fez um sinal com a cabeça em direção ao box de vidro.

- “Vem, Juliana. Vamos tomar banho”

Juliana hesitou por apenas um segundo. Depois, um sorriso lento se abriu em seu rosto. Ela caminhou em direção ao box, sua bunda balançando suavemente a cada passo. Abriu a porta de vidro e entrou, virando-se para encará-los.
Beto entrou atrás dela. O box era grande, com espaço para três pessoas. Nicole entrou por último, fechando a porta de vidro. Os três estavam ali, nus, a água ainda desligada.
Nicole ligou o chuveiro. A água caiu morna sobre os corpos. Ela pegou o sabonete líquido e começou a ensaboar o próprio corpo, os olhos fixos na filha e no namorado.
Juliana não tirava os olhos do pau de Beto. Agora, a poucos centímetros de distância, ele parecia ainda maior, ainda mais impressionante. Ela sentia uma vontade incontrolável de tocá-lo, de senti-lo na mão, na boca, dentro dela.

- “Gosta de ver, Ju?” - Nicole perguntou, ensaboando os seios, os mamilos endurecendo sob seus próprios dedos.

- “Muito mãe... É lindo” - Juliana confessou, a voz embargada.

- “E o seu namorado? Tem um pau bonito como o do Beto?"

Juliana riu, um riso sem graça.
- “Não tenho namorado, mãe. E nunca tive um pau... muito menos assim”

Nicole ergueu uma sobrancelha. Aproximou-se da filha, passando as mãos ensaboadas pelos ombros dela.
- “Nunca? Mas... Quantos homens você já teve?"

- “Alguns. Mas todos... só superficial e... eram normais. Nenhum como o do Beto”

Nicole olhou para Beto, que observava as duas, a mão escorrendo água, o pau mais duro do que nunca. Ela sorriu.
- “E o que você faria com um pau desses, Juliana?"

Juliana sentiu o rosto queimar, mas não desviou o olhar. Encarou a mãe e depois Beto.

- “Eu sonho... eu sempre sonhei em ser arregaçada com um pau desse”

A palavra "arregaçada" ecoou no box, carregada de uma crueza que fez Nicole estremecer de prazer. Ela olhou para Beto, que parecia prestes a explodir.

- “Você ouviu isso, amor? Minha filha sonha em ser arregaçada por você”

Beto não respondeu com palavras. Deu um passo à frente, colocando-se atrás de Juliana. Suas mãos encontraram os ombros dela, deslizando pelos braços, puxando-a para trás contra seu peito. Juliana sentiu as costas encostarem no corpo quente dele, e principalmente, sentiu o pau enorme pressionando a base de suas nádegas, deslizando pela fenda, encontrando a entrada da vagina depilada.
Ela gemeu, um gemido alto, sem vergonha. Inclinou a cabeça para trás, apoiando-a no ombro de Beto, oferecendo o pescoço. Ele aceitou o convite, inclinando-se e depositando beijos molhados na pele dela, enquanto suas mãos subiam para os seios, pequenos, mas firmes, os mamilos durinhos roçando suas palmas.
Nicole observava tudo, a mão deslizando entre as próprias pernas, encontrando os pêlos ruivos encharcados, os dedos se perdendo na própria vulva. Ela se aproximou, ficando de frente para a filha.

- “Gostoso, filha?” - ela perguntou, a voz um sussurro.

Juliana mal conseguia responder. Os dedos de Beto beliscavam seus mamilos, enquanto o pau dele deslizava entre suas nádegas, provocando, ameaçando entrar.

- “Sim... mãe... muito...”

Nicole inclinou-se e roubou um beijo dos lábios da filha. Foi um beijo rápido, mas intenso. A primeira vez que seus lábios se tocavam daquela forma. Juliana correspondeu, abrindo a boca, a língua encontrando a da mãe por um breve instante.

Então, Nicole se afastou e olhou para Beto.
- “Ela é minha filha, Beto. Minha filhinha. E você vai fazer dela uma mulher. Vai arregaçar ela, como ela sonha”

Beto apertou os seios de Juliana com mais força, fazendo-a gemer.

- “Você quer, Juliana?” - ele perguntou, a voz grossa perto do ouvido dela - “Quer que eu te arregace?"

Juliana sentiu as pernas fraquejarem. Ela nunca tinha desejado algo tanto na vida.

- “Quero” - ela respondeu, a voz firme apesar do tremor - “Quero muito, Beto. Quero que você seja o primeiro a me arregaçar desse jeito”

Beto sorriu contra o pescoço dela. Sua mão esquerda continuava nos seios, enquanto a direita deslizou pela barriga lisa, pelos pêlos ruivos que não existiam, até encontrar a vagina dela. Estava encharcada. Os dedos deslizaram pelos lábios, encontraram o clitóris pequeno e intumescido, e começaram a circular.
Juliana arqueou o corpo, empurrando a vagina contra a mão dele, os gemidos ficando mais altos, mais urgentes.

- “E você, Nicole?” - Beto perguntou, enquanto seus dedos trabalhavam no corpo da Juliana - “O que você vai fazer enquanto eu como a sua filha?"

Nicole sorriu, um sorriso lento e predador. Aproximou-se mais, ficando de lado, de modo que podia ver as mãos de Beto no corpo de Juliana, e ao mesmo tempo, estar perto o suficiente para ser tocada.

- “Vou ver. Vou ver você comendo a minha filha. E depois... depois você me come também. Faremos sexo os três juntos...”

A imagem foi tão poderosa que Beto sentiu o pau pulsar, um fio de pré ejaculação escorrendo pela glande e se perdendo na água do chuveiro.
Juliana estava perdida nos dedos dele. Quando ele encontrou o ponto certo, entrando levemente com um dedo dentro dela, ela gemeu tão alto que o som ecoou no box.

- “ASSIM! CONTINUA ASSIIIM!"

Beto obedeceu. Enfiou um dedo inteiro, sentindo a parede vaginal quente e apertada se contraindo em volta dele. Depois, acrescentou um segundo dedo, esticando-a, preparando-a para o que viria.

- “Goza, Juliana” - ele ordenou, os dedos se movendo mais rápido, o polegar encontrando o clitóris - “Goza para a gente ver”

Nicole se aproximou ainda mais, os olhos fixos na expressão de prazer da filha. Ela viu o momento exato em que Juliana atingiu o orgasmo: os olhos se arregalaram, a boca se abriu num grito mudo, o corpo inteiro tremeu, as mãos se agarrando aos braços de Beto para não cair. Os espasmos da vagina em volta dos dedos dele eram fortes, rítmicos.
Quando os tremores passaram, Juliana ficou mole nos braços de Beto, a respiração ofegante. A água do chuveiro continuava caindo sobre eles, lavando o suor e o sexo.

- “Isso foi... foi...” - Juliana tentou dizer, mas as palavras não vinham.

- “Foi só o começo” - Beto completou, retirando os dedos de dentro dela e levando-os à boca, lambendo o gosto dela - “O melhor ainda está por vir”

Nicole riu, um riso baixo e cúmplice. Ela pegou a mão de Beto e a levou até sua própria vagina, esfregando os dedos dele contra seus pêlos ruivos, contra seu clitóris.

- “Agora eu também quero, meu safado. Quero que você me coma enquanto a Juliana vê”

Beto obedeceu na hora. Virou Nicole de costas para ele, exatamente como estavam antes de Juliana entrar. Ela apoiou as mãos na parede de azulejos do box, empinando a bunda, os pêlos ruivos da vagina completamente encharcados, não só pela água, mas pela excitação. Beto posicionou-se atrás dela, o pau enorme apontado para a entrada da vagina. Mas antes de penetrá-la, olhou para Juliana.

- “Vem cá, Juju. Vem ver de perto”

Juliana aproximou-se, trêmula. Ficou ao lado do corpo da mãe, os olhos fixos no ponto onde o pau de Beto estava prestes a entrar. Ela viu a mão dele segurar a base, viu a glande roçar nos lábios peludos de Nicole, abrindo-os, encontrando o caminho.
Quando ele penetrou, Juliana prendeu a respiração. Viu o pau enorme desaparecer lentamente dentro da mãe, os pêlos ruivos se agitando com o movimento, a carne se abrindo para recebê-lo. Nicole gemeu, um gemido profundo de satisfação. Beto começou a se movimentar, lentamente no início, depois mais rápido.
Juliana não conseguia desviar o olhar. Ela via o pau entrando e saindo, via os lábios vaginais da mãe se abrirem a cada estocada, via os pêlos ruivos ficarem mais molhados, mais bagunçados.

- “Tá vendo, filha?” - Nicole perguntou, a voz entrecortada pelos gemidos - “Tá vendo como o Beto me come?"

- “Tô, mãe” - Juliana respondeu, a voz um sussurro.

- “E você quer isso? Quer sentir esse pau dentro de você?"

- “Quero” - Juliana respondeu, e a palavra saiu com uma convicção que a surpreendeu - “Quero muito mãe”

Beto aumentou o ritmo, as estocadas ficando mais fortes, mais profundas. Sua mão livre encontrou os cabelos ruivos de Nicole, puxando-os suavemente para trás, arqueando ainda mais o corpo dela.

- “Vai gozar, amor?” - ele perguntou.

- “Vou... vou... COM-TI-NU-Aaaahhh!"

Nicole gozou com um grito abafado pela água do chuveiro. Seu corpo tremeu, a vagina se contraiu violentamente em volta do pau de Beto, que continuou se movendo, prolongando o prazer dela.
Quando os espasmos passaram, Beto retirou o pau de dentro dela e se virou para Juliana. Estava mais duro do que nunca, a glande arroxeada, as veias saltadas.

- “Agora é sua vez” - ele disse.

Juliana olhou para o pau dele, depois para a mãe, que se virava e a observava com um sorriso.

- “Tem medo, filha?” - Nicole perguntou.

- “Não...” - Juliana respondeu, mas a voz tremeu um pouco - “É que... é tão grande...”

- “Por isso que vai ser bom” - Nicole disse, aproximando-se e passando a mão nos cabelos da filha - “Vai doer um pouco no começo, com ele te arreganhando, mas depois... depois você vai adorar”

Juliana respirou fundo. Depois, com um movimento decidido, virou-se e apoiou as mãos na parede, exatamente como a mãe tinha feito. Sua bunda empinada, a vagina depilada completamente exposta, os pequenos lábios rosados entreabertos, ainda molhados do orgasmo recente.
Beto aproximou-se por trás. Suas mãos encontraram os quadris dela, puxando-a suavemente para trás. A ponta do pau roçou a entrada, deslizou pelos lábios da vagina, encontrou o clitóris.

- “Você tem certeza, Juliana?” - ele perguntou, a voz rouca.

Juliana virou o rosto para olhá-lo por cima do ombro. Os olhos verdes estavam brilhantes, decididos.

- “Tenho. Eu sempre sonhei com isso. E agora que eu vi você com a minha mãe, agora que eu vi esse pau de perto, eu tenho mais certeza ainda... me arromba, quero ser sua”

Ela fez uma pausa, os lábios se abrindo num sorriso lento e cheio de malícia juvenil.

- “E eu adorooo saber que você quem vai tirar a minha virgindade, Beto”

Beto sentiu as palavras dela como um choque elétrico. Ele pressionou a glande contra a entrada da vagina dela, sentindo a resistência, o calor, a umidade. Com um movimento lento e firme, começou a penetrá-la.
Juliana prendeu a respiração, os olhos se arregalando. A sensação era de esticamento, de plenitude, uma pressão imensa que era quase dor, mas já começava a se misturar com um prazer profundo e desconhecido. Ela olhou para a mãe, que observava tudo com um sorriso de orgulho e luxúria. E naquele momento, dentro do box do banheiro, com a água morna caindo sobre seus corpos, a vida sexual a três começava exatamente como Juliana sempre sonhara.

...

Foto 1 do Conto erotico: A VIDA SEXUAL A TRÊS - Capítulo 1: O Encontro no Banheiro


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A VIDA SEXUAL A TRÊS - Capítulo 1: O Encontro no Banheiro

Codigo do conto:
256312

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
06/03/2026

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