Oiee, pessoal! Tudo bem? Vocês lembram da minha prima Júlia, que eu já mencionei antes? Depois daquela nossa experiência na adolescência, a gente ficou muito próxima. Viramos melhores amigas, daquelas que contam tudo uma para a outra. Muita coisa mudou de lá para cá. A Júlia cresceu e virou uma mulher decidida. Ela é um pouco tímida, mas esse é o charme dela. É linda, anda sempre cheirosa e tem um corpão de quem leva a sério o treino e a dieta. Eu também não fico atrás; sempre fui ligada em esportes e me cuido muito. Sem querer me gabar, mas eu me sinto uma grande gostosa. Em 2024, decidimos alugar um Airbnb na praia só nós duas para relaxar. Planejamos tudo por meses e achamos um lugar perfeito: confortável e a apenas 5 minutos de caminhada da areia. Naquela sexta, saí do trabalho exausta e com uma dor de cabeça chata, mas a ideia da viagem me animava. Tomei um banho, jantei e fiquei esperando por ela. Às 21h, ela chegou, chamamos um Uber e fomos. Chegamos lá pelas 23h e ficamos fofocando até o sono bater. No sábado, acordamos cheias de energia. O dia estava perfeito, um sol maravilhoso. Escolhemos biquínis fio-dental para valorizar nossas curvas: eu fui de laranja e ela de preto. A praia estava bem tranquila. Depois de um tempo, um casal de uns 30 e poucos anos sentou perto da gente. Em certo momento, a mulher deitou de bruços e pediu para o marido passar protetor nas costas dela. Enquanto ele passava, percebi que ele não parava de olhar para a gente. O clima começou a esquentar quando ele começou a alisar a bunda dela e apertar, tudo isso sem tirar o olho de nós. Aquilo me deu um tesão absurdo e tive uma ideia: provocar de volta. Falei com a Júlia e ela topou. Primeiro ela deitou de costas para ele. Peguei o protetor e comecei a espalhar pelas costas e pela bunda dela, fazendo um carinho bem lento. Dava para ver que ele estava hipnotizado. Depois, invertemos: eu deitei e ela passou em mim. Para finalizar, sentamos e abrimos um pouco as pernas. O cara estava nos devorando com os olhos e a gente via que ele apertava o pau por cima do short, totalmente excitado. Eu já estava louca de desejo. Comecei a passar a mão pelo meu corpo, descendo até a minha bucetinha por cima do biquíni. A Júlia fez o mesmo. Ele devia estar tão excitado que começou a beijar o pescoço da esposa e a apertar a coxa dela, chegando a deslizar a mão por entre suas pernas. No que ela, sem entender nada, ao se levantar e sentar ao seu lado, retribuiu com um duradouro beijo. Quando eles se levantaram para ir embora, o clima esfriou um pouco na praia, então decidimos voltar para casa. No caminho de volta, a gente só ria e comentava a adrenalina de ser pega. Mas o meu tesão continuava nas alturas. Chegando em casa, falei para a Júlia como eu estava excitada. Ela riu e perguntou: "Se lembra daquele dia?". Eu sabia o que ela queria. Perguntei: "Quer repetir? Ou quer fazer algo diferente? Você nunca ficou com mulher, né?". Ela ficou só me encarando. "Que tal experimentar?", continuei. Antes que ela falasse qualquer coisa, puxei ela pela cintura e dei um beijo. Foi um beijo molhado e quente. Ela me apertava, eu apertava a bunda dela. Fomos para o quarto. Joguei ela na cama e continuei o beijo, explorando cada parte do corpo dela. Quando arranquei o biquíni dela, finalmente vi aqueles seios que eu tanto desejava. Comecei a chupar e passar a língua nos mamilos. Tirei a parte de baixo e desci para a bucetinha dela, que é lisinha, apertada e já estava babando. Coloquei dois dedos dentro dela enquanto chupava o clitóris. Ela gemia alto, o que me deixava ainda mais excitada. Dei um beijo nela para ela sentir o próprio gosto e foi aí que ela mudou o ritmo. Me empurrou para o lado, subiu em cima de mim e disse com a voz pesada: "Cala a boca. Agora é a minha vez". Ela tirou meu biquíni e começou a me chupar com vontade, começando pelos seios e descendo até a minha bucetinha, que estava implorando por aquilo. Ela me dedava e me chupava rápido, até que pediu para eu não gozar ainda. Sugeriu um 69 e a gente se entregou total. Depois, ela sentou no meu rosto, rebolando enquanto eu a chupava. Eu nunca a vi gemer tão alto. Quando foi minha vez, eu rebolava no rosto dela e gemia como nunca. Por fim, encaixamos os corpos na posição de tesoura. Começamos a nos mover em um ritmo só, cada vez mais rápido. Nossos corpos tremiam, os gemidos estavam sincronizados e, finalmente, gozamos juntas. Ficamos ali, abraçadas e sentindo o calor uma da outra, até que a exaustão nos fez apagar.
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