Convite Inesperado

Eu tinha 18 anos e era aprendiz no RH. Como a empresa ficava longe do ponto e sempre alagava no inverno, eu já sabia que dia de chuva era um problema. Naquele dia, acordei com o barulho do temporal e decidi levar uma troca de roupa. Cheguei no trabalho encharcada, me troquei e segui o dia.
Às 18h, a chuva não parava e não vinha Uber de jeito nenhum. Eu já ia encarar a caminhada sozinha no meio da água quando a Geane, do financeiro, me chamou. Ela morava ali perto e me convidou para esperar o tempo melhorar na casa dela. Ela era alta, magra e tinha uns 28 anos. No trabalho, ela usava roupas mais soltas, por isso o corpo dela não chamava muita atenção.
Chegamos na casa dela em cinco minutos. Ela me mandou ficar à vontade e foi tomar banho. Enquanto eu tentava, sem sucesso, conseguir um carro pelo celular e avisava minha mãe sobre o atraso, o silêncio da casa foi interrompido por um vulto.
Geane cruzou a sala em direção ao quarto, completamente nua.
Eu travei. Fiquei olhando o corpo dela, todo molhado, os seios pequenos e aquela silhueta linda que as roupas escondiam. Quando ela notou minha presença, o choque foi mútuo. "Ai, meu Deus! Desculpa, eu esqueci completamente que você estava aqui!". Voltando segundos depois de toalha pedindo desculpas, mas eu, tentando ser descolada, manti minha voz firme, fingindo uma descontração que meu coração acelerado desmentia. "Não se preocupe, está tudo bem", respondi, mas a imagem dela nua já rondava na minha mente. A silhueta perfeita, os seios pequenos e firmes...um formigamento começou a despertar entre minhas coxas.
Ela se sentou ao meu lado no sofá, a proximidade fazendo o ar ficar denso. "Ainda sem Uber?", perguntou. Apenas balancei a cabeça. Senti minha respiração encurtar. Pressionei minhas coxas uma contra a outra, tentando conter o desejo que subia como uma maré. Eu mordia os lábios, mas minha expressão me entregava.
"Não precisa ficar assim. Foi a primeira vez que viu outra mulher?", ela sussurrou, a voz carregada de uma malícia súbita. O choque percorreu minha espinha. "Ah, não...", respondi, recuperando o fôlego e sorrindo com um brilho de desafio. "Já vi outras mulheres nuas. Não sou nenhuma santa"
"Estou percebendo...", ela murmurou, aproximando-se o suficiente para que eu sentisse o perfume do seu sabonete.
Ela começou a alisar meu braço e a minha nuca. Meu corpo inteiro arrepiou e meus mamilos endureceram na hora. Ela começou a beijar meu pescoço e a apertar minhas coxas, e eu não consegui segurar os gemidos. Ela me puxou para cima dela e a gente começou a se beijar com muita vontade.
Dali para frente, o clima pegou fogo. Ela tirou minha blusa e começou a morder e chupar meus seios, que é meu ponto fraco. Eu abri a toalha dela e comecei a retribuir, apertando o corpo dela que encaixava direitinho na minha mão. Quando ela abaixou minha calça e tirou minha calcinha, eu já estava completamente molhada.
Ficamos ali no sofá mesmo no começo. Eu explorei o corpo dela todo com beijos e mordidinhas, até chegar na sua bucetinha, que estava úmida e babando. Abri suas pernas, apoiei-as sobre o sofá e comecei a chupá-la. Ela se contorcia toda e pressionava meu rosto contra ela até não aguentar mais e, gemendo cada vez mais alto, gozar. Fazendo eu sentir seu gosto em minha boca.
Mas ela queria mais. Ela me puxou para o quarto, me jogou na cama e começou a me dominar. Ela me beijava com força enquanto me provocava. "Você é bem safada, sabia? Está gostando?", ela sussurrava no meu ouvido. Eu só conseguia balançar a cabeça e implorar para ela continuar. Ela enfiou dois dedos na minha buceta, enquanto me beijava e enforcava. Eu gritava de prazer. Ela aumentou o ritmo, enquanto brincava com meus mamilos, apertando-os com força. Eu estava perdendo os sentidos.
"P-por favor... me chupa...", eu implorei, as palavras falhando entre gemidos.
Ela atendeu com uma intensidade avassaladora. Meus olhos reviravam, minhas mãos apertavam os lençóis com força enquanto eu me perdia naquela tempestade de sensações. O prazer foi tão intenso, que quando gozei, fiquei sem fôlego, sentindo todo meu corpo tremer.
Depois, ficamos ali deitadinhas, com o corpo relaxado, as pernas bambas. Sentindo o calor uma da outra. Tomei um banho, me vesti e finalmente consegui o Uber. Depois desse dia, viramos boas amigas.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico luaninhasz

Nome do conto:
Convite Inesperado

Codigo do conto:
255914

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
28/02/2026

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