O diretor cafajeste e minha esposa vadia - Parte 1


Caros leitores,

Aqui é o Diogo, resolvi voltar aqui para contar mais um relato de aventura sexual da minha esposa Debora. Sugiro a leitura dos contos anteriores para a melhor compreensão sobre a trajetória dessa mulher gostosa, dona de um bumbum grande de 105cm, seios médios naturais, e uma buceta grande, carnuda e gulosa. Essa anatomia faz com que ela seja insaciável no sexo, e que tive que libertá-la para preservar o nosso casamento e deixá-la feliz.

O que aconteceu foi totalmente inusitado, sem nenhum planejamento, e que hoje até considero que foi inocência da minha parte. Trabalho numa empresa grande como gerente regional. Periodicamente recebemos a visita do diretor geral na nossa unidade. Em uma das visitas, coincidiu com um feriado prolongado, que o nosso diretor ficaria à toa. Eu, na tentativa de ser gentil e também para estreitar o relacionamento com o alto executivo da empresa, resolvi convidá-lo para passar o final de semana conosco, para mostrarmos algumas regiões ricas em natureza e ecoturismo.

O Alberto (diretor) adorou a ideia, alugamos uma bela casa de campo com piscina, o feriado prometia ser bem divertido. Avisei a Debora sobre a viagem que se animou bastante, apenas ficou com certo receio por não conhecer o meu diretor. Falei que ele parecia ser respeitador, por ser muito bacana e acessível para todos os colaboradores. É um homem na casa dos 50 anos, alto e em boa forma.

Chegou o dia da viagem, apresentei a Debora para o Alberto que logo se entrosaram na conversa durante o trajeto da viagem. Chegamos na casa de campo, realmente um belo lugar, logo decidimos aproveitar o sol pegando uma piscininha e fazer aquele churrasquinho. A Debora colocou um biquini até comportado, mas por ela ter um bumbum grande, e um belo capô de fusca, sempre acaba chamando atenção. Chegamos na piscina, o Alberto já estava lá, com uma sunga branca, logo vi que trocaram olhares e vi que ele deu uma boa secada na bunda dela. Mas nada escancarado ou desrespeitoso.

Como chegamos já perto do almoço, decidimos já acender a churrasqueira que ficava em uma varanda mais alta, com a visão bloqueada da piscina. Enquanto eu estava conversando com o Alberto na churrasqueira, a Debora veio me pedir auxílio para passar o protetor solar nas costas. Como eu estava com as mãos sujas de carvão, o Alberto se ofereceu para ajudá-la. Não vi maldade nisso, então os dois partiram para a área de piscina onde não podia mais avistá-los de onde eu estava. A partir desse ponto, irei narrar o que a Debora me contou posteriormente.

Chegando na área da piscina, o Alberto pediu para ela deitar na espreguiçadeira para repassar o protetor, pois o sol estava muito forte. Começou a passar o protetor no meio das costas, foi tocando na pele dela que deu um leve arrepio com as mãos grandes do Alberto, que percebeu a reação. Ele foi passando lentamente, começou com uma massagem leve pelos ombros. A Debora que adora uma massagem, começou a relaxar e se perder no tempo.

O Alberto foi ficando cada vez mais à vontade, avisou que iria passar agora no membro inferior. Pediu licença, começou a espalhar o protetor pelo bumbum dela. Ela me disse que a sensação era estranha, um homem praticamente estranho, chefe do seu marido, estava ali espalhando o protetor e massageando a sua bunda com as duas mãos. Ela queria sumir dali, mas não tinha argumento para interromper aquele "abuso", que demorou mais do que deveria.

Em seguida ele foi avançando nas pernas, sempre espalhando e massageando. Quando ele foi passar no lado interno das coxas, ela sentiu o lateral da mão dele raspando na buceta dela em cima do biquini, um movimento rápido que ela achou que foi sem querer. Mas em seguida ele passou mais duas vezes de forma mais lenta, quando ela se mexeu, ele disfarçou e pediu para virar para passar na parte da frente.

Desconfiada e um pouco constrangida, ela virou, ficou de olhos fechados para evitar de encará-lo. O Alberto pediu licença novamente, começou a espalhar o protetor na região dos seios dela. Onde o biquíni não cobria, ele entendia que podia passar as mãos. Em pouco tempo, ele estava amassando os seios dela com as duas mãos com movimentos de massagem. A Debora achou ele abusado, mas resolveu não reagir, até porque estava começando a ficar gostosa aquela situação.

Ambos foram ficando mais à vontade, o Alberto agora passou para abdômen, respeitando as partes cobertas pelo biquíni. Em seguida, passou para as pernas, com o mesmo ritual de passar protetor no lado interno das coxas, que novamente ela sentiu o lateral da mão dele raspar demoradamente na buceta dela. Já mais confiante devido à falta de reação da Debora, quando de repente ela sentiu a mão dele invadir o biquíni e tocar na buceta dela. Com o susto, ela segurou a mão dele no reflexo, e olhou para o Alberto. Foi quando ela viu que metade do pau dele estava fora da sunga, completamente duro, e era enorme. Ele apenas riu, e culpou ela por deixá-lo daquele jeito.

Como o Alberto era um cara grande e forte, mesmo com ela tentando tirar a mão dele de dentro do biquíni, ele se manteve firme. A Debora não sabia o que fazer, achou que fazendo um escândalo ali com o chefe do marido, podia arruinar a minha carreira. Então ela parou de resistir, apenas voltou a fechar os olhos. Isso foi interpretado como sinal de consentimento pelo Alberto, que enfiou um dedo na buceta dela. Quando percebeu que ela estava encharcada, riu e disse que a gostosa estava toda molhada para ele, e que percebeu que ela olhou várias para o volume da sunga dele.

Ela continuou imóvel, o Alberto então continuou com a sessão de abuso. Com uma mão, esfregava os dedos no clitóris dela, e com outra mão, puxou o biquíni para deixar os seios expostos e amassando à vontade. Nessa hora o corpo de Debora começou a reagir, tendo várias sensações. Começou a rebolar na mão dele, soltando um gemido bem baixinho. Quando estava prestes a gozar, o Alberto percebeu, e para a surpresa dela, ele parou repentinamente o abuso. Levantou e disse que é para dar um jeito no corno mais tarde e passar no quarto dele a meia noite que estará esperando por ela.

A Debora ficou sem reação, estava ali toda exposta, queria muito ter gozado. Apenas ajeitou o biquíni e pulou na piscina na tentativa de resfriar o fogo que estava tomando conta do corpo dela. Logo cheguei para avisar que o churrasco estava saindo, nada percebi o que tinha ocorrido.

Após o churrasco, todos estávamos aproveitando a piscina, quando a Debora disse que ia dar uma organizada na cozinha. Após uns 15 min, o Alberto falou que ia para o banheiro e entrou na casa. Fiquei ali na piscina sozinho, sem perceber o tempo passar. Quando o Alberto passou pela cozinha, a Debora estava lavando a louça. Inesperadamente, ele a abraçou por trás. Como as mãos dela estavam cheias de sabão, ela empurrou o corpo para trás, na tentativa de afastá-lo. Mas ele aproveitou o movimento dela e encaixou o pau já duro no meio da bunda dela. Em seguida ele pegou nos seios dela com as duas mãos, a puxou para dar um beijo na boca dela que rapidamente se esquivou.

O Alberto continuou com a investida, a Debora pediu para parar, pois eu podia flagrá-los naquela situação. Ele ignorava totalmente o pedido dela, apenas continuava esfregando a rola grossa no meio da bunda dela. Aos poucos ela parou de reagir, e passou a acompanhar o movimento de forma que melhor encaixava o pau dele. Logo ele começou a beijar o pescoço dela que é o seu ponto fraco, em seguida tentou beijar a boca dela novamente, que não resistiu mais e virou para corresponder ao beijo, quando novamente ele interrompeu do nada, largou ela, disse que a esperava mais tarde e voltou para piscina.

Ela ficou com muita raiva, por mais uma vez ter sido deixado na mão, cheia de vontade. Não sabia se xingava ou batia nele. Quando ela chegou na piscina de volta, percebi que ela estava estranha, muito séria. Até achei que estava com raiva de mim por não ter ajudado a lavar a louça! : )

Irei separar este relato em duas partes para não ficar muito grande. Abaixo algumas fotos reais da Debora.

Foto 1 do Conto erotico: O diretor cafajeste e minha esposa vadia - Parte 1

Foto 2 do Conto erotico: O diretor cafajeste e minha esposa vadia - Parte 1

Foto 3 do Conto erotico: O diretor cafajeste e minha esposa vadia - Parte 1

Foto 4 do Conto erotico: O diretor cafajeste e minha esposa vadia - Parte 1


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O diretor cafajeste e minha esposa vadia - Parte 1

Codigo do conto:
255849

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/03/2026

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