Uma viagem em Armação de Búzios III

Ainda na sexta-feira, fomos conhecer o centro de Búzios, era cedo ainda, por volta de 17h. Fomos na Praia da Armação, próximo a Orla Bardot, muito perto de onde a gente estava por sinal. Demos umas voltas por ali, achei o local bem tranquilo e bonito. Paramos num Restobar, não me lembro o nome agora e engatamos na caipirinha que era deliciosa (eu, minha esposa, cunhada e concunhado e minha filha). Meu filho junto da Bia (nora) foram dar umas voltas e a Ana foi também, a gostosa chamava atenção, estava com um vestido coladinho no corpo meio lilás.
- “Não vou demorar Thiagão, quero beber mais dessa caipirinha que está uma delícia”. Falou minha filha no pé do meu ouvido devido as músicas na localidade, só recomendei cuidado e atenção.
Ficamos lá curtindo a bebida, sei lá, uma meia hora depois meus filhos já haviam retornado e ficaram na calçada, tinha um jovem conversando com eles, quero dizer, mais com a Ana no momento, fiquei de olho, mas tranquilo, ela veio até nossa mesa e pediu mais um copo de caipirinha, orientei pra ela ir com calma pois estávamos em local não conhecido, ela falou no meu ouvido.
- “Relaxa gostoso, aqui é tranquilo você sabe, tá cheio de colega seu aqui, duvido que algo de errado vá acontecer.”
- “E esse carinha aí, quem é?” Perguntei de boa.
- “Pois é né pai, é um amigo do meu irmão da faculdade, se encontraram por coincidência perto da estátua Bardot, nos apresentou e como estava sozinho ficou com a gente. Ele é interessante, bem divertido e inteligente, gostei dele. Tá com ciúmes?” Falou ironizando.
- “Claro que não Ana, só espero que ele não atrapalhe nossas “fugidinhas”. Respondi rindo.
- “Bobo kkkk, vou ali, beijão.” E voltou pra calçada.
Ficamos ali bebendo e conversando por algum tempo, o clima não estava muito bom entre meus cunhados, Fê disfarçava mais dava pra ver ela discutindo com seu marido.
- “Amor, como foi com a Ana na praia, transaram lá né!!” Afirmou minha esposa.
- “Sim amor, não teve jeito, estávamos sozinhos e o local é muito afrodisíaco, bom, pelo menos é o que eu achei, é uma sensação muito gostosa.”
- É, a Ana me falou a mesma coisa, me pediu pra ir junto quando a gente for, falei que não, porque ela já tinha aproveitado, agora era minha vez.”
- “Que isso amor!!! Deixa a menina aproveitar o momento.” Falei rindo.
- “Larga de ser safado Thiago.” Respondeu meio séria.

Minha mulher me cutucou mostrando minha cunhada, tinha saído da mesa e estava junta com meus filhos na calçada, meu concunhado não estava na mesa, ele tinha ido ao banheiro diz minha sogra e ela sugeriu pedir a nossa refeição pra gente ir embora por causa do Gui, concordei e pedimos frutos do mar mesmo.
Meu concunhado voltou e nada de minha cunhada voltar, percebi que ela estava animada na calçada já se soltando, dançando com minha filha, o rapaz estava de boa conversando com meu filho agora, mas ficava olhando para as duas dançando.
A comida chegou e todos se juntaram pra comer, o amigo então foi embora. Terminamos de comer, eu, minha esposa e Gui, junto de minha sogra e sogro fomos pra casa, o restante quis ficar, orientei meu filho a ficar de olho e qualquer coisa me ligar, falei pra minha filha ter juízo me respondendo “calma amor, tenho namorado lembra” me dando um abraço e beijando meu rosto.
Chegamos em casa, já abri uma cerveja, minha esposa foi dar banho no Gui e colocar ele pra dormir e pediu pra fazer uma bebida pra ela (caipirinha). Não demorou muito e o restante do pessoal chegou.
- “Ué, já voltaram?” Perguntei pro meu filho.
- É, o tio não estava se sentindo muito bem, achei melhor então virmos todos juntos, amanhã aproveitamos mais.
A cara de bunda da minha cunhada era nítida e da minha nora também kkk.
- “Hum paizinho, faz uma bebida pra mim também, já que tivemos que voltar vamos curtir aqui em casa mesmo, tá cedo ainda.” Era umas 21h30min mais ou menos.
Minha cunhada também pediu e falou que iria ficar com a gente ali.
- “Vou colocar uma música aqui pra gente ouvir, será que vai dá problema?” Perguntou minha cunhada.
- “Acho que não Fê, os quartos são lá em cima, é só colocar numa altura ambiente que tá de boa. O concunhado vai querer uma bebida também?” Perguntei.
- “Não!! Ele não falou que não estava se sentindo bem?!?!? Então não vai, acho que já foi até dormir!!!” Falou meio brava. “Tá bom então”, concordei.
Ficamos nos três ali bebendo e ouvindo música (Ana, cunhada e eu), até minha esposa descer, perguntou sobre o concunhado, e minha cunhada seca “dormindo”.
- “A que bom então, vou colocar meu pijama, tá muito calor.” Respondeu minha esposa.
As duas gostaram da ideia e subiram também.
Minha esposa chegou primeiro de pijaminha de tecido fino, o básico, mais sexy, shortinho e blusinha. Já veio e sentou no meu colo me dando um beijo gostoso.
- “Vai me levar na praia amanhã né?”
- “Claro amor.”
- “O problema é que estou com muito tesão amor, fiquei pensando no banho a praia, até acariciei minha bucetinha. Ela está molhadinha quer ver?”
Sem cerimônia coloquei os dedos no grelinho dela e já enfiei, estava muito molhada, fiquei masturbando de leve, ela já foi rebolando no meu colo com tesão. Meu pau já estava duro, tirei o peitinho dela pra fora da blusinha e comecei a mamar, mas fomos interrompidos com os passos na escada, era a gostosa da minha cunhada com um conjuntinho de pijama top também, mesma coisa de minha esposa, só que a barriguinha ficava de fora e destacava muito seus peitos siliconados.
- “Realmente irmã, agora tá bom, bem fresquinho, tem mais caipirinha cunhado?”
- Sim, fiz mais quando vocês foram tomar banho, tá lá na cozinha.”
Ela passou e sua bucetinha estava bem desenhada no short e reparei que estava com uma calcinha bem cavada na bunda, “não acredito que estou vendo isso”, pensei, era muito raro eu ver minha cunhada de pijaminha depois que casou, ainda mais desse jeito que estava.
- “Amor, já que vocês foram tomar um banho eu vou também.” Falei.
Porra, que delícia estava minha cunhada, ficou na minha cabeça aquilo, me contive pra não bater uma punheta no banheiro, queria ver no que daria isso kkkk.
Quando desci não encontrei elas na sala, estavam na cozinha pegando mais caipirinha, num fogo gostoso dançando, minha filha estava com um vestido de pijama curtinho, pqp deliciosa. Peguei minha cerveja e voltei pra sala, elas me seguiram e ficaram dançando se divertindo e conversando.
- “Vamos ficar ali fora, aqui tem muita coisa atrapalhando.” Sugeriu minha filha depois de um tempo e concordamos, eu fui na cozinha fazer mais caipirinha, que se foda, “era cedo ainda e quero admirar as três sozinho de boa” pensei.
A varanda é espaçosa, levei o jarro com a bebida e o porta gelo, abandonei a cerveja e fui pra caipirinha também. As três continuavam dançando e cantando até meio baixo pra não incomodar ninguém, a batida? Claro funk, numa rodinha elas desciam até o chão rebolando e voltando dando voltas entre elas, cada momento era uma mulher, uma bunda diferente que eu via, minha esposa sempre me encarando com cara de safada, tanto de frente, quanto de costas dançando, da mesma forma minha filha, quando elas estavam de costas pra mim, percebia que minha cunhada me dava umas olhadas, mais de costas não fazia a mesma coisa, meu pau estava ficando duro, tive que levantar e sair pra minha cunhada não perceber, fui até o banheiro doido pra tocar uma punheta ... voltei depois de um tempo e o som já era um forró, minha cunhada estava dançando agarradinha com minha filha, minha esposa já me pegou pela mão me fazendo ir dançar com ela, começamos a roçar as coxas, ela sentiu meu pau endurecendo e esfregava mais ainda, se virava de costas rebolando a bunda no meu pau, pqp que tesão.
- Amor, a Fê vai acabar vendo meu pau duro porra!!!
- Vai não amor, ela já está de pilequinho, te garanto que daqui a pouco vai dormir.
Porra nenhuma, estava animada lá. Trocamos de casal, agora eu estava com minha filha, e quando minha cunhada estava de costas pra gente eu alisava a bundinha gostosa da Ana, enfiava minha mão entre as bandas passando a mão no rego dela provocando.
- Aí pai que delícia seu pau assim, você tem um fogo hein!!!!
- “Tenho sim filha, também como não ter com você e sua mãe.” Respondi.
- Será que aguentaria três?
- Como assim?!?!?! Tá falando da Fê? Que isso filha, ela é casada e certinha pô, não fala um negócio desses hein.
- Não dei muita ideia não, mais ela ficou te elogiando, falando que gostaria que o tio fosse assim igual a você, animado, com energia. Falei que você era fogo de palha kkkk.
- “Aí não filha, não precisa vender seu peixe, mas também não estraga kkkk.” Rimos.
O forró continuou, minha filha saiu pra dançar com minha esposa e minha cunhada comigo eu sem graça abracei ela meio distante, muito cheirosa por sinal, era inevitável, vez ou outra meu pau esbarrava nas pernas dela, porra que vontade de encostar com força na bucetinha dela, senti seus biquinhos dos peitos duro, caralho que tesão, mudamos de novo, voltou minha filha e já veio roçando gostoso. A playlist jogou pra música de funk, Ana se deixou sair e foi dançar com elas, aí não teve jeito, Fê sem querer, eu acho, olhou bem pro meu pau que estava muito duro dentro do short de pijama, intencionalmente ou não, dei uma apertada no pau que ela chegou a arregalar os olhos. Meio sem jeito fui sentar, quando minha esposa me viu, catou na minha mão me fazendo levantar e dançar com ela, a safada ficou rebolando no meu pau, as duas do outro lado rebolando também, Fê dava umas olhadas, agora eu olhava também, olhava ela descendo rebolando, pqp que delícia.
Depois de um tempo, elas se cansaram e foram sentar, demorei um pouco em pé provocando, agora que se dane, as três ficavam conversando e desviavam o olhar pro meu pau kkkk, resolvi me sentar. Minha mulher quando bebe fica meio liberal, não esquentou muito a cabeça com a irmã olhando pro meu pau de vez em quando.
Ficamos conversando sobre serviços, estudos, sobre viagens, lugares que queremos conhecer, fofoca de família, conversa vai e vem, minha filha resolveu ir dormir, falou que iria acordar cedo pra correr na praia junto com o irmão, depois que minha filha saiu Fê começou a falar de relacionamento, que ama demais o concunhado, mais achava que ele estava meio devagar e tal, que gosta muito do jeito que sou com a irmã dela, bem pra cima, animado, aventureiro, falou que se parecia muito com minha esposa, concordei, elas se parecem muito, pelo menos nas questões de serem animadas de sempre quererem agitar alguma coisa, um churrasco, uma viagem, essas coisas, questão de safadeza não sei, mas deveria ser a mesma coisa.
Depois a Fê se levantou e começou a arrumas as coisas e entrou, não falou nada.
- “Amor, me come agora!!! Tô com muito tesão.”
- “Sim amor, vamos pro quarto que vou te arrombar todinha.”
- “Não amor, quero que você me comendo aqui fora, ali atrás do carro, ninguém vai ver.”
- “Beleza então, deixa sua irmã sair.”
- “Tá bom.” Respondeu ela.
Fê chegou na porta perguntando se a gente iria subir pra dormir, falamos que iriamos ficar mais um tempo ali fora e acabar com a caipirinha, educada como sempre, perguntou se poderia fechar a porta, eu respondi que sim, nos deu boa noite e assim entrou. A porta lá é de blindex, aquelas grande de correr. Logo que ela saiu, minha esposa me pegou pela mão e rápido já nos encontrávamos no carro, não deu nem tempo pra ficar escondido na parte oposta, ela estava com muito fogo, eu estava encostado no carro e ela me imprensando, roçando sua buceta no meu pau, puxei o short mais pra cima da cintura, assim o short cavou em sua bunda mais ainda, fiquei alisando a bunda dela toda, passando meus dedos na portinha do cú dela, ela mesmo tirou os peitos pra fora e me mandou chupar eles.
- “Isso amor, chupa meus peitos, assim forte, isso, que delícia, estou com muito tesão.” Delirava. Coloquei uma das mãos na bucetinha dela que já estava muito molhada, enfiei um, depois dois, depois três dedos e fiquei a masturbando, ela estava doidinha se contorcendo, abaixou meu short e ficou punhetando meu pau.
- “Aí safado, que pau gostoso, quero ele dentro da minha buceta seu safado.”
- “Eu quero amor, vou comer sua bucetinha toda, enfiar tudinho em você putinha.”
- “É amor? Vai enfiar tudinho? Aí que delícia.”
Ela se agachou ficando com o rosto na frente do meu pau, deu uma cuspida igual uma putinha e começou a lamber o pau junto com a saliva, depois foi engolindo todo meu pau com a boca, começou um vai e vem com vontade, sugando igual canudo, ela própria estava gemendo com meu pau na sua boca, e eu curtindo aquela mamada gostosa olhando para estrelas, retornando o olhar pra minha esposa, percebi um vulto atrás da cortina da porta da sala se escondendo, pensei “pqp, acho que era a Fê”, não falei nada pra minha esposa que estava concentrada num boquete faminto, ela agora punhetava meu pau lambendo as bolas, eu pensando “vou falar nada, vou ficar aqui, se for ela, vai me ver comendo a irmã, que se foda”.
Minha esposa se levantou e voltamos aos beijos com ela roçando a buceta no meu pau já nu, eu beijando sua orelha disfarçadamente olhei pra porta e flagrei, ela era, minha cunhada nos bisbilhotando, eu provocava, abaixava um pouco e subia roçando meu pau na esposa e ela gemendo no meu ouvido, levei ela pro capô do carro, ela colocou as mãos no capô, puxei o shortinho pro lado e empurrei meu pau de uma vez na buceta dela, fazendo dar uma gemida gostosa, minha cunhada continuava nos olhando “escondida”, agarrei na cintura dela e comecei a foder com força, ela encostada com a cabeça no capô, empinava o rabo ficando nas postas dos pés rebolando gostoso, dei uma olhada pra porta e minha cunhada se escondeu de novo, eu não parei de olhar e percebi ela aparecendo novamente, mas dessa vez não saiu e ficou ali olhando, não sei, acho que não dava pra perceber ao certo que eu estava vendo ela, só sei que ficou ali vendo, puxei minha esposa mais pra lateral do carro, quase onde nós estávamos no início, ela continuou na mesma posição e eu comendo ela com força, assim dava pra Fê ver meu pau entrando e saindo na irmã dela, nesse momento eu olhava pela extremidade dos olhos olhando a Fê afim de não perceber e ela continuava lá, eu pensava “será que ela tá com os dedinhos na bucetinha se masturbando?” Minha esposa saiu da posição que estava e ficou de frente pra mim, meio que sentou no capô segurando meu pau e fazendo entrar na bucetinha dela de novo, fiquei atrapalhando a visão dela, pra não olhar pra porta, desejava que minha cunhada ainda estivesse ali olhando pois agora não dava pra eu olhar.
- “Aí amor, que fúria gostosa é essa, eu não vou aguentar mais, quero gozar.” Falou minha esposa.
- “Isso, goza amor, goza que depois vou comer cuzinho.”
Ela começou a se contorcer e começou a gozar, eu socando forte, ela agarrou minha cintura me forçando pra entrar todo dentro dela e gemendo gostoso no meu ouvido, assim que se recuperou me pediu pra enfiar no cuzinho dela. Voltei com ela no capô do carro, meu pau estava todo melado, posicionei a cabeça no cuzinho e fui empurrando, ela deu um gritinho pedindo pra não parar, fui enfiando tudo, olhei pra porta e a safada ainda estava lá, lembrei que isso tinha acontecido mais cedo na praia com minha filha e o tesão era o mesmo, o de estar sendo observado transando. Mais agora era melhor porque era minha cunhada olhando.
Não fiz cerimônia, fiquei socando com vontade pra gozar, minha esposa já rebolava igual uma cadela no cio e eu fodendo aquele cuzinho gostoso. A vontade de gozar estava chegando, sagaz falei com ela.
- “Amor, tá quase vindo, quero gozar nos seus peitos, quero lambuzar seus peitos com minha porra.” Ela nem se ligou pro meu pedido, só concordou, mas na verdade queria que minha cunhava tivesse uma visão privilegiada do meu pau duro e gozando.
- “Vou gozar amor, vou gozar.”
- “Tira ... vem, goza nos meus peitinhos, goza gostoso.” Me afastei um pouco e com certeza minha cunhada agora via meu pau por inteiro sendo punhetando por minha mão e consequentemente gozando nos peitinhos da irmã dela, assim que acabei de gozar, minha esposa foi tirando a blusa, e nesse momento a Fê saiu e sumiu de vez, minha esposa ficou olhando em volta.
- “Relaxa amor, acabamos de transar aqui, vai ficar bolada agora só porque tirou a blusa?”
- “Entra lá amor, dá uma olhada na casa, vou entrar sem a blusa pra limpar essa porra gostosa dos meus peitos.”
- “Tá bom.” Respondi, ao me encaminhar pra casa, minha barriga gelou, será que eu iria dar de cara com a Fê. Por sorte ou falta dele, não encontrei e então fiz sinal pra minha esposa entrar, ela foi correndo pro lavado depois da sala pra se levar e rimos com a cena.
Depois disso subimos e fomos dormir e agora quem ficava na minha cabeça era a gostosa da minha cunhada Fê.
Fotinho dela que peguei na rede.
Continua no sábado, valeu galera.

   


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Ficha do conto

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thiagopo77

Nome do conto:
Uma viagem em Armação de Búzios III

Codigo do conto:
257192

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/03/2026

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