Mas tudo era uma incerteza. Não conhecíamos machos alfa suficientes para realizar a fantasia, então tentaríamos em uma casa de swing.
Ela caprichou no look. Vestia um salto alto, uma saia de couro preta, e na parte de cima apenas um sutiã de renda, também preto. Para não haver dúvida da nossa intenção, colocou uma tatuagem temporária do símbolo de espadas bem no seio esquerdo.
Ao chegar na casa de swing, pegamos uma bebida para quebrar o gelo. Apesar de ela já ter me traído muitas vezes — e de eu já estar acostumado —, aquele dia seria o ápice: o batismo dela como hotwife no seu primeiro gangbang, e a minha confirmação como corno manso.
Após a primeira bebida, ela me arrastou para uma cabine privada. Tirou a calcinha sem remover a saia e disse:
— Guarda minha calcinha, porque vou ficar sem. Pra ficar mais fácil de distribuir.
Ao ouvir isso, senti um tesão enorme. Fiquei duro na hora. Peguei a calcinha dela e guardei no bolso. Em seguida, ela sentou no sofá, abriu as pernas e ordenou:
— Vem, meu corno. Me deixa molhada para os machos aproveitarem.
Obedeci na hora. Ajoelhei e chupei ela com muita vontade, imaginando que, daqui a pouco, um pau de outro macho estaria ali dentro. Quando ela ficou bem molhada, mandou eu parar. Levantou-se, e saímos do quarto privado.
Entramos em uma cabine com glory hole. Ela mandou eu abaixar as calças e riu do tamanho do meu pau.
— Quero um pau grande e grosso — disse. — Agora continua chupando aqui até que um pau de verdade apareça.
Ajoelhei novamente e comecei a chupá-la, concentrado em dar prazer à minha rainha. Em algum momento, distraído com a vagina dela na minha boca, vi que ela estava chupando um pau. A curiosidade bateu, mas continuei meu serviço quieto.
Até que ela empurrou minha cabeça com força e disse, olhando nos meus olhos enquanto segurava o pau dele:
— Olha o que é um pau de verdade. Olha o tamanho disso. É isso que eu mereço.
E voltou a chupá-lo. Realmente era um pau lindo. Grande, mas não exageradamente grande. Grosso. Cor de chocolate. Ela se acabou no pau dele. Nunca vi ela chupar assim, nem mesmo os outros machos dela.
Ela chupou tanto que até pensei que tinha me esquecido ali. Mas então ela se virou para mim com a boca cheia de porra, me segurou pelo queixo e me deu um beijo, passando todo aquele líquido quente para mim. Depois que terminou, avisou:
— Se prepara, que está apenas começando.
Terminei de engolir a porra dele e segui ela, que já estava saindo da sala.
Fomos até a sala aberta. Não tinha ninguém. Ela mandou eu sentar e, em seguida, sentou em cima de mim, de frente para o meu rosto, e me beijou. Um beijo longo. Ainda sentia o gosto do líquido dele nela.
— Tá sentindo, corno? O leitinho dele que eu tomei? Você gosta, né, seu corno? Eu também adoro mamar um pau de verdade.
Depois desse momento, percebemos que dois homens estavam ali, um de cada lado dela, com o pau para fora, se masturbando. Ela olhou para eles, pegou em cada um com uma mão, e começou a chupar um, depois o outro. Parou, veio até meu ouvido e falou:
— Segura eu nos teus ombros. Vou dar pra eles.
Ela ficou me encarando nos olhos enquanto o primeiro a penetrou. Vi os olhos dela delirarem de prazer. Ela começou a gemer, e gemer mais alto, à medida que as estocadas ficavam mais fortes. Mesmo sendo fodida, segurava o pau do outro macho e começou a mamá-lo.
Eu estava ali, só observando minha esposa dando para um e chupando outro. Era minha realização.
Quanto mais ela gemia, mais pessoas chegavam. Os homens se reuniam ao redor dela, com o pau duro na mão. A cada pau novo que aparecia, ela primeiro masturbava, depois caía de boca.
Chegou o momento em que ela estava toda ocupada: dando para um, chupando outro, com um pau em cada mão, e ainda mais um esperando a vez. Até que ela veio até mim novamente com a boca cheia de leitinho e cuspiu na minha cara. Dessa vez nem falou nada — estava com pressa. Voltou para brincar com eles.
Tinha fila para meter nela. E ela queria todos. Queria sentir todos os paus dentro dela. Fizeram de tudo com minha esposa, ali na minha frente, como se eu nem existisse. Meteram dois de uma vez. Deram tapa na cara dela. Aproveitaram o cuzinho dela. Gozaram nos peitos dela. E ela adorando tudo — eu via nos olhos dela que estava realizando a própria fantasia.
À medida que gozavam, o número de homens ao redor diminuía. Até que um moreno se aproximou e começou a conversar com ela. Ela veio até mim:
— É o macho que eu chupei no glory hole. Ele quer ir numa cabine privada com a gente.
Ao chegar lá, pude ver como ele era macho alfa. Corpo atlético. O pau dele, magnífico. Era tudo o que minha esposa merecia e eu não conseguia suprir.
Ela foi direto no pau dele. Mamou muito. O pau, as bolas. Até que aconteceu o inesperado. Ela virou para mim e falou:
— Chupa ele. Chupa pra você ver o que é um pau de verdade.
Fiquei em dúvida. Nunca tínhamos conversado sobre isso. Mas não podia desobedecer minha rainha.
Peguei no pau duro dele. Nossa, como era grosso. Minha mão ficou muito mais aberta do que quando pego no meu. Senti a diferença real. Nunca que eu ia satisfazer minha esposa com um pau como o meu.
Levei à boca. Era até difícil de chupar pelo tamanho. Fiquei pensando como ela conseguia.
Enquanto eu o chupava, ela me humilhava: o quanto meu pau era insignificante, explicando para ele por que precisava de outros machos, que eu não conseguia dar prazer a ela. Com o tempo, fui conseguindo enfiar mais o pau dele na boca, mas nem de perto consegui tudo. Me senti honrado por estar chupando um pau tão extraordinário como aquele — e mais ainda por ele dar prazer à minha esposa.
— Larga, que esse pau é meu. Eu quero usar ele agora.
Ela tirou minha cabeça do pau dele, deitou no sofá, e ele foi por cima, metendo com muita virilidade. Ela gemia como uma cadela no cio. Depois, ele a deixou de quatro e voltou a meter com uma violência que nunca tinha visto. A cada ato do sexo, eu me sentia mais certo de que meu lugar era a submissão. Nunca chegaria perto de ser um macho.
Ele tirou o pau, mandou ela virar e gozou nos seios dela. Não era tanta porra quanto da primeira vez, mas ficou lindo: os peitos dela com o leitinho escorrendo. Eu só esperava a ordem para limpar. Ela veio logo em seguida. Enquanto isso, ele vestia a calça e disse:
— Aproveita o resto que eu deixei.
Assim que ele saiu do quarto, com os seios dela já limpos, ela mandou eu deitar no sofá. Ia me recompensar por ter me comportado. Ela sentou no meu pau — se é que posso chamar aquilo de pau — enquanto falava o quanto eu tinha sido corno, que ela nem sabia quantos paus tinha chupado nem quantas vezes tinha dado. Realmente foram muitos, porque eu mal sentia a buceta dela.
Mas o tesão era tanto, ainda mais com as falas dela, que gozei rapidamente. O que só fez ela sentir mais repulsa.
— Olha como é corno. Não aguenta nada. Mal sentei em você e já gozou. Ainda bem que gozei com os machos de verdade, porque dependendo de você, eu não sinto prazer nenhum.
corno-muito-manso