A situação que mudaria nossas vidas para sempre - Fim de semana com os amigos da faculdade 7



-Max: Sei, só agradecendo, o homem não sabia o que fazer... (falei com sarcasmo).

-Lee: Acredita que deu pra sentir o pau dele duro encostando na minha barriga... acho que ele não vai esquecer do abraço tão cedo. (Falou me olhando bem safadinha, não parava de me provocar, devia ainda estar com tesão das loucuras que fizemos).

-Max: Sério? Conseguiu perceber isso, até o senhorzinho você quis provocar... o que aconteceu, cade o discurso que não queria arriscar? Achei que não tinha atração por homens assim! (comentei em tom de deboche).

-Lee: Não queria sua putinha esse final de semana? Não é assim que você gosta? Descobri que também gosto, e serei uma putinha muito safada até chegar em casa, e confesso que senti vontade de provocar mais, e se o zelador quisesse tirar uma casquinha, eu tinha deixado, queria que ele tivesse me oferecido dinheiro, me tratasse como puta, imaginei ele me pedindo pra mostrar meus peitinhos, deixaria ele me observar mais, acho que até ajudaria ele a gozar... mas não deu nem tempo, e ele ficou com medo de você também! (disse me provocando, de uma forma muito diferente daquela que normalmente fazia, muito mais safada, como uma personagem).

-Max: Teria coragem? Qual seu preço? (falei entrando no jogo, imaginei que seria só provocação).

-Lee: Sou putinha para qualquer homem que pagar... e o preço, depende do serviço que terei que fazer! (Falou me olhando fixamente e desabotoando o short).

Ouvir minha namorada falando isso, senti um frio na barriga, difícil de explicar, aquilo parecia loucura, em segundos muitas coisas passavam por minha mente, será que ela está encenando uma personagem para me excitar, ou realmente pensa e sente vontade em fazer isso! Resolvi continuar colocando lenha para tentar entender melhor até onde aquilo era teatro e o que era real.

-Max: O que vai fazer, porque desabotoou o short, vai ficar pelada no carro novamente?

-Lee: Só desabotoei, pois, está machucando, este short não dá para usar sem calcinha, os botões ficam pegando bem onde não pode. (falou agora normalmente, sem nenhuma provocação, enquanto desabotoava o último botão dos quatro que fechavam seu short, e foi o abrindo com as mãos, quase revelando sua bocetinha, e continuou dizendo), ele é muito apertado, assim fica melhor, a costura pega bem em cima dela. (disse apontando para boceta e puxando o short um pouquinho mais para baixo, revelando praticamente o começo de sua rachinha).

-Max: Não quer tirar? (Falei em tom de safadeza).

-Lee: Se me pagar, quem sabe eu tiro, mas só quando estiver chegando em casa, até pensei em fazermos algo na volta, mas estou me sentindo cansada, vou tentar dormir um pouco. (Falou, quebrando totalmente o clima, aparentemente demonstrando que aquilo era só teatro).

-Max: Tudo bem, já aproveitamos bastante hoje... (falei com sorriso safado).

Lee puxou mais um pouquinho o short enquanto se ajeitava no banco para descansar, deixando toda a testinha de sua bocetinha de fora, aparecendo até um pouco de sua rachinha, isso me deu mais tesão do que vê-la nua. Logo ela virou o rosto para o lado e dormiu. A viagem era curta, chegamos na cidade no finalzinho da tarde, como não havíamos almoçado direito, estava com muita fome, resolvi parar em uma pizzaria e pegar uma pizza para comermos em casa, ao entrar no estacionamento vi um grupo de entregadores sentados em uma mureta, provavelmente aguardando sair suas entregas, precisei parar em uma vaga bem de frente para onde eles estavam, Lee ainda estava do mesmo jeito, com sua bocetinha quase aparecendo, seu short cobria no limite da sua rachinha, um tesão, pensei em avisar que estávamos ali, mas meu tesão em exibi-la foi maior, imaginei mil coisas, parei o carro e deixei ligado com o ar e o som baixinho, ainda funcionando, assim não acordaria a Lee, já estava começando a escurecer. Desci e fui em direção a entrada da pizzaria, sem olhar para trás, entrei, demorei uns 10 minutos fazendo o pedido, quando terminei, fui até a porta de vidro e olhei em direção ao carro, percebi alguns entregadores de pé, falando ao celular ou olhando para a tela, passavam bem próximo do carro, olhavam pela janela e saiam, logo outros faziam a mesma coisa, todos acabavam sorrindo e pareciam comentar baixinho alguma coisa entre eles. Quando sai da lanchonete, percebi que a movimentação parou, quase que instantaneamente, se afastaram e voltaram aonde estavam, alguns se sentaram nas motos, outros na mureta, mas eles se entreolhavam e pareciam cochichar algo sobre a situação. Entrei no carro, Lee acordou quando fechei a porta e ainda um pouco sonolenta e tentando abrir os olhos perguntou:

-Lee: Onde estamos? Por que não me acordou? (Disse isso, ainda sem ver os entregadores próximos ao carro).

-Max: Parei para pegar uma pizza, estou com fome, e não vai ter nada para comer em casa.

Ela olhando ao redor, viu os entregadores sentados a frente do carro, cerca de 4 ou 5 metros.

-Lee: Nossa, está cheio de homem ali, e eu com meu short todo aberto aqui dentro, porque não me avisou para eu arrumar meu short.

-Max: Você estava em um sono tão pesado, resolvi deixar você descansar, acho que de onde eles estão não dá para ver nada, pode ficar assim! (disse colocando a mão sobre seu corpo, perto de sua bocetinha).

-Lee: Será que não dá para ver? Se eles se levantarem e passarem por aqui, acho que vão ver sim! (Comentou não demonstrando preocupação ou medo com a situação). Ou você está querendo que eles me vejam assim? (disse de forma bem provocativa).

-Max: Ficou com tesão? Até que você iria gostar, safada! (disse com deboche) Acho que eles só vão conseguir ver se vierem bem perto do carro, pois o vidro é um pouco escuro. (Resolvi não contar para ela que, provavelmente, eles já tinham visto)

Ela ficava a todo momento olhando ao redor, como se estivesse cuidando se alguém chegaria mais perto, mas não arrumou o short, ela realmente estava gostando de estar assim, parecia estar querendo se mostrar, em alguns momentos chegou a “arrumar” o short deixando cada vez mais provocante. O grupo de entregadores era de 5 ou 6 homens, as vezes saia um e chegava outro, mas a todo momento olhavam em direção ao carro disfarçadamente, cochichavam e Lee percebeu que algo estava estranho.

-Lee: Quanto tempo vamos ter que ficar aqui esperando? E por que será que olham tanto para cá? Será que alguém me viu assim? Ficam olhando e cochichando... (disse demonstrando tesão).

-Max: Disseram que em aproximadamente meia hora a pizza fica pronta. Acho que não viram nada não, devem estar curiosos vendo nós dois aqui dentro. (falei sorrindo com certo sarcasmo).

-Lee: Safado, parou aqui de propósito, você não tem limite... (falou com um sorriso meio de nervosismo). Tem certeza de que ninguém passou aqui do lado? (Perguntou com uma carinha bem safada).

Fiquei em silencio por alguns segundos, mas ela continuava me encarando e sorrindo, sempre com um jeito safado.

-Lee: Diz a verdade, conheço sua cara quando está mentindo... você fez de propósito, não foi? Alguém me viu, quando você foi pedir a pizza?

Eu não aguentei e comecei a rir, depois acabei me entregando:

-Max: Acho que o moreno barbudinho que está sentado na moto, estava falando ao celular aqui ao lado do carro quando sai da pizzaria, pode ser que ele tenha visto algo. (Disse tentando amenizar).

-Lee: Você parou aqui de propósito? Queria me expor... não acredito! (falou sorrindo e olhando os entregadores sentados a frente do carro), que maluquice... e se ele filma?

Ao mesmo tempo que me repreendia, continuava olhando ao redor, sem arrumar o short, e sempre demonstrando um certo prazer, talvez por saber que o entregador que a viu, devia estar falando dela para os outros, no fundo ela parecia gostar, mas ao mesmo tempo estar com medo. Como ela não arrumou o short, coloquei a mão sobre sua barriga e fui descendo, entrando por dentro do short, ela segurou e me pediu para parar, olhando fixamente para frente, e demonstrando um pouco de insegurança:

-Lee: Amor, para, está maluco? O que você está fazendo... aqui não dá, é muito perigoso...

Coloquei o dedo sobre sua bocetinha e forcei um pouquinho, sentindo-a bem molhada...

-Max: Só estou vendo se ela gostou de ser observada (referindo-se a sua bocetinha) ... e pelo jeito, gostou bastante! (Disse passando o dedo fazendo um vai e vem sentindo sua bocetinha ainda mais encharcada).

-Lee: Para amor, eles vão ver... estão toda hora olhando para cá... (Falou tentando me conter, mas sem muito esforço, soltando minha mão e demonstrando que embora estivesse com medo, estava gostando).
Percebendo que ela já não resistia mais a minha provocação, fui aumentando a intensidade dos movimentos de meu dedo sobre seu grelinho, enquanto ela olhava sempre receosa ao redor, cuidando se ninguém estava perto o suficiente para ver o que fazíamos. Resolvi provocá-la ainda mais, lembrando do que havia me dito quando saímos da chácara, que seria minha putinha até chegar em casa.

-Max: Já que estou pagando minha putinha, tenho direito de me aproveitar até terminar minha hora... (Quando disse isso, esfregando sua bocetinha, senti ela tremer ofegante).

-Lee: Quer se aproveitar da sua puta? Mas para fazer isso aqui em publico tem que pagar mais... ou vai ter que tirar a mão daí!

Percebi o olhar dela mudando, depois que a provoquei, como se realmente assumisse o papel de outra mulher, o medo parece ter desaparecido e um ar de safadeza e provocação tomava conta. Isso também me excitava mais ainda, ver minha namorada tão safada...

-Max: Qual o valor? (Perguntei incisivo)

-Lee: Se quiser me masturbar aqui, tem que pagar duzentos reais, agora e em dinheiro.

-Max: Tudo bem... (Disse e continuei masturbando sua bocetinha).

-Lee: Tem que pagar agora... (Falou segurando minha mão).

-Max: Tudo bem... (minha carteira estava sobre o painel do carro, pois já havia acabado de usar para pagar a pizza, quando abri a carteira, vi que tinha quinhentos reais, e por um instante perdi completamente a noção do que estávamos fazendo e entrei na fantasia, sem analisar os riscos, e provoquei ela com o dinheiro, como se fosse uma garota de programa qualquer). Eu te pago quinhentos, se tirar o short...

Ela me olhou incrédula, pensativa, ao mesmo tempo que tentava ver o movimento fora do carro, olhando ao redor, e depois olhava o dinheiro em minha mão, queria ter o poder de saber o que ela pensava neste momento, devido ao risco e o tesão de estarmos assim, por alguns segundos era como se o coração fosse sair pela boca, seus olhos entregavam o desejo... um pouco insegura, questionou...

-Lee: Tirar tudo? Ou só baixar? (disse tentando um “meio termo” menos arriscado)

-Max: Tirar... (respondi quase instantaneamente e inconsequente, mas totalmente tomado pelo tesão e pela vontade de saber até onde ela iria com esta fantasia de ser tratada como puta).

Ela pegou o dinheiro da minha mão, olhou novamente onde os entregadores estavam, olhou ao redor do carro, levou as mãos nas laterais do short e me olhando perguntou novamente:

-Lee: Tem certeza de que quer que eu tire? Eu tiro!

Olhei os entregadores sentados a frente, as vezes olhando para nós e disfarçando o olhar, sabia que de onde estavam não conseguiriam ver o que acontecia ali, mas com 5 ou 6 passos estariam ao lado de nosso carro, não daria tempo de nada, nos pegariam no flagra. Lee ainda me olhava aguardando a resposta enquanto segurava as laterais do short e o dinheiro em suas mãos. Seu olhar era de puro desejo, eu sabia que ela queria receber esta ordem, mas comecei a sentir medo, e se alguém chegasse, ainda sem raciocinar direito, tentando deixar a responsabilidade para ela, respondi um pouco inseguro:

-Max: Se quiser ficar com os quinhentos reais, tem que tirar, ou não tira e fica só com duzentos. (disse pensando que talvez ela fosse desistir, mas sem eu ter que dar o braço a torcer que estava com medo).

-Lee: Quer ou não quer que eu tire? Sou sua puta, você paga, você manda! (disse incisiva, me fazendo sair de cima do muro)

Eu sabia que no fundo ela estava querendo tirar, assim como eu também queria vê-la tirando, mas eu comecei a pensar que embora ela estivesse fantasiando ser uma puta, se fossemos pegos, seria minha namorada ali exposta e poderíamos ter sérios problemas, mas ela realmente passou a me olhar e agir como uma verdadeira puta, e no momento do tesão a flor da pele, pensei que poderia ser rapidinho, só uma "loucura rápida", então, eu dei a ordem:

-Max: tira tudo, ou devolve o dinheiro, minha puta safada!

Ela olhou ao redor, pensou por um segundo, me encarou de forma safada, e puxou o short levando até os pés, retirando e colocando sobre meu colo, depois abriu um pouco as pernas expondo sua bocetinha e passando os dedinhos sobre ela me provocou:

-Lee: Está bom assim?

Levei novamente a mão em sua boceta, estava escorrendo, ela estava muito excitada, comecei a masturbá-la, ela olhava os entregadores a frente do carro, tentava ver pelo retrovisor se alguém estava vindo por trás, embora estivesse excitada, também estava tensa, mas continuava seminua. Ela olhava a todo momento os homens a frente do carro, parecia sentir muito tesão estando assim, correndo tanto risco, tentava disfarçar o rosto de tesão, mas as vezes mordia os lábios, sem conseguir se segurar.

-Lee: Nossa, parece que está chegando mais entregadores. (disse olhando algumas motos que encostavam próximo aos outros).

-Max: Quer parar? (Perguntei preocupado, pois ela parecia tensa).

-Lee: Não, continua... está gostoso... e você pagou!

Ela embora tensa, estava com muito tesão, sentia sua bocetinha encharcada, sua perna tremula e ela cada vez mais abria as pernas e soltava pequenos gemidos abafados.

-Lee: Você gosta de deixar sua puta quase pelada na frente de tantos homens?

-Max: Eu gosto de ver minha puta tão safada querendo ser exibida para tantos homens! Sei que no fundo você queria eles aqui assistindo você assim.

Ela fez a cara mais safada que já vi... puro tesão!

-Lee: Queria mesmo...

Comecei a provocá-la, dizendo o quanto ela era safada, ela começou a ficar com a respiração ofegante, e me dizia o quanto ela sentia vontade de ficar nua na frente de tantos homens por dinheiro, ela parecia realmente desejar ser vista por todos eles, estávamos muito excitados, quando um dos entregadores que havia visto ela antes, enquanto dormia, se levantou da moto, olhou disfarçando para nosso carro, e logo veio andando disfarçadamente em direção ao carro, fingindo atender uma ligação, mas olhando discretamente dentro do carro. Quando viu ele vindo, ela se assustou, tirei minha mão rapidamente, peguei seu short, mas antes que pudesse entregá-lo, ele já estava quase ao lado do vidro dela, olhando disfarçadamente, enquanto mexia no celular, neste momento pensei que seriamos expostos, o short de Lee em minhas mãos, tentei esconde-lo, só pensava que ele havia visto ela ali semi nua, que chamaria os outros e não daria tempo de colocar a roupa, levei a mão para ligar o carro e sair dali, mas quando olhei novamente para Lee, ela havia puxado a camiseta, parecia um vestido, ficando pouco abaixo de sua bocetinha, mas o suficiente para esconder do rapaz que se aproximou, a sua nudez, ele deve ter desconfiado de algo, mas acho que não viu nada. Acredito que devido aos movimentos e talvez os gestos, olhares e o rosto de tesão que estávamos, ele pode ter desconfiado que algo acontecia ali, e veio tentar se aproveitar, ver algo, ele permaneceu por alguns segundos, Lee me olhava sorrindo de nervosa, ainda segurando a camiseta, que mesmo cobrindo sua bocetinha, era bem curta, acho que ainda era um ótima vista para o rapaz, mas como não conseguiu flagrar nada demais, ele acabou disfarçando e saiu. Assim que ele saiu de perto do carro novamente, eu entreguei o short mas ela não vestiu.

-Lee: Melhor sossegarmos, quase nos pegam... (falou puxando um pouco mais a camiseta, mas ainda com carinha de safada)

-Max: Quase mesmo, achei que ele tinha visto, já estava ligando o carro para sair daqui!

-Lee: eu sabia que a camiseta era comprida, por isso aceitei tirar o short, mesmo assim, quase não deu tempo de puxar, mas ainda bem que deu tempo, parece um vestidinho curto! Que medo, meu coração está a mil... posso ir embora assim? (disse ainda provocando).

A minha vontade era de puxar aquela camiseta e voltar a masturba-la, o tesão dela parecia infinito e a sacanagem também, mas percebi que os entregadores estavam olhando ainda mais para nosso carro, resolvi sair dali...

-Max: Acho que a pizza deve estar pronta, melhor eu ir pegar para sairmos daqui logo, a plateia esta observando demais. (disse sorrindo).

-Lee: Não era isso que você queria? Me exibir, deixar eles verem minha bocetinha assim. (falou levantando a camiseta e mostrando a boceta molhada para mim). A pizza deve estar pronta mesmo, já passou mais de meia hora, deixa que eu vou lá buscar. (falou sorrindo com malicia e passando o dedinho na buceta).

-Max: Assim? (disse assustado), esta maluca?

-Lee: Deixa? Deixa eles verem sua putinha, vou lá e você olha se vão me secar muito. (me provocou, mas já foi colocando o short.) De short eu posso ir?

-Max: Se você quer ir, pode ir, Safada!

-Lee: Sou sua puta, esqueceu? (disse com olhar safado e abrindo a porta do carro).

Ela desceu, fechou a porta, neste momento todos os homens olharam em sua direção, fingi que estava olhando meu celular, ela passou pela frente do carro, bem próximo de todos, como tinha deixado sua camiseta solta, ela quase cobria o short, as vezes parecia que estava usando somente a camiseta, cheguei a pensar como seria se ela estivesse sem o short, foi andando até a entrada da pizzaria, enquanto eles a seguiam com os olhares. Não demorou, ela retornou segurando a pizza em suas mãos, como ela encostou a caixa da pizza em sua barriga forçando a camiseta, seus seios estavam mais marcados no tecido, como ela não estava com sutiã e provavelmente estava excitada, seus mamilos ficaram marcados, o famoso “farol aceso”, novamente foi acompanhada pelos olhares indiscretos até entrar no carro. Percebi ela um pouco nervosa, talvez não esperasse tanta atenção, resolvi perguntar o motivo:

-Max: Está tudo bem? Parece nervosa...

-Lee: Ai amor, que vergonha, eu assim, e encontrei um dos meus professores lá dentro, ele estava com a esposa, fiquei toda sem graça, ele não sabia o que fazer, coitado, não sabia se me cumprimentava... aí ele disse um “oi” todo sem jeito, eu respondi, vi que a esposa ficou me olhando... não sabia onde enfiava minha cara, que vergonha...

-Max: Nossa, que coincidência! Mas você não estava fazendo nada demais... Sua roupa, embora curta, não mostra nada.

-Lee: É, mas foi estranho, me senti pelada, uma sensação estranha... imagina se ele pegasse a gente no flagra aqui, se passasse perto do carro, sei lá... precisamos nos controlar mais, estamos fazendo muitas coisas sem pensar nas consequências, agora fiquei pensando se o Lucas e o João contarem algo na faculdade, imagina, como que seria! (Ela realmente estava nervosa e pensativa depois disso, resolvi sair dali e seguir para casa, mas fomos conversando no caminho, neste momento, precisava acalmá-la).

-Max: Realmente, tudo que fizemos foi muito além do planejado, mas o fim de semana todo foi meio maluco e não só para a gente, os outros também aprontaram, um pouco mais discretos, mas praticamente todos fizeram algo, acho que não vão contar para ninguém, pois o Lucas tem namorada, os outros devem ter seus namorados e namoradas, vão querer manter em segredo, acho que vai ser tipo Vegas, o que acontece em Vegas, fica em Vegas! (Disse em tom descontraído tentando tranquilizá-la).

Ela deu um sorriso tímido, parece ter concordado com o que disse, mas ainda receosa do que poderia acontecer de agora em diante, acho que o fato de perder o controle também mexeu com ela, deixar o tesão tomar conta e não conseguir parar, mesmo com todos os riscos.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A situação que mudaria nossas vidas para sempre - Fim de semana com os amigos da faculdade 7

Codigo do conto:
267384

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
16/07/2026

Quant.de Votos:
3

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