Cheguei em casa quase às nove da noite. Era domingo; cheguei doido para tomar um banho e descansar, mas a vida nem sempre é como gostaríamos. Liguei o chuveiro e, minutos depois, a chave caiu e tudo se apagou. Me enrolei na toalha, fui até a caixa de energia, liguei a chave, liguei o chuveiro. Durava alguns minutos e caía. Repeti este processo umas três ou quatro vezes e o resultado era sempre o mesmo. "Que caralho, não acredito que logo hoje", pensei. Mas, no fim, agradeci por ter sido no domingo e não no meio da semana. Como não estava desligando apenas o chuveiro, mas sim a chave geral, pensei que poderia ser algo mais grave e resolvi chamar o seguro. Fiz um seguro residencial depois de um problema que tive com encanamento — se você não tem, faça, pois pode te salvar em algumas ocasiões. Liguei para o seguro, abriram o chamado e disseram que em uma hora um prestador de serviço iria aparecer. Não estava botando muita fé, já que era domingo e quase dez da noite. Adiantei algumas coisas para o dia seguinte, fiquei um pouco no celular, liguei a TV e fiquei de boa. Uma hora e meia depois, quando já nem lembrava mais, o interfone toca: — Boa noite. — É do seguro. — Ah, sim! Pode subir — respondi e abri o portão. Fiquei aguardando na sala com a porta apenas uma fresta aberta. Ele deu uma batidinha ao chegar. Quando abri, dei de cara com um homem de mais de 50 anos, alto (devia ter por volta de 1,86m), branco, braços peludos e corpulento. Um clássico "paizão". Carregava uma caixa de ferramentas e tinha o porte de quem fazia sucesso quando mais jovem. Nos cumprimentamos e ele perguntou: — É o chuveiro? — Isso — respondi, seguindo pelo corredor para mostrar. — Licença — disse ele, vindo logo atrás. Mostrei o banheiro, expliquei o que acontecia e ele se dirigiu ao chuveiro para constatar o problema. Ao passar por mim, senti o leve hálito de cerveja de quem provavelmente foi tirado do seu momento de lazer, misturado com desodorante recém-passado. — É, provavelmente é o disjuntor — disse, e pediu para eu mostrar onde ficava o quadro de luz. Ele pegou aqueles medidores que eu não sei o nome e colocou na fiação. — Liga lá o chuveiro, por favor — ele disse, e novamente ocorreu o que já esperávamos. O diagnóstico? Ou era o disjuntor que estava com defeito ou a fiação que não estava aguentando a potência do chuveiro, algo assim. No fim, ele disse que tinha um chuveiro com uma amperagem mais baixa que poderia resolver no momento, mas que teria que ir buscar e perguntou se eu aguardava 20 a 30 minutos. Enquanto me explicava, observei os pelos que saíam pela gola da polo azul-marinho com o logo da empresa. Seus pelos eram grisalhos e grossos; com certeza havia muito mais do que só aqueles que o primeiro botão aberto mostrava. — Se é o jeito, eu aguardo sim — disse, e assim ficou combinado. Ele retornou em menos de 30 minutos com um chuveiro meio capenga, mas que seria minha salvação. Pediu algo em que pudesse subir e iniciou a troca. Fiquei na porta do banheiro para o caso de ele precisar de algo. Naturalmente, iniciamos uma conversa superficial. — Te tirei de casa uma hora dessas, né? Disse. — Que isso, estava num churrasquinho na casa do meu irmão, na verdade. — Pior ainda… — Ah, mas geralmente eu não atendo, não — ele tinha um sotaque que não consegui identificar — mas era perto e este mês foi apertado. O movimento de levantar os braços para retirar o chuveiro revelou parte de uma barriga peluda com pelos acinzentados e o elástico de uma cueca preta. "Realmente, ele é muito peludo", pensei. — Eu só queria chegar em casa e tomar um banho depois de um date ruim. — Depois de quê? — ele perguntou. — Date — respondi. — Não sei o que é isso, não. — Ah, tá... um encontro — expliquei. — Aceita uma água, alguma coisa? Eu tenho cerveja também, se quiser. — Rapaz, a cerveja eu não vou negar, não. Fui até a cozinha e voltei com duas latinhas. — Quer um copo? — perguntei. — Imagina, precisa não. As barras de sua calça estavam respingadas da água que caiu do cano ao retirar o chuveiro e, vira e mexe, ele fazia o movimento de subir a calça, que insistia em não parar direito na cintura. — E foi ruim, então? — O quê? — O "deiti". — Ah, foi. Não compensou, não. — Mulherada de hoje não quer saber mais de nada, não. Ele reclamou. — Casar, ter filho... ninguém mais quer. Ele saiu do box e se abaixou para buscar o veda-rosca em sua caixa de ferramentas. De costas para mim, pude perceber a largura de um ombro ao outro e os pelos espessos logo acima de suas nádegas, que desciam para o "rego" levemente à mostra. Ele se levantou e ergueu mais uma vez a calça. Voltou para o box e tomou um gole de cerveja. — Ah, mas ninguém quer filho hoje em dia, filho dá muito gasto. Completei. — Mas não falo só com relação a filhos, mas sim a constituir família. Mulherada só quer sacanagem. A conversa começou a mudar e tomar um caminho que me deixou curioso. Meu date tinha sido com outro cara, mas a minha resposta foi: — Ah, mas não querem tanta sacanagem não, pois hoje não deu em nada. — Então é por isso que você está falando que foi ruim? Olha, com a minha idade eu não tenho mais paciência para isso, não. Ainda bem que tenho quem fique em casa, mas quando quero algo diferente, é mais fácil pagar. — Devo concordar com você, às vezes compensa mais pagar uma puta, e ainda você escolhe do jeito que quer. — E o trabalho que eu dou... só pagando mesmo. Ele brincou. — Ah, então costuma ter sempre uma de reserva? — Rapaz, hoje em dia eu estou bem sossegado, mas já dei trabalho, sim, viu? Mas vira e mexe a gente quer uma coisa diferente, né? — Com o seu trabalho também deve ser fácil de escapar, não é? Acho que até com quem você atende. — Já aconteceu, mas tem que tomar cuidado. Muita mulher provoca e denuncia. Já atendi uma só de robe, toda peladinha por baixo, deu para ver até os beicinhos, mas não corri o risco, não. — Mas deve ter ficado cheio de vontade. — Claro, sou homem. Mas ela não era muito gostosa, não. Mulher muito bonita não costuma dar moral, mas em outra época eu comia. Ele já mais conversava do que dava seguimento ao trabalho, mas não me importei. Uma tensão sexual se instalava. Busquei outra cerveja; apesar da noite não estar quente, já havíamos terminado a anterior. — E você, grandão assim, não passa despercebido, né? Apelar para o ego masculino é sempre um bom tiro. — E eu judio, viu? Estou com 56 e nada que uma "tadala" não resolva quando preciso — e riu. — E sua mulher não desconfia? Perguntei. — Ah, não sei. Se desconfia, nem pode falar nada. Ela nem gosta de sexo e eu ainda não morri. Novamente ele ergueu os braços para colocar o chuveiro e, dessa vez, algo a mais existia ali além de sua barriga peluda: um volume levemente marcado na região do pênis. A conversa e a tensão também já haviam feito o sangue circular para o meu órgão genital e, como sempre, eu estava sem cueca. — É, quando não faz mais sexo fica difícil... — Nem quando fazia. Anal nunca. Se bobear, uma vez nesses anos todos. — Mas também você falou que "judia"... convencer uma mulher para o anal tem que ser com carinho. — É que é grande também — ele se gabou. — Pois então, aí piora. Ou melhora, dependendo da pessoa. — Eu tenho um vídeo no celular, depois eu te mostro, se você quiser. Informou. — Opa. Sem pudor, ele ajeitou o pau na cueca; enfiou a mão e o endireitou sem nenhum disfarce. A sombra causada pela luz que vinha de cima mostrava a curvatura exata e realmente aparentava ser grande. O meu pau também já dava sinal; a glande apontava na malha fina da bermuda de academia. Observei cada momento, mas fingi que nada acontecia. Ele teria que se esforçar mais do que isso. — Vamos ver se deu certo — disse ele ao ligar o chuveiro. Estava funcionando. Ele começou a ajeitar suas coisas e fechar a caixa de ferramentas. Tomei o resto de cerveja da latinha e ele se moveu até a pia. — Já foi em casa de swing? — perguntou enquanto lavava a mão. — Ainda não, mas tenho vontade — respondi. — E você? — Também não, mas já transei com casal. Vem cá, deixa eu te mostrar. Pegou o celular e achou na galeria um vídeo de pouca qualidade e deu o play. No vídeo, uma mulher de quatro levava rola no cu; seu gemido era alto, de quem estava gostando. Estávamos bem próximos, podia sentir o calor do seu corpo e ouvir sua respiração. O tesão estava ali também, quase como uma terceira pessoa participando da conversa. — É você? — perguntei. Vi ali uma boa pica entrando e saindo da mulher. — Sim, é esse casal que falei — ele segurava o celular, sua mão estava trêmula e nossas cabeças quase se encostaram. Olhei em direção ao seu pênis e a calça desenhava seu formato. O meu também já estava de prontidão. Ficamos em silêncio por um tempo até ele passar levemente o dedo indicador em minha coxa em sinal de convite. O aceite foi dado ao tocar seu antebraço com o meu e, levemente, nos direcionamos a um beijo, tímido e desajeitado. Levei a mão sobre seu pau que pulsava; estava curioso para ver o membro de que tanto se gabava. Sentei no vaso e o posicionei à minha frente. A calça, um pouco larga, não precisou de muito esforço para ser retirada. De dentro da cueca, tirei um pau de uns 20 cm e muito cabeçudo. Senti seu gosto salgado ao colocá-lo na boca; sua mão estava posicionada sobre minha cabeça como quem me dava uma bênção. A cabeça da sua pica preenchia quase todo o espaço da minha boca. Eu me punhetava lentamente enquanto o mamava. Me levantei e nos atracamos em um beijo sem muita sincronia, mas isso não diminuiu o tesão. Nossos corpos se esfregaram e nossas roupas foram retiradas. Seu peito e ombros eram cobertos por um manto de pelos brancos e cinzas. Pelados e sem a necessidade de nenhuma palavra, nos direcionamos para o quarto. Já na cama, sentia seu peso sobre mim e sua pelugem me acariciando. Nossos paus se roçavam, ambos duros. Entre um beijo e outro, o direcionei à minha rola, a qual ele segurou firme e pôs na boca. Sua mamada era rápida e desesperada, de alguém sem muita experiência. Segurei sua cabeça com as duas mãos e iniciei um movimento de vai e vem, aumentando gradativamente até estar fudendo sua boca e ouvindo seus engasgos. Ele voltou a mim com os olhos marejados. Nos beijamos e nos sarramos até ele se erguer e, de joelhos sobre a cama, me dar o pau para mamar. Eu estava deitado de barriga para cima, me masturbando com a mão esquerda enquanto com a direita segurava o pau que preenchia minha boca. A visão de baixo para cima do seu corpo largo e peito peludo era esplêndida, não posso negar. Lentamente, direcionei minha mão e, com o dedo médio, acariciei seu cu. Ele se contraiu em um espasmo, mas não apresentou maior resistência; assim fiquei massageando seu cuzinho igualmente peludo e proporcional ao restante do corpo, enquanto engolia sua pica. Lubrifiquei meu dedo com saliva e lentamente introduzi a pontinha dentro dele, fazendo movimentos circulares. Ele gemia e rebolava desajeitadamente enquanto socava minha boca. Seu pau ficou ainda mais duro e sua glande mais inchada; a gozada estava próxima. Aumentei o ritmo dos movimentos no seu cu e na mamada. Sua respiração também acelerou. Ao sentir que ele iria gozar, soltei meu pau e o masturbei, direcionando seu leite sobre meu peito. Os jatos quentes caíram sobre mim enquanto ele estremecia. Com o dedo ainda no seu cu, retornei a outra mão, melada com seu gozo, para o meu pau, que cuspiu quase que instantaneamente, enchendo ainda mais de porra meu peito e barriga. Devagar, tirei meu dedo do seu rabo e ficamos deitados por um tempo, até ele ir embora. Tomei banho, troquei o lençol e dormi. E no fim, todo machão curte um dedinho no cu.
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