Sendo Putinha da Atendente do Sexy Shop

Estava no ônibus, voltando do trabalho, com a cabeça encostada na janela. Ouvindo música, observei a rua passando e esperei minha parada chegar. De repente, meus olhos pararam em uma loja que eu não conhecia naquele trajeto. Era um sexy shop. Cansada e com sono, nem dei muita importância.
Cheguei em casa, tomei banho e caí no sono ainda de toalha. Acordei algumas horas depois, com a energia um pouco renovada. Quando fui ao guarda-roupa pegar meu pijama, vi o meu vibrador e não resisti. Peguei ele, enfiei na minha bucetinha, voltei para a cama e comecei a brincar com as vibrações. Gozei em poucos minutos. Tomei outro banho e fui jantar.
Enquanto comia, me peguei pensando naquela nova loja na avenida. Eu nunca tinha entrado em um sexy shop. Meu vibrador eu comprei online. Mas a curiosidade começou a crescer na minha cabeça.
No dia seguinte, no mesmo trajeto de volta do trabalho, decidi descer algumas paradas antes e ir andando até em casa. Fiquei em dúvida se entrava ou não na loja. Quando cheguei na frente, apesar da vergonha, respirei fundo e entrei.
Por fora era discreta, mas por dentro fiquei impressionada. Tinha de tudo: lingeries, lubrificantes, consolos, vibradores. Deixei a vergonha de lado e me perdi olhando cada item. A vendedora foi super atenciosa e tirou todas as minhas dúvidas. Ela devia ter uns 40 anos, morena, com um corpo bonito e curvas marcantes.
No final, comprei um consolo de 15 cm e um lubrificante. Voltei para casa ansiosa para estrear meu novo brinquedinho. Cheguei e não perdi tempo.
Passei bastante lubrificante. O brilho molhado no consolo já me deixou no clima. Quando encostei pela primeira vez, o gelado do lubrificante contrastou com o calor do meu corpo e me deu um choque elétrico. Comecei bem devagar, centímetro por centímetro. Meu corpo foi cedendo, sentindo aquela pressão gostosa preenchendo cada espaço. Com o lubrificante, o deslize ficava macio, quase como se o consolo fizesse parte de mim, um convite para ir cada vez mais fundo. Era uma sensação intensa, de tirar o fôlego. Quando os 15 cm entraram completamente, senti um calor pulsante dentro da minha bucetinha. Cada movimento de vai e vem era como uma carícia pesada. O lubrificante mantinha tudo úmido e liso. Fechei os olhos, foquei em cada sensação e gozei bem gostoso.
No sábado, estava no mercado com minha mãe quando uma amiga dela chegou para conversar. Para minha surpresa, era a mesma atendente do sexy shop. Apesar do nervosismo, procurei agir normalmente. Ela também fingiu que não me conhecia. Quando minha mãe se afastou um pouco, ela se aproximou e perguntou baixinho se eu já havia usado os itens que comprei. Respondi, meio sem graça, que sim e que tinha gostado bastante. Ela sorriu e disse que, se eu quisesse, podia passar na loja mais tarde para dar algumas dicas extras. Falei que, se tivesse tempo, daria uma passada, mas que não era certeza.
Por ser curiosa, passei a tarde toda pensando no convite. Como ela tinha sido muito simpática e atenciosa comigo, resolvi dar uma chance. Cheguei no sexy shop no fim da tarde, por volta das 17h30.
Como estava mais à vontade, durante a conversa contei sobre várias experiências que já tive com masturbação. Aos poucos, senti que o clima estava mudando. Ela estava se jogando para cima de mim, me tocando toda vez que falava.
— Tem dias em que eu venho de saia, como hoje, coloco um plug e passo a tarde toda assim. Às vezes coloco um vibrador junto com o plug — ela disse.
— E hoje, como você está? — perguntei.
Ela respondeu que não estava usando nada.
— Você treina bastante, né? Tem um corpo lindo — continuou ela.
— Ah, obrigada. O seu também é. Você também treina, pelo visto — respondi.
— Posso te mostrar uma coisa? — ela perguntou e se levantou.
Voltou com prendedores de mamilo.
— Amo usar esses também — falou.
Toda aquela situação estava me deixando excitada. Resolvi jogar verde:
— Como usa?
— Se não se importar, posso te mostrar — disse ela.
— Claro — concordei.
Sem cerimônia, ela levantou a blusa, mostrando aqueles seios perfeitos e grandes. Minha boca se encheu de água. Em seguida, ela prendeu os prendedores nos próprios mamilos.
Eu sentia o calor percorrendo meu corpo.
— Quer testar? — ela perguntou.
Com o tesão que eu estava, concordei com a cabeça. Enquanto eu tirava a blusa, ela foi fechar a loja, pois já estava na hora de fechar.
No momento em que o prendedor fechou no meu mamilo, senti um beliscão agudo e gelado. Um choque que fez meu corpo dar um sobressalto e a respiração travar por um instante. Segundos depois, aquela dorzinha aguda se transformou em um calor pulsante. O sangue correu todo para ali, deixando o mamilo duro, inchado e extremamente sensível. Qualquer movimento virava estímulo. O peso leve do prendedor puxando criava uma tensão constante que parecia ligar o mamilo direto ao resto do meu corpo.
— E então, o que achou? — ela perguntou, enquanto começava a acariciar meus seios. — São lindos.
Com a respiração ofegante, respondi:
— Adorei.
Antes que eu pudesse tirar, ela disse:
— Não tira. Quero que você teste mais algumas coisas.
Ela saiu e voltou com uma venda, um plug, um vibrador, um consolo e lubrificante.
— Pra quê tudo isso? — perguntei, rindo.
— Pra eu abusar de você — respondeu ela, com uma expressão bem safada.
Era exatamente o que eu queria naquele momento: ser abusada, usada. Então me entreguei completamente a ela.
Tirei o resto da roupa e fiquei peladinha. Primeiro ela colocou a venda. Depois mandou eu ficar de quatro. Nunca tinha colocado nada no meu cuzinho. No começo o susto foi grande. Mesmo com bastante lubrificante, quando a parte mais larga do plug encostou, meu corpo deu um nó. Era uma picada, uma queimação e um estiramento que fazia eu travar os dentes. Parecia que não ia caber. Respirei fundo, relaxei e a dorzinha foi virando um calor latejante. Quando a maior parte passou, o alívio foi quase eufórico. O plug ficou ali, uma presença constante e quente. Cada vez que eu contraía o cuzinho, sentia aquele volume firme me massageando por dentro.
Estar vendada deixava tudo ainda mais excitante. Minha bucetinha pingava de tesão. Sentia as mãos de Deise percorrendo meu corpo, marcando minha bunda com tapas.
Não parou por aí. Fiquei deitada no chão, toda aberta. Senti ela enfiar o vibrador na minha bucetinha. Quando ele começou a vibrar, forte e intenso, comecei a gemer alto. Enquanto isso, ela enfiava o consolo também na minha bucetinha e fazia movimentos de vai e vem. Eu não podia ver, só sentir. Meu corpo tremia, tinha espasmos de prazer e gritava a cada gemido.
— Não tire a venda, já volto — ela falou.
Quando voltou, senti minhas mãos sendo juntadas. Ela havia me prendido com algemas.
Senti seus lábios se aproximarem dos meus num beijo molhado. Depois eles desceram pelo meu corpo. Meus mamilos estavam super sensíveis — qualquer toque me fazia contorcer. Seus lábios chegaram na minha bucetinha, que babava muito. Nunca fui chupada daquele jeito, enquanto o vibrador continuava trabalhando. Depois ela voltou a me foder com o consolo.
Eu já tinha gozado duas vezes, meu corpo estava exausto, mas ela continuava. Eu queria pedir para parar, mas a sensação era boa demais. Ela tirou o vibrador e os prendedores, e continuou só com os dedos e a boca. As palavras fugiam de mim. Tudo o que eu conseguia fazer era gemer e gritar de prazer. Até que gozei mais uma vez, num intenso esguicho.
Meu corpo não tinha mais forças. Eu estava encharcada de suor, ofegante. Quando ela tirou a venda e as algemas, vi o estrago: o chão todo molhado por causa da minha gozada. Ela me ajudou a tirar o plug e fiquei ali, deitada, recuperando as forças.
Nunca havia sido abusada daquela forma. Amei cada segundo.
— Na próxima eu deixo você me usar — Deise falou, rindo.
No final, ela me deu de presente o plug e os prendedores. Voltei para casa mais do que satisfeita.



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Comentários


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pabulosodre Comentou em 06/04/2026

Adoro uma safadeza proibida...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo Putinha da Atendente do Sexy Shop

Codigo do conto:
258777

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
06/04/2026

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