A Minha Primeira DP

Não sou muito de usar esses aplicativos de relacionamento. Com uma rotina corrida de trabalho e estudos, tenho preferido passar os fins de semana em casa, descansando, mas sempre ouvindo das amigas histórias de seus encontros marcados pelo aplicativo. Mesmo com muita insistência para que eu testasse, continuava irredutível à ideia. Até que, em um fim de semana marcado pela falta de energia, o tédio me consumiu, e deixei de lado a relutância.
Baixei o aplicativo, criei uma conta e, em questão de minutos, as notificações começaram a chegar. Quando me dei conta, estava há horas conversando com um rapaz. Ricardo, 28 anos, branco, cabelos escuros, olhos verdes e corpo atlético. O interesse foi imediato, tínhamos muito em comum. Com o passar da conversa, ele deixou claro o que procurava no aplicativo: sexo casual. Mas com um detalhe: gostaria de incluir um amigo.
Fiquei pensativa e com um pé atrás, nunca havia transado com dois homens antes. Disse a Ricardo que enviaria a minha resposta no dia seguinte. Na cama, antes de dormir, acabei cedendo à curiosidade e assisti a alguns vídeos de sexo a três. À medida que a excitação crescia, deixei que o momento me envolvesse, retirei meu short e me masturbei com meus dedinhos até gozar bem gostoso. No manhã seguinte, acordei decidida. Chamei Ricardo no chat e enviei minha resposta: Sim. Nunca tive essa experiência, mas adoraria tentar. Nossa conversa seguiu, com ele contando mais sobre seu amigo, Hugo, de 26 anos, moreno, cabelo curto, olhos castanhos e um físico também atlético. Antes do fim do dia, já tínhamos marcado de nos encontrar no próximo final de semana, em um bar perto da praia.
A semana passou rápido, à medida que minha ansiedade aumentava. No sábado, acordei cedo e fui para a academia, depois ajudei minha mãe com os afazeres de casa. O tempo parecia correr até o momento em que comecei a me arrumar. Tomei um banho demorado, daqueles que parecem acalmar e ao mesmo tempo deixar tudo mais consciente. Vesti uma lingerie azul e, por cima, um vestido preto curto. Às 17h, chamei um Uber e segui rumo ao destino.
Ao chegar ao bar, Ricardo e Hugo já estavam à mesa me esperando. Quando os vi, meu primeiro pensamento foi: Que homens maravilhosos, altos. Será que eu aguento isso? Cumprimentei ambos com um abraço e pude sentir o cheiro de seus perfumes. Hugo parecia um pouco nervoso, assim como eu, mas, com o passar do tempo, enquanto bebíamos, fomos ficando mais tranquilos e soltos. A conversa fluía bem, num ritmo leve e agradável. Ricardo não bebeu, pois estava dirigindo. Por volta das 20h, decidimos ir à praia, em um lugar mais tranquilo. Caminhamos um pouco pela orla até encontrarmos um ponto com menos movimento. Sentamos ali e continuamos conversando. Eu estava entre os dois quando, sem que eu esperasse, Ricardo me puxou para um beijo. Era algo que eu já esperava a noite inteira. Um beijo intenso, com pegada. Quando nos afastamos, não perdi tempo e me virei para Hugo, o beijando também. Foi um beijo mais tímido, mas igualmente bom. Aos poucos, fomos nos alternando entre risos, olhares e beijos, como se o tempo tivesse perdido o ritmo ali. Em algum momento, sem que precisássemos dizer muito, decidimos voltar para o carro e seguir até um motel.
Enquanto Ricardo dirigia, Hugo e eu íamos nos beijando e trocando carícias no banco de trás. O trajeto não durou nem dez minutos. Ao chegarmos, entramos no quarto e fui direto ao banheiro. Voltei apenas de lingerie, desfilando pelo quarto, sentindo seus olhares penetrados sobre mim. Primeiro beijei Ricardo, que estava em pé. Senti suas mãos percorrendo meu corpo enquanto o beijo se aprofundava. Depois fui até Hugo, que estava sentado na cama. Sentei em seu colo e o beijei com mais intensidade, sendo correspondida na mesma medida.
Quando terminei de beijá-lo, reparei que Ricardo já estava completamente nu roupa. Meu olhar desceu devagar pelo seu corpo definido até parar no seu pau enorme, duro, pulsando com veias saltadas. Não perdi tempo. Ajoelhei na frente dele e o engoli de uma vez, enchendo minha boca até o limite. Senti a cabeça grossa bater no fundo da minha gargante, me fazendo engasgar e babar sem controle. O pau dele saiu todo brilhante de saliva, fios grossos escorrendo pelo meu queixo.
Foi quando notei Hugo ao meu lado, também nú. Meu Deus... que corpo. Ombros largos, abdômen marcado e um pau grande, grosso, já latejando para mim. Sem hesitar, virei o rosto e o chupei com a mesma voracidade. Engasguei de novo, deixando-o todo babado, a saliva escorrendo por todo o pau e pingando no chão.
Ricardo me puxou de pé com firmeza e, juntos, os dois começaram a arrancar a minha lingerie. Fui jogada na cama. Enquanto Ricardo se ajoelhava entre minhas pernas e começava a chupar minha bucetinha inchada e encharcada de tesão, Hugo atacava meus seios, sugando os mamilos com força e mordiscando até eu arquear as costas.
Meus gemidos ecoavam pelo quarto, cada vez mais altos. Ricardo lambeu, sugou e enfiou a língua funda, me deixando louca. Então ele se levantou, posicionou aquela rola na entrada da minha bucetinha e empurrou de vez. O pauzão dele me abriu inteira. Ele me fodia com vontade, estocadas profundas e ritmadas, me chamando de vagabunda, vadia, cachorra, piranha. Cada insulto só fazia minha buceta apertar mais forte em volta dele. Hugo me beijava com língua, apertava meus seios com força bruta e torcia os mamilos. Depois eles trocaram de posição sem aviso. Hugo tomou o lugar entre minhas pernas e enfiou aquele pau grosso. Senti cada centímetro deslizando devagar, abrindo minha bucetinha apertada até o fundo. Ricardo, agora ao lado, mordia meus mamilos, enfiava a língua na minha boca e dava tapas firmes no meu rosto, o suficiente para arder e me deixar ainda mais molhada. Eu estava completamente entregue, corpo tremendo, mente derretida de prazer.
Hugo parou de me foder e Ricardo se deitou de costas na cama, o pau enorme ainda latejando. Não precisei de convite. Subi em cima dele, segurei aquela rola grossa e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir novamente. Comecei a cavalgar com vontade: subia quase até a cabeça e descia batendo forte, rebolando no fundo, moendo meu clitóris contra o corpo dele. Enquanto eu cavalgava, Ricardo apertava meus seios com força, puxava meus mamilos e me beijava. e repente, deu um tapa forte no meu rosto. Depois outro. Meu corpo reagia com mais tesão a cada estalo. Eu gemia alto, sem controle.
Depois de alguns minutos, Hugo puxou meu cabelo e me fez descer dele. “Minha vez”, ele disse. Sentei no pauzão grosso dele com a buceta já arrombada e molhada. Sentei com tudo, sentindo ele me preencher por completo. Cavalguei com força, subindo e descendo rápido, gemendo na boca dele enquanto nos beijávamos.
Foi quando senti Ricardo se posicionar atrás de mim. Sem aviso, ele enfiou a língua quente no meu cuzinho, lambendo e abrindo espaço. Meu corpo inteiro tremeu. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele falou:
— Eu quero foder esse cuzinho apertado.
Eu estava completamente entregue, fora de mim. Só consegui responder, quase sem voz:
— Me fode… vai… me arromba.
Ricardo lubrificou bem o pau enorme com saliva e meu próprio mel e começou a forçar a entrada. A pressão era intensa, uma dor quente misturada com prazer. Eu segurei o grito mordendo o ombro de Hugo. Aos poucos, a cabeça grossa passou e ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até estar todo enterrado no meu cuzinho.
E então veio a primeira DP da minha vida.
Hugo fodia minha bucetinha por baixo com estocadas firmes, enquanto Ricardo começava a arrombar meu cuzinho por trás, cada vez mais rápido. Os dois paus me preenchiam ao mesmo tempo. u nunca gemi e gritei tanto na vida. O prazer era avassalador, quase insuportável.
Ricardo metia com força, deixando marcas vermelhas das mãos na minha bunda a cada tapa. Hugo chupava meus peitos com vontade, mordendo os mamilos enquanto não parava de me foder.
— Vou gozar… — gemeu Ricardo.
— Me enche com sua porra, seu safado… vai, goza no meu cu! — implorei, a voz rouca.
Ele deu mais algumas estocadas profundas e explodiu dentro de mim. Senti jatos quentes e grossos enchendo meu cuzinho. Quando ele tirou o pau, um fio de porra escorreu pela minha bunda.
Hugo não perdeu tempo. Me colocou de quatro na cama e lubrificou aquele pauzão grosso dele. Pressionou contra meu cuzinho ainda pulsante e entrou de uma vez, mais fácil agora que eu já estava arrombada e cheia de porra. Ele me fodia com brutalidade, batendo forte, puxando meu cabelo. Eu pressionava o rosto contra o colchão para abafar os gritos, o corpo inteiro tremendo.
Até que ele também gozou, enterrado fundo, enchendo meu cu com mais porra quente. Quando saiu, senti meu cuzinho latejando, escorrendo porra dos dois.
Eu mal conseguia me mexer, o corpo destruído de prazer. Mas Ricardo ainda não tinha terminado. Ele me virou de lado, levantou minha perna e enfiou aquele pau enorme de volta na minha bucetinha inchada. Começou a me foder com vontade renovada, estocadas rápidas e profundas.
Minhas forças estavam indo embora. Minhas pernas tremiam sem parar.
— Ai… eu vou gozar… eu vou gozar! — gritei, desesperada.
Ele aumentou o ritmo, batendo fundo. Quando tirou o pau, um jato intenso e incontrolável explodiu da minha bucetinha. Eu esguichei feito uma vagabunda, molhando a cama inteira, o corpo convulsionando num orgasmo que parecia não ter fim. Gozei como nunca antes na vida.
Completamente esgotada, desabei na cama, sem forças para mais nada. Os dois se deitaram ao meu lado, os peitos subindo e descendo, recuperando o fôlego junto comigo.
Alguns minutos depois, nos arrumamos em silêncio, corpos ainda formigando. Saímos daquele quarto com as pernas bambas e um sorriso cúmplice no rosto.
Um dia inesquecível.



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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico luaninhasz

Nome do conto:
A Minha Primeira DP

Codigo do conto:
259491

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/04/2026

Quant.de Votos:
4

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