Dia desses, precisei ir para Brasília resolver umas paradas de trabalho. O intuito era chegar na quarta à tarde e voltar na sexta, mas como nunca tinha ido à cidade, resolvi voltar na segunda de manhã para aproveitar e turistar um pouco — e com passagem paga pela empresa, fica melhor ainda. Quinta de manhã já corri atrás de resolver o que precisava e, por incrível que pareça, no mesmo dia já deu para resolver tudo. Sexta trabalhei normalmente no hotel. Sábado visitei alguns pontos turísticos, almocei e jantei; cidade bonita, tudo longe e um pouco cara, etc. Domingo acordei por volta das dez e meia, pau durão na cueca e cheio de vontade de mijar. Levantei com a barraca armada e fui até o banheiro; fiz aquele malabarismo para não errar o vaso. Não me dei ao trabalho de descer para o café, pois o horário já tinha terminado, então voltei para a cama. Até então não tinha pensado em putaria, mas neste dia o tesão bateu forte. Pensei em arrumar algo e recorri ao velho amigo UOL. Papo vai, papo vem, comecei a trocar ideia com um cara muito gente boa e rolou bastante afinidade. Abrimos a cam e ambos nos curtimos. Ele me mostrou uma picona grossa de uns 17 cm e bem pentelhuda, e claro que mostrei a minha também. Ambos cheios de tesão e querendo gozar, mas tínhamos um problema: ninguém queria dar. Ele não curtia e eu, apesar de não ser minha preferência, até curtia, porém não estava a fim e nem queria o trabalho do preparo ali naquele quarto de hotel. Foi quando ele soltou: — Cara, para mim não é essencial. Eu curto mesmo ficar de boa, peladão, tomando uma, sarro, punha e por aí vai. Qualquer coisa, chamamos um terceiro. Eu concordei e topei. Nem sempre uma foda para ser boa entre dois machos precisa ter pau no cu. Combinamos que eu iria para a casa dele após o almoço, por volta de uma e meia, mas ele me fez um pedido. Disse para eu ir “naturalzão”. — Como assim? — questionei. Ele respondeu: “sem perfume e sem desodorante”. E assim o fiz. Perto do horário, avisei que já estava saindo. Por educação, passei em uma conveniência e comprei cerveja e alguns petiscos, apesar de ele dizer que não era necessário. Cheguei no local — estava um calor do caralho. Era um prédio de alto padrão; realizei os trâmites na portaria e subi. De frente à porta do apartamento, dei um leve toque e ela se abriu quase que imediatamente. Fui recebido por um sorriso simpático e um aperto de mão forte de um homem de 1,77m de altura, barba, corpo malhadinho... nada que eu já não tivesse visto. Apesar de ele ter me dito antes que tinha 45 anos, aparentava menos. O que me pegou de surpresa foi que ele já estava completamente nu. O apartamento era amplo e integrado. Entreguei a cerveja que havia levado, ele agradeceu e se direcionou à geladeira para guardar. Pude observar sua bundinha redonda e peludinha enquanto ele caminhava. Sua pele era bem branca e seus pelos negros, o que dava um bom contraste. — Fica à vontade — ele disse no caminho. — Você já está bastante — brinquei. — Cara, quando estou em casa, ainda mais neste calor, fico sem nada. Não tem como. Ele se abaixou um pouco para colocar a cerveja dentro do refrigerador e pude ver que os pelos do seu reguinho eram ainda mais espessos; minha boca encheu de água. Ele fez o caminho inverso e voltou em minha direção carregando duas long necks. Eu ainda estava em pé no meio da sala e agora pude conferir de frente: seu pau era grosso, mesmo em descanso era possível perceber o calibre. A cabecinha avermelhada estava semicoberta pelo prepúcio e era rodeada por pelos bem pretos. Ele me entregou uma das cervejas e me lascou um belo de um beijo. Felizmente houve encaixe; sua boca era macia e sua língua rápida. Seu beijo era cheio de vontade e pequenas mordidas leves. — Tá de roupa ainda? — criticou quando nos separamos. Nos direcionamos ao sofá espaçoso da sala. Deixei minha cerveja sobre a mesinha de centro e tirei minha roupa. Empurrei para o canto e me soltei no sofá. Meu pau nesta hora já estava dando sinal de vida. Ele se aproximou, ergueu meu braço direito e socou seu nariz em minha axila. Ela ainda estava úmida devido ao calorão lá fora, mas isso não foi impedimento, e sim um atrativo. Ele me puxou para um beijo cheio de tesão e meu pau ficou trincando em segundos. Ele segurou forte meu cacete e disse: — Já tá durão, puto! — Como não ficar? — respondi. Ele deitou sobre mim e iniciamos uma pegação gostosa ali mesmo. Nos beijávamos com vontade; nossos peitos, ambos peludos, se esfregavam um no outro. Nossas picas se roçavam, realizando um duelo de espadas de acordo com os movimentos dos nossos quadris. Ele beijava meu pescoço e chupava o lóbulo da minha orelha, enquanto eu, com a mão em sua bunda, ajudava no movimento de sarrada das nossas rolas. Ele gemeu e tremeu quando chupei e mordisquei seu mamilo. Seu pau babava muito sobre minha barriga e eu conseguia sentir aquele cheiro característico. Nossas respirações ficaram mais intensas e nossos movimentos mais rápidos, anunciando que o gozo estava próximo. O tesão era inacreditável. Cerrei meus braços em volta dele, segurando meu pulso esquerdo com a mão direita e o apertando forte contra meu corpo. E assim gozamos. Gozo farto, de dois homens cheios de tesão. Nossas barrigas ficaram molhadas; tentei conter o que escorria pelas laterais para não sujar o sofá. Ele se levantou para buscar algo para nos limparmos. O cheiro de porra inundou a sala, apesar da janela aberta. — Que doideira — disse quando ele retornou com duas toalhas de rosto. — Que tesão, cara — ele disse. — Aceita uma água? Aceitei. Notei seu pau bem mais inchado do que quando cheguei e, apesar de ter limpado, ainda estava melado de "baba" e porra quando me trouxe a água. Ele retornou à cozinha e pegou uma tábua com frios — queijo, salame e afins — e mais duas cervejas. Entendi que era um sinal para continuar ali e assim fiquei. Ambos pelados, meio suados e gozados. Ele era super educado e simpático, foi fácil manter a conversa. Descobri que era servidor do TRE, separado, pai de uma filha e não fazia muito tempo que morava ali. Ficamos ali sentados no sofá um bom tempo batendo papo, bebendo e admirando os contornos um do outro. Depois de um tempo de conversa e algumas cervejas o tesão foi aflorando novamente e aquela tensão gostosa aparecendo; o pau já estava começando a inchar. Ele pegou o controle da TV e disse que iria colocar algo para assistirmos. Imaginei o que seria e não errei: ele rodou alguns canais de putaria e parou em um filme bi — dois homens e uma mulher, inclusive com um ator que acho um tesão, principalmente quando é passivo, um grandão chamado Wood alguma coisa. Nós dois sentados no sofá, um do lado do outro, assistindo à loira na TV sentando no picão de um cara enquanto o outro chupava seu grelinho. Minha rola começou a endurecer lentamente enquanto eu revezava entre olhar a TV e o pau do meu parceiro, que também endurecia. A babinha no cabeção dele já estava se formando. Segurei minha pica e iniciei uma punheta lenta; logo os meus 19 cm estavam completos. Ele segurou meu pau e começou a bater uma para mim. Retribui o favor e desta vez pude constatar a grossura da sua rola: era quase uma long neck em espessura. Ele se abaixou e abocanhou enquanto segurava meus ovos. Colocava inteiro até a garganta. Eu segurava sua cabeça e forçava o pau para dentro. Devolvi a mamada enfiando na boca o que cabia daquela tora; senti o gosto da sua baba misturado à porra seca da nossa leitada anterior. E assim ficamos entre punheta, sarro e mamadas. Pedi para chupar seu cu, algo que estava morrendo de vontade desde que cheguei. Ele não recusou. Deitou-se de bruços e eu me deliciei com seu rabo. Senti seu cheiro, passei o dedinho e linguei com vontade; era vermelhinho e peludo. Ele empinava e dava leves reboladinhas enquanto gemia suave. — Não se preocupe, não vou empurrar — disse quando posicionei minha rola entre suas nádegas. Soltei meu peso sobre ele e envolvi seu pescoço com meu braço. Fazia movimentos com o meu quadril; meu pau deslizava fácil no seu reguinho peludo devido à baba deixada durante a linguada. Sentia seus pelos na minha glande, beijava seu pescoço e mordia sua orelha. Os movimentos aceleraram. Ele empinava e forçava seu quadril contra o meu. Em determinado momento, ele se virou para nos beijarmos e sarramos pau com pau em frango assado. Mais beijos, mamadas, mamilos, punha... — Peraí — ele disse, se levantando e indo para o quarto no fim do corredor. Voltou com um masturbador em forma de bucetinha e gel. O masturbador continha dois buracos: um para o cuzinho e outro para a xaninha. Ele colocou um pouco de gel na minha pica e desceu a "bucetinha" sobre ela. Caralho, que delícia! Era cheia de textura por dentro e massageava a pica toda. Ele se ajeitou ficando na posição de tesoura, frente a frente, e enfiou o pau no outro furo. Nossos caralhos se encontraram lá dentro. Eu sentia o saco quente dele colado ao meu, o pornozão rolando, o movimento do masturbador nos massageando, os paus se roçando... sentia sua pica dura como pedra. Ele segurava o masturbador com as duas mãos e fazia movimento de sobe e desce, eu não aguentei muito tempo e gozei tremendo o corpo todo, e não demorou muito para ele gozar também. Ficamos ali um tempo curtindo o momento e sentindo nossos paus amolecerem. Uma boa quantidade de porra escorreu sobre nossas picas ao tirarmos o masturbador, grudando em nossos pelos. Nem nos demos ao trabalho de nos limpar dessa vez. Ficamos ali até começarmos mais uma vez. Ao todo, leitamos quatro vezes: mais uma no quarto e outra no chuveiro. Ele chegou a me dar uma boa linguada no rabo também. Cheguei lá quase às duas da tarde e fui embora quase às vinte horas. Posso dizer que foi um tempo bem aproveitado. Cheguei no hotel com a pica vermelha e inchada. Nos falamos até hoje e às vezes punhetamos no Teams, mas nunca rolou de ir para Brasília novamente. Ele me contou que rola uma sacanagem com um assessor de gabinete de um deputado — o cara tem 21 cm de pica — e, quando eu for para lá novamente, ele quer armar um rolê a três.
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