A situação que mudaria nossas vidas para sempre - Fim de semana com os amigos da faculdade 6

Demorei a dormir, mesmo cansado e um pouco alterado pela bebida, minha mente não parava de pensar no que havia visto, comecei a sentir um misto de ciúmes e arrependimento de ter deixado Lee sozinha, e tão alterada devido a bebida, mas sempre me interrompia o sentimento de desejo e tesão, me sentia confuso e ao mesmo tempo estava com medo de qual seria a reação de Lee quando o efeito da bebida terminasse, Lee estava praticamente desmaiada ao meu lado na cama, dormia nua e eu ainda sentia tesão olhando seu corpo, acabei dormindo um pouco, acordei por volta de 8:00 horas, escutei barulho na sala, pareciam estar pegando as coisas para ir embora, mas ainda estava sonolento e cansado, mal abri os olhos, vi Lee deitada ao meu lado, dormindo, logo vieram as lembranças da noite anterior e um misto de medo, ciúmes e tesão, ainda pensava em como ela reagiria na hora que acordasse sem o efeito do álcool e recordasse tudo que havia acontecido, e ainda se ela me contaria o que havia feito. Com os barulhos na sala não demorou e Lee abriu os olhos, me viu acordado ao seu lado, e disse não estar bem, me pediu um remédio e reclamou de dor de cabeça, peguei um remédio na mala e um pouco d’agua que estava ao lado da cama e dei a ela, que logo voltou a dormir, em seguida os barulhos na sala pararam, acredito que todos haviam ido embora, acabei dormindo novamente e acordei as 11:00h, ainda sonolento, estava deitado tentando despertar, até que ouvi o barulho do chuveiro, olhei para o lado e Lee não estava, levantei e fui ao banheiro e ela estava lá, tomando banho, quando percebeu minha presença, sorriu de forma tímida, e me chamou para se juntar a ela:

Max: Melhorou?

-Lee: Sim, já estou melhor, acho que é ressaca, bebi demais ontem, nunca fiquei assim, acordei com dor de cabeça e o corpo todo dolorido, mas agora estou só me sentindo cansada e com fome!

Terminamos o banho, quase em silencio, um clima de carinho e cumplicidade, enquanto ela se trocava, sai do quarto observando se havia mais alguém acordado, mas o bangalô parecia estar vazio, a porta do outro quarto estava fechada, alguém ainda poderia estar dormindo, mas na sala já não havia mais nada dos meninos, provavelmente todos deviam ter ido embora mais cedo com a van, senti um misto de alivio, por não ter que encontra-los, mas também por um momento senti certa decepção, por saber que neste último dia não teríamos mais “aventuras”, os sentimentos de tesão e insegurança pareciam brigar em meus pensamentos. Voltei para o quarto e dei mais um copo com água para Lee, que já disse, em tom manhoso, que estava com fome, pois não havia comido na noite anterior. Voltei ao frigobar, olhei os armários, mas não havia nada para comer ali, então teríamos que ir até a área da piscina, pois lá certamente teria algo para comer. Chamei Lee para descermos até a piscina, precisávamos comer algo, pois ficaríamos ali até o zelador chegar por volta das 16 horas. Lee colocou um vestido longo, amarelo clarinho, daqueles de tecido fininho que parecem ser bem leves para dias de calor, descemos juntos para piscina, embora ainda com sinais de cansaço, ela já parecia mais animada, logo no início da descida da escada ela sorri e brinca “se essa escada fosse um pouco mais escondida, teria ficado com você aqui, enquanto eles estavam na piscina ontem” provocava enquanto continuávamos a descer os degraus, depois ela me olhou com uma carinha de sapeca e comentou: “Ainda bem que daqui de cima não dá pra ver nada na área de lazer da piscina”, com um certo tom de alívio. Somente concordei com a cabeça e respondi “Acho que somente no final da escada, quando chega pertinho do portão”. Lee me olhou com um sorriso safado, mas sem dizer mais nada. Chegamos no quiosque da piscina.

Por sorte, consegui encontrar um pouco suco de laranja e uns pães, fizemos ali um café da manhã improvisado, e já comecei a preparar algo para almoçarmos, algo rápido para não perdermos tempo e aproveitar as últimas horas ali, olhando o lugar, a noite anterior não saia da minha mente, então resolvi puxar assunto, conversamos sobre o dia anterior, a princípio só sobre as brincadeiras que fizemos durante o dia, sobre os casais e outras fofocas, já estava ansioso para saber se ela revelaria tudo que aconteceu, mas não estava com ciúmes era mais um desejo, no fundo eu queria ouvir da boca dela, o que se passou, o que ela sentiu, e porque fez tudo aquilo com seus colegas de faculdade, já que ela mesmo disse que “não deveria”, será que era só o efeito do álcool ou ela faria mesmo estando sóbria, ela não demonstrava arrependimento, mas as vezes parecia pensativa, demorou um pouco até que Lee, já mais tranquila me diz, depois de rirmos das coisas que lembramos e já mais conectados, ela de um jeito bem safado me pergunta:

-Lee: Amor, não vai falar nada do que aconteceu ontem? Está tudo bem? Sei que viu...

Interrompi ela, e antes que pudesse continuar, eu disse de forma tranquila, já demonstrando que poderia revelar tudo, pois não estava com ciúmes ou inseguro, embora nem mesmo eu soubesse o que estava sentindo, havia um turbilhão de sentimentos naquele momento, mas queria muito saber o que realmente havia acontecido e o que ela sentiu e estava sentindo:

-Max: Sim, está tudo bem, vi quase tudo, precisei ficar escondido perto do portão e as vezes não pude ouvir e ver tudo, mas queria saber, o que aconteceu? Mudou de ideia sobre os garotos da faculdade? Na verdade, estou um pouco preocupado com você, se não está arrependida, está tudo bem? (disse com um sorriso tímido, tentando adivinhar o que iria me dizer, mas de forma bem amistosa buscando tirar o receio dela em me contar tudo).

-Lee: Aí amor, não sei, acho que fiquei muito bêbada... não sei explicar... foi loucura demais, mas ao mesmo tempo, foi diferente... (ainda pensando em como falar).

Percebi que ela estava insegura, talvez por medo da minha reação, ou poderia estar arrependida do que fez, preocupada com alguma possível consequência disso em suas relações dentro da faculdade, poderia estar com ressaca moral, tensa por ter extrapolado o limite que ela havia definido, tanto na nossa relação, quanto seus próprios limites de “safadeza”. Ao mesmo tempo, parecia sentir tesão só em tocar no assunto, então como ficaríamos ali a tarde toda e não queria ficar em clima de “fim de festa”, resolvi fazer algo para deixá-la mais tranquila, fazer com que não tivesse peso em contar, mas que nos trouxesse prazer em relembrar, e ainda que pudesse ajudar a aproveitarmos melhor o fato de estarmos sozinhos ali, afinal, teríamos algumas horas só para nós, e queria curtir, e não virar um relato como uma terapia de casal ou discussão, precisava mostrar a ela que embora com certos ciúmes, medos e incertezas, havia sentido tesão no que vi!

-Max: Tudo bem amor, eu quero que me conte... quero saber tudo... foi loucura, mas confesso que senti muito tesão em ver você tão safada, foi realmente muito diferente, me conte como foi para você, pois não consegui ver e ouvir o tempo todo, as vezes precisei me esconder, pois o João não parva de olhar, e agora quero que me conte em detalhes... (Já falei passando a mão sobre o short e apertando o pau, ela me olhou nos olhos e sorriu, como se retirasse todo o receio em assumir que havia gostado da loucura, e percebendo que eu queria mais um relato erótico, do que um depoimento para ser julgada, então ela me olhou com um sorriso nos olhos).

-Lee: Está com tesão? Confesso que achei que estaria chateado, porque passei do limite novamente, me descontrolei, mas você também não aparecia nunca, sabia que estava vendo, achei que estava gostando, e imaginava você assistindo sua namoradinha tão safadinha, por isso acabei deixando o tesão tomar conta, queria te provocar. (disse mais tranquila e com uma carinha mais safada).

-Max: Muito tesão, foi muito diferente desta vez, não sei explicar, ver você com colegas seus, é mais safado, mais ousado, sei que deve ter dado muito mais tesão, e também tenho culpa, eu te provoquei a ser minha putinha, no fundo, acho que nós dois queríamos voltar a fazer loucuras, mas quero os detalhes, me conta...só que antes vou fazer uma coisa que estou querendo desde o primeiro dia e ainda não fiz... (disse sentindo o tesão tomando conta de nós dois novamente).

Disse isso já segurando as barras de seu vestido e puxando para cima, ela me olhou com receio, de certa forma assustada, acho que não esperava isso, olhou em direção as escadas e ao portão, e perguntou insegura, “tem certeza que não tem mais ninguém aqui”, não respondi, ela levantou o bumbum, e confiando em mim, deixou que levantasse todo seu vestido até acima dos seios, fui passando a mão sobre sua perna e a beijando até encostar com os dedos em sua bocetinha sobre a calcinha, depois puxei a calcinha para o lado e fui descendo a boca, passando pelos seios, barriga, até chegar em seu grelinho, ela não ofereceu nenhuma resistência, sorriu e perguntou novamente, “tem certeza de que estamos sozinhos aqui?” Eu olhei ao redor como se estivesse procurando mais alguém, e sorri demonstrando não estar tão certo disso, mas voltei a chupar sua bocetinha, ainda com mais vontade, não demorou e ela começou a soltar pequenos gemidos e me provocou:

-Lee: Aí safado, não tem medo de sermos pegos pelo zelador assim não, e se chegar alguém? Será que todo mundo foi embora?... vai ver você me chupando aqui... sente tesão em correr o risco de sermos pegos, de flagrarem sua putinha pelada... (disse demonstrando o quanto ainda estava excitada e safada, ela estava muito safada e parecia gostar de ser assim, então me provocou) quer tirar toda minha roupa? Tira, me deixa peladinha aqui, não era isso que você queria, me deixar peladinha aqui em público em plena luz do dia, deixa sua putinha pelada? Tira minha roupa... (disse já demonstrando o quanto estava com tesão, e ainda completou), estou adorando ser sua puta neste fim de semana, quer me exibir, tira minha roupa toda e me exibe como uma puta qualquer, para quem aparecer.

-Max: E se algum dos meninos ainda estiver dormindo dentro do quarto, ou no outro bangalô, e aparecer aqui? (Falei tentando por ainda mais lenha na fogueira e ver se ela realmente tinha coragem).

-Lee: O que foi, agora vai ficar com medo? Ontem todos viram meus peitinhos de fora na piscina e o Lucas e João, viram muito mais... Me deixa peladinha, quero ficar bem safada... ou não tem coragem? (disse em tom de desafio)

-Max: E se o zelador aparecer? Talvez não tenha saído...

-Lee: Se acha muito arriscado e está com medo, não precisa tirar... (disse provocando)

Olhei novamente ao redor, confesso que com um pouco de receio, realmente não tinha certeza se estávamos sozinhos na chácara, mas não queria demonstrar a ela, eu também estava gostando desta safadeza, queria a provocar ainda mais, peguei nas laterais de seu vestido retirando totalmente, já segurei nas laterais da minha camiseta e retirei rapidamente, peguei em meu short e retirei junto com a cueca, ficando completamente nu na frente dela, que sorriu, e disse: “Que delícia, safado”. Fui abaixando e segurando nas laterais da sua calcinha e tirando totalmente a deixando completamente nua também, tudo isso, durante o dia em um local público e sem ter a certeza de que não havia mais ninguém na chácara, isso aumentou muito nosso tesão. Então para provocá-la ainda mais peguei suas roupas colocando em uma espreguiçadeira mais próxima de mim, e disse de forma bem provocante a desafiando, tentando deixá-la com mais frio na barriga e tesão:

-Max: Agora sim, vai ficar assim até eu deixar você se vestir, hoje é dia de naturismo. (disse a provocando).

-Lee: Você gosta de me deixar pelada onde não pode! E se aparecer alguém, vai deixar me ver assim? (falou demonstrando que estava com tesão e parecia querer se exibir, mas safada que o normal).

-Max: Vou, vai ver você peladinha, vai nos ver assim, sem roupa... O que foi, está com medo de ficar assim? Não foi você que me desafiou? Agora está com medo? (devolvendo a provocação e tentando a provocar ainda mais, no fundo estava com receio de haver alguém e nos flagrar)

Mas ela quando ficava com tesão e era desafiada, ficava sem limites, me olhou nos olhos, e disse bem provocante, “eu sou uma puta, adoro me exibir”, se levantou e saiu andando, completamente nua e sem pegar nenhuma peça de roupa ou qualquer coisa que pudesse se cobrir, pegou somente o celular, foi andando lentamente ao redor da piscina, parou em uma espreguiçadeira que ficava no lado oposto, longe de onde estava nossas roupas e com uma visão ainda melhor para alguém que chegasse pelo portão, podendo ser vista quase do início da escada, fazendo com que o risco de sermos pegos ficasse ainda maior, deitou de frente para o portão, abriu um pouco as pernas e passou a mão na bocetinha e começou uma siririca, me olhou nos olhos e disse de forma muito safada, sem se preocupar muito com a possibilidade de alguém ouvir, já que pela distância que estava, precisou falar alto:

-Lee: O que foi, perdeu a coragem? Deixe tudo aí e vem aqui! (Disse me encarando e depois olhou em direção as escadas como se desejasse alguém ali assistindo aquela cena, e assim que cheguei ao seu lado continuou) Quer saber todos os detalhes do que sua puta fez ontem, depois que me deixou sozinha aqui?

Fiz sinal afirmativo com a cabeça e abaixei em sua frente, comecei a chupar sua buceta novamente, enquanto ela começava a me contar, com a respiração ofegante e soltando alguns gemidos baixinhos:

-Lee: Isso, cachorro, chupa minha bocetinha aqui, onde qualquer um que chegar vai poder me ver assim, me faz gozar antes que chegue alguém, enquanto eu te conto como fui uma putinha bem safada. (pensou um pouco e começou a contar). Ontem quando tirei minha saia na piscina, eu queria provocar os meninos, ficando só de calcinha, mas eu queria que você entrasse na água, pensei que poderia tirar toda minha roupa, como uma brincadeira, ficaria pelada igual fizemos a tarde, sem ninguém saber, mas desta vez, queria que você me comesse dentro d’água sem dar bandeira, mas com eles bem pertinho, queria dar pra você com eles ali. Mas aí depois que ficaram só o Lucas e o João, ficava pensando em fazer a mesma coisa com você, só que eu queria deixá-los desconfiados que estávamos fazendo algo, talvez até deixar eles saberem que estava sem roupa, pensei muitas coisas, mas nada explicito, queria te provocar e provocá-los também, sei lá, queria ser sua putinha perto deles, ficar safadinha, deixar eles imaginando, sem poder ver nada, e depois colocar a culpa na bebida, vestir nossas roupas e ir para o bangalô. Era isso que eu estava imaginando, e estava com muito tesão querendo isso, fazer algo com você perto deles, confesso que cheguei a ficar com a mão dentro da calcinha, me masturbando, esperando você entrar na água, imaginando estas coisas, estava com muito tesão. Mas você saiu, foi embora e me deixou só de calcinha na piscina, e ainda deixou minha saia longe, confesso que quando me toquei que a saia estava longe, foi aquela situação que me deixou muito, muito excitada, de estar sozinha com os dois ali perto, eles sabendo que eu estava só de calcinha, que não teria como sair sem eles verem, imaginei que você havia feito isso de propósito, para me exibir, comecei a pensar que você queria que eles me vissem de calcinha, já que na noite anterior me desafiou a me exibir, fui ficando cada vez mais excitada, embora com receio por serem da faculdade, serem meus colegas e conviverem todos os dias comigo, pois agora seria uma exibição mais explicita, mais arriscada, mas pensar que você queria me exibir pra eles assim, me deixava maluca e pensava se realmente era isso que você queria. Eu não queria correr o risco de demonstrar a eles que estava ficando muito excitada, então fiquei quieta dentro d’água, esperei pra ver se você voltaria, talvez não quisesse me exibir, só me provocar, você não aparecia, e quanto mais demorava, mais certeza eu tinha que queria me ver sair de calcinha na frente deles, mesmo sabendo que eram meus colegas de faculdade. Pedi uma cerveja para Lucas, mas ele não me deu, e ele ainda disse para eu sair só de calcinha da água, senti muito tesão, ouvir ele me dizendo que queria me ver daquele jeito, saber que eles queriam me ver assim, quase nua, as coisas começaram a esquentar ainda mais, me provocavam cada vez mais, fiquei imaginando eles me olhando sair da piscina quase pelada, enquanto você me observava sendo tão safada me exibindo para meus colegas, algo tão proibido, por mais que isso me desse tesão, eu não queria me arriscar tanto, então fiquei fazendo charme enquanto pensava, eles começaram a querer me convencer, me diziam safadezas, estava com tanto tesão nesta hora, que baixei minha calcinha até os joelhos e comecei a me masturbar dentro d’água enquanto falava com eles. Estava me sentindo muito safada fazendo aquilo, conversando com os dois e me masturbando dentro d’água, eles me provocando, querendo me ver, me tratando com uma safada, meu tesão foi aumentando até que tirei completamente a calcinha e segurei em minha mão, estar nua da cintura pra baixo, sozinha, com os dois ali, cheguei a pensar em tirar minha blusinha dentro d’agua, mas eles iriam saber que estava nua, achei muito arriscado e explicito, queria provocar mais, cheguei a pensar em ficar nua e deixar eles saberem que estava com os seios de fora, propor trocar uma peça de roupa pela outra, depois sair tapando os seios e de saia, muitas coisas passavam em minha cabeça, só pensava em como provocar mais, meu tesão aumentou muito, senti que iria gozar e parei de me masturbar... fiquei ainda mais excitada, queria provocar mais, não parava de pensar em tirar toda minha roupa dentro d’agua, sem eles saberem, pensei tantas coisas, mas ao mesmo tempo que queria fazer esses coisas, sentia que era errado e perigoso, seria muito explicito, então resolvi me segurar, esperei eles se distraírem um pouco e coloquei de volta a calcinha. Precisava parar, estava perdendo o controle, queria muito você ali para transar, deixaria você me comer na frente deles, de tanto tesão, ou pediria para me levar ao bangalô e fazermos como no dia anterior, qualquer coisa, mas você não voltava e meu tesão só aumentava, foi aí que o tesão foi tomando conta, eles me desafiando, dizendo coisas, não resisti, afinal seria só uma provocaçãozinha a mais, resolvi provocá-los só mais um pouquinho, e você também, pois acho que era isso que você também queria, quando me deixou naquela situação. Queria vê-los com muito tesão, queria deixá-los malucos, deixá-los desconcertados, mas não sabia o que fazer, então inventei uma desculpa melhor para que pensassem que eu sairia da água, uma desculpa que tivesse alguma urgência, disse que precisava ir ao banheiro, nem era tão mentira assim, precisava mesmo, mas poderia segurar mais um pouco, mas quando expliquei que não conseguiria segurar e não conseguia fazer xixi na piscina, que teria que sair, quando perceberam que poderiam me ver só de calcinha, na hora vi o semblante deles mudarem, parecia que haviam ganho um presente, pois sabiam que mais cedo ou mais tarde iria acabar saindo, a menos que você chegasse. Senti medo, foi quando pensei em provocar bastante e não sair da água, ficar enrolando até você chegar.

Enquanto Lee me contava tudo que havia feito, eu continuava chupando sua boceta ali, na espreguiçadeira e com o risco de sermos flagrados, ela parecia não se importar, estava muito molhada e a todo momento soltava uns gemidinhos de tesão. Ela então continuou...

-Lee: Eu fiquei um tempo na água, dizendo que precisava muito sair, e comecei a reparar o quanto estavam excitados, eles começaram a tentar me convencer a sair, diziam coisas safadas, o quanto desejavam me ver só de calcinha, isso foi mexendo comigo, comecei a perder o juízo, esqueci dos riscos e estava decidida a deixar eles me verem de calcinha, de deixá-los ver só mais um pouquinho, afinal já tinham visto quase tudo antes, e era uma oportunidade única de me exibir assim, como uma chantagem, e algo tão “universitária safadinha”. Então insisti com Lucas para entregar minha saia mais uma vez, mas ele se negou, foi aí que criei coragem e sem pensar, sai da água, bem devagar, no começo um pouco receosa, enquanto subia a escada, meu corpo arrepiava de tesão, fui caminhando em direção ao banheiro feminino, mas com o tesão a flor da pele, não cobri nenhuma parte do meu corpo e não olhei para saber o quanto estava exposta, só passei lentamente ao lado deles, queria que tivessem uma visão de tudo, vi o olhar guloso de Lucas em minha direção, vi quando ele apertou o pau sobre o short, e ouvi João me chamando de gostosa, imaginei o quanto devia estar exposta por estar com a calcinha e a blusinha molhada, agarrada ao corpo, então entrei no banheiro. Nesta hora sabia que precisava parar, já havia me exibido como planejei, cheguei a pegar uma toalha que estava no banheiro para me enrolar e ir embora, mas ao olhar no espelho, vi que minha blusinha estava praticamente transparente, minha calcinha estava marcando muito a minha bocetinha, era como se estivesse desfilando pelada na frente deles, imaginei a cena que eles tiveram e o quanto estavam com tesão, me exibi praticamente nua para meus colegas, meu lado safada não me deixava parar, eu queria provocar mais, cheguei a baixar minha calcinha no banheiro e me masturbar por alguns segundos pensando em gozar e acabar com aquele tesão, mas minha cabeça só queria continuar provocando, queria aproveitar aquela oportunidade e o quanto me sentia uma safada, mas quanto mais me masturbava na frente do espelho, mais sentia vontade de me exibir daquela forma para elas, aquilo mexia comigo...imaginava os dois loucos me desejando, lembrava da nossa exibição para os dois, de você me mandando gemer, não sei se foi a bebida, mas eu queria mais... comecei a imagina-los se masturbando me vendo assim, queria vê-los gozando, meus pensamentos ficavam cada vez mais safados e sem pensar nos riscos!

-Max: Havia uma toalha dentro do banheiro feminino?

-Lee: Sim, mais de uma até...

Aquilo mexeu comigo, minha namorada se exibiu de propósito, por pura safadeza, não foi por ser forçada pelos garotos, embora eu já desconfiasse disso, saber a verdade mexeu um pouco comigo, ela realmente queria aquilo, mas o tesão ficou ainda maior, a safadeza dela mexia com minha libido. Eu queria ouvir ela contando toda a história, resolvi não interromper mais!

-Max: E aí o que você fez? Continua!

-Lee: Resolvi que iria me exibir um pouco mais, queria ficar só de calcinha e com a blusinha transparente mais tempo na frente deles, até que não aguentassem mais de tesão, na verdade não pensei muito nas consequências, voltei até a porta do banheiro e comecei a pedir minhas roupas, eu sabia que não iam me dar, fiz um charminho e então sai novamente na frente deles, mas para não ficar muito descarado o quanto eu queria me exibir, tapei meu corpo com as mãos, mas ao ver os dois me olhando com tanto desejo, minha bocetinha começou a ficar muito molhada, aquela situação me deixava cada vez mais excitada, foi quando eles começaram a pedir para tirar as mãos e deixa-los ver minha calcinha e meus seios por debaixo da blusinha, vê-los quase se masturbando e implorando para deixá-los ver, mexia comigo, mesmo assim não deixava, mas eles começaram a insistir, foi quando eu disse que já tinham visto demais, nesta hora resolvi que voltaria para o banheiro e ficaria lá me masturbando até passar o tesão, já era demais, estava fora de controle, mas antes que tivesse qualquer reação, eles começaram a me chantagear com muita cara de pau, dizendo que queriam me ver peladinha, Lucas chegou a me oferecer dinheiro, na brincadeira, mas ofereceu, quando ouvi eles dizendo isso, com tamanha cara de pau, de forma tão safada, me tratando como uma puta qualquer, Lucas olhando minha bunda exposta naquela calcinha tão pequena, minha bocetinha encharcou, subiu um fogo, era muito excitante vê-los com tanto desejo em mim, foi quando começaram a me chantagear ainda mais, dizendo que iriam embora e me deixariam ali daquele jeito e levariam as roupas e as toalhas, pediram para tirar as mãos e deixá-los ver minha blusinha transparente e minha calcinha, resolvi entrar no joguinho deles e dar mais corda, sentia muito tesão em ser tratada assim. Vi Lucas alisando seu pau sobre o short, imaginei ele se masturbando na noite anterior, isso me fez querer mais, então aceitei tirar as mãos e deixa-los ver minha calcinha e meus seios marcando na blusinha enquanto tomaríamos uma dose de tequila, depois devolveriam minha saia, só de pensar em como eu estava, praticamente nua, e a visão que teriam, ficava cada vez com mais vontade, era como estar bebendo nua na frente deles em um barzinho qualquer, me sentia muito safada, deixando meus colegas de faculdade me ver daquele jeito enquanto bebíamos, era algo muito diferente de tudo que já fizemos, pois eu convivo com eles diariamente na faculdade, e pensar que eles estariam me vendo assim, tão safada, meu tesão tomou conta, estava me sentindo uma verdadeira puta, chantageada pelos colegas da faculdade, iria ficar assim até ver você voltando e iria correr para o banheiro, e eles nunca mais iriam esquecer o dia que tomaram tequila comigo só de calcinha, praticamente nua, pensei que ficaria ali, só de calcinha bebendo, enquanto eles me desejavam e passavam vontade. Mas as coisas começaram a sair do controle quando Lucas baixou o short e disse que iria nadar pelado, fez isso bem do meu lado, ficou nu, segurou seu pau duro, me olhando, ver assim tão de perto aquele pau que estava muito duro, cheio de veias, fiquei paralisada, me pegou de surpresa, fiquei olhando assustada para ele, nesta hora João se aproveitou da minha distração e tirou uma foto nossa, eu semi nua, com a roupa molhada e exposta, olhando Lucas pelado segurando seu pau, quase se masturbando ao meu lado. Fiquei apavorada, não esperava, mas foi estranho, porque ao mesmo tempo que sabia do risco deles tirarem uma foto assim, me deu mais tesão, ser flagrada, ser fotografada assim sem meu consentimento, saber que havia perdido o controle e poderia ser exposta, cheguei a imaginar uma foto assim na internet e todos me vendo quase nua, e tão safada, senti um frio percorrer meu corpo, por mais que quisesse parar com tudo, meu tesão só aumentava em ficar tão exposta e vulnerável, agora aqueles safados tinham uma foto minha só de calcinha, poderiam me chantagear de verdade, com risco real, mas ao contrário de sentir medo, senti mais tesão, fiquei curiosa em saber o que fariam, fiquei com mais tesão quando começaram a me chantagear com a foto, pedindo para mostrar meus seios, acho que no fundo me deu tesão por saber que poderia “aprontar” ainda mais, já que estava sendo chantageada e poderia usar isso como desculpa, pois no fundo eu queria ficar nua.

Lee interrompe a história, me puxa e me beija...

-Lee: Você não vai falar nada? (Sem entender por que eu estava tão quieto, mal sabia ela que eu vi tudo e ouvi quase tudo, não sabia que Lucas havia oferecido dinheiro, talvez ela me disse isso para apimentar mais sua história, mas mantive o silencio, queria saber mais)

-Max: Hoje quero só ouvir, saber tudo que você fez...

Voltei a beijá-la e passei a masturbá-la lentamente, enquanto ela fazia o mesmo em mim...

-Max: Continua, essa parte eu não vi, você mostrou os seios para eles? (falei pensando em deixar ela mais à vontade).

-Lee: Eles começaram a me chantagear, dizer que mostrariam a foto na faculdade, no fundo eu sabia que não fariam isso, Lucas tem namorada, mas eu me fiz de vítima, reclamei, fiquei fazendo charme, mas estava adorando ser chantageada... então eu aceitei levantar um pouco a blusinha e deixá-los ver meus seios, afinal, já haviam visto na brincadeira na piscina, mas pedi para guardarem o celular e ficarem longe de mim, uma foto eu poderia me justificar, mas se tirassem mais, seria muito perigoso, no fundo só imaginava eles gozando me olhando, me exibir assim foi muito diferente, quando comecei a subir minha blusinha João de forma bem safada, também baixou o short e começou a se masturbar, ver aquela cena, os dois ali, que convivem comigo na faculdade diariamente e eu nunca havia imaginado que fossem assim, estavam de pau duro, se masturbando me olhando, nunca senti tanto tesão, então mostrei meus seios rapidinho e baixei a blusinha, mas sabia que iriam querer mais, fui ficando muito excitada com os dois implorando para ver mais, então levantei novamente e segurei, deixei eles olharem meus peitinhos enquanto se masturbavam, meu tesão só aumentava, queria tocar minha bocetinha. Eles perceberam meu tesão, começaram a me xingar de safada, putinha, vagabunda, vadia, tudo isso foi me deixando com mais tesão, então Lucas mandou eu me masturbar para eles verem, quando ele disse isso, eu quase gozei sem me tocar, nunca havia me sentido tão safada, fui descendo minha mão e enfiei dentro da minha calcinha, minha bocetinha estava escorrendo de tesão, eles começaram a pedir para eu tirar a blusinha, pois com as mãos ocupadas, ela não parava no lugar, e me atrapalhava a toda hora, não pensei, só tirei a blusinha, ficando só de calcinha e me masturbando na frente deles, comecei a sentir vontade de ficar peladinha pra eles, já não aguentava mais de tesão, então depois que eu tirei a blusinha, eles chegaram mais perto, não fiz nada, comecei a imaginar eles me tocando e chupando meus peitos, eu continuava me masturbando com a mão dentro da calcinha, embora imaginando isso, eu não queria que me tocassem de verdade, queria só me exibir e imaginar. Então eles me pediram para mostrar a bocetinha, a cada vez que eles pediam, mais vontade eu sentia de ficar peladinha, então eu vi uma oportunidade de apagar a foto que o João tirou e não correr o risco de ser exposta e ao mesmo tempo ter uma desculpa pra ficar peladinha, eu disse que tirava a calcinha se eles apagassem a foto do celular, eles toparam, eu peguei o celular e o João apagou a foto, mas chegou bem pertinho de mim para isso.

-Max: E o que você fez? Tirou a calcinha? (Perguntei como se não soubesse).

-Lee: Nada amor, eu deixei ele ficar bem pertinho, aí o Lucas também se aproximou, como se estivessem me cercando para não fugir, e me pediu para tirar a calcinha, pois já haviam cumprido com a parte deles no trato, continuei passando o dedo na minha bocetinha, mas eu não sei o que me deu, queria provocar mais, sentir eles tão perto me fez perder totalmente a noção, então, no impulso, pedi para o Lucas vir tirar, ele segurou nas laterais da minha calcinha e foi baixando, olhando fixamente na minha bocetinha, bem de pertinho, aquela cara de satisfação e tesão quando me deixou toda exposta, fez eu levantar os pés e pegou minha calcinha e começou a cheirar na minha frente, não conseguia mais segurar meu desejo, fiquei peladinha na frente dos meus amigos de faculdade, enquanto eles se masturbavam, quase encostando os paus em mim... eles foram chegando cada vez mais perto, eu não fiz nada estava entregue, só me masturbava, então João me tocou de leve, não disse nada, ele continuou, eu deixei, aí os dois começaram a me tocar, meu tesão só aumentava...
-Max: você os deixou tocarem em você?

-Lee: Deixei, amor, estava com tanto tesão que deixei os meus dois amigos da faculdade que estavam se masturbando, tocar no meu corpo, peladinha, eles passavam a mão nos meus peitinhos, na minha bunda, em tudo... você não queria sua namorada safadinha de volta? Quer que eu pare de contar? (disse bem manhosa).

-Max: quero saber tudo...

-Lee: Eles foram tocando em mim, apertando minha bunda, meus peitos, aí o Lucas pegou toda minha roupa e segurou... ameaçou me deixar peladinha ali sozinha se não chupasse ele...

-Max: Você aceitou?

-Lee: Não, eu resisti, mas ameaçaram me deixar peladinha ali, sozinha, então aceitei bater punheta para os dois, segurei o pau do Lucas, senti ele duro e grosso na minha mão, depois segurei o pau de João, que parecia ser até maior, era estranho estar assim com os dois, nunca havia me sentido tão puta e safada, e o João foi passando os dedos em minha bocetinha, na porta do meu cuzinho, eu fiquei maluca, sentia os dedos dele entrando na minha bocetinha enquanto Lucas forçava minha cabeça para engolir seu pau, eu resistia, mas estava muito perto, ser tratada assim, como uma vagabunda me deixou fora de mim, João passava o dedo na porta de minha bocetinha e do meu cuzinho, dizia que iriam me comer, fiquei com muito tesão, mas não dizia nada, só deixava eles passarem a mão em mim, estava concentrada no pau de Lucas, masturbando bem pertinho do meu rosto, quando senti João ficar atras de mim, passava a mão em minha bocetinha, que devia estar muito molhada, até que tomei um susto, senti ele colocar seu pau na minha bucetinha, na hora assustei, e tirei, mas Lucas segurou mais forte minha cabeça, puxando meu corpo, desequilibrei e agarrei em seu corpo, ele segurou minha mão, me impedindo de empurrar o João, e segurando minha cabeça, foi forçando seu pau todo dentro da minha boca e mantendo meu corpo naquela posição, e João segurou firme em minha cintura e senti ele metendo tudo na minha bocetinha, com força, ainda batia em minha bunda e me chamava de puta safada... Ser tratada assim, sendo comida quase a força... (nesta hora interrompi ela)

-Max: Deixou o João te comer, sem camisinha...? (disse de forma safada)

-Lee: Como você sabe que foi sem camisinha?

Nesta hora não pude mais negar, contei que havia assistido tudo. Lee sorriu e continuou contando:

-Lee: Aí amor, eu não consegui parar, ser tratada como uma vadia assim, perdi a noção, ele comeu minha bocetinha e ainda colocava o dedinho na portinha do meu cuzinho, e falavam que iam fazer uma DP em mim, perguntavam se eu deixaria, diziam que sabiam que eu era uma putinha, Lucas me falava que se masturbou me ouvindo gemer, enquanto você me comia, e sabia que eu era uma safada, foi quando eu gozei e disse que era safada mesmo e que poderiam fazer o que quisessem comigo, só não podiam contar pra você, nessa hora, João gozou nas minhas costas e na minha bunda, esfregava a porra dele em mim, nas minhas costas e na minha bunda, me deixando toda melada de porra, e dizia que teria que ir te encontrar assim, Lucas queria gozar dentro da minha boquinha, disse que teria que engolir todo o leitinho dele ou iria me sujar no rosto e nos peitos, e teria que ir assim embora, eu estava fora de mim, queria muito sentir ele gozando na minha boca, então eu comecei a pedir a ele: “goza, da seu leitinho na minha boquinha”, ele batia na minha cara, me chamava de putinha safada, enquanto João colocava o dedinho no meu cuzinho e dizia que iriam fazer uma DP em mim, ali, mesmo que você chegasse, iriam me comer na sua frente, pra você saber a putinha que eu sou, eu só concordava, foi quando escutamos você chegando, Lucas ainda insistiu para gozar na minha boca, e eu não queria parar, sabia que você não iria aparecer enquanto estivéssemos assim, eu queria mais, mas João se assustou e saiu correndo, aí também saímos correndo para os banheiros, eles acharam que você tinha visto...

-Max: Você ia deixá-lo gozar na sua boquinha e depois fazerem uma DP com você? (disse quase sem acreditar)

-Lee: Você disse que queria sua putinha de volta, e do jeito que eu estava, estava louca para sentir aquele pau pulsando na minha boquinha e me dando leitinho, deixava eles fazerem tudo que quisessem, e para falar a verdade eu queria você ali, do meu lado, assistindo eles me fodendo todinha, sua namoradinha sendo tratada como uma puta, toda cheia de porra dos meus colegas da faculdade... senti muita vontade de dar para os dois na sua frente, me observando de pertinho, você queria ver? Porque eu sabia que você estava escondido e vendo tudo de longe e não fez nada... gostou de ver? Porque eu fiquei com mais tesão sabendo que você estava assistindo, mas queria ver você ali do meu lado, ver suas reações enquanto me tratavam como uma vagabunda, deixaria eles continuarem com você ali, do meu lado, assistindo tudo de pertinho. (segurou meu pau com força, me olhou nos olhos e continuou), O bom é que seu pau sempre me mostra a verdade, está quase gozando em saber o que iriam fazer com sua namoradinha safada, na sua frente! E se eles não tiverem ido embora e chegarem aqui agora, deixaria eles me comerem na sua frente? (disse fazendo a cara mais safada que já vi, parecia que ela havia armado aquilo e eles chegariam ali, agora).

Nesta hora, fiquei com muito tesão, ver minha putinha tão safada, peguei o celular dela que era a única coisa que estava em uma mesinha próxima e tirei uma foto dela ali, peladinha na espreguiçadeira, e ameacei dizendo que colocaria na internet já que ela gosta de se exibir, ela sorriu, e disse ainda provocando, coloca na internet, quero ver os comentários de vários homens olhando minha bocetinha lisinha!

Vê-la assim aumentou ainda mais o meu tesão, então posicionei o celular de uma forma que pudesse gravar onde estávamos, coloquei ela de quatro na espreguiçadeira e comecei a comer sua boceta, enquanto isso ela me provocava:

-Lee: Agora já sabem que sua namorada é uma putinha safada, acho que vou ter que ser bem safadinha com meus colegas de faculdade, vou deixá-los me comer de novo na sua frente, você deixa eu ser uma safada para eles ficarem com vontade de me comer? (Dizia me provocando)

-Max: Você quer continuar provocando seus colegas de faculdade? (disse enquanto metia com mais força em sua boceta).

-Lee: Você deixa, imagina o que vão fazer comigo, quero ser a vadia deles, deixá-los malucos.

-Max: Mas o que você quer?

-Max: Tem vontade de dar para eles na minha frente puta safada? (disse pegando mais forte em sua cintura e dando um tapa em sua bunda).

-Lee: Isso, fode gostoso, fode... Se você deixar, eu quero ser forçada, como se me pegassem a força, e dar para os dois, na sua frente em um lugar igual esse, igual uma putinha, e ainda cobrar, como uma puta de verdade, fiquei com vontade de fazer uma DP com você assistindo! (Falou gemendo, quase gozando, quanto mais me provocava, mais ela parecia sentir tesão, ela continuava provocando)

-Lee: você deixa eu ser a puta deles na faculdade? Te mando as fotos...

Nesta hora escutamos um barulho de carro, mas ainda distante.

-Max: Acho que alguém está chegando lá no portão, vamos parar!

Ela ainda gemendo e com muito tesão, insistiu...

-Lee: Continua, não para, não para, me fode, estou quase gozando... fode sua putinha, fode, continua... (disse ofegante)

Continuei metendo com força, enquanto ela segurava os gemidos para não fazer muito barulho... e eu a alertava sobre o risco de chegar alguém... e ela dizia me provocando ainda mais...

-Lee: Deixa ver, não gosta de mostrar sua putinha para outros machos? Agora me faz gozar, não para, sou uma putinha safada e não vai poder fazer nada quando eu quiser aprontar!

Gozamos juntos, ela gemia, enquanto eu dava tapas em sua bunda, gozei dentro e meu leite começou a escorrer de sua bocetinha, com o tesão, esquecemos momentaneamente do quanto aquilo era perigoso, se houvesse alguém por perto, iria ouvir. Depois nos levantamos apressados, saímos correndo e rindo desta loucura, com certo medo de alguém ter visto ou escutado nossa loucura no meio do dia, saímos procurando nossas roupas, pois provavelmente o caseiro havia chegado. Peguei o celular dela e parei a gravação, entreguei em sua mão e disse, “apaga isso aí”, ela sorriu, fez uma carinha safada, e disse:

-Lee: Vou deixar aqui para quando eu estiver sozinha em casa! (sorriu com malícia e guardou o celular, sem apagar a foto ou o vídeo).

Terminamos de nos vestir, Lee colocou apenas o vestido, sem nada por baixo, arrumamos um pouco as coisas que usamos e fomos para o bangalô, tomar um banho e fazer nossas malas. Após o banho, Lee colocou um short Jeans curto e sem calcinha, uma camiseta minha, preta, sem sutiã e amarrou com um nozinho deixando a barriga de fora, seus seios marcavam no tecido, estava um tesão, e sempre me olhando com uma certa malícia, como se me provocasse. Naquele final de semana, seu tesão parecia não acabar, ela estava mais “corajosa que o normal e mais provocante também”. Depois de algum tempo, já havíamos arrumado tudo, demorou um pouco o zelador apareceu em frente ao bangalô, Lee saiu para recebe-lo, ele olhou descaradamente para seu corpo, mas assim que cheguei perto ele disfarçou e Lee entrou no bangalô, entregamos as chaves, pegamos as malas e fomos levando para o carro, o Zelador se ofereceu para ajudar Lee a carregar uma pequena mochila que ela levava nas mãos, sempre muito simpático e atencioso, foi andando atrás dela, secando sua bunda dentro daquele short apertado, eu, com a desculpa de pegar a mala mais pesada, permaneci distante, vindo logo depois, chegamos no carro, Lee pegou sua mochila e para minha surpresa deu um pequeno abraço, apertando o homem contra seu corpo, enquanto agradecia pela ajuda e pela hospitalidade, ele sem reação, acho que também não esperava por isso, pois foi uma atitude muito “estranha” de certa forma, mesmo assim, ele retribuiu o abraço um pouco desajeitado, enquanto eu colocava a mala no carro, arrumamos todas as coisas e pegamos a estrada para voltar para nossa casa, no caminho, já estávamos mais “tranquilos”, resolvi questionar o que foi aquilo na frente do Zelador, um homem mais velho, e ao meu entender, desprovido de beleza ou qualquer característica que pudesse dar desejo a uma mulher como a Lee.

-Max: O que foi aquilo com o zelador? Não entendi nada... (disse sorrindo)

-Lee: Só estava agradecendo... (sorriu muito maliciosamente)

Continua...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A situação que mudaria nossas vidas para sempre - Fim de semana com os amigos da faculdade 6

Codigo do conto:
257481

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/03/2026

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