Hoje tô com 50 anos, másculo, moreno claro, 1,75 82kg corpo atlético, olhos castanhos, cabelo preto encaracolado, barba um pouco grisalha, coxas grossas, 18 cm de rola e bunda empinada. Treino 5x por semana e ando de bike. Desde da minha primeira trepada, até os dias atuais, engordei poucas vezes, mantendo meu corpo atraente. Os fatos que irei narrar aconteceram quando tinha 25 anos.
Tava namorando o Gê há um mês, ele cearense, branco, 36 anos, 1,76 uns 85kg, forte, parrudo, pernas de jogador de futebol, peito e abdômen com alguns pelos. Tinha uma rola normal de 18cm. Ele, assim como o maioria dos ativos com pau comum, queria ter uma rola acima de 20cm. Mas posso afirmar que ele era delicioso em tudo que fazia e definitivamente não precisava se uma rola maior.
A gente tinha uma química animal, transávamos em qualquer lugar, por exemplo, enquanto ele dirigia o carro eu tava mamando sua rola. Outra vez ele pediu pra ajudá-lo a pintar as paredes do salão da irmã dele, e a gente acabou metendo na cadeira de cabeleireiro (e o que deu mais tesão é que o salão tinha vidro fumê, e enquanto a vizinhança passava tranquilamente na rua sem enxergar nada, eu tava com o rabão empinado levando rola do meu macho).
Eu nunca tinha pensado na possibilidade de um homem ter um orgasmo múltiplo, e ainda mais sendo passivo e sem se masturbar. Confesso que tenho facilidade de gozar sem bater punheta porque minhas primeiras experiências com outro homem foram só de pegação, com muita esfregação e roçada de corpo. E até hoje gosto de gozar assim, me esfregando num macho.
Eu e o Gê estávamos metendo na cama dele. Tava de 4 recebendo suas estocadas fundas, suas mãos grandes e fortes segurando minha cintura com firmeza. A sensação era que estava sendo devorado por um touro. De repente ele começou a virar meu corpo, primeiro me colocando de lado e depois deitando minhas costas na cama, pernas abertas em frango. Ele fez tudo isso sem tirar a rola de dentro do meu rabo. Não tem coisa melhor do que dar pra macho com esse nível de pegada.
Ficar de frango assado me excita muito pela possibilidade da troca de olhares, por ver a cara de tesão do parceiro e pela facilidade pra dar uns beijos. E nessa posição também consigo sentir a virilha e abdômen do ativo roçando no períneo (entre cu e saco) e na minha rola. Essa combinação misturada com o calor e o suor dos corpos, resulta em pura combustão. Febre de prazer.
Gê tava metendo de maneira cadenciada, um vai e vem delicioso. Comecei a sentir que iria gozar, e sem encostar a mão. Segurei bem firme nos braços dele, e comecei a urrar e soltar vários jatos de porra. O rosto dele era de puro tesão. Ainda tava curtindo o finalzinho da gozada quando percebi que uma nova estava a caminho. E nessa fração de segundos só consegui pedir pra que ele continuasse fazendo do jeito que tava. Comecei a me tremer todo e novamente gozei soltando novos jatos. A sensação é de que estava abandonando meu corpo e entrando num estado de nirvana. Pele arrepiada, boca seca, febre interna. Eu o puxava com muita força, tanto com as pernas quanto com os músculos do cu. Queria eternamente aquela rola dentro de mim. E assim ele gozou como um animal no cio, gemendo alto e se tremendo por inteiro.
Depois que ele gozou pedi pra soltar seu corpo sobre o meu e descansar ali mesmo. Fui estendendo minhas pernas e entrelacei com as dele. Comecei a fazer cafuné e fui sentindo cada vez mais o peso do seu corpo sobre o meu. Que delícia! E assim ele adormeceu. Ter aquele homem lindo repousando em cima de mim após me proporcionar um orgasmo múltiplo, foi um novo tipo de êxtase.
É óbvio que essa história do orgasmo múltiplo foi compartilhada com nossos amigos mais próximos, se tornou o nosso troféu.
