Advogado

Terça-feira eu estava de folga e, por volta das 11h30, fui ao Pão de Açúcar comprar algumas coisas que faltavam em casa. Fui basicamente do jeito que estava: camiseta, chinelo e bermuda, sem cueca — não costumo usar, principalmente quando estou em casa.
Cheguei, estacionei, peguei uma cestinha e fui buscar o que precisava. Enquanto andava pelos corredores, cruzei com um cara que me fez pensar: "caralho!". Ele tinha mais de 1,80m, era branco, de olhos claros, cabelo meio loiro, meio grisalho; magro, mas ao mesmo tempo definido e forte. Tinha uma bela bunda, que ficava ainda mais ressaltada na calça social que vestia. Devia trabalhar em algum escritório por ali.
Segui minha vida até cruzar com ele mais uma vez. O fdp me olhou de cima a baixo; logo saquei que o safado estava querendo sacanagem. Até diminuí o ritmo das compras para ver no que dava. Ficamos naquela troca de olhares e cruzamentos pelos corredores. Em uma dessas, dei uma boa coçada no saco, movimento que ele observou atentamente. Tenho certeza de que a boca dele salivou pelo olhar faminto que fez.
Em determinado momento, ficamos lado a lado em frente a uma prateleira. A tensão e o tesão eram quase palpáveis. Minha vontade era chupar aquele rabo ali mesmo. Meu pau já estava "meia-bomba" e eu me controlando, pois estava sem cueca.
— Opa! — mandei. — Beleza? — ele respondeu. — Será que este é bom? — soltei do nada. — Ah, eu não conheço, mas deve ser.
E ficamos por isso mesmo. Um tempinho depois, vi-o no caixa, finalizei minhas compras e saí. Já no estacionamento, ao caminhar para o meu carro, ouço uma buzinada de leve: era o "putão" me esperando em um carro preto. Fiz sinal para ele chegar enquanto eu colocava as sacolas no carro. Ele parou o veículo em frente ao meu, com o olhar fixo na região da minha pélvis e a língua molhando os lábios.
— De bobeira? — perguntou. Respondi que sim. — Só não tenho muito tempo. Me segue, tá a fim?
Ambos saímos do estacionamento e paramos não muito longe dali, em uma rua pouco movimentada e arborizada. Ele correu para o meu carona assim que paramos. Mal fechou a porta e já me grudou em um beijo; sua mão foi direto para o meu pau, que endureceu em instantes.
— Sabia que estava sem cueca. Fiquei morrendo de vontade assim que te vi — disse ele, descendo a boca para a minha rola.
Sua boca era quente e molhada; mamava com muita vontade. Ele enfiava até a garganta, fazendo a saliva escorrer pelos meus pentelhos. Só me restava gemer e ficar de olho na rua enquanto alisava suas costas. Um carro virou na rua, eu avisei, e ele continuou mamando forte — até porque, se levantasse naquele momento, daria muito mais na cara. O tesão do momento, a adrenalina e um cara gostoso me mamando muito bem por sinal... Anunciei que ia gozar. Ele aumentou o ritmo enquanto massageava minhas bolas. Joguei a cabeça para trás, empurrei a dele contra meu pau e gozei. Foram cinco ou seis jatos; ele absorveu tudo, não deixou escapar nada. Mas não engoliu: abriu a porta e cuspiu no meio-fio.
— Caramba, quanta porra! — ele disse. Eu estava recuperando o fôlego. — Preciso ir, a mulher está esperando para almoçar. — Mas já? Queria poder cair de boca nesse teu rabo. — Que delícia, eu adoro ser linguado, mas agora não dá tempo. Quiser me dar seu número.
Ele pegou meu número, disse que mandaria mensagem e eu fui para casa depois de uma mamada inesperada.
Recebi sua mensagem na semana seguinte, coincidentemente na terça-feira. Perguntou se eu estava tranquilo; disse que estava cheio de tesão e que ficou pensando na minha língua no seu rabo. Era por volta das onze horas. Eu não estava de folga, mas estava em home office, então daria para dar um "migué" e escapar. Ele perguntou se eu conseguia ir e me passou o endereço. Conferi no Maps e verifiquei que se tratava de um prédio comercial não muito longe de casa. Ele disse que estava sozinho e com uma brecha para aprontar.
— Em dez minutos eu chego — informei.
Dei uma ajeitada na carcaça, coloquei um tênis e fui. Estava sem cueca, como sempre, e assim continuei. Cheguei ao local, informei a sala à recepcionista, ela interfonou, deu-me um cartão para a catraca e subi. No elevador, avisei que estava subindo e ele disse que a porta estava apenas encostada.
"Fulano de Tal – Direito Previdenciário e Trabalhista" era o que dizia a placa de vidro ao lado da porta. Entrei em uma pequena recepção vazia e segui pelo corredor à esquerda. A porta da sala estava aberta e, lá dentro, a melhor visão possível: ele me esperava de quatro, com os joelhos apoiados em uma cadeira e o cuzinho apontado na minha direção. Entendi o recado e não perdi tempo.
Aproximei-me e meti a língua em seu rabo. O cheiro e o gosto eram de sabonete recém-passado; ele havia se limpado para mim. Me deliciei naquela bundinha branca e no "rego" rosado. Ele forçava, fazendo um "biquinho" que eu chupava ferozmente enquanto metia a língua.
— Era isso que queria? — disse ele entre um gemido e outro.
Meu pau já estava duro e eu me punhetava lentamente com a mão esquerda, enquanto com a direita segurava a pica dele, que também estava dura entre suas pernas. Levantei-me, tirei a bermuda e bati algumas vezes com o pau no seu cuzinho, que piscava e pedia rola. Alisava a cabeça da pica no "beicinho" rosado e fui enfiando devagar até estar todo dentro. Que rabo quentinho e macio! Ele olhava para trás com um sorriso safado de satisfação, mas, no fim, concordamos em usar capa.
Migramos para o sofá de dois lugares da sala. Sentado de pernas abertas, ele me deu uma boa mamada por alguns minutos, ajoelhado à minha frente, até posicionar minha rola no seu cuzinho e soltar o peso. Meu pau estava inteirinho dentro dele. Sentia o calor do seu corpo e o pulsar do esfíncter me massageando. Ele começou a quicar: primeiro lentamente, quase tirando e descendo até o final, depois mais rápido e forte. O rabo dele estralava nas minhas coxas e no púbis a cada descida. Seu pau batia sobre minha barriga, deixando marcas de sua baba, já que ele estava de frente para mim.
Eu já estava me segurando para não gozar e pedi para ele ficar de quatro, o que ele atendeu prontamente. Ele empinou bem; o cuzinho estava mais vermelho e inchadinho — coisa linda de ver, fico de pau duro sempre que lembro. Dei uma boa cuspida e penetrei. Ele deve ter sentido minha intenção, pois pediu para tomar cuidado para não deixar marcas. Assim, soquei forte aquele rabo até não aguentar mais e leitar segurando forte seu quadril contra meu corpo.
Ele segurou minha coxa em um sinal para eu permanecer ali e se masturbou com a outra mão enquanto rebolava no meu pau, que ainda estava dentro dele. Seu cu mordeu forte o minha pica e ele gozou; um gozo farto que ele segurou o que pode com a mão em concha para não sujar o sofá.
Enquanto nos recuperávamos, ele contou que, devido à agenda e ao casamento, só conseguia tempo para "putaria entre machos" às terças-feiras, e que poderíamos marcar mais vezes. Voltei para casa, fiz um almoço rápido e continuei minha rotina de trabalho e reuniões, sentindo o cheiro do rabo dele ainda na minha barba. Claro que pesquisei o nome na porta nas redes sociais mas só a título de curiosidade mesmo, sigilo deixamos no sigilo mesmo né não.

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Comentários


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paulobh Comentou em 10/03/2026

Conto 🔝 e no sigilo que temos nossas melhores aventuras. Quero continuação desse conto 😈😈😈

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mentevoadora Comentou em 10/03/2026

Gostei... votei de pau duro...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico nofound

Nome do conto:
Advogado

Codigo do conto:
256549

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/03/2026

Quant.de Votos:
7

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