Vigia

Depois que comecei a ler contos por aqui, percebi que boa parte das pessoas arrumava foda através do Bate-papo UOL. Diante disto, resolvi testar. Entrei algumas vezes e era o mesmo lenga-lenga de qualquer outro app de pegação, então acabei deixando por isso mesmo e segui a vida.
Até um fim de semana em que cheguei em casa por volta da meia-noite, após uma saída com amigos para tomar uma. Não estava bêbado, mas estava animado e cheio de tesão. Cheguei em casa pronto para socar aquela boa punheta vendo um pornozão e dormir. Só tirei a jaqueta e me joguei na cama. Enquanto mexia no celular, a outra mão instintivamente foi parar no cacete, que em pouco tempo começou a crescer. Abri a braguilha, desci o zíper, baixei um pouco a cueca e coloquei o caralho para fora, que neste momento já estava totalmente duro. Notei como eu estava pentelhudo — fazia um bom tempo que não aparava — e, como todo homem, dei uma boa passada de dedo na glande e levei ao nariz para sentir o cheiro do próprio cacete.
Fiquei ali em uma punhetinha leve, brincando com o pau enquanto via vídeos no Insta, até me lembrar do BP UOL. “Quem sabe?”, pensei. Entrei na sala da cidade com um nick que nem me recordo qual era. Os papos furados de sempre, até esbarrar num cara que dizia ser casado, sigiloso, que nunca tinha feito nada do tipo, mas estava a fim de mamar. Trocamos nossas descrições e ele era bem boa-pinta. Ao falar o bairro em que estava, era o mesmo que o meu. Com tanto "match", resolvemos abrir a cam, já que nem ele nem eu queríamos passar contato. Ele estava dentro de um carro e, apesar de estar meio escuro, deu para perceber que o safado realmente era boa-pinta e macho. Perguntei se estava a fim e onde estava; ele respondeu que sim e deu o local. Era bem perto de casa, mas estranhei porque ali era uma escola.
— Estou fazendo um bico de vigia — ele disse. — Mas na escola? — perguntei. — Não, em frente — ele respondeu.
Em frente era um prédio em construção. Achei mais estranho ainda, mas a pica estava ali, durona, querendo uma boca quente naquela noite fria. Ou seja: era a cabeça de baixo que ditava as regras neste momento. Combinamos que eu passaria em frente ao local e ele me esperaria no portão. Guardei a piroca na cueca, vesti novamente a jaqueta e fui. Já era quase uma da manhã, mas o local era a cerca de duas quadras, então fui a pé mesmo.
Virei a esquina; estava um pouco nervoso, confesso, mas como disse, era a cabeça de baixo que mandava. Passei em frente ao local e nada. Nenhum sinal de vida. Passei reto, claro. “Caralho, que humilhação”, pensei. Vou dar mais uma volta no quarteirão, passar por aqui novamente e, se ninguém aparecer, vou para casa. Assim o fiz, mas desta vez, ao virar a esquina, havia alguém. Me aproximei do portão de tapume e avistei um moreno, bonitão e másculo. — E aí — ambos dissemos. — Entra — ele completou, abrindo espaço.
Ao entrar, me deparei com um prédio em construção, óbvio, iluminado por apenas uma luz no que provavelmente seria o saguão do prédio e onde também se encontrava um carro preto parado. Caminhamos até o carro e, ao abrir a porta do carona, dei de cara com uma arma no banco. — Tá querendo me botar medo? — falei. Certeza que ele tinha deixado ali exatamente para isso e para evitar que eu tentasse alguma coisa. — Nada, eu esqueci — disse ele, pegando a arma e colocando na porta ao seu lado. — E aí, curtiu? — ele perguntou, após estarmos acomodados e levando a mão para o meu pau. — Sim, e tu? — respondi. — Tira aí — disse, se referindo à minha calça.
Abri o zíper e baixei até a canela, mostrando minha pica que já estava meia-bomba. Ele caiu de boca sem enrolação. Sua boca era bem quente e sua mamada, excepcional. Nem fodendo que aquela era sua primeira experiência. Minha rola ficou durona em segundos enquanto eu retirava a jaqueta, pois o clima ali dentro já havia esquentado. A mamada do bezerrão era daquelas bem molhadinhas e que deslizavam fácil. Vez ou outra ele tirava o pau da boca e massageava a cabeça do meu pau com a mão esquerda enquanto cheirava meus pentelhos. Em uma dessas, notei a aliança grossa do puto.
Ele se endireitou no banco, abriu e abaixou sua calça, colocando para fora um pau moreno e grosso. O filho da puta tinha um belo pauzão também. Ele voltou a baixar e engolir meu pau enquanto se punhetava de leve. Minha mão deslizou por suas costas e foi parar no seu cu. Coloquei um dedo; ele gemeu, um gemido abafado pela minha rola na sua garganta. Seu cuzinho estava melado e macio. Aquele rabo já tinha levado pica, esta não era a primeira vez. Massageava seu rabinho, coloquei um, dois e até três dedos dentro dele. Ele gemia e rebolava, empurrava seu rabo para minha mão e tremia de tesão vez ou outra. Segurei seu maxilar com a mão direita e ergui seu rosto para olhar o meu. — Quer pica? — disse, e meti uma guspida em sua cara.
Poderia ter levado um belo murro, ou até mesmo um tiro nessa hora, mas ele só respondeu: “Quero, quero muito”, com a voz rouca. O tesão já tinha tomado conta. — Então pede! — Me dá pica, me fode, eu quero pica — ele dizia.
Saímos do carro. Me bateu a lucidez de questionar se não havia câmera, e ele disse que não. Por sorte, tinha levado uma capa. Dei a volta no carro somente de camiseta, tênis e a piroca durona balançando a cada passo. — Pede — disse mais uma vez. Ele apoiou as mãos sobre a janela aberta do carro e empinou o rabo. — Me fode — implorou.
Que visão! Bunda linda, redondinha, alguns pelos no reguinho. Ele era forte e devia ter por volta de 1,80m, pouco menor que eu. Ainda estava de blusa, uma puffer preta, e sua calça estava na canela. Dei uma guspida na mão e passei no rabinho do puto. Ele empinou mais ainda. Encaixei e empurrei; entrou fácil. Ele gemeu. Seu cuzinho era quente e macio, igual à sua boca. Segurei sua cintura e comecei a bombar. Ele colocou as duas mãos para trás para abrir bem o rabo; aquilo me deu mais vontade de meter ainda. Socava forte e fundo. Os estalos ecoavam pelo prédio em construção. Quem passasse pela calçada neste momento, com certeza ouviria.
— Isso — ele dizia vez ou outra. Quase dez minutos depois, anunciei que iria gozar. Ele se virou rapidamente, abaixou, retirou minha camisinha e enfiou meu pau na boca com muita habilidade. Meu caralho inchou e eu leitei. Ele não desviou: recebeu tudo e espremeu até não sobrar nada. Eu tremia com cada chupada forte que ele dava no meu cabeçote. Vi que ele tinha gozado sobre a brita espalhada pelo chão. Nos recompomos, colocamos as roupas, nos despedimos e fui para casa depois dessa doideira.
Nunca mais o vi, nem nomes trocamos, mas a lição que fica é: todo casado que se diz virgem é um tremendo puto. Eu não fui o primeiro, e provavelmente não fui o último dele naquela noite, mas com certeza valeu muito a pena.


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Comentários


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coroa-cadado Comentou em 03/03/2026

Esses encontros são um tesão, já fiz com um vigia de obra também, mas quem levou rola fui eu.




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255907 - Almoço - Categoria: Gays - Votos: 5

Ficha do conto

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Nome do conto:
Vigia

Codigo do conto:
255997

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/03/2026

Quant.de Votos:
3

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